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DÊ A MENTIRA PARA O DIABO! OS MAÇONS SE ENCONTRAM NO NÍVEL!
Por Bem Willians
;A Maçonaria nunca foi tão relevante. Ao unir várias religiões - até mesmo fazer uma ponte entre fé e ciência - a Maçonaria é uma abertura para a luz em um mundo que, de outra forma, estaria dominado pelas trevas.
;É irônico que talvez o ímpeto mais profundo da Maçonaria seja também sua principal causa de crítica. A Maçonaria reúne homens de diferentes credos em torno de um altar comum, proporcionando um espaço compartilhado para a contemplação das coisas sagradas. Isso perturba os fundamentalistas - cristãos, muçulmanos, judeus - e irrita seu zelo.
;Em vez de ver a tolerância como um caminho para a compreensão compartilhada e, portanto, a paz, os fanáticos vêem esse compartilhamento do espaço sagrado entre religiões contrárias como algo ímpio. Se o ensino de um grupo não é exclusivo, eles murmuram, então deve ser profano.
;Eles não poderiam estar mais errados.
;Em uma atitude de tolerância, e para mostrar que as boas obras transcendem as fronteiras ideológicas, Jesus Cristo, por exemplo, escolheu um samaritano (e significativamente não um essênio ou qualquer outro membro de uma seita judaica) como o exemplo da prática da lei moral. Quando questionado sobre o que é preciso fazer para herdar a vida eterna [Lucas 10:25], Cristo respondeu: “Ame o Senhor, você Deus, com todo o seu coração e com toda a sua alma, com todas as suas forças e com toda a sua mente; e, 'Ame o seu próximo como a si mesmo' ”[Lucas 10: 27]. Isso, podemos imaginar, se aplica a qualquer pessoa, então, de fato, a todos, que cumpra esta lei das leis - a chamada regra de ouro.
;É de grande preocupação, então, que muitos cristãos rejeitem a Maçonaria simplesmente porque ela nutre (ou pelo menos tolera) crenças adicionais. É precisamente nesse ar de tolerância pacífica que qualquer conversão é efetuada de maneira mais apropriada. Além disso, a Maçonaria não é uma religião em si. A Maçonaria é um meio de reunir e um código de conduta moral aplicável em todas as religiões, e talvez reconhecível em todas as religiões. É tão impróprio condenar a Maçonaria pela admissão de uma pluralidade de religiões entre seus membros quanto denunciar o nosso país porque protege uma pluralidade de religiões entre seus cidadãos!
Sempre que almejamos olhar o passado com uma visão moderna, encontramos um caminho repleto de obstáculos, principalmente se não prosseguirmos com honestidade intelectual.
O que será dito a seguir tem como atores os fundadores da Grande Loja de Londres, James Anderson e seu genro Jean Théophile Desaguliers.
Certamente estamos todos de acordo sobre o fato de que mais de trezentos anos após o nascimento da Maçonaria Moderna ou Especulativa (24 de junho de 1717), ainda continuamos a perder tempo em discussões triviais destinadas a investigar se o "X" ou "Loja "Y" ou a "Grande Loja A" 'ou o "Grande Oriente B", ou o "Conselho Supremo C" são "regulares" ou "irregulares". E se realmente quisermos ficar atolados nessas discussões, temos o dever de proceder cronologicamente, partindo da questão mais antiga que diz respeito diretamente aos dois principais protagonistas no cenário da criação da primeira Grande Loja Especulativa, e na dúvida que eles eram regularmente iniciados na Maçonaria.
Bem, nós, maçons, sabemos que o Dr. James Anderson, pastor presbiteriano, é o principal autor das Constituições da Grande Loja da Inglaterra (1723 e 1738) que marcaram um marco na história da Maçonaria, pois pela primeira vez ele estabeleceu um referencial que hoje conhecemos como "Maçonaria Especulativa" ou "Maçonaria Moderna".
Certa vez, perguntaram para um sábio Mestre Maçom:
Por que existem Irmãos que saem facilmente dos problemas mais complicados, enquanto outros sofrem por problemas muito pequenos, morrem afogados num copo de água?
O sábio Mestre Maçom sorriu e contou esta estória….
Era um Irmão que viveu toda sua vida, fiel às palavras do GADU, quando passou para o Oriente Eterno, todos os Irmãos disseram que ele iria para o céu.
Um Irmão tão bondoso, caridoso, estudioso, cumpridor dos seus deveres só poderia ir para o céu e ficar ao lado do GADU.
Mas houve um erro em sua chegada ao céu.
O Anjo Irmão da secretaria que o recebeu, deu uma olhada rápida em suas pranchas, e como não viu o nome do Irmão na lista de Obreiros, lhe orientou para ir ao Inferno.
Disse-lhe: “No inferno, você sabe como é, ninguém exige carteirinha com CIM, qualquer um é convidado a entrar”.
Assim o Irmão foi resignado, entrou e ficou lá.
Alguns dias depois Lúcifer chegou furioso às portas do Paraíso, para tomar satisfações.
Isto não é Justo nem Perfeito! “Nunca imaginei que fossem capazes de uma coisa como essa.”
Lúcifer, transtornado, desabafou:
“Vocês mandaram aquele Maçom para o inferno, ele está fazendo a maior bagunça lá. Ele chegou escutando as pessoas, meditando e refletindo numa tal pedra bruta, olha nos olhos delas, fala sobre vigilância e perseverança, cavar masmorras aos vícios, agora esta todo mundo dialogando, se abraçando, dizendo coisas horríveis como fraternidade, igualdade, liberdade, o Inferno está parecendo o paraíso”.
Então fez um apelo:
“Por favor, pegue aquele Maçom e traga-o para cá!”
Quando o Sábio Mestre Maçom terminou de contar esta história olhou carinhosamente e disse:
Viva sempre com tanto amor no coração que se, por engano, você for parar no inferno, o próprio demônio lhe trará de volta ao Paraíso.
Problemas fazem parte da nossa vida, porém não deixe que eles o transformem em uma pessoa amargurada. As crises vão estar sempre se sucedendo, testando nossa natureza e às vezes você não terá escolha.
Enfrente de coração aberto, com amor e doçura, empregue seu conhecimento, seu estudo, se você não tiver estudo nem conhecimento, reveja seus conceitos e se for necessário retorne ao processo onde você teve que morrer para renascer e comece a construir o seu templo interior novamente, nunca é tarde demais para recomeçar.
Fonte: Grupo de Diario Masónico
Por Irmão Sergio Quirino
Encerrando a tríade dos Princípios Muito Importantes trabalhados pelo Rito de York: Liberdade, pela alegoria do giz, Fervor através do carvão abrasador, cabe à terra o símbolo do Zelo.
O substantivo zelo representa o cuidado ou a preocupação com alguém, alguma coisa, assim como a forte disposição e empenho na realização das obrigações.
Muito atual é a preocupação com o planeta Terra e com os valores ecológicos do zelo para com seus recursos, que todos nós devemos ter. Porém, nesta instrução, há um deslocamento dos personagens.
O primeiro ponto é associarmos a Terra, como planeta, ao elemento “seco”, ao qual denominamos terra. Observando os ciclos da vida compreendemos o zelo da terra para conosco.
Somos constituídos pelos quatro elementos. Mas é a terra o elemento que mais interage conosco, sempre na condição de doadora. Embora, frequentemente, a fustiguemos exigindo dela muito mais do que as nossas necessidades básicas, ela nunca nega seus frutos e permanece embelezando nossos caminhos com flores, frutos e aromas.
Na alegoria da criação do mundo, no terceiro dia Deus ajuntou as águas em um lugar, o que fez surgir a porção seca, que ele deu o nome de terra e viu que era bom. O Verbo ordenou que a terra produzisse relvas e árvores que deem frutos, cujas sementes estejam nela, sobre a terra, e viu que era bom.
Três dias depois, Deus fez o homem à sua semelhança e imagem (espírito e alma) e ainda o materializou com o elemento terra e viu que era bom.
A par do viés poético ou da militância ecológica, a relação de zelo que a terra tem para conosco é claramente simbolizada para nós em três pontos:
Se dela brota o veneno, dela mesma brotará o antídoto.
(Vícios e Virtudes)
Tudo que a ela confiamos o cuidado temos o retorno em abundância.
(Plantar e Colher)
Ao final de nossa jornada, respeitosamente, ela nos recebe em seu âmago.
(Vieste do pó e ao pó retornará)
Se somos parte da terra, devemos proceder em nossas relações com o mesmo zelo que dedicamos a ela:
SE, DESCABIDAMENTE, APREGOAMOS O ÓDIO, SEJAMOS,
CONSCIENTEMENTE, OS ARAUTOS DO AMOR.
ESTEJAMOS PRONTOS A CUMPRIR A MISSÃO DE SEMEADORES DE LUZ.
VIVENCIEMOS A TRANSITORIEDADE DA VIDA. QUE EM PAZ,
O ESPÍRITO RETORNE AO PAI CELESTIAL E A MATÉRIA À MÃE TERRA.
Atingimos quinze anos de compartilhamento de instruções maçônicas. Nosso propósito fundamental é incentivar os Irmãos ao estudo, à reflexão e tornar-se um elemento de atuação, um legítimo Construtor Social.
Sinto muito, me perdoe, sou grato, te amo. Vamos em Frente!
Fraternalmente
Sérgio Quirino
Grão-Mestre - GLMMG 2021/2024
Nossas viagens maçônicas contêm muitas impressões e memórias. Muitas dessas memórias estão profundamente implantadas em nossos corações e consciências. É assim que deve ser - os ritos de iniciação de nossa grande Fraternidade são planejados para permanecer conosco, para servir como guias em nossas viagens maçônicas. No início de nossa educação maçônica, somos apresentados à ideia do Grande Arquiteto do Universo. Esta é a metáfora vívida que os maçons costumam usar quando se referem a Deus. Deus, que está além do tempo e possuidor de uma compreensão onisciente, é o criador do mundo e de tudo o que existe nele. Embora Deus possa ser considerado com precisão como um artista criativo supremo, um filósofo, uma fonte de toda a sabedoria e qualquer número de qualidades divinas, os maçons enfatizam o conceito de Deus o construtor, o Arquiteto Supremo do Universo.
Antigos pedreiros, nossos antepassados maçônicos, aprenderam e praticaram os ofícios da construção. Eles são considerados pela história e tradição maçônica como os construtores das grandes catedrais e outras estruturas religiosas. Por causa de sua dedicação ao ofício do construtor, especialmente no que se refere à criação de templos dedicados a Deus, sabemos que eles começaram e terminaram seus trabalhos em oração. Antes que a primeira pedra fundamental fosse colocada, as orações eram recitadas. Foi pedido a Deus que olhasse com favor a obra empreendida pelos fiéis pedreiros, e que eles serviriam a Deus em todas as obras de suas mãos. Deus também foi convidado a dar aos trabalhadores "a competência da Sabedoria Divina [de Deus]." Esta oração pedia que uma medida da sabedoria e compreensão arquitetônica de Deus pudesse entrar nas mentes e nos corações dos trabalhadores fiéis.
Nossas viagens individuais maçônicas também começam com oração. Pode surpreender o noviço maçônico, com os olhos vendados e cercado pela escuridão, quanta oração ele recebe quando entra pela primeira vez pela porta maçônica. Nesse momento, a oração é inteiramente apropriada. Assim como o benefício da oração é necessário no início de qualquer obra monumental de arquitetura sagrada, o mesmo é necessário para o candidato aos graus de maçonaria. O candidato que entra pela porta pela primeira vez começa sua jornada em direção à criação de um edifício espiritual, a “casa não feita por mãos”. A jornada maçônica é cercada pelo benefício da oração. A oração abre e fecha nossas reuniões. A oração é oferecida aos candidatos em cada estágio de sua jornada maçônica. Oração é oferecida para o Venerável Mestre recém-instalado. A oração é oferecida pelos irmãos que partiram. As orações fazem parte de nossas vidas como maçons no início e no final, quando o forte aperto do Grande Arquiteto do Universo estende sua mão e nos eleva para a vida eterna.
Rev. Brian R. Marsh, Grande Capelão, é um bispo da Igreja anglicana na América.
Por Luciano M. Azevedo
Aqui está um "Credo Maçônico" que não deve ser apenas uma lista de valores em pôsteres no status do Facebook.
A leitura foi feita há cem anos pelos fundadores do Anchor and Ark Lodge, na cidade de Waukegan, Ilinois-EUA.
Recentemente, na rededicação desta Loja Adorável, um cartão com o mesmo Credo foi distribuído a todos os participantes. A sala da Loja estava cheia de Oficiais da Grande Loja e Maçons de todo o estado e eu tive esta epifania: quanto desse Credo é praticado na Maçonaria de hoje? “Quanto estou comprometido em observar esses valores por mim mesmo?”
Em um mundo de textos rápidos, de “curtidas”, de imagens que aparecem e desaparecem em um instante, é difícil encontrar a mentalidade correta para se agarrar ao que é significativo. Em nossa fraternidade, minha maior esperança para o presente e o futuro é que continuemos a olhar para os nossos valores com reverência, porque são eles que nos guiam e nos permitem navegar neste mundo turbulento com clareza.
Perdoar, tolerar, ser exemplo, ser bom amigo, fazer caridade e ter respeito próprio: são valores que pretendem transcender os limites da nossa fraternidade e tornarmo-nos parte de quem queremos ser.
Para o seu inimigo, perdão
o perdão não é uma solução para um problema ou uma forma de consertar um conflito. A verdadeira profundidade do perdão está na empatia genuína. Quando olhamos para a dor dos outros, a compreendemos e sentimos, perdoamos. Um homem não pode perdoar seu inimigo se ele não tiver compaixão. Perdoar um inimigo é também amar: superar os erros sem agenda, sem condições. O verdadeiro perdão é entender que o seu perdão traz paz e interrompe um ciclo de conflito.
Para um adversário, tolerância
Devemos sempre buscar valores que tragam substância a nós mesmos e ao mundo que compartilhamos com os outros. A tolerância é vencer nossas mentes egocêntricas; é abrir mão de nossa necessidade de dar a última palavra e compreender a beleza do mosaico de diferenças que é o nosso mundo. Tolerância não significa "aceitação". Devemos ser fiéis a nós mesmos antes de qualquer coisa, mas tolerância implica respeito pela convivência. A fortaleza pavimenta o caminho virtuoso de uma fraternidade forte, e a tolerância estende o que aprendemos nas reuniões da loja para nossa vida diária. Tolerância e respeito pelas pessoas de diferentes partidos políticos, religiões, sexualidades, nacionalidades. Os irmãos não devem se envolver e serem pegos na armadilha da polarização; é tão improdutivo e destrutivo para a Maçonaria quanto para nós mesmos.
Para cada criança, um bom exemplo
Um bom exemplo de homem que se preocupa com o mundo que está deixando. Para alguns, um bom exemplo está em sua definição pessoal de sucesso, mas para uma criança, um bom exemplo está além da riqueza e títulos acumulados: seu caráter. Ser um bom homem depende de como um indivíduo constrói seu caráter. Desde a maneira como um homem ama a si mesmo à maneira como ama os outros, à maneira como um homem é trabalhador, à maneira como um homem é honesto, um bom exemplo de homem se preocupa com o mundo que está deixando para a próxima
Por Irmão Valdir Massucatti
Queridos Irmãos!!!
Nos últimos meses, tenho conversado com os Irmãos e percebi que teremos grandes desafios para superar, em razão da pandemia. Como mencionado na Carta de Sergipe, emitida por ocasião da 50ª Assembleia da Conferência da Maçonaria Simbólica do Brasil-CMSB, passaremos por um momento de reconstrução de toda sociedade, e com nossa Ordem não será diferente.
Neste momento é preciso termos equilíbrio em todas as dimensões, quer mental, física e espiritual.
Com relação ao equilíbrio mental, de forma especial, a questão emocional. Temos cinco componentes da Inteligência Emocional. Autoconhecimento, Autocontrole, Automotivação, Empatia e Relação interpessoal.
Recentemente escrevi sobre a Empatia, hoje, vou falar sobre outro componente importantíssimo, sobretudo neste momento. O Autoconhecimento.
Quem sou? Não se canse de fazer essa pergunta. Se pretende encarar um desafio que virão e vence-los, vai precisar olhar para dentro de si, descobrir seus desejos, medos, interesses e seus limites.
Deepak Chopra, nos diz que: “Quando você descobre sua natureza essencial, quando sabe realmente quem é, encontra toda a sua potencialidade”
O Autoconhecimento é a capacidade de reconhecer e compreender seus estados internos, emoções, bem como, seus efeitos sobre as outras pessoas. Conhecer suas forças e seus limites e ter certeza de seu próprio valor.
As características dessas pessoas são: Autoconfiança, Autoavaliação realista, segurança pessoal, identidade e autoestima.
Nossa Ordem tem como objetivo justamente fazer com que a gente se conheça e se aperfeiçoe a cada dia.
Na verdade, a Maçonaria, como já disse em várias oportunidades, é uma escola de vida, ela nos proporciona uma busca incessante de nos conhecermos melhor e nos aperfeiçoarmos, ponto fundamental para uma vida melhor. Ela nos orienta no sentido de nos tornarmos pessoas melhores, para fazer o bem a outras pessoas.
Kahlil Gibran, filósofo e poeta libanês, nos diz em seu livro "A Filosofia da Lógica” que "o conhecimento de si mesmo é a mãe de todo conhecimento. Portanto estou incumbido de conhecer a mim mesmo, me conhecer completamente, conhecer minhas minúcias, minhas características, minhas sutilezas, e cada átomo meu".
Por isso é recomendável de tempos em tempos você se faça essa pergunta: Quem sou? É importante a gente se conhecer, saber dos nossos limites, medos, nossos potenciais, talentos, enfim, conhecer-se, e em se conhecendo, aperfeiçoar-se.
Lao Tsé menciona que “quando eu me despojo do que eu sou, eu me torno o que eu poderia ser", pois somente conhecendo-se a si mesmo e despojando-se do que é inútil, do que é prejudicial, chega-se ao aperfeiçoamento, deixando para trás uma parte do que até então se era e abrindo espaço para tornar-se o que poderia ser, sendo que talvez seja por isto que o próprio Lao Tsé também nos diz que "aquele que conhece os outros é sábio, mas aquele que conhece a si próprio é iluminado",
Assim meus queridos Irmãos, nossa Ordem tem esse propósito, essa finalidade, fazer com que nos conheçamos e desta forma, procurarmos nos aperfeiçoar através das obras da Arte Real.
Saudações Fraternais!!!
Valdir Massucatti.
Por Irmão José Ronaldo Viega Alves
INTRODUÇÃO
Entre um estudo e outro, ou ouvindo instruções em Loja, ou lendo e relendo os nossos Rituais, ou ainda, pesquisando em função das nossas peças de arquitetura para a passagem de Grau, o fato é que depois de Iniciados as nossas probabilidades de tomar contato com assuntos envolvendo a mitologia e a filosofia gregas dão um verdadeiro salto.
Há um inestimável tesouro de conhecimentos que a Mitologia e a Filosofia oriundas da Grécia Antiga podem acrescentar aos ensinamentos maçônicos, contribuindo assim, desde que ingressamos na Ordem Maçônica, e ainda Aprendizes somos contemplados com lições de sabedoria originárias da cultura da Hélade (1), sendo que, basicamente neste estágio elas se referem ao aprender a ouvir e ao aprender a pensar.
Alguns Irmãos, abnegados estudiosos, tomaram para si a árdua tarefa de disseminar o conhecimento reunido por vários dos filósofos gregos antigos que estão bastante relacionados ao cerne da doutrina maçônica constantes em nosso Rituais e dos ensinamentos ministrados em Loja. Entre esses Irmãos, dois pelo menos, temos a obrigação aqui de citá-los, pois, seus livros foram escritos com os melhores dos propósitos: proporcionar-nos cultura e ser úteis para as nossas pesquisas, portanto, dignos de ser lidos e relidos. Os nomes desses dois Irmãos: Theobaldo Varoli Filho e Raimundo Rodrigues, verdadeiros Mestres a nos auxiliarem na busca e na investigação da Verdade.
O Irmão Theobaldo Varoli Filho, estudioso e autor de obras maçônicas importantes, muito se aprofundou na história, na filosofia e no simbolismo relativos a cada um dos Graus que compõem a Maçonaria Simbólica. Deixou como legado, uma obra bastante completa sobre os Graus que compõem a Maçonaria Simbólica.
Em um dos seus livros, ele elenca todos os assuntos relativos à Grécia que são interessantes para a Maçonaria, o que não é pouca coisa, considerando os desdobramentos todos que cada um deles permitiria: mitologia, iniciática, correntes filosóficas, desenvolvimento da democracia, simbolismo e alegorismo (2), as artes, os templos e as construções.
Mas, há que se perguntar antes: Quantos de nós Maçons temos sede de conhecimento? Quantos de nós possuímos a noção do manancial de sabedoria proveniente da civilização grega e do qual muito a Maçonaria teria assimilado? Quantos estarão verdadeiramente dispostos a beberem dessa fonte?
Há um texto que vem divulgado há já bastante tempo, da autoria de um Maçom que é considerado um dos maiores estudiosos da Maçonaria, Albert
O Clube das Acácias em Paragominas foi palco no sábado 24/07, do nascimento da subsede local do Moto Clube Bodes do Asfalto, entidade criada para maçons apaixonados pelo motociclismo, diante de uma plateia vestida a caráter com coletes típicos de motociclistas estilo anos 60, aconteceu a posse de Michael Robson como coordenador do Moto Clube e sua diretoria, tendo como coordenador adjunto Robson Monteiro e Edilberto Poggi como primeiro secretário. Michael Robson agradeceu a todos que pegaram estrada e vieram prestigiar o nascimento da subsede e reafirmou o compromisso da irmandade e convidou a todos a se integrarem ao Moto clube e “Fazer Poeira”. Além da presença dos representantes de várias cidades, estiveram presentes o secretário de planejamento Anderson Cerceau, representando o prefeito, Flávio Santos representando a secretaria de cultura do município e o comandante do Batalhão da Policia Militar, Tenente Coronel Denis Gonçalves.
Depois de cumprirem os protocolos naturais de implantação da Subsede, com a assinatura e as falas dos convidados, a irreverencia foi o marco da noite, já que há um congraçamento natural que permeia os encontros dos motoclubes, não faltou a tradicional cerveja presente nesses encontros tendo o patrocínio local da empresa 7cats, cervejaria artesanal de Paragominas e ainda um churrasco oferecido a todos presentes, para trazer mais entusiasmo ainda houve um show com a banda rock Thallerys que tocou os clássicos do rock, com direito a Pink Floyd, Beatles e companhia.
A história do Moto Clube
Exercendo a trilogia maçônica "Liberdade, Igualdade e Fraternidade" e andando sobre duas rodas, nasceu há quase 18 anos em Feira de Santana na Bahia a ideia do Moto Clube Bodes do Asfalto, idealizado pelo irmão maçônico Edson Fernando Sobrinho. Hoje o Moto Clube conta com mais de dez mil associados em todas as regiões do Brasil e representações também no exterior.
A ideia do moto clube surgiu de conversas entre Maçons, sendo inicialmente planejado para apoiar os Maçons Motociclistas, os quais, quando em viagem, viessem a necessitar de algum tipo de ajuda, então segundo Edson, o “Moto Clube” aproximaria, através da fraternidade, os irmãos motociclistas com os irmãos das cidades onde ele passaria.
Por Marco Antonio Peres
Sou leitor assíduo da Folha de São Paulo, principalmente quando os assuntos são economia e política Um dia que tinha um pouco mais de tempo fui ler a página “ciência”, devo esclarecer que este meu dia estava em seu final.
O título era chamativo: “Equipe cria ‘tijolos primordiais’ da vida”. O subtítulo era sugestivo: Experimento dos EUA mostra que molécula prima do DNA, que contém os genes, pode ter surgido “do nada”.
Explicava o artigo que, cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, conseguiram reconstruir reações que teriam originado a primeira molécula “viva” na Terra. Eles conseguiram imitar o ambiente necessário para a formação dos ingredientes do RNA (ácido ribonucléico), uma molécula “prima” do DNA (ácido desoxirribonucléico), que contem os genes.
O experimento sugere que o RNA pode de fato ter sido a primeira molécula vital - molécula que tem a capacidade de se duplicar - explicam os cientistas que a capacidade de duplicação, presentes em todos os seres vivos, é o que define o termo “vida”.
Os cientistas esclareciam que conseguiram produzir em laboratório dois dos quatros “tijolos” que formam a molécula do RNA: a citosina e a uracila (0s outros dois são guanina e timina). Existia a teoria, faltava à prova da possibilidade de formação a partir de substâncias simples, existentes há 4 bilhões de anos. Provaram os cientistas a possibilidade de surgir os dois “tijolos” - citosina e uracila - a partir de uma solução de uréia concentrada. Acredita-se que a uréia estivesse presente em grande quantidade em vários ambientes terrestres, como em lagoas em evaporação.
Registrava o artigo que a citosina produzida no experimento foi suficiente, para os cientistas, provarem o surgimento da uracila; através de uma reação chamada hidrólise (em que a água “quebra” uma molécula em outras menores).
Um dos cientistas, Stanley Miller, o outro foi Michael Robertson, foi um dos primeiros pesquisadores a propor que as condições existentes na atmosfera da Terra eram propícias à formação de moléculas orgânicas (que contêm carbono, presentes nos seres vivos).
Como afirmei esta minha leitura estava se passando no final do dia, próximo a meia noite, e adormeci.
Sonhei que estava sonhando. Neste sonho localizei um lugar maravilhoso, sentei-me de pernas relaxadas e saboreei a euforia de meu ser. O dia estava brilhante, sol vivo e o céu limpo. Ali sentado, impressionou-me a proximidade de tudo: chão, árvores, rochas, nuvens, etc. Na ilusão, estiquei um dos meus braços ao céu, percebi uma coisa diferente na maneira como sentia meu corpo. Meu braço deslizava para cima, e levava meu corpo a deslizar pelo espaço. Era leveza total.
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