Malhete Podcast

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By Luiz Sérgio F. CastroHistory
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  • A CARIDADE VERDADEIRA NA SEARA MAÇÔNICA- UMA ODISSÉIA!

    Por Irmão Dário Angelo Baggieri

    Amados irmãos, vivenciamos nesse último mês de dezembro de 2021, uma mobilização de Lojas Maçônicas e de irmãos, independentemente de Potências, um trabalho filantrópico de uma envergadura pouco observada nas últimas décadas em termos de Solidariedade Maçônica aos desfavorecidos e flagelados pelas chuvas e cataclismos climáticos que abrangeram os estados da Bahia, Minas Gerais e Espirito Santo. Presenciamos uma mobilização pragmática, organizada, solidária em moldes diferenciados e realmente de uma efetividade digna de elogios e de orgulho para todos nós.  Essa mobilização também trouxe à baila uma discussão sobre o papel da caridade, filantropia e beneficência maçônicas no Brasil e no Mundo.

    A função caritativa da Maçonaria se tornou tão destacada, que a Ordem passou a ser identificada como filantrópica. Ouvia-se falar que a imagem da Maçonaria era Fraternidade e Caridade. ... Essa tradição passou à Maçonaria. Toda árvore é sustentada pela robustez de seu tronco, em cujo interior sobe a seiva alimentadora.

    A missão da Maçonaria ainda é a prática das virtudes e da caridade, é confortar os infelizes, não voltar as costas à miséria, restaurar a paz de espírito e a paz aos desamparados e dar novas esperanças aos desesperançados.

    Todo AMOR provém do GADU que é Deus. A caridade é a forma pela qual colocamos esse AMOR em movimento, e por isso somos sempre quem mais recebemos deste sentimento maior. O que enviamos ao nosso próximo, isso mesmo recebemos... Lei do retorno.

    Apesar de discreto, o trabalho benemérito é uma das faces mais visíveis da maçonaria no mundo profano. Entende-se que o bom maçom deve trabalhar no melhoramento e no aperfeiçoamento constante do seu "templo interior" - o seu "eu". Mas, ao mesmo tempo, também deve contribuir para o aperfeiçoamento do "templo exterior" - contribuindo assim para a evolução da sociedade.

    “O benevolente propósito da Instituição Maçônica é de alargar a esfera da felicidade social e de promover a felicidade da raça humana” (George Washington).

    A Maçonaria não é uma sociedade política, como alguns pensam, nem uma associação de beneficência, como outros supõem. E, efetivamente, a beneficência e a filantropia de nenhuma forma constituem a finalidade específica da Maçonaria, sendo apenas as consequências naturais das doutrinas que ensina. O objetivo de uma Loja Maçônica consiste principalmente no aprimoramento moral e intelectual de seus Obreiros.

    15 min
  • ENIGMA DA VIDA E MEDITAÇÃO DA VERDADE NA FILOSOFIA MAÇÔNICA

    Por Ir.’.Valerio de Oliveira Mazzuoli

    Enigma da vida

    O enigma da vida é assunto percorrido em todos os tratados teológicos, de todas as crenças, cada qual reportando-se à sua visão filosófica, sem haver, no entanto, uma unidade conceitual. O ponto em comum sobre o tema talvez seja o daquela verdade (essa sim, absoluta) segundo a qual referido enigma é indecifrável a qualquer homem. Porém, essa constatação não impede, em absoluto, que se persiga o “enigma” também no âmbito da maçonaria especulativa, à luz do seu simbolismo

    O enigma da vida que se busca compreender – e, tem-se como verdade, nunca se logrará alcançar – é aquele para o qual o simbolismo maçônico se volta, para o fim de fazer progredir os Irmãos rumo à evolução espiritual. Nesse sentido, sabe-se que a Ordem Maçônica é dotada de extrema religiosidade, apesar de não ser propriamente uma religião. Essa religiosidade – e, também, a espiritualidadeque lhe é ínsita – obriga o maçom a se questionar sobre o que é a vida, para que ela serve e qual o seu fim.

    A interpretação dos elementos fundamentais do simbolismo descansa na necessidade de reflexão e compreensão do que é posto ao maçom, especialmente quando se indaga sobre o enigma da vida.

    Refletir é voltar atrás, ao que já se passou, com o auxílio da memória, trazendo o passado para o presente, isto é, fazendo voltar o que já foi. Trata-se daquilo que sobre algo se reflete, pois (re)vive-se algo passado, compreendendo o significado do ocorrido no tempo presente à luz da consciência.

    Os pouco evoluídos, moral e espiritualmente, pretendem doutrinar sobre o que entendem ser “verdade”, passando-se por sábios que, em verdade, jamais serão. O maçom não pode se aventurar senão a refletir sobre as incertezas; a ter consciência de que é importante descobrir, descortinando mistérios, mas com parcimônia e muita dedicação, sem o que verdades falsas passarão por verdadeiras, desvirtuando a verdadeira missão do maçom neste estágio de aprendizado e evolução.

    Pensar é atividade intuitiva do ser humano que não tem o auxílio da vontade, pois é instintiva; não se socorre, também, da reflexão, pois é simplesatividade. A reflexão, contudo, decorredo pensamento e nele se atraca para ter suporte, pois é um degrau a mais na atividade intelectiva. Não há reflexão sem pensamento anterior que lhe dê base e sustentação. Tem-se, assim, uma atividade intuitiva inicial (pensamento) acompanhada de ato racional de captação de um ato ou fato do passado trazido para o presente com o plus da compreensão crítica (reflexão).

    10 min
  • A MORTE - Visão Antropológica

    Por Dr. Hernán de la Barra Irribarra (PhD)

    O ser humano tem um momento de igualdade na morte, pois somos seres que estão cientes de que vamos morrer. Conseqüentemente, a grande dúvida existencial é que é um enigma pensar na chegada da morte e no que há depois de cruzar esse umbral. Então, o que é a morte?

    Nossa sociedade ocidental é regida pelo método científico, portanto, para nossa análise, dispensaremos a espiritualidade, por enquanto.

    A medicina legal considera que estamos mortos quando nosso corpo não apresenta atividade cerebral ou cardiorrespiratória, porém, nos perguntamos se isso é realmente o suficiente para definir a morte, um eletroencefalograma plano é suficiente?

    Filósofos, psicólogos e cientistas estão atualmente falando sobre a alma; então surgem dúvidas. É verdade que envelhecemos e nossa parte física acaba e se desintegra, porém, sentimos em nossa vida que somos algo mais do que essa parte física; e é essa outra parte que diferentes culturas, filosofias e religiões têm chamado por nomes diferentes; aquele princípio vital que não pode ser submetido à sujeição das leis que regem a matéria e que, no fundo, é atemporal e quem sabe se talvez imortal; conseqüentemente a morte se torna um enigma onde a incerteza e o incrível se fundem; É a porta autêntica do mistério através do qual esperamos encontrar aquele suposto Deus de que falam as religiões, aquela força criadora infinita que é a fonte de todo o universo (GADU) que podemos prever mas não imaginar. Mas todos nós, sem exceção, quer acreditemos ou não que existe uma vida após a morte, esperamos intimamente que no momento da morte o mistério que existe após a morte nos seja revelado.

    21 min
  • HOMEM, LIBERDADE E MAÇONARIA

    O homem é um ser complexo, estranho e imperfeito. Às vezes ele pensa que é o dono do mundo e às vezes fica deprimido, ou quando algo em sua vida não está certo ele se sente muito pequeno, inútil e destruído. Em seus momentos de fantasia, ele aspira a ser Deus e nunca poderá se tornar um.

    Ele quer ser imortal porque não admite a morte, mas nunca se lembra que ela se perpetúa em seus descendentes.

    Ele é um ser social, uma condição vital para a sobrevivência. Desde a época das cavernas, ele aprendeu a viver em grupo.

    É curioso. Ele pede muito, mesmo que não tenha respostas para as principais causas de sua existência. Isso o leva a um conflito existencial. Ele quer saber a todo custo o que aconteceu às civilizações anteriores e quer entrar em contato com seres inteligentes do Universo.

    Explora o Cosmos como um todo e, em particular, explora a própria Terra em busca de suas raízes, suas origens, sem tê-las alcançado até hoje.

    Não conhece a razão da vida e da morte e, temeroso das forças telúricas e universais, passou a respeitar, venerar e até idolatrar o criador invisível de tudo. Aqui reside o princípio religioso da maioria dos homens, mais por medo da grandeza que os cerca do que por sua inteligência que é limitada.

    Em sua mente existem milhões de ideias, de sonhos para fazer com que ele evolua sempre, para bem ou para mal, de qualquer forma o amanhã nunca mais será o mesmo de ontem, mesmo que mantenha as características de sua personalidade.

    Nos últimos séculos, ela sofreu todas as influências possíveis e imagináveis, desde a evolução do próprio pensamento humano até os saltos dados pela ciência e pelas invenções e tecnologias modernas. O meio intelectual e moral foi influenciado, envolvido perturbado por essas descobertas. No último século, o desenvolvimento científico da humanidade foi maior do que em toda a história da civilização atual e das civilizações anteriores, e as descobertas científicas ocorreram (e estão acontecendo) sem qualquer previsão para o futuro.

    Suas consequências imprevistas moldam nossa civilização atual. Ou seja, não existe uma programação objetiva voltada para uma meta futura que visa orientar a humanidade. A ciência empurra o homem. Às vezes, ele não sabe para onde vai. Os cientistas não sabem para onde estão indo ou para onde querem ir. Eles são movidos por suas descobertas, às vezes imprevistas e, em grande parte, por acaso. Cada um desses cientistas representa seu próprio pensamento e define suas próprias diretrizes para si e para a sociedade.

    Por analogia, o mesmo vale para a Internet. Não sabemos o que vai acontecer.

    14 min
  • BEM VINDO A 2022

    Por Alfredo Fedrizzi

    A vida sempre nos apresenta desafios e situações jamais imaginadas. Como desejamos ser melhores a cada dia, é importante que possamos celebrar quem já somos. E buscar novas versões, novos comportamentos e atitudes.

    2022 chegou. É comum fazermos planos. A cada dia temos uma nova página em branco, onde podemos escrever a nossa história. Alguns fatos são provocados por nós. Outros que surgem pelo incontrolável da vida. Independentemente do que aconteça, a decisão é sempre nossa: se vamos acolher e seguir em frente ou nos paralisar diante do que nos acontece. Tem algo que todos queremos: nos fazermos felizes! Gostei muito de um artigo da psicóloga argentina Mirta Medici que diz: "Não desejo a você um ano maravilhoso, onde tudo é bom. Esse é um pensamento mágico, infantil e utópico. Desejo que você seja encorajado a se olhar e a se amar como é". A vida sempre nos apresenta desafios e situações jamais imaginadas. Como desejamos ser melhores a cada dia, é importante que possamos celebrar quem já somos. E buscar novas versões, novos comportamentos e atitudes.

    Mirta sugere: "Que você tenha amor próprio suficiente para travar muitas batalhas e humildade para saber que existem batalhas impossíveis de vencer, pelas quais não vale a pena lutar... Não se permita o "eu não posso" e reconheça o "eu não quero"... ouça a sua verdade, com plena consciência de que é apenas a sua verdade... exponha-se ao que teme, porque é a única maneira de superar o medo... Deixe a felicidade ser o caminho, não a meta". Para construirmos esse caminho, vamos precisar desconstruir para reconstruir novos cenários, onde a meta seja o SER e não o TER. E para SER precisamos trabalhar muito. Exige mais tolerância, humildade, amor, simplicidade, sermos mais colaborativos, mais responsáveis, mais corajosos para viver uma vida conectada com nossos valores. No livro A Arte de Viver com Simplicidade, o monje Shunmyo Masuno fala das cem práticas para um dia feliz. Algumas tão simples como: "Demonstre como está se sentindo, em vez de afirmar. Afaste-se dos três venenos: ganância, raiva e ignorância. Descarte aquilo de que não precisa. Evite o desperdício. Não perca tempo se preocupando com coisas que você não pode controlar. Entre em contato com a natureza. Sirva às outras pessoas. Concentre-se nos méritos das outras pessoas. Não pense em coisas desagradáveis antes de ir para a cama. Descubra seu outro lado. Esforce-se ao máximo para fazer o que é possível no momento.

    Não se deixe afetar por coisas que ainda não aconteceram. Não ponha a culpa nos outros. Não se compare aos demais. Em vez de se preocupar, tome uma atitude. Não tenha medo de mudar. Valorize o fato de estar vivo. Cuide bem de você".

    5 min
  • A MAÇONARIA E A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

    Por Irmão Hélio Moreira

    Alguns, até com certa afoiteza, costumam dizer que a maçonaria brasileira vive do passado, isto é, vangloria-se de episódios históricos, nos quais ela teve participação por intermédio de grandes vultos que pertenceram à nossa Ordem; não concordo com esta afirmação pois, nos dias atuais, como é a sua característica, ela participa dos acontecimentos, porém, não divulga, e, a repercussão destas ações só acontecerão no futuro.

    Algumas vezes a nossa Instituição entrou como coadjuvante na evolução destes acontecimentos e, na maioria deles, como sujeito da ação.

    No mais importante episódio da nossa história (Nossa Independência) a Maçonaria teve ação decisiva, participou, como sujeito da ação, desde os primórdios dos acontecimentos até a sua efetivação. Vou tentar descrever em ordem cronológica estes acontecimentos:

    No final do ano de 1807, a França invadiu Portugal, obrigando a família Real a fugir para o Brasil, na época sua colônia, de onde, a partir de 1808, o aparelho do Estado português passou a governar; no entanto, a partir de 1814, com o fim das guerras peninsulares, os tribunais europeus passaram a exigir que o monarca voltasse para Portugal.

    Em 1815, D. João VI, para justificar a sua permanência no Brasil, criou o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, como um Estado monárquico transatlântico e pluricontinental. No entanto, este gesto não conseguiu diminuir a demanda portuguesa para o retorno da família Real; em 1817 explode a revolução Pernambucana, considerada por muitos historiadores, como o primeiro grito pela nossa independência,

    Esse episódio é muito pouco discutido nos compêndios da história do Brasil, inclusive em nosso meio maçônico, no entanto, este movimento foi a nossa primeira manifestação de brasilidade, inclusive clamando pela implantação de uma república no lugar da Monarquia; nossa Ordem teve grande participação nesses acontecimentos.

    Havia naquela capitania (Pernambuco) um estado de insatisfação muito grande com respeito ao relacionamento entre os brasileiros e os detentores do poder (os portugueses); aos brasileiros era vetada a possibilidade de ocupar cargos públicos e, nas forças armadas, somente os postos subalternos eram reservados aos nativos. Estes episódios repercutiam no seio dos mais intelectualizados, embalados pelos ideais da revolução francesa, principalmente alguns brasileiros que estudaram na França e Inglaterra, onde iniciaram na maçonaria.

    Dentre estes, destacam-se Domingos José Martins, iniciado na maçonaria em Londres e que havia frequentado a Loja Reunião Americana (Londres), fundada pelo General venezuelano José Miranda (O grande libertador da América), o frade e médico Manuel de Arruda Câmara, este iniciado em Montepellier (França) e o padre e maçom Azevedo Coutinho, sagrado bispo de Pernambuco em 1796 e fundador do seminário de Olinda.

    15 min
  • FALANDO DE MESTRES DA VIDA


    Pelo Prof. Antonio Binni, Grão-Mestre Emérito do GLDI

    Chamamos aqueles que ensinam a arte de viver de Mestres da vida. Com suas doutrinas e seu exemplo pessoal, eles influenciam a existência de uma vasta multidão de seres humanos. No tempo e no espaço. Seus ensinamentos - autênticos caminhos de espiritualidade - afetam profundamente toda a vida de quem os escuta e segue, com a intenção e a vontade de refazer os passos do professor escolhido segundo o modelo de sequela ou imitação.

    10 min
  • O UNIVERSO E O GRANDE ARQUITETO

    A crençaé a convicção de que algo é verdadeiro e certo. É uma avaliação pessoal que pode ser baseada em elementos racionais ou em uma sensação interna. Ao ter uma crença sobre algo, acredita-se que há uma certeza sobre ela.

    No Teeteto - é um diálogo - sobre a natureza do conhecimento, é como uma espécie de vazio filosófico, pois aniquila a mais bela definição de conhecimento, isto é, a definição como crença verdadeira justificada. Um Diálogo aporético (diz-se da pessoa que se encontra em constante indecisão ou dúvida); cético.

    Quando aceitamos adentrar em algumas Ordens uma das exigências é a crença em um Criador. Ponto Final.

    Hoje sabemos que com as mudanças da vida em sociedade, e o uso de alguns sofismas, tentam induzir que esta flexibilização permite também eliminar certas regras que não farão diferença no todo. Isso é que nos leva, cada dia mais ao afastamento e, com isso nos distanciarmos do principal.

    No início do mundo, como registrado nos Livros Sagrados, já foi necessário mostrar ao ser humano que sua crença estava sendo perdida, não através da fé, como no Livro de Jó – Este um homem íntegro e justo; temia a Deus e evitava fazer o mal. Mesmo com todas estas qualidades foi testado.

    Certo dia os anjos vieram apresentar-se ao Senhor, e Satanás também veio com eles. Em Livro de Jó 1:

    7 O Senhor disse a Satanás: “De onde você veio?” Satanás respondeu ao Senhor: De perambular pela terra e andar por ela”.

    8 Disse então o Senhor a Satanás: “Reparou em meu servo Jó? Não há ninguém na terra como ele, irrepreensível, integro, homem que teme a Deus e evita o mal”.

    9 “Será que Jô não tem razões para temer a Deus?” Respondeu Satanás.

    10 “Acaso não puseste uma cerca em volta dele, da família dele e de tudo que ele possui? Tu mesmo tens abençoado tudo o que ele faz, de modo que os seus rebanhos estão espalhados por toda a terra”.

    11 “Mas estende a tua mão e fere tudo o que ele tem, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face."

    12 O Senhor disse a Satanás: "Pois bem, tudo o que ele possui está nas suas mãos; apenas não toque nele".

    Quem conhece a Bíblia já deve ter lido e deve dar valor a esta passagem de teste. Jó era um homem de fé e foi recompensado.

    Exigir isso de muitas pessoas é pedir-lhe que se sacrifique ou sofra para provar que crê em Deus e Nele confia, é pedir muito!

    Iremos regredir um pouco mais ao passado, um tempo ainda mais próximo do início da habitação na Terra pelos homens. As pessoas estavam ainda

    19 min
  • O RAMINHO DE ACÁCIA

    Desde o primeiro momento em que o candidato eleito entra na ante-sala e é obrigado a professar sua crença em um Ser Supremo, e todas as outras questões subseqüentes como condição para sua iniciação, até o momento em que é elevado ao Sublime Grau de Mestre Maçom, o candidato está marchando firmemente em direção a uma luz maior e ao grande segredo da Maçonaria.

    Além disso, o candidato tem a garantia de que em tudo o que se segue a respeito de seus votos, “não há nada incompatível com as visões civis, morais ou religiosas de alguém”.

    É o GRANDE segredo e, no entanto, não é segredo no sentido de que não pode ser contado. Porque a Bíblia, a Igreja e a Maçonaria em todo o mundo anunciam sua mensagem a todos os homens - a verdade da imortalidade e uma vida além.

    5 min

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