Cinquenta anos depois de Maio de 68, Fernando Medeiros recorda “as barricadas a sério” da rua Gay-Lussac, onde morava, uma artéria que “foi literalmente desnudada”. O português participou em várias manifestações, esteve em reuniões de comités de solidariedade com as lutas de libertação das antigas colónias e entrou num comité de acção do 13º bairro de Paris. Oiça aqui as memórias de “um enterro festivo do velho mundo”.