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Está sofrendo para fazer cadastro no aplicativo do INSS? Não sabe como organizar as fotos no celular? Precisa fazer back-up dos arquivos na nuvem? A gente se desespera o tempo todo com questões tecnológicas, não é mesmo? Pois a Viviane Palladino Donnamaria, 42 anos, ajudou a fundar uma empresa que conecta pessoas mais velhas a jovens interessados em ensinar tecnologia. A Mais Vívida pode ser acionada para dúvidas pessoais ou profissionais, das mais complexas às mais simples. Segundo a Viviane, há uma preocupação da empresa em treinar os jovens para compreender as nossas dificuldades com a tecnologia. A ideia da empresa surgiu da observação dos avós de Viviane e seus sócios. "Quando aprendem a usar a tecnologia, os idosos ficam mais ativos e felizes", diz. AH! Este é o primeiro episódio da nossa oitava temporada. Aproveite.
Há duas maneiras de falar sobre o Caminho de Santiago de Compostela: pelo lado prático e pelo lado espiritual. Nesta conversa com Esteban Ferrari, 50 anos, que fez o caminho em 2009, exploramos os dois lados do mais famoso destino de peregrinos no mundo. Mas Esteban é taxativo: não o faça por turismo. "O caminho é um intensivo de vida", diz. Quem vai em busca de descoberta espiritual volta com ensinamentos para a vida. Esteban destaca o desapegar do que não é essencial. "A gente carrega muita coisa na vida que não precisa: neuroses, preocupações; precisamos de muito pouco para ser feliz. Eu descobri que tudo o que preciso cabe numa mochila de oito quilos". O Caminho mudou a vida e a carreira de Esteban: ouça o episódio em que ele explica como ele decidiu abandonar uma carreira de sucesso e se tornar um especialista em mudança de carreira depois de percorrer os 800 quilômetros do caminho francês. Na entrevista, Esteban conta sobre as bolhas nos pés e sobre as refeições mais deliciosas nos restaurantes mais simples. Ele recomenda o menu do peregrino, que vem com entrada, prato principal, sobremesa e uma taça de vinho local. Ouça e descubra como ele se preparou, quanto gastou e o que ainda o emociona, doze anos depois.
A essa altura da vida, você já deve saber que tudo o que fizer agora terá consequências - para o bem ou para o mal - na sua longevidade. Isso vale para os ossos, a pele, o coração e, como demonstra a nossa entrevistada de hoje, também para os dentes. Marta Gonzalez Riesco, 55 anos, cirurgiã dentista formada pela USP de Bauru, onde também fez mestrado e doutorado, é especialista em periodontia e implantologia. Em primeiro lugar, tem o sorriso, que é fundamental para a autoestima de todas nós. Mas tem também a questão da saúde: quem tem problemas na dentição, não come direito, não mastiga direito, vai ter problemas de absorção dos ingredientes que são importantes para estarmos bem. A odontologia evoluiu muito nas últimas décadas e hoje tem solução para todos os problemas. Para a ausência de dentes, por exemplo, há os implantes, que estão cada vez mais populares e acessíveis. Ouça a entrevista e descubra porque uma dentição saudável vai ajudar você a viver mais e melhor.
Podem falar o contrário, mas nós, mulheres de 50, sabemos a verdade: ao completar 50 anos, nossa vida profissional muda. Ou porque a gente não aguenta mais a vida como tem sido ou porque alguém decide mudar a nossa vida por nós. Nos demitindo, por exemplo. Para entender como acontecem os processos de transição de carreira, entrevistamos um especialista: o engenheiro Esteban Ferrari, 50 anos, sócio da FTR Desenvolvendo Líderes para o Futuro. Esteban é consultor, coach executivo e de carreira e professor convidado em cursos de pós-graduação. "O processo de mudança para uma nova carreira traz uma série de dificuldades e é normalmente acompanhado por períodos de grande angústia, confusão e sofrimento", diz. Ele fala por experiência própria: até 2009, Esteban era executivo, tinha cargo importante, numa empresa importante. No entanto, estava infeliz. Então, abandonou tudo para fazer mestrado e mudar de vida. Como ele fez isso? O que aprendeu no meio do caminho? Ouça no episódio desta semana e inspire-se nele para se preparar para a sua mudança.
Somos 4 irmãs, cada uma tem sua fobia: medo de água, de avião, de dirigir e de filhote de gato, entre outras. Para entender o que provoca e como superar fobias, entrevistamos um estudioso do assunto: o psicólogo clínico carioca André Luiz dos Santos Pereira, 42 anos, professor em cursos de pós-graduação, doutor em Psicologia pela UFRJ, que atua principalmente em transtornos de ansiedade e humor. André explicou sobre fobias antigas - como a agorafobia, quando a pessoa se sente insegura de ir a certos lugares pois teme sofrer ataque de pânico - e fobias novas ou exacerbadas por causa da pandemia. Dentre as novas, temos a coronofobia (termo criado em 2020), marcada pelo pavor de pegar a Covid-19. Já a tanatofobia, o medo excessivo da morte, cresceu nos últimos meses. A questão é: quando devemos nos preocupar com uma fobia? Como tratar? Tem solução. Ouça o podcast.
Uma das coisas que mais denunciam a nossa idade é a pele. Ela perde o viço, ganha marcas e manchas. A gente se olha no espelho e não se reconhece. Para falar sobre isso, convidamos a dermatologista Kátia Volpe, 49 anos, formada pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Katia é coautora do e-book “Longevidade feminina – envelhecendo feliz”, recém-lançado em parceria com a também médica Maria da Penha Barbato. Nesta entrevista, Katia fala de envelhecer sem ficar velha, recomenda cuidados com a pele, claro, mas também sobre equilíbrio de todas as nossas áreas: emocional, alimentar, familiar e sexual. "Não existe pílula mágica. É preciso dormir bem, praticar esportes, beber água e fazer a gestão do estresse". Os cuidados, ela diz, de tomar água e usar filtro solar devem começar o mais cedo possível. E, lembrando o filósofo Felipe Pondé, diz que a mulher que desenvolve a empatia e a simpatia, envelhece melhor. Em sua clínica de dermatologia em São Paulo e Campo Grande, ela costuma recomendar a suas pacientes: evitem a chatice.
A Polícia Federal detectou que houve um aumento de quase 50% na quantidade de pontos de risco de exploração sexual de criança e adolescente nas estradas brasileiras. Os estados do Paraná, Minas Gerais e Bahia concentram a maioria desses locais. O mapeamento da PRF, que é feito a cada dois anos, mostra que existem 3.651 pontos que podem ser perigosos para meninos e meninas.
Para falar sobre como podemos combater esse crime, entrevistamos Eva Cristina Dengler, 58 anos, gerente de programas e relações empresariais da ChildHood Brasil, ONG criada pela rainha Silvia, da Suécia, com a missão de proteger a criança e o adolescente de abusos e explorações sexuais. Eva é responsável pelo Programa Na Mão Certa que, há 15 anos, vem atuando para diminuir essa violência nas estradas. Segundo ela, precisamos atuar sobre o tripé: entender, mobilizar e denunciar. E ela lembra: em qualquer circunstância, a criança é vítima.
Sandra Acosta, 38 anos, era uma executiva em ascensão mercado financeiro. Formada em economia pela Unicamp, com mestrado na mesma área pela UFPR, trabalhou por doze anos em banco até decidir abraçar de vez a escrita - seu sonho desde a infância - após um período sabático de estudos na Europa. Agora, se identifica como cronista, roteirista, escritora de literatura infantil e colagista. Em sua nova carreira, acaba de lançar o livro “Pra que varanda se a vista é feia?", com crônicas em que faz reflexões de uma mulher na faixa dos trinta anos a respeito das surpresas e desafios da vida cotidiana. Nesta entrevista inspiradora, ela conta como foi seu processo de mudança e sobre as angústias da mulher de 30 hoje.
Você não tem a sensação de que o estresse virou parte da sua rotina? Que está quase impossível viver sem essa sensação de que não vai dar conta do que precisa fazer, com uma vontade de largar tudo? Sim, o estresse parece que virou parte da nossa rotina. O problema é que, em excesso, o estresse pode provocar desde dificuldade para dormir, irritabilidade, falta de energia até raiva, tristeza e artrite, entre outras coisas. A nossa convidada desta semana é uma especialista em controle do estresse: a psicóloga fluminense Juliana Caversan de Barros, 43 anos. Segundo ela, podemos aprender pequenos hábitos diários para conviver com o estresse. Quer uma dica? Aprenda a dizer não. Ela diz que não adianta, o dia só tem 24 horas: se você assumir coisas demais, vai tirar o tempo de outras coisas, geralmente daquelas que podem garantir seu bem-estar. "Fale sim para você e não para o outro", diz Juliana. Ouça e aprenda a se cuidar.
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