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Nós a conhecemos principalmente por seu trabalho na televisão, como na novela infantil Chiquititas e nas propagandas das Lojas Marisa. Virginia Nowicki, 53, no entanto, é uma mulher de múltiplos talentos. Em 2003, lançou o livro "Energize-se" para ajudar as mulheres "que acordam sempre cansadas" a colocar mais energia em seus dias. Há alguns anos, graduou-se em health coach pelo Institute for Integrative Nutrition, de NY. Atualmente, está fazendo uma pós-graduação em Gestão Emocional CEB no Einstein. Com essa bagagem, tornou-se palestrante e instrutora de mindfulness e mindful eating. Nessa inspiradora conversa que o podcast Mulheres de 50 gravou com ela, aprendemos muito sobre alimentação consciente e comportamentos que, se inseridos na nossa rotina, vão tornar a nossa vida mais saudável e leve.
E, no filme que marcou a nossa vida desta semana, falamos sobre "Cartas para Julieta" (2010). É um filme leve, gostoso de ver e com paisagens incríveis da Toscana, na Itália. Se ainda não viu, separe duas horas para relaxar e sonhar.
Ouça aqui um trecho do episódio em que a estrela da televisão fala sobre minfulness, alimentação consciente e sua fonte de juventude.
O setembro amarelo nos lembrou que precisamos falar sobre suicídio. Em 2019, segundo a OMS, uma pessoa morreu a cada 40 segundos por suicídio. Essa tem sido a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, atrás apenas dos acidentes de trânsito. Pesquisa do Center for Desease Control and Prevention, agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos do Governo dos Estados Unidos, constatou que em junho deste ano, dos adultos americanos, 11% consideraram seriamente o suicídio.
Os fatores que desencadeiam o suicídio são muitos - e um deles, pode ser o trabalho. Para entender como isso acontece, convidados para o podcast Zeno simm, autor do livro “Suicídio como Acidente do Trabalho e Direitos Fundamentais – uma perspectiva comparada”, lançado em julho. Zeno se interessa pelo tema há muitos anos e se aprofundou nele para sua tese de doutorado. “Nem sempre suicídio significa vontade de parar de viver, mas parar de sofrer”, diz ele. Ouça mais neste último episódio de terceira temporada do Mulheres de 50.
E o filme que marcou a nossa vida desta vez é “Amor sem escalas (2009)”, no qual George Clooney interpreta Ryan Bingham, um executivo que ganha a vida demitindo pessoas em nome das empresas. Há um fato importante no filme relacionado a suicídio. Se você já viu, vale a pena ver se novo, agora considerando os efeitos do trabalho (ou a falta dele).
Joana D’Arc Alvarez nasceu e vive em Guidoval, Minas Gerais, uma cidade de 7 habitantes. Mas é uma mulher do mundo. Por baixo, já fez 66 viagens internacionais. Da China a Nova Iorque, de Praga à Grécia, da Australia ao México. Ela não tem ideia de quantos países conhece. Muitos, com certeza. A pandemia a deixou em casa, quebrando uma rotina de pelo menos duas viagens internacionais anuais desde quando tinha quarenta e poucos anos. Ela está com 77 e, assim que possível, voltará a fazer o que mais gosta. Detalhe: com salário de professora. Joana é nossa convidada neste episódio do podcast Mulheres de 50.
E, para combinar com a conversa, o filme que marcou a nossa vida é “Sob o sol da Toscana” (2003), um desses filmes que encantam e inspiram turistas mundo afora. Nós amamos tanto o filme quanto a Toscana, lugar que a Joana conhece, claro.
Para manter o clima de aventura, destacamos hoje o "Moana" que conta a história de Moana Waialiki, uma corajosa jovem que, para descobrir mais sobre seu passado e ajudar a família, resolve partir em busca de seus ancestrais. Moana é uma inspiração para as meninas de hoje que serão as "Monicas" de amanhã.
Em 2006, a jornalista paranaense Marleth Silva lançou o livro "Quem vai cuidar de nossos pais?", no qual avalia como a nossa sociedade estava cuidando de seus idosos. No texto, que continua leitura obrigatória para todos nós, Marleth dizia: “Muitos brasileiros estão enfrentando sozinhos as dificuldades trazidas pela velhice dos pais (..). É um mundo de dor solitária e desnecessária.” Pois bem, quatorze anos depois, convidamos Marleth para nos ajudar a entender quem vai cuidar de nós, mulheres de 50. A resposta pode ser dura, mas precisa ser encarada. Ouça e comece já a se preparar.
Para o filme que marcou a nossa vida, relembramos Diário de uma paixão (2004). A história de passa nos anos 40, mas é narrada anos depois por um homem idoso (James Garner) para uma colega residente do lar de idosos (Gena Rowlands). Ele vive lá por opção, ela, por consequência de uma demência senil que prejudicou sua memória. Todos os dias, ele lê um capítulo dessa linda história de amor, escrita num velho diário.
Diz a lenda que nos primórdios da humanidade, durante muitos séculos, as mulheres foram as únicas responsáveis pela produção de cerveja. Enquanto o homem saía para caçar, guerrear ou trabalhar, ela preparava a comida e a bebida da família. Atualmente, há muitas mulheres cervejeiras por aí, mas não é delas que falamos neste episódio do Mulheres de 50. Aqui, falamos apenas da própria cerveja. Para entender um pouco mais sobre a bebida, consultamos nosso amigo de juventude em Curitiba, Marcelo Sharlack, que se formou em veterinária com a Mel na UFPR. Há mais de 20 anos, o Marcelo mora fora do Brasil. E, por conta do trabalho, viaja muito pela Europa e Ásia. Em vez de ficar sozinho no hotel, ele adotou o hábito de sair para provar as cervejas locais. Sua meta é provar todas as cervejas do mundo. Ainda está longe de cumpri-la, mas nesse processo se tornou um grande entendedor do tema. "Sou amador", ele ressalva. Se você é do clube, ouve aí.
Na série dos filmes que marcaram a nossa vida, lembramos de Sociedade dos Poetas Mortos (1989), que recebeu quatro indicações ao Oscar (Filme, Diretor, Roteiro Original e Ator) e levou a estatueta de Melhor Roteiro Original. Foi dirigido por Peter Weir, escrito por Tom Schulman e estrelado por Robin Williams. Depois de assistir ao filme, nunca mais nos esquecemos da expressão latina carpe diem, que significa “aproveite o dia”, “curta o momento”. Um brinde.
Imagine passar um tempo em Malta, um arquipélago no Mediterrâneo, cheio de história, pertinho da Sicília. De manhã, você vai para a escola de inglês. À tarde, sai para visitar locais turísticos. À noite, você curte um jantar em família, na casa que te recebeu. Sonhou? Pois isso é viável para pessoas de qualquer idade e em outros lugares incríveis, como Nice, na França, ou Cape Town, na África do Sul. O intercâmbio deixou de ser uma experiência apenas de jovens. Por isso, recebemos neste episódio a soteropolitana Neila Chammas, dona da empresa ETC Intercâmbio, que tem sede em São Paulo, mas atua em todo o país. Neila lembra que o intercâmbio pode ser para estudar línguas, mas também para cursos de culinária ou artes. Há opções em grupo ou individuais. E melhor: além de experimentar uma cultura diferente, o intercâmbio pode sair mais barato que uma viagem de turismo.
Para combinar com o tema, o filme que marcou a nossa vida neste episódio é “O exótico hotel Marigold” (2012), dirigido por John Madden. No filme, aposentados britânicos decidem viver uma aventura em um destino exótico e escolhem o luxuoso Hotel Marigold, na Índia. Ao chegarem, percebem que as coisas não são exatamente como imaginavam e acabam descobrindo uma nova maneira de viver a vida. Entre os atores, estão Dev Patel, Judi Dench e Bill Nighy.
A frase é da jornalista Marcia Neder, que durante 34 anos trabalhou em revistas como Nova e Claudia. Quando tinha 61 anos, ela se deparou com o peso da palavra aposentadoria. "Agora, querem que eu morra, desapareça". Se irritava com a pergunta: "Você não precisa descansar?". Concluiu que não queria essa velhice esperada pela sociedade. Foi estudar o assunto e escreveu o livro “A revolução das 7 mulheres”, publicado em 2014 pela Editora Senac. As novas mulheres com mais de 50 não querem descansar e estão combatendo esteriótipos e preconceitos. O segredo para se manter sempre ativa, diz ela, é ter projetos. Mas isso requer planejamento, começar cedo a cuidar da saúde física e mental, do dinheiro e cultivas os amigos.
As mulheres maduras de hoje não querem ser invisíveis - como bem retratou a atriz americana Meryl Streep no filme “Simplesmente complicado”, No filme de 2010, que marcou a nossa vida, ela é uma mãe de três filhos e que mantém uma relação amigável com o ex-marido (Alec Baldwin), de quem se separou há 10 anos. A história mostra como os dois começam a ter um caso. Vale a pena ver como ela faz suas escolhas no final.
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