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Tá nos ares mais um 'Maconhômetro Imprensa', nosso programa de entrevistas com jornalistas que atuam cobrindo, apurando e produzindo matérias e reportagens sobre o universo da maconha e seus usos no Brasil.
O Cannabis Monitor é um projeto de monitoramento de notícias canábicas e nosso interesse com essa série de entrevistas é criar um diálogo direto com quem se dedica a produzir e disseminar informação e reflexão sobre o tema na imprensa, seja a tradicional ou a especializada, através de jornais, revistas, portais e blogs nacionais.
Neste episódio, a jornalista e ativista Ingryd Rodrigues recebe para uma conversa o jornalista Gil Luiz Mendes, repórter da Ponte Jornalismo e podcaster na Central3.
O Gil tem formação em História e Jornalismo e mais de 15 anos de experiência trabalhando em redações. É vencedor do Prêmio Tim Lopes de Jornalismo Investigativo e menção honrosa no Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos. Atualmente trabalha como repórter na Ponte Jornalismo cobrindo violações de direitos humanos cometidas pelo Estado e Segurança Pública. Também é podcaster na Central 3, onde apresenta o programa Baião de Dois.
Neste papo, ele fala sobre sua trajetória nos universos do jornalismo e dos direitos humanos, seu envolvimento pessoal e profissional com a maconha, seu processo de trabalho jornalístico, os desafios da profissão, suas referências na área, entre outras brisas...
Mais informações: https://cannabismonitor.com.br/maconhometro-imprensa/
Apoie o CM: http://apoia.se/cannabismonitor
Este é o podcast Maconhômetro Debate de volta! Um projeto do Cannabis Monitor com a proposta de contextualizar e aprofundar com especialistas acontecimentos relevantes envolvendo a maconha no Brasil e mundo.
Depois de um bom tempo tocando outros projetos aqui no Maconhômetro, Monique Prado, Marcos Veríssimo e Emilio Figueiredo estão de volta para repercutir o histórico perdão concedido em 6 de outubro de 2022, pelo presidente dos Estados Unidos, o democrata Joe Biden, a todos os condenados e acusados por uso e posse de maconha no país.
O trio conta com a participação muito especial da nossa parceira de primeira hora para assuntos relacionados à maconha nos EUA, Clarissa Krieck, que atua por lá com desenvolvimento de negócios e marketing na indústria de cannabis desde 2011, tendo sido uma das diretoras da National Cannabis Industry Association (NCIA), uma das entidades mais representativas da indústria no país.
Confira e fique por dentro das primeiras impressões das figuras que são nossas referências no assunto!
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Esse é o Maconhômetro Política, um projeto do Cannabis Monitor de entrevistas com agentes políticos que mobilizam a pauta antiproibicionista nos espaços da política institucional.
Neste mês de setembro de 2022, no período de campanhas eleitorais para o pleito de outubro, nós estamos realizando uma série de entrevistas com candidaturas de todo o país que têm a pauta antiproibicionista como bandeira política.
Nossa proposta é conversar com essas figuras que propõe disputar a pauta da política de drogas nas casas legislativas brasileiras e entender como são atravessados por esse tema e porque se projetam politicamente através dessa luta.
Deste modo, buscamos trazer para os ouvintes do Maconhômetro uma aproximação com os atores que representam a nossa causa nos espaços políticos de exercício da democracia.
Neste episódio, excepcionalmente, o historiador, pesquisador e ativista Gustavo Maia, entrevista três candidaturas antiproibicionistas do estado do Rio de Janeiro, que são:
- Benny Briolly, que é vereadora de Niterói, sendo a primeira travesti eleita no Estado do Rio de Janeiro. É atualmente Presidenta da Comissão de Direitos Humanos, da Criança e do Adolescente na Câmara Niteroiense. É travesti preta, favelada, de axé e está candidata a Deputada Estadual pelo PSOL.
- Dani Monteiro, que é a deputada estadual mais jovem eleita, ocupando um cargo na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro atualmente. Ela é favelada, socialista, feminista e luta pela garantia dos direitos fundamentais. É a atual presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj. Está se candidatando à reeleição para Deputada Estadual pelo PSOL.
- Serginho Monteiro, que é pai e militante pela legalização das drogas, pela luta antimanicomial e pela redução de danos. Cria do Lins, bairro da zona norte do Rio, ele luta pelo fim do encarceramento em massa e contra a guerra aos pobres, gerida pelo Estado. Está candidato a Deputado Estadual pelo PSOL.
Neste papo eles nos falam sobre seus lugares de fala dentro da luta antiproibicionista, seus vínculos com os movimentos sociais e motivações para adotarem essa pauta como uma das suas principais bandeiras políticas, além das suas perspectivas sobre o avanço do tema na sociedade e suas propostas concretas para garantir os avanços que queremos nos espaços institucionais.
Confira!
Apoia-se: apoia.se/cannabismonitor
Esse é o Maconhômetro Política, um projeto do Cannabis Monitor de entrevistas com agentes políticos que mobilizam a pauta antiproibicionista nos espaços da política institucional.
Neste mês de setembro de 2022, no período de campanhas eleitorais para o pleito de outubro, nós estamos realizando uma série de entrevistas com candidaturas de todo o país que têm a pauta antiproibicionista como bandeira política.
Nossa proposta é conversar com essas figuras que propõe disputar a pauta da política de drogas nas casas legislativas brasileiras e entender como são atravessados por esse tema e porque se projetam politicamente através dessa luta.
Deste modo, buscamos trazer para os ouvintes do Maconhômetro uma aproximação com os atores que representam a nossa causa nos espaços políticos de exercício da democracia.
Neste episódio, a socióloga, pesquisadora e assessora parlamentar para políticas de drogas na ALERJ, Monique Prado, entrevista 2 candidatas antiproíbas do estado do Ceará, que são:
- Elayne Carvalho, que é organizadora da Marcha da Maconha Fortaleza há 14 anos e conselheira de política de drogas do estado do Ceará. Luta pela legalização total da planta e pela democratização do acesso a cannabis para fins medicinais. Está candidata a deputada federal.
- Maya Eliz, que é professora, estudante, cria da periferia, travesti e bissexual. É bióloga, doutoranda em Educação e graduanda em Filosofia. É militante do coletivo RUA - Juventude Anticapitalista, com uma vida inteira de experiências enquanto mulher trans, periférica e estudante da educação pública. Está candidata a deputada federal.
Neste papo elas nos falam sobre seus lugares de fala dentro da luta antiproibicionista, seus vínculos com os movimentos sociais e motivações para adotarem essa pauta como uma das suas principais bandeiras políticas, além das suas perspectivas sobre o avanço do tema na sociedade e suas propostas concretas para garantir os avanços que queremos nos espaços institucionais.
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Esse é o Maconhômetro Política, um projeto do Cannabis Monitor de entrevistas com agentes políticos que mobilizam a pauta antiproibicionista nos espaços da política institucional.
Neste mês de setembro de 2022, no período de campanhas eleitorais para o pleito de outubro, nós estamos realizando uma série de entrevistas com candidaturas de todo o país que têm a pauta antiproibicionista como bandeira política.
Nossa proposta é conversar com essas figuras que propõe disputar a pauta da política de drogas nas casas legislativas brasileiras e entender como são atravessados por esse tema e porque se projetam politicamente através dessa luta.
Deste modo, buscamos trazer para os ouvintes do Maconhômetro uma aproximação com os atores que representam a nossa causa nos espaços políticos de exercício da democracia.
Neste episódio, a socióloga, pesquisadora e assessora parlamentar para políticas de drogas na ALERJ, Monique Prado, entrevista três candidaturas antiproibicionistas do estado de São Paulo, que são:
- Paolla Miguel, que é vereadora da cidade de Campinas, tendo sido a parlamentar mais jovem eleita na atual legislatura e a única mulher LGBTQIA+ a ocupar o cargo na cidade. É mulher negra, periférica, feminista e engenheira formada pela PUC. É fundadora do coletivo de mídia alternativa Bonde Mídia, foi secretária da Juventude do PT e é dirigente nacional do partido. Está candidata a Deputada Estadual pelo PT.
- Ganja Coletiva, representada pelo Profeta Verde, que é o codinome do Fernando da Silva, que é um dos organizadores da Marcha da Maconha em São Paulo e fundador da Associação Cultural Cannábica de São Paulo, a ACuCa-SP. Ele Promoveu em 2015 o Congresso Online sobre Maconha, o CONNABIS e é também um dos fundadores da Federação de Associações de Cannabis Terapêutica, a FACT, da qual foi coordenador institucional da entidade. Também foi conselheiro representante da sociedade civil no Conselho Estadual sobre Políticas de Drogas, o CONED e articula desde de 2018 a Ganja Coletiva, uma candidatura canábica coletiva, buscando despersonalizar a pauta antiproibicionista e disputar 3 lutas principais, a política de drogas, a participação política e a polítca do amor. Estão candidatas a Deputada Estadual pelo PSOL.
- Claudio Gaspar, conhecido na internet como “político gago”, que é administrador Público, ex-vereador por dois mandatos na Câmara Municipal de Cachoeira Paulista, onde foi presidente da casa, presidente da comissão da ficha limpa municipal e autor do Código Ambiental Municipal. É vegano e um defensor do uso da cannabis e do cânhamo. Está candidato a Deputado Federal pela REDE Sustentabilidade.
Neste papo eles nos falam sobre seus lugares de fala dentro da luta antiproibicionista, seus vínculos com os movimentos sociais e motivações para adotarem essa pauta como uma das suas principais bandeiras políticas, além das suas perspectivas sobre o avanço do tema na sociedade e suas propostas concretas para garantir os avanços que queremos nos espaços institucionais.
Confira!
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Esse é o Maconhômetro Política, um projeto do Cannabis Monitor de entrevistas com agentes políticos que mobilizam a pauta antiproibicionista nos espaços da política institucional.
Neste mês de setembro de 2022, no período de campanhas eleitorais para o pleito de outubro, nós estamos realizando uma série de entrevistas com candidaturas de todo o país que têm a pauta antiproibicionista como bandeira política.
Nossa proposta é conversar com essas figuras que propõe disputar a pauta da política de drogas nas casas legislativas brasileiras e entender como são atravessados por esse tema e porque se projetam politicamente através dessa luta.
Deste modo, buscamos trazer para os ouvintes do Maconhômetro uma aproximação com os atores que representam a nossa causa nos espaços políticos de exercício da democracia.
Neste episódio, a socióloga, pesquisadora e assessora parlamentar para políticas de drogas na ALERJ, Monique Prado, entrevista 2 candidates antiproíbas do estado de Goiás, que são:
- Kelly Cris, que é advogada criminalista e feminista da Articulação de Mulheres Brasileiras. É uma das fundadoras do Coletivo MenteSativa que organiza a Marcha da Maconha há 12 anos em Goiânia. Além de atuar na militância política pela Legalização e por uma política de drogas e de Segurança Pública democrática, também realiza trabalhos jurídicos pro-Bono e com valores sociais, contra o encarceramento em massa das pessoas pobres. Atua no Enfrentamento e na Prevenção à Violência contra as mulheres e no apoio aos movimentos sociais e populares. Está candidata a deputada federal pelo PT.
- Fabrício Rosa, que é é policial há 22 anos e atua especialmente no enfrentamento à exploração sexual contra crianças e adolescentes, no combate ao trabalho escravo, ao trabalho infantil e ao tráfico de pessoas. É professor, doutorando em direitos humanos na UFG e coordenador nacional do movimento Policiais Antifascismo e também da Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública LGBTQIA+ (RENOSP-LGBT), sendo um dos organizadores da Parada LGBTQIA+ de Goiânia e da Marcha da Maconha da capital. Está candidato a deputado estadual pelo PT.
Neste papo eles nos falam sobre seus lugares de fala dentro da luta antiproibicionista, seus vínculos com os movimentos sociais e motivações para adotarem essa pauta como uma das suas principais bandeiras políticas, além das suas perspectivas sobre o avanço do tema na sociedade e suas propostas concretas para garantir os avanços que queremos nos espaços institucionais.
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Esse é o Maconhômetro Política, um projeto do Cannabis Monitor de entrevistas com agentes políticos que mobilizam a pauta antiproibicionista nos espaços da política institucional.
Neste mês de setembro de 2022, no período de campanhas eleitorais para o pleito de outubro, nós estamos realizando uma série de entrevistas com candidaturas de todo o país que têm a pauta antiproibicionista como bandeira política.
Nossa proposta é conversar com essas figuras que propõe disputar a pauta da política de drogas nas casas legislativas brasileiras e entender como são atravessados por esse tema e porque se projetam politicamente através dessa luta.
Deste modo, buscamos trazer para os ouvintes do Maconhômetro uma aproximação com os atores que representam a nossa causa nos espaços políticos de exercício da democracia.
Neste episódio, a socióloga, pesquisadora e assessora parlamentar para políticas de drogas na ALERJ, Monique Prado, entrevista três candidates antiproíbas do estado de Pernambuco, que são:
- Débora Aguiar, que é articuladora política na Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas, a RENFA. Representa a luta das mulheres negras, mães, periféricas e jovens que precisam se virar para lutar pelo acesso à educação, saúde, qualidade de vida para seus filhos e para toda sociedade. Defende uma democracia forte e participativa com a presença de mulheres, cis, trans, travestis, negras, indígenas no poder. Está candidata a deputada federal pela Rede Sustentabilidade.
- Ivan Moraes, que é pai, jornalista, escritor e defensor de Direitos Humanos. Atualmente é vereador em Recife, estando em seu segundo mandato na Câmara Municipal da capital. É co-autor do Projeto de Lei sobre o uso da Maconha Medicinal na câmara recifense, proposta inédita na capital. Milita e atua politicamente junto a organizações e movimentos sociais. Está candidato a deputado estadual pelo PSOL.
- Marco Smoke, que é ativista e defensor da maconha em todos os âmbitos, militante pela descriminalização e a distribuição gratuita do óleo de cannabis para pacientes. Ele se intitula um representante dos usuários de maconha no estado de Pernambuco e pretende ser um defensor aguerrido na luta pela regulamentação do cultivo e consumo pessoal. Está candidato a deputado estadual pelo Avante.
Neste papo eles nos falam sobre seus lugares de fala dentro da luta antiproibicionista, seus vínculos com os movimentos sociais e motivações para adotarem essa pauta como uma das suas principais bandeiras políticas, além das suas perspectivas sobre o avanço do tema na sociedade e suas propostas concretas para garantir os avanços que queremos nos espaços institucionais.
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Esse é o Maconhômetro Política, um projeto do Cannabis Monitor de entrevistas com agentes políticos que mobilizam a pauta antiproibicionista nos espaços da política institucional.
Neste mês de setembro de 2022, no período de campanhas eleitorais para o pleito de outubro, nós estamos realizando uma série de entrevistas com candidaturas de todo o país que têm a pauta antiproibicionista como bandeira política.
Nossa proposta é conversar com essas figuras que propõe disputar a pauta da política de drogas nas casas legislativas brasileiras e entender como são atravessados por esse tema e porque se projetam politicamente através dessa luta.
Deste modo, buscamos trazer para os ouvintes do Maconhômetro uma aproximação com os atores que representam a nossa causa nos espaços políticos de exercício da democracia.
Neste episódio, a socióloga, pesquisadora e assessora parlamentar para políticas de drogas na ALERJ, Monique Prado, entrevista três candidates antiproíbas do estado de São Paulo, que são:
- Maísa Diniz, que é formada em Administração, com especialização em Gestão Pública e certificação internacional de Gerenciamento em Inovação Social. Organizadora do maior evento de inovação política do país, a Virada Política, e fundadora do “Vote Nelas”, um coletivo suprapartidário que incentiva a participação de mulheres na política. Suas pautas são redução às desigualdades, mais acesso à saúde e ao uso medicinal da cannabis, além de legalização total da planta e promoção do seu desenvolvimento tecnológico. Está candidata a Deputada Federal pela REDE.
o Raul Thame, que é Profissional Delegado do Conselho Regional de Educação Física - CREF4-SP, conselheiro da Sociedade Brasileira de Estudos da Cannabis - SBEC, membro da executiva municipal do Partido Verde - PV-SP e um reconhecido ativista e agente político pela regulamentação da Cannabis no Brasil. Além disso, ele é um empreendedor e produtor de eventos, atuando há mais de 10 anos nesse setor, promovendo inclusão social através de projetos esportivos, educacionais, recreativos e culturais. Está candidato a deputado federal pelo PV.
e o Santo Legaliza, que é pai, vegano, ecossocialista, youtuber e estudante de pedagogia. É ex-estudante da USP, onde foi coordenador de extensão universitária e Presidente do Grêmio Politécnico. Atua junto a movimentos de moradia, reforma agrária, reciclagem, economia solidária, rádio e software livre. Suas bandeiras de luta são a legalização da maconha, a defesa do meio ambiente e o combate ao racismo e a fome. Está candidato a Deputado Federal pelo PSOL.
Neste papo eles nos falam sobre seus lugares de fala dentro da luta antiproibicionista, seus vínculos com os movimentos sociais e motivações para adotarem essa pauta como uma das suas principais bandeiras políticas, além das suas perspectivas sobre o avanço do tema na sociedade e suas propostas concretas para garantir os avanços que queremos nos espaços institucionais.
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Esse é o Maconhômetro Política, um projeto do Cannabis Monitor de entrevistas com agentes políticos que mobilizam a pauta antiproibicionista nos espaços da política institucional.
Neste mês de setembro de 2022, no período de campanhas eleitorais para o pleito de outubro, nós estamos realizando uma série de entrevistas com candidaturas de todo o país que têm a pauta antiproibicionista como bandeira política.
Nossa proposta é conversar com essas figuras que propõe disputar a pauta da política de drogas nas casas legislativas brasileiras e entender como são atravessados por esse tema e porque se projetam politicamente através dessa luta.
Deste modo, buscamos trazer pros ouvintes do Maconhômetro uma aproximação com os atores que representam a nossa causa nos espaços políticos de exercício da democracia.
Neste episódio, a socióloga, pesquisadora e assessora parlamentar para políticas de drogas na ALERJ, Monique Prado, entrevista três candidatas antiproíbas do estado de Minas Geraisa, que são:
- Dona Tereza, que é mãe, negra e periférica de Belo Horizonte. Ela foi presidente da Associação De Amigos e Familiares de Pessoas em Privação de Liberdade e compõe a Rede de Mães de Luto e Luta de Minas Gerais. Foi Conselheira e vice-presidente da Comunidade da Vara de Execuções Penais das Comarcas de Belo Horizonte e Ribeirão das Neves. É palestrante e atua há anos em defesa dos direitos dos presidiários, tendo recebido diversos prêmios, homenagens e condecorações por sua atuação. Está candidata a deputada estadual pelo PT.
- Lauana Chantal, que é ekedji, mulher de axé e mãe. Atua como assistente social e é especialista em Gestão Estratégica em Políticas Públicas. Também é doula e militante pela humanização do parto. Ativista integrada aos movimentos sociais de esquerda, é defensora do SUS e do SUAS, dos direitos humanos, das mulheres, juventudes e da negritude. Defende a prioridade das pautas da saúde mental, política de drogas e população de rua. É integrante da RENFA e da Coalizão Negra por Direitos, sendo uma das fundadoras da Organização de Mulheres Negras Ativas. Está Candidata a deputada estadual pelo PSOL.
- Iza Lourença, que é ex-Bilheteira do metrô, mulher bissexual e mãe. É atualmente vereadora na cidade de Belo Horizonte, tendo sido a mulher negra mais votada para a Câmara Municipal na última eleição. É idealizadora do movimento Flores de Resistência que organiza mulheres periféricas pela dignidade menstrual e do cursinho popular Consciência Barreiro. É candidata a deputada federal pelo PSOL.
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Nossa proposta é conversar com essas figuras que propõe disputar a pauta da política de drogas nas casas legislativas brasileiras e entender como eles são atravessados por esse tema e porque se projetam politicamente através dessa luta.
Deste modo, buscamos trazer pros ouvintes do Maconhômetro uma aproximação com os atores que representam a nossa causa nos espaços políticos de exercício da democracia.
Neste episódio, a socióloga, pesquisadora e assessora parlamentar para políticas de drogas na ALERJ, Monique Prado, entrevista três candidates antiproíbas do estado de Santa Catarina, que são:
- Carla Ayres, que é cientista social e política e doutora pela UFSC. Atualmente, é vereadora de Florianópolis e é autora de projetos de lei sobre incentivo à pesquisas e distribuição de medicamentos à base de cannabis medicinal no SUS. Está candidata a deputada federal.
- Zelize, que é trabalhadora do SUS há mais de 10 anos, boa parte deles na área da Saúde Mental, atuando com usuários de drogas. É organizadora da Marcha da Maconha Joinville desde 2016 e voluntária no Projeto Fique Legal de redução de riscos e danos em contexto de festas. Também é organizadora da batalha de rima Rimas do Ghetto e atua com eventos de políticas de drogas. Está candidata a Deputada Estadual.
- Vini Lanças, que é formado bacharel em Ciências Sociais pela UEL, é mestre e doutor em Sociologia Política pela UFSC. É professor de Sociologia, ativista antiproibicionista e organizador da Marcha da Maconha Floripa. É um defensor da legalização da maconha no Brasil, da divulgação científica e da luta pela autonomia universitária. Está candidato a deputado federal.
Neste papo eles nos falam sobre seus lugares de fala dentro da luta antiproibicionista, seus vínculos com os movimentos sociais e motivações para adotarem essa pauta como uma das suas principais bandeiras políticas, além das suas perspectivas sobre o avanço do tema na sociedade e suas propostas concretas para garantir os avanços que queremos nos espaços institucionais.
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