Lula da Silva tinha prometido colocar o Brasil no centro do que chamou “nova geopolítica mundial” e a visita oficial à China inscreve-se nesse objectivo. O Presidente brasileiro vai reunir-se, na sexta-feira, com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, com quem deverá abordar a questão da guerra na Ucrânia e a quem deverá convidar para ir a Brasília. Ambos os países não impuseram sanções à Rússia e aspiram ser mediadores no conflito. Até que ponto a viagem marca um novo eixo de poder geopolítico?