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Imagina se a gente criasse uma rede social do zero e qualquer pessoa pudesse usar do jeito que quiser, modificar os algoritmos e até compartilhar de graça com outras pessoas?
Nesse episódio, conhecemos o movimento de software livre e outras tecnologias comunitárias, como a fotografia e as hortas. Quem compartilha poderes com a gente nesse episódio é a Isabella Aparecida, ela é fotógrafa, multiartista, estuda Ciências Sociais, faz parte do Núcleo de Consciência Negra da Unicamp e da Casa de Cultura Tainã.
Finalizando nossa série, aprendemos que os poderes de informação e o território ficam ainda mais potentes quando usados juntos.
Materiais extras
Transcrição do episódio
Referências
FARDIN, Sônia A. 2021. TC Silva: tecnologia e ancestralidade. In: Wenceslau Oliveira Jr.; Renata Soares da Luz (orgs.). Casa dos Saberes Ancestrais: diálogos com sabedorias africanas e afro-americanas. Campinas: BCCL/Unicamp, p.332-69.
Efeitos sonoros e músicas
Orquestra Tambores de Aço – Nação Tainã. Canal do Youtube: Guto Fidalgo, publicado em 22 de jun. de 2009.
Expediente de produção:
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Com o tanto de tecnologias digitais que temos à nossa volta, ou até dentro da gente, como não dizer que somos meio ciborgues?
No início de 2025, foi promulgada a Lei nº 15.100, que proíbe a utilização do celular nas escolas, com algumas exceções como usar o celular para fins pedagógicos. Foi uma grande mudança para os estudantes do ensino médio, pois durante toda a trajetória escolar os celulares estavam muito presentes. Nesse episódio, Samara Lopes e Raylane de Souza vão para uma escola pública de ensino médio de Campinas para conversar com estudantes do 3º ano e do Grêmio Estudantil sobre as experiências deles com celulares e outras tecnologias digitais.
Conversamos com Leonardo, Beatriz, Gabriel, Nicolas, Ananda, Jean, Rhayza e Gabriela sobre poderes tecnológicos, aplicativos educacionais como a Sala do Futuro, e sobre como fazer podcast é uma ótima forma de aprender sobre tecnologia.
Dá o play e vem fazer parte da nossa liga de ciborgues rastreadores de poderes tecnológicos!
Materiais extras
Transcrição do episódio
Referências
BRASIL. Lei nº 15.100, de 13 de janeiro de 2025. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 jan. 2025.
Efeitos sonoros e músicas
Satellite Sounds. Canal do Youtube: Ian The Space Nerd, publicado em 3 de mai. de 2021.
Expediente de produção:
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Você acha que tá usando as redes sociais ou que tá sendo usado por elas?
As BigTechs criam simulações pra gente viver “cronicamente online”: feed infinito, filtro bonito, áudio acelerado. Apesar de ser meme, tem cientistas sociais como Bianca Cavichioli pesquisando sobre o que as pessoas consideram como cronicamente online, quais são as características e reflexos disso nos jovens. Também conversamos sobre as legislações relacionadas à internet com a cientista da computação Nina da Hora.
Se conecta com a gente, estamos rastreando poderes tecnológicos e queremos compartilhar tudo com você!
Materiais extras
Transcrição completa do episódio
Referências
BRASIL. Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014. Dispõe sobre o Marco Civil da Internet. Brasília, DF, 2014.
Efeitos sonoros e músicas
Piano Romantic, por Paul Yudin, Creative Commons.
Expediente de produção:
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Você sabe quem foi a primeira pessoa a desenvolver algoritmos computacionais?
Nesse episódio, Veronica Martins e Geovana Luna explicam o que são hardwares e softwares para te mostrar que os algoritmos parecem invisíveis, mas são resultado de processos visíveis de desenvolvimento e programação. Eles evoluíram de máquinas mecânicas simples para sistemas complexos que aprendem e se adaptam. Entrevistamos Nina da Hora para entender melhor como funcionam os algoritmos, especialmente o funcionamento do TikTok.
Nina da Hora é cientista da computação, mestrande em Política Científica e Tecnológica e em Inteligência Artificial, ambos na Unicamp. Fundadore do Instituto Da Hora, um laboratório de resistência tecnológica, atua em conselhos de tecnologia e segurança digital no Brasil e no mundo.
Se conecta com a gente, estamos rastreando poderes tecnológicos e queremos compartilhar tudo com você!
Materiais extras
Transcrição completa do episódio
Referências
A Máquina de Charles Babbage. Produzido pelo Instituto Federal do Rio Grande do Norte – Campus Caicó. Canal do Youtube: Nildo Queiroz. Publicado em: 9 de abr. de 2018.
Efeitos sonoros e músicas
String Quartet No. 42 in C major, Op. 54, No. 2, Hob. III:57 – III. Minuet allegretto – Trio, composta por Joseph Haydn, performance por The Danish String Quartet, disponível em Creative Commons 3.0
Expediente de produção
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Cada pessoa tem seus ancestrais… e as tecnologias talvez tenham seus ancestrais também.
No primeiro episódio, Samara Lopes e Kauan Alves vão rastrear a história do primeiro gravador de áudio e acabam por refletir sobre suas próprias ancestralidades. Convidamos o Pedro Anansi e a Yalasé Fabiana D’Óxossi para nos contarem suas perspectivas sobre tecnologias ancestrais.
Se conecta com a gente, estamos rastreando poderes tecnológicos e queremos compartilhar tudo com você!
Materiais extras
Transcrição do episódio
Referências
FARDIN, Sônia A. 2021. TC Silva: tecnologia e ancestralidade. In: Wenceslau Oliveira Jr.; Renata Soares da Luz (orgs.). Casa dos Saberes Ancestrais: diálogos com sabedorias africanas e afro-americanas. Campinas: BCCL/Unicamp, p.332-69.
Efeitos sonoros e músicas
Waltz in A minor, B 150, composta por Frédéric Chopin, performance por Aya Higuchi, disponível em Creative Commons CC0 1.0
Expediente de produção:
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Existe alguma tecnologia na sua família que é passada há várias gerações? E se a gente tiver deixando de ser humanos e virando ciborgues? Ou até simulações digitais?
Chegou a série de podcast que vai transformar nossa visão sobre as tecnologias! Conexão é a mais nova série do Mundaréu, feita para e por adolescentes. Serão 5 episódios onde vamos rastrear poderes tecnológicos, como a invisibilidade, a simulação e a informação. Conversamos com vários pesquisadores e estudantes e fomos nos tornando cada vez mais poderosos e tecnológicos! Queremos compartilhar tudo com você!
Então fica conectade com a gente!
Transcrição do Teaser.
Expediente de produção:
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Nos conte o que achou: [email protected]
Como a produção de conhecimento científico pode se inspirar no trabalho cuidadoso de bordadeiras e artesãs? O que significa fazer um trabalho científico cuidadoso? Como fazer pesquisa feminista sobre ciência e tecnologia? Nessa pesquisa que fizemos nos últimos dois anos, a gente está em busca de antropólogas que pesquisem ciência e tecnologia de uma perspectiva feminista. Encontramos muitas antropólogas feministas, antropólogas que pesquisam ciência e algumas que trabalham com tecnologia. Mas a verdade é que bem poucas fazem esse cruzamento entre perspectivas feministas e a ciência e tecnologia como a professora Tania Pérez-Bustos, que é parte do Mundaréu e coordenou junto da professora Daniela Manica a produção desta série.
Mais informações:
Página do episódio
Materiais extras:
DE LA BELLACASA, Maria Puig. Matters of care in technoscience: Assembling neglected things. Social Studies of Science, v. 41, n. 1, p. 85–106, 2011.
Expediente:
Apresentação: Daniela Manica
Agradecimentos: Tania Pérez-Bustos, Isabel Gonzales, Miércoles de Chicas, Irene do Planalto Chemin e Clarissa Reche. FAPESP, Unicamp e CNPQ.
Como pensar um feminismo que emerge dos territórios, das práticas e dos movimentos sociais? O que acontece quando o pensamento acadêmico se mistura com experiências concretas de vida e militância? No episódio de hoje, seguimos os giros de Mónica Amador, antropóloga colombiana que atravessou fronteiras geográficas, políticas e epistemológicas. Mónica transita entre a universidade, o governo e as lutas sociais, nos convida a refletir sobre as conexões entre feminismo, meio ambiente e justiça social. Sua trajetória passa por países como Chile, Noruega, Índia e Uganda, e articula saberes do ecofeminismo, dos estudos decoloniais, dos estudos sociais da ciência e da tecnologia. Mas é na Colômbia, em meio às experiências locais e às resistências cotidianas, que ela enraíza sua antropologia feminista e ambiental.
Mais informações:
Página do episódio
Materiais extras:
Amador-Jimenez, M., Ramos Baron, P. A., & Richter, S. (2024). Complementary ways of seeing “the nature”: Integrating varieties of knowledge practices in the management of local environmental conflicts in Colombia. Environment and Security, 2(1), 47-74.
Expediente:
Apresentação: Maxie Viana Pereira
Agradecimentos: Tania Pérez-Bustos, Isabel Gonzales, Miércoles de Chicas, Irene do Planalto Chemin e Clarissa Reche. FAPESP, Unicamp e CNPQ.
Quando você faz pesquisa, tem consciência de como o seu corpo se engaja nessa atividade? No episódio de hoje, vamos conversar com as antropólogas colombianas Ana María Ulloa e Sandra Daza Caicedo sobre como pesquisar com sensorialidades. Falamos sobre os desafios colocados pelas críticas feministas à ciência, como a que fez Donna Haraway, ao mostrar o quanto a ciência moderna está centrada principalmente na visão. E vamos conhecer as abordagens criativas dessas duas pesquisadoras para pesquisarem com as habilidades sensoriais ligadas ao campo da alimentação. As suas pesquisas vão do caseiro e doméstico à escala industrial de alimentos e cosméticos. Elas nos contam sobre os processos de aprendizagens e técnicas que constroem o corpo que cozinha, que alimenta, que consome e que desenvolve sensorialidades. E falam das questões e críticas feministas que podemos desdobrar disso. Bora escutar?
Mais informações:
Página do episódio
Materiais extras:
Barad, Karen. Meeting the Universe Halfway: Quantum Physics and the Entanglement of Matter and Meaning. Durham, NC: Duke University Press, 2007.
Expediente:
Apresentação: Fernanda Mariath
Agradecimentos: Ana Ulloa, Sandra Daza, Clarissa Reche, Irene do Planalto Chemin, Daniela Manica e Tania Perez-Bustos. FAPESP, Unicamp e CNPQ.
É possível pensar em políticas que coloquem a vida no centro das decisões? E uma antropologia que coloque a vida no centro das pesquisas? Neste episódio, conversamos com Alhena Caicedo, antropóloga e diretora do Instituto Colombiano de Antropologia e Historia (ICANH), em Bogotá. Alhena nos guiou por sua trajetória como pesquisadora e militante de esquerda, explorando como o feminismo e a antropologia se entrelaçam para desafiar estruturas de poder e desigualdade. Acompanhe-nos em uma jornada que passa pelas lutas sociais na Colômbia, desde as mobilizações do Paro Nacional e o estallido social de 2021 até a importância de ocupar espaços institucionais com perspectivas feministas e decoloniais.
Mais informações:
Página do episódio
Referências:
Materiais extras:
BENAVIDES, Carlos Alberto; CAICEDO, Alhena. La gente negra del norte del Cauca. Tabula Rasa, [S. l.], n. 52, p. 71–100, 2024.
Expediente:
Apresentação: Clarissa Reche
Agradecimentos: Alhena Caicedo, Clarissa Reche, Irene do Planalto Chemin, Daniela Manica e Tania Perez-Bustos. FAPESP, Unicamp e CNPQ.
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