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Nos dias 26,27, e 28 de abril, Luciano Pires promoverá três encontros virtuais como parte do Desafio AS MÍDIAS E EU. Depois de mais de 30 anos como criador de conteúdo, tendo a informação como matéria prima, Luciano desenvolveu métodos para filtrar as informações, selecionando aquilo que é pertinente dentro do tsunami de mentiras, fake news e manipulação no qual se transformaram as diversas mídias.
Descubra o passo a passo para se proteger das mentiras, refinando sua capacidade de julgamento e tomada de boas decisões.
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Lincoln Steffens foi possivelmente o maior repórter investigativo americano da história. Sua autobiografia registra como ele e seu principal concorrente, iniciaram uma onda de crimes quando Theodore Roosevelt era presidente da Comissão de Polícia de Nova York.
Uma tarde, Steffens estava no porão do quartel-general da polícia, onde os policiais jogavam pôquer. Pensando que ele estava dormindo, os detetives contaram uma história sobre como um jovem policial ingênuo ajudou alguns homens a carregar uma carroça porque suas coisas estavam bagunçando a rua. E depois descobriu que os homens eram ladrões que haviam limpado a casa.
Steffens escreveu a história para o New York Post. Seu principal concorrente, Jacob Riis do The Evening Sun, foi repreendido por seus editores por ter sido furado, e então apareceu com uma história de crime que Steffens não tinha. Entrando numa competição pelo maior furo, os dois repórteres policiais redobraram seus esforços e logo os jornais de Nova York estavam cheios de histórias de crime, espalhando o pânico entre os moradores da cidade. Isso foi constrangedor para Roosevelt, que deveria ser um reformador. Roosevelt chamou os dois repórteres em seu escritório. Riis confessou que teve acesso não autorizado aos relatórios da polícia porque eles foram colocados em uma determinada mesa. Steffens contou sobre seus cochilos. Eles combinaram uma trégua e a “onda de crimes” cessou.
Veja bem, não é que os crimes tenham parado, mas o relato massivo sobre os crimes parou. E a impressão de uma onda crescente de crimes desapareceu e a vida da população de Nova Iorque voltou ao normal. Isso aconteceu por volta do ano 1900.
Notícias são as coisas importantes e interessantes que acontecem ao longo do dia. Mas quem define o que é importante e o que é interessante? Quem vai contar os fatos.
Essa história mostra bem como “notícia” é tudo aquilo que o jornalista ou editor quiser que seja.
Em outras palavras: notícias são fabricadas. E a intensidade que o jornalista ou editor der a ela determina como sua cabeça será feita.
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O mundo está caótico, as fontes de informação deixaram de ser confiáveis e você é forçado a tomar decisões nesse cenário. Muitas pessoas não acreditam mais nas fontes tradicionais de informações que as guiaram até aqui. Outras estão completamente afogadas pelo tsunami de dados e informações que chegam pela internet sem qualquer ordem, priorização ou filtragem.
Esse cenário é irreversível. É dentro dele que temos de encontrar o alimento intelectual para guiar nossas escolhas. E é natural que, em meio ao caos e à histeria, você se sinta inseguro e angustiado.
Meu, para que lado eu vou?
Quem conseguir se livrar dessa insegurança que tira o sono, saberá com inteligência julgar e fazer as escolhas certas para sua vida pessoal e profissional.
Simples não é, mas existem métodos.
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Versão no Youtube: https://youtu.be/l-pTQWzuy4I
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Mais um Café Brasil musical, daqueles que eu adoro fazer. Descubro uma banda e apresento para você. Hoje é a turma do Foxes and Fossils, uma banda que nunca gravou um disco, que não fez turnês, que toca covers e... bom, escute os caras.
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Quando digo que amizades verdadeiras não deveriam ser desfeitas por desavenças políticas, não nego a importância dessas desavenças. Nossas vidas serão dramaticamente afetadas pelas pessoas que escolhermos para exercer o poder. Quem nega suas convicções para não magoar os outros, submete-se às convicções desses outros.
É muito raro encontrar alguém que concorde 100% com nossas opiniões. A regra é que surjam sempre discordâncias, mas é preciso lembrar que ideias têm consequências. Existem certos valores íntimos que, se não forem compartilhados, impedem que uma amizade verdadeira permaneça. Ficam amizades supérfluas.
Me afastei de um amigo quando descobri que ele agia como um cavalo com a esposa. Me afastei de um amigo que virou sócio ao perceber que era um mentiroso contumaz.
Nossos credos, nossos valores jamais devem servir como desculpa para a falta de decência ou de empatia. Nossos credos e valores jamais devem ser postos de lado em nome da amizade. Mas se com valores não se mexe, é possível negociar com os credos. Ser flexível. Aceitar, até um limite, quem acredita em coisas diferentes.
É por isso que, no meio de uma limpa gigantesca, mantive amigos que defendem o socialismo ou passam pano para os criminosos que gerenciaram o Brasil por quase 20 anos, por exemplo. A amizade deles não é supérflua, vale mais que as crenças políticas.
Essa é a consequência boa da polarização do país: estamos valorizando as amizades que valem o tempo de vida que aplicamos a elas. E tempo de vida se valoriza não apenas em quantidade, mas em qualidade.
Não tenho tempo de vida para amizades supérfluas.
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Quem me conhece sabe que há mais de 30 anos eu trabalho gerando conteúdo, publicando de várias formas em vídeos, podcasts, textos, mídias sociais e livros. Uso canais muito diferentes para passar informação ou conteúdos para vocês.
A informação a minha matéria prima.
Eu vivo de informação e não procuro informação apenas para saber o que aconteceu no mundo, mas para criar meus meus conteúdos e repassar para você. Então eu tenho um compromisso muito maior, não é só comigo mesmo, mas com você. Eu preciso cuidar para que os conteúdos que estou repassando tenham um mínimo de transparência, o pé na verdade, que sejam isentos da medida do possível.
Entre um fato e você, normalmente existe uma mídia, a forma como aquela informação chegou até você. Pode ser através de um jornal ou de uma revista, da TV, do rádio, de um outdoor, do grupo de WhatsApp e de uma rede social, não importa. Tem uma mídia no meio do caminho.
E essa mídia sempre tem donos, que sempre têm sua visão do mundo. Eles têm interesses que são econômicos, têm interesses políticos e têm interesses ideológicos. Eles vão evidentemente enxergar a verdade através desses interesses. É assim que funciona e é natural que seja assim. E não há problema nenhum desde que você saiba de qual janela está vendo o mundo. O que acontece hoje em dia é que, além de não dizer qual é a janela, essas pessoas andam manipulando os fatos. Contam mentiras usando verdades, pegam fragmentos de informações, manipulam, torcem a verdade, colocam uma palavra bem sacana, mudam um título, uma ilustração, uma fotografia. E através dessa manipulação, conseguem levar você a tirar conclusões que não têm um pé na verdade. São conclusões que interessam aos interesses deles. Se você não abrir o olho, vira presa.
Você não detém as técnicas, não está o dia inteiro estudando as informações, você se abastece aqui e ali de alguma coisa que entra pelo seu celular. Você pega fragmentos da verdade, que normalmente são muito bem dirigidos, muito bem trabalhados. Eles não chegam a você por acaso, eles não chegam a você de qualquer forma, a partir da generosidade de alguém que está contando uma história. Hoje em dia os caras chegam com uma opinião sobre os fatos. O fato em si, raramente aparece. Ele vem com uma opinião. As pessoas não querem dizer o que está acontecendo, querem dizer porque é que está acontecendo na visão delas. Se você não abrir o olho, você vai dançar.
Eu trabalho com isso há 30 anos, tive que aprender como é que faz para se proteger minimamente desse tsunami de informações. Tive de criar uma armadura que, se não me livra de ser presa das mentiras, no mínimo garante que eu tenha uma visão crítica.
Quais cuidados eu devo tomar antes de consumir uma informação e, principalmente, antes de passar essa informação para frente.
Dias 26, 27 e 28 agora vai acontecer o DESAFIO AS MÍDIAS E EU. São três reuniões, três lives, três aulas, chame como você quiser, com mais ou menos 40 minutos cada uma, onde vou contar como é que essas coisas acontecem e quais são os truques usados. Usarei uma série de exemplos de como é que essa manipulação acontece e, principalmente, quais cuidados devemos tomar. Quais métodos a gente pode usar para tentar se proteger dessa enxurrada de gente apontando o dedo, dizendo que sabe tudo, trazendo uma visão de mundo deles que se acham os donos da verdade.
A tentativa é provocar uma reflexão sobre o desenvolvimento da nossa capacidade de julgamento e tomada de decisão. Se meu repertório está enviesado, minha tomada de decisão também estará enviesada. E se esse viés foi trabalhado por alguém, tomarei decisões que não são os melhores para mim. São as melhores para esse alguém.
São três noites: 26, 27 e 28 de abril. O link é https://mlacafebrasil.com
Cada aula custa seis reais. Como assim? É só isso?
É. Coloquei um preço simbólico para simplesmente não dar de graça. De graça já dou um monte de coisas, já faço isso há anos, e já entendi que quando você dá de graça, as pessoas não dão valor. Elas dizem que vão, mas não aparecem. Então nós colocamos um valor simbólico para juntar pessoas interessadas nesse assunto.
Evidentemente, vou capturar o seu e-mail e depois vou oferecer coisas ainda ais legais...
Esses três dias prometem. Você vai se divertir, vai encontrar opções de coisas que você não tinha visto sob certos ângulos.
Quero levar para você a perplexidade dos nossos dias, e ajudar para que você se protegia dessas mídias.
Desafio as mídias e eu. Vem comigo, você não vai se arrepender.
Julgamento e tomada de decisão é o nome do jogo.
Versão no Youtube: https://youtu.be/WVewCzMZPoY
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Medidas restritivas desproporcionais impostas pelos governos geraram uma tragédia social sem precedentes na história da alimentação fora do lar, o setor que mais emprega e treina mão de obra no mercado formal de trabalho do Brasil. Um drama sem fim está se desenhando. O que se pode fazer para salvar empregos e negócios? Fernando Blower, do SindRio e da Associação Nacional dos Restaurantes e Edrey Momo, empresário e líder do Movimento Gastronomia Viva conversam com comigo sobre a luta pela sobrevivência de bares e restaurantes.
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Você já perdeu amigos por causa de política? Quando uso o adjetivo “amigo” ou o substantivo “amizade”, refiro a um sentimento de afeição e simpatia recíprocos entre duas ou mais pessoas. Sacou? Sentimento de afeição recíproco. E isso só acontece entre pessoas que se respeitam.
No fundo tudo se retoma uma questão de civilidade, que é aquele conjunto de princípios que regem o convívio social do homem, em harmonia. Quem obedece aos princípios da Civilidade é uma pessoa educada, preocupada em viver bem e fazer os outros felizes. Civilidade tem a ver com a forma como lidamos com nossos oponentes políticos, e não com a negação das diferenças políticas.
Quando o sujeito ou a encontrou entram chutando o balde, xingando ou cuspindo, não existe respeito. E aí faz todo sentido dar o bloco, o deixar de seguir. Amigo que é amigo não desrespeita.
O escritor Milan Kundera, na coleção de ensaios Um Encontro, escreveu assim:
Em nosso tempo, aprendemos a submeter a amizade ao que chamamos de convicções. E até mesmo à fidelidade de uma retidão moral. De fato, é preciso ter muita maturidade para compreender que a opinião que defendemos é apenas nossa hipótese preferida, necessariamente imperfeita, provavelmente transitória, que apenas os mais obtusos podem transformar em uma certeza ou verdade. Ao contrário de uma fidelidade pueril a uma convicção, a fidelidade a um amigo é uma virtude, talvez a única, a derradeira. Hoje, eu sei: na hora do balanço final, a ferida mais dolorosa é a das amizades feridas. E nada é mais tolo do que sacrificar uma amizade pela política.
O jornalista Alon Feuerwerker escreveu assim sobre este assunto:
Não brigue com seu amigo por causa da política. Depois os políticos se entendem, mas você perdeu um amigo.
Pense nisso.
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Eu estava caminhando de manhã aqui na minha região e pensando sobre como está difícil proporcionar discussões legais através das mídias socias.
Não concordou ou não entendeu, o sujeito já vem com o pé na porta. Já entra xingando e ofendendo. A gente se expõe colocando alguma ideia e de repente toma a pancada.
Tá certo, a maioria absoluta dos retornos vêm de gente que entendeu a proposta e respeita as ideias, mas sempre vem uma quantidade respeitável de pessoas que são contra ou não entenderam e já entram com ofensas. Olha, eu já passei da idade de suportar gaiato de rede social. Então há um bom tempo botei na cabeça que os haters eu não respondo, simplesmente bloqueio. Estou bloqueando inclusive adolescentes de 50 anos...
Por isso criei algumas alternativas, que aprendi com o pessoal de stand up comedy.
Você que paga para ir a um lugar onde o sujeito vai fazer piadas, já vai disposto a rir. E se conhece quem é o comediante, sabe que ele fará piadas, e se o humor dele for negro, serão piadas infames. Quem paga para ir num show de stand up para se ofender com as piadas, no mínimo é burro.
Os comediantes norte-americanos fazem piadas que aqui no Brasil dariam cadeia, mas lá o povo dá risada porque há um certo compromisso entre o artista e o seu público. Pensei então em criar um público que já chega com um compromisso claro: eu vou ouvir o que você tem a dizer, e vou me manifestar de uma forma que seja no mínimo educada.
Há algum tempo acabei criando algumas alternativas, como o Café Brasil Premium e grupos no Telegram como o Premium e a Confraria. Criei também no Telegram o canal Café Brasil onde você não interage, só recebe as notícias. Criei um grupo agora para o agronegócio...
Nesses grupos, a coisa muda de figura, porque as pessoas pagaram para estar neles, assumindo o compromisso de travar debates legais, inclusive de ideias que são contrárias. Sem ninguém chutando a barraca, xingando e agredindo. Você nem precisa participar do debate, só assisti-lo já é muito legal, porque são confrontos de ideias. Não tem nenhum estúpido lá, as pessoas têm toda a liberdade de expor seus pontos de vista.
Então acabei colocando meu esforço lá e diminuindo muito minha atuação nas mídias sociais, porque o meu tempo, meu esforço, quero dedicar às pessoas que querem promover o bom debate.
Esta semana criei uma página dentro do portalcafebrasil.com.br chamada oladocheio.com, para facilitar seu acesso aos vários canais que uso para distribuir meu conteúdo. Tem Facebook, Twitter, Instagram, tem o Café Brasil Premium e canais do Youtube.
Convido você para conhecer meu conteúdo, que quer ser acima de tudo, equilibrado. Não é sobre concordar, nem especular em quem você votou ou quem está com a razão. É sobre analisar as questões com equilíbrio e, no mínimo, com educação.
Então o propósito hoje foi trocar essa ideia com você, falar sobre meu objetivo de propor um ambiente salutar de discussão, onde ideias diferentes serão confrontadas, onde as pessoas vão defender com veemência seus pontos de vista, onde você não será obrigado a concordar com coisa nenhuma. Onde você pode se expressar com segurança, sabendo que não será agredido, xingado ou humilhado. Nem cancelado.
O meu objetivo não é outro além de propor: cara, pensa! Não quero que você concorde com coisa nenhuma, só quero que você pense de forma equilibrada sobre o que está ocorrendo no mundo.
Junte-se a quem quer construir. De destruição, já estou com o saco cheio.
Versão no Youtube: https://youtu.be/xz15OeCkuZU
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"Nossa casa está queimando. Literalmente. A floresta amazônica, pulmão que produz 20% do oxigênio do nosso planeta, está em chamas. Isso é uma crise internacional. Membros do G7, vamos discutir essa emergência de primeira ordem em dois dias"
Essa fala foi de Emmanuel Macron, Presidente da França, em agosto de 2019.
A intenção era mostrar ao mundo que o Brasil está nas mãos de incompetentes que vão botar fogo no pulmão do planeta pra transformar a Amazônia em pasto.
Como é que combate uma narrativa dessas, hein?
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Em Janeiro de 2015 fiz uma experiência interessante: publiquei um dia inteiro só de posts com notícias boas no Facebook. Não foi fácil. As notícias boas estão perdidas no meio de desgraças, malfeitos e deslizes. É muito mais fácil falar do que está errado, das tragédias, incompetências e roubos nossos de cada dia. Poucos comentários, poucos compartilhamentos, poucos “likes”, aquelas postagens foram um fiasco, recebidas com ceticismo, ironia e desprezo. Sem falar na área de comentários, especialmente quando as notícias envolveram políticos.
Mas isso foi em 2015, num mundo que não existe mais. Agora a coisa piorou. Muito.
Após anos de condicionamento recebendo más notícias, quebrando expectativas, vivendo desilusões, nos transformamos no que somos hoje: uma sociedade desconfiada, cética, que sempre espera o pior. Quase não há mais espaço para o deleite, para curtir uma boa nova, para acreditar que alguém está fazendo algo bom. O otimista, o que acredita, o que confia no bom, no belo, no justo, é um otário. Ou, para ser mais moderno, é gado.
O pessimismo, isoladamente ou com moderação é útil, sim. Nos prepara para enfrentar problemas. Mas vivemos há mais de um ano uma situação ambígua, repleta de informações conflitantes e, pior de tudo, sem um horizonte. Se decidirmos abraçar apenas o lado negativo, terrível, será inevitável uma pandemia de ansiedade, depressão, distúrbios do sono, hostilidade, hipertensão e doenças cardíacas. Tudo isso está associado ao pessimismo crônico.
Aí os de sempre vão dizer: ah, Luciano, então você está dizendo que é para fingir que nada está acontecendo?
Não. Eu estou dizendo que precisamos equilibrar as coisas. Não é para negar o problema, mas é para dedicar um pouco de energia aos acertos, às boas atitudes, ao belo. Equilíbrio.
Mas como pedir equilíbrio numa sociedade histérica?
Versão no Youtube: https://youtu.be/dqowzAtMJhg
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