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A criação de um mundo virtual, aonde todos nós estaríamos conectados, a substituição da experiência física, pela experiências digital, aonde o lapso temporal não existirá mais, podemos estar em um templo budistas, através de nosso avatares, o lapso de distância agora não exige mais.
Poderemos estar em qualquer lugar do planeta através de nossa representação virtual.
Ao resgatar antigas religiões do Ocidente e do Oriente, a fundadora da teosofia inspirou o ressurgimento da bruxaria e influenciou os hippies.
O que foi: Ocultista
Onde viveu: Rússia, Índia
Quando nasceu e morreu: 1831-1891
A Nova Era, o ressurgimento dos cultos pagãos, a prática de bruxaria… Todos esses movimentos do século 20 devem muito a Helena Blavatsky. A mística russa lançou a teosofia, um grupo de estudos e de práticas que misturava a mediunidade, o resgate dos antigos deuses celtas e egípcios e as religiões orientais. Morreu de gripe aos 59 anos, mas deixou um grupo de seguidores muito populares.
Batizada na Igreja Ortodoxa russa, ela nasceu Helena Petrovna von Hahn, na cidade de Yekaterionsoav (hoje parte da Ucrânia). Sua mãe, também chamada Helena, era de família nobre.
Seu pai, Pyotr, descendia da aristocracia germânica e atuava como comandante militar do Império Russo. Por isso a família se mudava muito. Entre uma cidade e outra, a jovem aprendeu inglês, francês, piano e dança de salão.
Anos de estudo
O interesse pelo esotérico era antigo: ela dizia ter visões desde criança e ficou muito impressionada ao encontrar livros de ocultismo na biblioteca de seu bisavô materno, o príncipe Pavel Vasilevich Dolgorukov. Ao longo da juventude, teve contato com membros influentes da maçonaria, com quem aprendeu rituais secretos.
A partir de 1849, começou a viajar pelo mundo – foram nove anos percorrendo a Europa, as Américas e a Ásia. Estudou a religião do Egito antigo e a cabala judaica. Foi parar no Tibete, onde teria tido acesso a uma fraternidade secreta, os Mestres da Sabedoria Antiga. Ali teria recebido seu treinamento psíquico. Desde então, Helena seria capaz de controlar mentes, fazer objetos desaparecerem e projetar o corpo astral para parecer estar em dois lugares ao mesmo tempo.
Vem do latim honestitas (honra, dignidade ...) e constitui a virtude ou qualidade humana pela qual a pessoa sempre age e se expressa com coerência. Nesse sentido, é um valor que está em sintonia com outros valores muito valorizados como a verdade e a justiça. A honestidade pode ser entendida como respeito pela verdade em relação às pessoas e consigo mesmo; significa que não há discrepâncias ou contradições entre pensamentos, palavras e ações.
Este valor conduz-nos a uma vida íntegra em que o nosso interior e o nosso exterior são o reflexo um do outro, constituindo assim o sinal maior do nosso equilíbrio e extremamente vital para a convivência em comunidade.
Com efeito, a sua ausência levanta um dos grandes problemas para a convivência: a desconfiança e a falta de credibilidade, o desencanto dos adeptos perante as falsas ofertas dos seus "dirigentes", a frustração do povo por tantas coisas que ficaram em possibilidades; e em geral todas as energias negativas que procuram interromper o solstício da vida.
A honestidade faz parte dessa energia positiva que cimenta e solidifica as relações, entrelaçando-as com um efeito renovador, construtivo e sinérgico; tornando-se a força essencial para que uma comunidade se desenvolva e permaneça firme para sempre, o que requer a participação honesta de todas as pessoas em seus respectivos papéis; do governante que toma decisões com responsabilidade, maturidade e sabedoria, do trabalhador diligente em cada tarefa que lhe incumbe, dos pais responsáveis e exemplos valiosos para os seus filhos, do aluno que assume o seu tempo com dedicação e carinho ,aprender; etc ...
A honestidade compromete a transparência e apoia a construção de relações entre as pessoas, viabilizando seus empreendimentos e é garantia intangível de todo empreendimento humano. Nesse sentido, a honestidade tem a ver com incontáveis momentos e aspectos da vida. Organizações e países em geral exigem cidadãos honestos; bem como governantes e líderes honestos.
Naturalmente, implica adquirir a capacidade de reconhecer as boas ações e distingui-las das más; isto é, o exercício de nossa consciência moral. Desse modo, a honestidade consiste em viver e expressar essa consciência em cada momento de nossa vida.
Desde a perspectiva iniciática, tocamos as portas de uma forma de construir e fazer de nós um novo ser, de crescer em nossa consciência, apoiado em nossas ferramentas maçônicas. Com o compromisso de esculpir nossa consciência e garantir que valores como a honestidade façam parte espontânea de nossa essência.
Por Diretoria de Educação e Cultura Masônica
Irmãos Albaro Yepes, Julio Aldana, Galo Moncada, Marco Vidal Subiabre, Edgar Jarrin, Gilberto Rau.
O maçom que se tornou milionário ao inventar a lâmina descartável e que queria propagar seus ideais socialistas utópicos
No final do século 19, a maioria dos homens apresentava cortes e vermelhidão na pele do rosto porque se barbeava com lâmina de barbear. Apesar do fato de que vários protótipos de navalhas já haviam sido inventados, o ex- mascate King Camp Gillette mudou a aparência física viril para sempre com a invenção de navalhas descartáveis. Em 1901 ele fundou a American Safety Razor Company para comercializar esta invenção que consistia em uma alça e uma estrutura aprimorada para melhor segurar as finas lâminas de aço que, após vários barbeados, eram jogadas fora. Desta forma, as lâminas forjadas, muitas vezes cegas, foram substituídas.
Do envenenamento por Salieri à doença, incluindo os maçons
Por Céline Dekock
No domingo, 5 de dezembro marcou os 230 anos da morte de um dos compositores mais famosos da história da música clássica, Wolfgang Amadeus Mozart. Muitos mitos e lendas circulam em torno de sua morte, ocorrida em 5 de dezembro de 1791. Mas o que sabemos realmente sobre o fim da vida de Mozart? Cécile Poss nos dá algumas respostas.
Irmão Valerio de Oliveira Mazzuoli
O Templo maçônico é um lugar sagrado e cujas boas vibrações não podem ser interrompidas por quaisquer motivos. Desde a entrada no Templo até o início dos trabalhos, a sintonia e a harmonia entre os Irmãos deve ser imperativamente mantida, para que a Loja funcione regularmente com a devida ordem.
É importante que os Irmãos se conscientizem de que a postura em Loja é
Por Kennyo Ismail
1. Introdução
As Colunas Jachin2 (ou Jaquim) e Boaz (ou Booz3 ) estão presentes na decoração de praticamente todos os templos e salas de loja4 maçônica do mundo, seja fisicamente ou, pelo menos, em ilustração (e.g.: Rito de Schröder) 5 .
Apresentadas de diferentes formas e em diferentes lugares, os significados dos elementos que as compõem e as razões de suas apresentações, de certo modo distintas das descrições bíblicas, costumam gerar dúvidas a muitos maçons.
Sendo, junto de outros como o esquadro e o compasso, a pedra bruta e a polida, o pavimento mosaico e a estrela flamígera, um dos elementos simbólicos mais comuns à Maçonaria Universal, é de fundamental importância que seu estudo seja estimulado, de forma que o entendimento a respeito ultrapasse o conhecimento raso de apenas saber seus nomes e lugares em loja.
Por Dário Angelo Baggieri
Desde que passei pelo processo do cerimonial de iniciação em 1988, na Augusta e Respeitável Loja Simbólica “Sermão da Montanha”, 1738 Grande Benfeitora da Ordem, sempre me perguntei, se haveria uma conotação à luz da Maçonaria, sobre o Sermão da Montanha que é considerado a essência do ensinamento de Cristo na formação dos seus seguidores, capacitando-os a irem por todo o mundo com a Sua mensagem e na Sua força. Sobre o contexto da mais conhecida e, provavelmente, mais mal interpretada passagem Bíblica. Jesus afirma que bem-aventurados são aqueles que vivem na prática deste ensino. Bem-aventurada é uma palavra que, em outra tradução, significa Felizes. E com isto Ele promete abençoar todos os discípulos que, além de entenderem o famoso sermão, praticam este ensinamento.
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