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Quando falamos sobre menstruação, é inevitável pensarmos nas dores, aflições e incômodos que vivenciamos. Muitas de nós sabem que todo mês vão sentir cólicas e dores por pelo menos dois ou três dias. É estar sempre em estado de alerta com algum remédio guardado na bolsa. Será que a escola está preparada para acolher e cuidar dessas dores? Neste ciclo, ouvimos a opinião de professoras sobre a importância de saber mais sobre as menstruações, discutimos a influência da menstruação na vida dos meninos e conhecemos o relato de uma obstetriz sobre respeitar a diversidade de experiências menstruais e a necessidade de oferecer cuidados adequados para lidar com as dores.
Então, bora continuar essa conversa? Liga o som e vem com a gente, de ciclo em ciclo, de Lua em Lua!
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Agradecimentos: Agradecemos ao CNPQ pela disponibilização do financiamento para o PIBIC-EM, ao Projeto de Extensão Comunitária “Olhos no Futuro” (Campus Sustentável, UNICAMP), à Escola Estadual Dr. Telêmaco Paioli Melges e a todas as pessoas que participaram do projeto.
O que achou do episódio? Nos conte: [email protected]
Estamos de volta com mais um ciclo da série “De Lua em Lua” e dessa vez vamos falar sobre algo que todo mundo já sentiu na pele (ou no estômago): os nojos que cercam a menstruação! Mas por que a menstruação está associada a um sentimento de nojo? Neste ciclo, vamos ouvir histórias que nos ajudam a pensar sobre isso e buscar caminhos para nos livrarmos das culpas e vergonhas que sentimos quando estamos menstruadas. Tem histórias de amigos que ajudam, meninas que enfrentam preconceitos na escola e conhecimentos preciosos sobre a energia da menstruação na Umbanda!
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No nosso terceiro ciclo, mergulhamos nas experiências de vergonha em torno da menstruação. A vergonha em falar sobre menstruação provoca um enorme silêncio sobre o tema e este retroalimenta a cadeia de punições, violências e confere indignidade ao sangue menstrual e tudo que ele representa. Nesse ciclo, ouvimos histórias sobre a importância do acesso ao banheiro na escola, experiências de um pai viúvo com sua filha menstruada e a vivência de um homem trans tendo que enfrentar a menarca sozinho. Como forma de enfrentar essas vergonhas, discutimos sobre a importância da educação menstrual nas escolas a partir de uma abordagem transversal do tema nos currículos escolares.
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Agradecimentos: Agradecemos ao CNPQ pela disponibilização do financiamento para o PIBIC-EM, ao Projeto de Extensão Comunitária “Olhos no Futuro” (Campus Sustentável, UNICAMP), à Escola Estadual Dr. Telêmaco Paioli Melges e a todas as pessoas que participaram do projeto.
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A mancha do sangue menstrual representa um dos maiores constrangimentos que qualquer pessoa que menstrua pode passar. Essa mancha representa o eco das vozes castradoras – “desastrada!”, “preguiçosa!”, “suja!” – que acionam o botão “serei punida!”. Neste ciclo, ouvimos histórias de professoras e estudantes que vivenciaram um dos maiores terrores das meninas: menstruar na escola e ficar manchada. Conhecemos também a história de uma mulher que viveu e menstruou em situação de rua. Também conversamos sobre como podemos reconhecer, acolher e valorizar as menstruações, em especial dentro do ambiente escolar.
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Agradecimentos: Agradecemos ao CNPQ pela disponibilização do financiamento para o PIBIC-EM, ao Projeto de Extensão Comunitária “Olhos no Futuro” (Campus Sustentável, UNICAMP), à Escola Estadual Dr. Telêmaco Paioli Melges e a todas as pessoas que participaram do projeto.
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O primeiro ciclo do podcast De Lua em Lua mergulha no universo da menstruação e adolescência, trazendo relatos de estudantes e professores sobre suas experiências com a menstruação, sejam elas pessoas que menstruam ou não. Conversamos sobre o conhecimento comum que temos da menstruação. Com muita sensibilidade e um tanto de antropologia, o ciclo destaca a importância do conhecimento e da dignidade menstrual para uma vida plena. Este é apenas o início de uma série de sete ciclos que irão enriquecer nosso entendimento sobre esse tema essencial.
Então, bora continuar essa conversa? Liga o som e vem com a gente, de ciclo em ciclo, de Lua em Lua!
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Agradecimentos: Agradecemos ao CNPQ pela disponibilização do financiamento para o PIBIC-EM, ao Projeto de Extensão Comunitária “Olhos no Futuro” (Campus Sustentável, UNICAMP), à Escola Estadual Dr. Telêmaco Paioli Melges e a todas as pessoas que participaram do projeto.
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De Lua em Lua, nova temporada do Mundaréu sobre menstruação e antropologia, está no ar! Feita para e por adolescentes, a série está recheada de histórias que nos ajudam a abrir mentes e corações sobre os desafios e belezas de menstruar.
Serão sete episódios, lançados um por dia, durante os dias 22 a 28 de maio. Vem com a gente, de ciclo em ciclo, de lua em lua!
Nesse episódio, visitamos o Grupo de Estudos sobre Família, Gênero e Subjetividades na Universidad Nacional de Mar del Plata. Vamos conhecer as pesquisas de Cecília Rustoyburu, Melina Antoniucci e Natacha Mateo sobre corpos, tecnologias e gênero. E vamos falar sobre as resistências feministas simbolizadas nos lenços brancos e verdes. Na resistência das Mães e Avós da Praça de Maio à Maré Verde, passando pela lei que reconhece o direito à identidade de gênero e o acesso ao sistema de saúde para garantir o acesso a processos de hormonização. Esta conversa, a última da série Mundaréu na Argentina, falamos sobre as relações entre gênero, ciência e tecnologias médicas e os desafios para a garantia dos direitos humanos de mulheres e outras minoriais LGBTQIAPN+.
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RUSTOYBURU, Cecília. “Una cosa es la ley, y otra la práctica médica”. Las adolescencias trans en el sistema de salud en Argentina: entre las narrativas de derechos y el adultocentrismo”. Sexualidad, Salud y Sociedad 39, pp. 1-22, 2023.
ANTONIUCCI, Melina. “Ésta se fue, ésta murió, ésta ya no está más. El Archivo de la Memoria Trans en Argentina”. Cuadernos del Centro de Estudios en Diseño y Comunicación 92, pp. 21-39, 2019.
____. “Todo sexo es político: algunos apuntes sobre el acceso a la salud de personas trans en el primer nivel de atención de la ciudad de Mar del Plata, Argentina”. In RUSTOYBURU, Cecília et al. (Orgs.). El estudio de las formas familiares en el nuevo milenio. Trayectos, dilemas y propuestas. Rosario: Prohistoria Ediciones, 2020, pp. 277-295.
MATEO, Natacha. “Reflexiones sobre el uso de metodologías de investigación multimodales: el caso de la construcción de la trayectoria socio-técnica y tecno-cultural del misoprostol como droga abortiva (1970-2020)”. Revista Latinoamericana de metodología de las Ciencias Sociales 13(2), pp. 2-16, 2024.
FELITTI, Karina; CEPEDA, Agustina; MATEO, Natacha; RUSTOYBURU, Cecília (Orgs.). Tecnologías biomédicas y feminismos. Historias de dispositivos, políticas y agenciamientos. Buenos Aires: Grupo Editor Universitário, 2022.
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Apresentação: Daniela Manica
Agradecimentos: Melina Antoniucci, Cecilia Rustoyburu, Natacha Mateo, Agostina Cepeda, Andrea Torricella, Margarita Caruso Stefanini, Alejandra Roca, Cecília Fleischer Swioklo, Henrique Manica Domingues, Leda Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Nicholas Simões Martins.
Nesse episódio, nós visitamos a casa da antropóloga Alejandra Roca. Alejandra Roca é antropóloga, professora da Universidad de Buenos Aires e também colaboradora do Mundaréu! Também estavam conosco duas de suas orientandas, Estefanía Victoria Ayala e Margarita Caruso Stefanini. Conversamos sobre a relação de orientadora e orientandas e como essa relação é como um fertilizador para os projetos de pesquisa, que vão sendo construídos, pensados e moldados a partir dela. Conhecemos suas pesquisas sobre fertilização in vitro, doação de óvulos e barriga de aluguel. Pesquisas com atravessamentos de gênero, raça, classe e mobilizações sociais. Elas nos contaram como ser uma pesquisadora feminista é um lugar privilegiado para se pensar e se fazer ciência, e que alianças feministas são fundamentias para essas atividades.
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Apresentação: Fernanda Mariath
Agradecimentos: Alejandra Roca, Estefanía Victoria Ayala, Margarita Caruso Stefanini, Cecília Fleischer Swioklo, Henrique Manica Domingues, Leda Manica, Clarissa Reche, Nicholas Simões, Soraya Fleischer, Daniela Manica, Má Viana, Irene do Planalto Chemin e Gabriel Marçal.
É possível transformar demandas feministas em políticas institucionais dentro das universidades? Neste episódio, vamos conhecer a experiência de Daniela Losiggio e Mariela Solana, docentes na Universidad Nacional de Arturo Jauretche, que fica na cidade de Florencio Varela, no conurbano de Buenos Aires. Visitamos as duas e conversamos com elas no acolhedor escritório da Diretoria de Gênero, Diversidade e Direitos Humanos. Conhecemos ações práticas para transformar políticas feministas em políticas científicas e tecnológicas. Repercutir no Brasil essas histórias e o ganhos que elas nos contaram certamente servirá de inspiração para que nós possamos nos mover com criatividade, amor e empatia dentro de nossos próprios espaços, instituições acadêmicas e territórios.
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Apresentação: Clarissa Reche
Agradecimentos: Daniela Losiggio, Mariela Solana, Fernanda Mariath, Nicholas Simões Martins, Alejandra Roca y Margarita Caruso Stefanini
Esse episódio abre a série do Mundaréu na Argentina. Conversamos com Mónica Tarducci, professora da Universidad de Buenos Aires e que aqui representa a Colectiva de Antropólogas Feministas, uma iniciativa que mobiliza as articulações entre as pautas feministas e a antropologia acadêmica.
Vamos conhecer a sua história pessoal e, como pano de fundo, a história da Antropologia, do feminismo e da própria Argentina recente. O mais importante para a Mónica Tarducci é o trânsito entre a militância na rua e na universidade, um espaço alimentando o outro sempre mutuamente.
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Materiais extras citados no episódio:
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Apresentação: Soraya Fleischer
Agradecimentos: Monica Tarducci, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Nicholas Simões Martins, Tania Perez-Bustos.
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