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A ciência já provou e comprovou: a companhia de um animal de estimação traz diversos benefícios aos humanos. Entre eles estão a redução do estresse. Isso ocorre porque a presença do bicho estimula a produção de um hormônio que proporciona bem-estar. Para quem está envelhecendo, então, existem vantagens adicionais, como a prevenção de doenças, a redução do sedentarismo e o exercício da memória. Nesta entrevista com o veterinário Rodrigo Ferraz Aliane, 50 anos, de UBÁ, Minas Gerais, um amante incondicional dos animais, vamos aprender os cuidados que devemos ter com os bichanos em casa. Rodrigo lembra as regras fundamentais: manter a vacinação em dia e dar banhos regulares. "Cachorro adora lamber, mas pode ter contaminações", diz o veterinário. Outra coisa que ele recomenda é evitar deixar o animal dormir na sua cama. Em vez disso, para preservar a sua própria cama, ele recomenda montar uma caminha no chão. Está em dúvida entre gato e cachorro? Rodrigo explica a diferença entre eles e recomenda que você entenda o seu perfil antes de optar por um e outro. E se estiver pensando em adotar um pet, ouça o que diz Rodrigo: "Não basta amar para adotar; precisa ter compromisso nos bons e maus momentos."
O que significa ser mulher de 50 nos dias atuais? Com esta pergunta, nós quatro lançamos em 11 de março de 2020, mesmo dia em que foi decretada a pandemia global causada pelo coronavírus, o podcast “Mulheres de 50”, uma produção da Jabuticaba Conteúdo agência de comunicação de São Paulo (SP). A ideia original era compartilhar experiências sobre saúde, família, lazer, trabalho e também informações e notícias úteis para essa geração de mulheres que, como nós dissemos naquele primeiro episódio, se recusam a aceitar a velhice esperada pela sociedade. Para elas, a idade não define como essa mulher contemporânea pensa, age e faz escolhas. Este centésimo episódio traz duas novidades na produção. Foi o primeiro em que nos reunimos presencialmente para a gravação, num estúdio em Toledo, no Paraná - os 99 episódios anteriores foram gravados remotamente, já que moramos em cidades diferentes. A segunda novidade é a gravação no formato videocast, que reúne áudio e vídeo. “Como somos irmãs, conversamos com uma intimidade muito grande”, diz Tereza. “Nós nos conhecemos, sabemos os pontos fracos de cada uma, conseguimos brincar com isso”, afirma Sandra. “A conversa é informal, como se a gente estivesse na sala de casa”, diz Lúcia. “Completamos mais de 100 horas de conteúdo, aprendemos muito com cada especialista que entrevistamos”, afirma Mel, que destaca a entrevista com Rosaly Lopes, astrônoma, geóloga planetária e vulcanóloga da Nasa, convidada da quinta temporada. “Ela mostrou que, com determinação, as mulheres podem chegar em qualquer lugar.” Entre outras entrevistadas pelo “Mulheres de 50” estão a atriz Virginia Novick, a ex-jogadora de basquete Magic Paula, a estilista Helena Schargel, a dermatologista Katia Volpi e a especialista em etiqueta Célia Leão. O podcast também entrevista homens, como o cirurgião plástico Aristóteles Bersou, o psiquiatra Lucas Farnese e o especialista em carreira Esteban Ferrari.
O que é uma casa sem planta? Para Cinthya Rodrigues Gomes, 52 anos, dona da Papoula Interiores e Paisagismo, de São Paulo, sem plantas, ela será apenas uma casa. "A planta aconchega, dá vida e personalidade ao espaço", diz ela nesta entrevista exclusiva para o podcast Mulheres de 50. Formada em design de interiores pela Escola Panamericana de Artes e com vários cursos de jardinagem (incluindo o disputado Curso de Jardinagem e Recurso Paisagístico do Viveiro Manequinho Lopes, ligado ao Parque Ibirapuera, em São Paulo), Cinthya é regularmente chamada para realizar projetos paisagísticos. Em todos eles, diz que antes de qualquer coisa é preciso entender a dinâmica da casa, se tem animais, se tem crianças e se as pessoas têm tempo para cuidar das plantas. "Não se trata de usar a planta da moda e pronto", diz ela. Ouça a entrevista e descubra quais são os melhores meses para poda e o tipo de fertilizante que vai bem em todas as plantas.
Quer fazer um cursinho rápido de organização da casa? Ouça a entrevista com nossa convidada deste episódio, a personal organizar Ciça Torriani Lotti, 40 anos, dona da Organiza na Gaveta. Sua empresa nasceu como hobby - ela é formada em fonoaudiologia - e virou profissão. "Desde pequena, tenho mania de organização", diz ela. Ciça ensina os 5 passos para o processo de organização: o primeiro (e mais difícil, pois exige desapego) é a triagem; depois, vêm a categorização, a setorização, a organização em si e, por fim, a identificação. Depois que organizou, como manter tudo no lugar? Ciça diz que precisamos entender a diferença entre arrumar (esconder a bagunça) e organizar (seguindo os passos acima). No primeiro caso, a bagunça vai voltar. "A manutenção é a segunda parte mais difícil, depois da triagem: é um desafio e exige a colaboração das outras pessoas da casa", diz. Quanto ao desapego, Ciça diz que não significa necessariamente jogar fora as coisas que você não usa mais. "Você pode criar uma caixa de recordações para elas. Na sua frente, tem que ficar o que usa no dia a dia". Ah! Quer saber como manter a geladeira organizada? Ouça a entrevista até o fim.
Quais os maiores erros que cometemos ao reformar? É possível manter a obra dentro do prazo e do orçamento? Por onde começar? Levamos as nossas dúvidas sobre reforma para a arquiteta Sandra Pires de Campos, 60 anos, dona da empresa Traço Livre, que atua em projetos de residências fora de São Paulo, com apelo rústico, aconchegante e sustentável. Sandra, formada em 1985 na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie, avisa logo: programas televisivos de reforma não ajudam, especialmente porque a realidade dos países é diferente, seja no clima seja nos tipos de materiais disponíveis. Ela dá uma dica valiosa para evitar atrasos: fazer um cronograma semana a semana, cujas entregas estejam atreladas ao pagamento. Isso vai evitar que a equipe pegue duas obras ao mesmo tempo.
Você sabe o que é o feng shui e para que serve? Pois nós também não sabíamos, por isso entrevistamos a arquiteta Julia Daraya Dantas, 30 anos, da Daraya Arquitetura, que usa esta arte milenar nos projetos que faz em São Paulo. "O feng shui analisa as energias nos espaços", diz Julia. "Arrumar um armário já é um feng shui porque vai fazer a energia circular." Na entrevista, ela dá dicas sobre a posição da cama e o que colocar para neutralizar a energia negativa na entrada da casa; fala sobre incenso, plantas e espelhos. "Numa casa harmonizada, o negativo que entra será logo harmonizado", diz. Ouça e entenda a teoria da janela quebrada e os riscos de não consertar os vazamentos.
Jamais vamos esquecer aquele 29 de junho de 1982. Foi o dia em que nossa casa, construída em madeira na cidade de Eldorado (MS), queimou. Com o fogo foram embora todos os nossos pertences, das roupas às fotos infantis, dos móveis aos livros escolares. Nós quatro tínhamos entre 10 e 17 anos, sofremos pouco aquela perda em comparação ao sofrimento dos nossos pais, que ficaram com seis filhos sem teto em questão de minutos. Quarenta anos depois, pela primeira vez, nos reunimos para falar sobre o assunto, com a ajuda da psicóloga Lucia Roberto, 62 anos, sendo 25 anos na prática psicoterápica em consultório particular, presencial e on line. Nesta entrevista, que nos concedeu diretamente de Garopaba (SC), para onde se mudou recentemente, ela fala sobre os traumas provocados pela perda do lar, não só os nossos, mas de pessoas que perdem as casas por causa de desastres naturais e guerras, como a da Ucrânia. O lado bom do nosso caso foi ver a generosidade dos amigos e conhecidos que, imediatamente, doaram tudo o que precisávamos - incluindo a casa que nos foi cedida por seis meses sem aluguel.
O que uma casa precisa ter para ser acessível? Para saber a resposta, entrevistamos Eliani Prado, 60 anos, publicitária, palestrante e, como ela gosta de dizer, proseadora. Eliani fala com propriedade sobre o tema: como portadora de esclerose múltipla, ela vem gradativamente perdendo força e equilíbrio. Por conta disso e como se movimenta usando cadeira de rosas, ela precisa fazer opções de moradia (mudou de bairro e de apartamento, por exemplo) que lhe permitam continuar com uma vida autônoma e independente. Eliane é criadora do Movimento Giro Livre por mais inclusão e acessibilidade nas cidades, nas calçadas, nos prédios. Mas atenção: essa conversa vai além da casa, pois Eliani nos conta de forma transparente como recebeu a notícia da doença, quando tinha 50, e como a EM está evoluindo sem que ela deixe de amar, trabalhar, inventar projetos e viver a vida com alegria. Ouça e se emocione com a gente.
Com este episódio, estamos começando a décima temporada do podcast Mulheres de 50, que vai ser totalmente dedicada ao tema casa e bem-estar. E já começamos com um assunto polêmico: será que realmente a casa limpa e organizada ajuda na nossa saúde mental? Levamos esta pergunta para Isabel Marçal, 40 anos, presidente e cofundadora do Instituto Bem do Estar, com sede em São Paulo. Isabel apresenta pesquisas internacionais que provam o poder da limpeza no combate ao estresse e à ansiedade e a outros transtornos psíquicos. Ela cita um exemplo pessoal para mostrar que casa é quase um retrato da alma: ele sofreu duas depressões e , na segunda, percebeu seu estado emocional ao observar a desorganização da sua casa. "Minha casa estava desorganizada, a mesma coisa que tinha acontecido da primeira vez", diz. A conversa dela conosco rendeu até debate acalorado sobre louça suja na pia. Você vai dormir com a pia cheia? Algumas de nós vão, mas outras, não. Ouça e descubra.
O que é ser uma pessoa elegante? Célia Leão, 66 anos, uma das mais renomadas especialistas em etiqueta corporativa e social do país, não tem dúvidas: “Elegância é ser adequado, ser simples, ser culto, ser sensível, ser informado, ser íntegro, ser ético”. Em nenhum momento, ela se refere a ter dinheiro ou roupas caras ("Conheço muita gente bem vestida que é deselegante"). A elegância, portanto, está ao alcance de todos os que querem viver bem em sociedade. Autora dos livros “Boas maneiras de A a Z” e “A etiqueta da sedução”, além de coautora de “Cultura & Elegância” (2005), Célia conta nesta entrevista que tem sido requisitada para falar sobre a etiqueta na pós-pandemia. Segundo ela, precisamos repensar o jeito como nos cumprimentamos ("cumprimentar de longe é mais elegante") e não esquecer que as reuniões remotas continuam sendo reuniões de trabalho ("camiseta regata em reunião não pode"). Ainda no capítulo elegância, ela lamenta o péssimo hábito do brasileiro de não confirmar convites, seja com a presença ou com a ausência ("Se alguém convidou, responda"). E avisa: fofoca é um ato de deselegância porque é covarde, venenosa, denigre e não dá a chance do alvo se defender. Como você pode perceber, essa entrevista é imperdível.
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