Até 26 de Novembro, Maputo é a capital da dança contemporânea com a 10ª edição da Bienal KINANI que também acolhe a Bienal de Dança Africana. Uma bienal a dobrar e vários coreógrafos moçambicanos em cartaz mostram que Moçambique está “a viver um momento histórico” no mundo da dança, diz Quito Tembe, director da KINANI, sublinhando que a dança é “um lugar de intervenção” e que a busca das raízes e a luta contra diversos tipos de opressão são algumas das linhas de força da programação.