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Nasceu num hospital da cidade do Porto a 27 de abril de 1971, mas foi registada como se tivesse vindo ao mundo na freguesia da Madalena em Vila Nova de Gaia, onde cresceu, aprendeu a ler e fez os primeiros estudos até atravessar diariamente o rio Douro, quando se matriculou no curso de Biologia na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Manel, nome por que é conhecida acima do Mondego, pela família e pelos amigos, é a prova provada de que os jovens não têm (todos) de falar bem inglês e saber com precisão o rumo que querem seguir depois de terminarem o ensino secundário. Maria Manuel Mota em Portugal - ou Maria Mota no universo anglo-saxónico - não sabia exatamente o que significava ser cientista quando se matriculou na faculdade, mas o seu fascínio pelo estudo das coisas que não se veem a olho nu, fez com que hoje seja uma cientista reconhecida internacionalmente, e o seu trabalho sobre o parasita que causa a malária uma esperança para a Humanidade. Para além de ter talento para pilotar o microscópio, orgulha-se de cozinhar uns bons rojões com vinho tinto e recusa a ideia de um dia ser ministra da Ciência.
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By Francisco Pinto Balsemão4.5
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Nasceu num hospital da cidade do Porto a 27 de abril de 1971, mas foi registada como se tivesse vindo ao mundo na freguesia da Madalena em Vila Nova de Gaia, onde cresceu, aprendeu a ler e fez os primeiros estudos até atravessar diariamente o rio Douro, quando se matriculou no curso de Biologia na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Manel, nome por que é conhecida acima do Mondego, pela família e pelos amigos, é a prova provada de que os jovens não têm (todos) de falar bem inglês e saber com precisão o rumo que querem seguir depois de terminarem o ensino secundário. Maria Manuel Mota em Portugal - ou Maria Mota no universo anglo-saxónico - não sabia exatamente o que significava ser cientista quando se matriculou na faculdade, mas o seu fascínio pelo estudo das coisas que não se veem a olho nu, fez com que hoje seja uma cientista reconhecida internacionalmente, e o seu trabalho sobre o parasita que causa a malária uma esperança para a Humanidade. Para além de ter talento para pilotar o microscópio, orgulha-se de cozinhar uns bons rojões com vinho tinto e recusa a ideia de um dia ser ministra da Ciência.
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