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"Nós somos bicho, comemos como bicho. Nosso corpo tem medo de morrer; se restringimos a alimentação, ele vai passar por estresse e se autoconsumir". A frase é da nutricionista Beatriz Van Sebroeck, 37 anos, nossa convidada do episódio desta semana no podcast. Beatriz se define como uma “nutricionista militante, pela prática da nutrição baseada em evidências e no conhecimento científico, sem meias explicações e sem neurose”. Portanto, abomina qualquer tipo de privação de alimentos. Ela prescreve dietas? Sim, mas apenas quando a pessoa tem autonomia de escolha e sempre deixando na dieta os alimentos que são importantes para o paciente. "Se for difícil de fazer, não é o caminho certo". Ela defende a nutrição gentil, que te abraça, o comer saudável, sem culpas, aproveitando o alimento e o entorno da refeição. "Comer é compartilhar o momento; isso é mais importante que as cinco cores no prato". Por fim, ela aconselha: "Você não precisa ser perfeita para ser melhor". Ouça o podcast e compartilhe com as mulheres da sua vida. Elas precisam ouvir a mensagem da Beatriz.
Em mais um episódio desta nona temporada, na qual estamos falando de Beleza e Bem-Estar, entrevistamos Letícia Alves, 40 anos, fisioterapeuta, osteopata e instrutora de pilates. Letícia é uma entusiasta do pilates para fortalecer a musculatura, o tônus muscular e dar flexibilidade. O pilates é um método de condicionamento físico criado por Joseph H. Pilates na Alemanha na década de 20. É indicado para reabilitação física, condicionamento físico em geral e bem-estar. Os exercícios físicos condicionam e energizam. "No pilates, fazemos exercícios de baixo impacto e que não sobrecarregam as articulações", diz Letícia, que é mãe de dois meninos e dona da Clínica Versally, em Divinópolis, Minas Gerais, onde mora. "Por essa razão, é indicada para pessoas de qualquer idade". Mas ela faz um alerta: para emagrecimento, é preciso combinar o pilates com um exercício aeróbico, como caminhada e corrida. Ouça e compartilhe.
Em mais um episódio desta nona temporada, em que estamos falando de beleza e bem-estar, o tema é roupa de brechó. Há algum tempo, essas lojas que vendem roupas usadas a bons preços, eram sinônimo de bagunça, cheiro de coisa velha, peças misturadas. Como nos conta Cristiane Mendes Seixas, 39 anos, os brechós evoluíram e hoje atendem seus clientes em lugares agradáveis, organizados e oferecem peças previamente higienizadas e, se necessário, consertadas. Cristiane está nesse ramo desde 2005, quando abriu a Casinha Brechó, loja especializada em roupas e acessórios seminovos selecionados, no bairro da Mooca, em São Paulo. Ela também é dona do Brechó Boutique Vintage. Recentemente, iniciou o canal "Amamos Vintage", no YouTube, no qual faz visitas a outros brechós da capital paulista. "Comprar em brechó é viciante porque você compra o que gosta, consegue expressar sua individualidade e o dinheiro multiplica", nos diz na entrevista. E, no chegada do inverno, o movimento nessas lojas tende a ser até três vezes maior que no verão. "As peças de inverno são de melhor qualidade, duram mais e, por isso, passam para várias pessoas".
Lucas Farnese, 36 anos, é formado em medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais. Nascido em São João Del Rey, ele escolheu especializar-se em psiquiatria. E é como médico-psiquiatra que vem atendendo em seu consultório em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, onde tem visto cada vez mais pacientes com ansiedade, depressão, fobia social, síndrome do pânico e transtornos do sono e alimentares, entre outras doenças mentais. Nesta entrevista, Lucas fala sobre a importância da fé e do perdão para o nosso bem-estar. Ele lembra que "a fé sustenta a vida de muitas pessoas" e que ela "organiza a nossa conduta". Sobre o perdão, diz que deve ser praticado pelo nosso bem-estar, não o de quem nos magoou. "Quem não perdoa fica remoendo uma carga negativa que faz mal. A mágoa leva para o caminho da vitimização; a pessoa fica presa nas frustrações", diz. Quem não consegue perdoar, diz ele, precisa procurar ajuda da psicologia e da psiquiatria. Ouça e compartilhe.
Nossa entrevistada desta semana é a consultora de estilo Guid Meinelecki, 35 anos, curitibana. Há cerca de 10 anos, ela criou um desafio que deveria cumprir durante um mês: não repetir uma peça de roupa ao longo de 30 dias. Da experiência, nasceu sua carreira atual - ela trabalhava como designer - e o lema de "não repetir padrões, regras de moda e se libertar pra ser cada vez mais quem a gente quiser". Engraçada e cheia de vida, ela conversou conosco sobre estilo, sobre sair da zona de conforto e sobre fazer um "detox do armário", que é se livrar das peças que não fazem mais sentido. "Ao abrir o armário ele tem que dizer: você é maravilhosa, você é uma deusa". Para Guid, estilo não tem nada a ver com gostar ou não de moda. A moda seria apenas uma ferramenta para você ter o próprio estilo. Sobre suas clientes na faixa dos 50, ela já constatou: "Mulheres de 50 querem conforto e querem expressar quem são". Falou e disse. Se você segui-la no Instagram, vai receber dicas incríveis todos os dias.
Nossa convidada desta semana, dando sequência ao tema "Beleza e bem-estar" desta nona temporada, é a consultora de moda Mariana Marcato, 34 anos. Mari, como é mais conhecida, fala sobre a importância da roupa para uma boa primeira impressão, dá dicas sobre limpeza do guarda-roupa (deixar somente peças que representam nossa personalidade) e truques de estilo. Mari, que morou em Londres e Milão, duas das cidades mais elegantes do mundo, também elenca as 10 roupas essenciais para qualquer mulher de estilo. Sua lista começa com uma parte de baixo preta e termina com um acessório (cinto, colar, brinco). Ouça o episódio e saiba quais são os outros oito itens. Saiba também o que ela pensa sobre roupas monocromáticas e aprenda truques para compor produções com as peças que já temos.
Adriana Fóz tem 54 anos, é psicopedagoga e neuropsicóloga, autora dos livros “A cura do cérebro” e “Frustração”, entre outros. Numa conversa aberta e inspiradora, a convidada do primeiro episódio desta nona temporada do podcast conta como enfrentou um AVC hemorrágico quando tinha 32 anos. Ela lembra que ao deixar o hospital, havia perdido a memória, estava com o lado direito do corpo paralisado e tinha dificuldades de fala, entre outras sequelas. Adriana não reconhecia o marido, não sabia ler e não fazia ideia da utilidade de uma escova de dentes. Ao longo do processo de recuperação, que demorou cinco anos, Adriana aprendeu que podia treinar suas competências emocionais - e esse foi o caminho para sua cura e sua nova atividade profissional. O resultado é o conceito de "plasticidade emocional", que ela conta em detalhes em seus livros. Do episódio, dentre tantos outros, tirou um aprendizado: jamais postergar a felicidade. Leia mais sobre ela aqui.
Nós começamos 2021 falando sobre dinheiro ("E se meu dinheiro acabar antes de mim"), mas o tema que mais repercutiu ao longo do ano foi carreira. Tivemos unas quatro episódios sobre o assunto, com destaque para "Existe carreira depois dos 50", com Vicky Bloch, aliás, o de maior audiência no ano. Nele, nossa entrevistada nos ajuda a entender sobre as competências que fazem diferença no mundo de hoje, como promover mudanças de carreira e a necessária busca de trabalho em vez de emprego. No entanto, muitos outros temas - da saúde mental à saúde bucal, da moda dos cabelos brancos às técnicas de renovação íntima, das amizades que duram uma vida ao caminho de Santiago de Compostela - passaram pelo podcast este ano. Nesta retrospectiva, nós quatro relembramos o ano e deixamos no ar uma pergunta: vamos voltar em 2022? O que você acha?
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