
Sign up to save your podcasts
Or


Como se dão as tranças do trabalho antropológico, entre afetos e teorias? Como referenciar, em nossas pesquisas, as lembranças que trazemos conosco? Conversamos com Mara Viveros Vigoya e Franklin Gil Hernández, professores da Escola de Estudos de Gênero da Universidad Nacional da Colômbia. Mara ensinou Franklin quando ele era estudante de graduação, trabalham juntos há muitos anos, mas nem por isso as tranças da vida deixaram de surpreendê-los com histórias sobre suas famílias que nem mesmo eles sabiam. As histórias de Mara e de Franklin nos apontam caminhos para radicalizar a interseccionalidade.
Mais informações:
Página do episódio
Materiais extras:
CHAMORRO, Rosa. El Club Negro de Colombia: El entrecruce de los conceptos de raza y clase en las ideas de Manuel Zapata Olivella y Natanael Díaz. 2024.
Expediente:
Apresentação: Irene do Planalto Chemin
Agradecimentos: Mara Viveros Vigoya, Franklin Gil Hernández, Clarissa Reche, Daniela Manica e Tania Pérez-Bustos, FAPESP, Unicamp e CNPQ.
Dedicatória: Para minhas hermanitas, Allana Victoria de Los Andes Puentes Pimentel e Serena Paz de Los Andes Puentes Pimentel.
No ano passado, foi a vez do Mundaréu conhecer iniciativas feministas de pesquisa na Colômbia. E agora, em abril de 2025, nós vamos contar tudo pra vocês nessa série com cinco episódios. Não perde e vem com a gente.
Transcrição do roteiro
Expediente:
Como as práticas interculturais e contra-coloniais podem transformar o papel dos museus e da ciência? Como valorizar as autorias indígenas e o protagonismo das mulheres na preservação cultural? No episódio “Nosso museu está vivo, nosso conhecimento está no território” conversamos com as antropólogas Cláudia Leonor Lopes e Ana Manoela Primo dos Santos Soares sobre a relação entre ciência e interculturalidade, destacando o trabalho de ambas no Museu Emílio Goeldi.
Ao longo de nossas últimas duas temporadas do Mundaréu, nós estamos nos aproximando do que é uma crítica acadêmica feminista que pratica um rompimento com os lastros colonialistas, ocidentais e brancos que sim, estão na raiz do que hoje entendemos como movimento feminista. O que estamos encontrando é um misto de ação política com movimentos teóricos que estão abrindo caminhos para que possamos, com respaldo e credibilidade social, experimentar junto com maneiras diversas de entender o que é “conhecimento”, “ciência”, e com maneiras distintas de conhecer o mundo e a vida. Este episódio foi gravado no dia 20 de junho de 2024, em Belém.
Mais informações
Página do episódio.
Pesquisadoras indígenas citadas no episódio:
Currículo Lattes de Célia Nunes Correa Xakriabá
Referências
AURORA, Braulina. Indígenas mulheres: corpo território em movimento. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) — Universidade de Brasília, Brasília, 2022.
Materiais Extras
Indígenas mulheres são território: Episódio do podcast Compósita com Ana Manoela Karipuna e Suzana Karipuna
Expediente
Apresentação: Daniela Manica e Isabela Dantas
Será que é possível construir práticas de pesquisa e de trabalho que sejam libertadoras mesmo quando a gente atua dentro de estruturas institucionais que carregam heranças colonialistas, racistas, sexistas? E se é possível, como fazer isso? Neste episódio, conversamos com Camila Wichers, professora na graduação de Museologia e na pós-graduação de Antropologia Social na Universidade Federal de Goiás, e Leonardo Tavares Alencar, mestrando em Museologia na UFG e orientando de Camila.
Além de conhecer o campus, nós também visitamos o Museu de Imagem e do Som de Goiás. E lá, conversamos com Luís Felipe Pinheiro e Gisele Gomes Garcia. Pudemos fabular sobre patrimônio, memória e processos de musealização que sirvam para propósitos feministas decoloniais. E aqui vai um spoiler: são nas fissuras que estão as possibilidades de criarmos contranarrativas. Este episódio foi gravado no dia 23 de novembro de 2023, em Goiânia.
Ah! Recebemos uma linda notícia um pouco antes do lançamento deste episódio: em setembro de 2024, a Camila Wichers assumiu como docente do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, levando consigo seu trabalho com gênero, sexualidade e crítica feminista.
Mais informações:
Página do episódio.
Referências
ALENCAR, Leonardo Tavares. A masculinidade hegemônica e a colonialidade no fazer museal. Monografia, Bacharelado em Museologia da Universidade Federal de Goiás, 2021.
Materiais Extras
BAPTISTA, Jean; BOITA, Tony Willian.; MORAES WICHERS, Camila Azevedo. O que é Museologia LGBT?. Revista Memórias LGBT, v.7, p.4 – 9, 2020.
Expediente:
Apresentação: Irene do Planalto Chemin e Clarissa Reche
Estamos em outubro, mês de campanha de conscientização sobre o câncer de mama. Conhecido como “Outubro Rosa”. Hoje, vamos falar novamente sobre peitos. Como as mulheres se sentem com a perda da mama? Como elas se veem? É possível se sentir sensual depois da retirada da mama? Tem que fazer reconstrução? Como faz pra ir à praia ou à piscina? Nesse episódio, que a gente chamou de “outubro mais-que-rosa”, vamos trazer perspectivas feministas antirracistas sobre o câncer de mama.
Vamos conversar com a Waleska Aureliano, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a UERJ, que pesquisa no campo da antropologia da saúde sobre câncer de mama. E com a Jacqueline Faria, fundadora da ONG Mulheres de Peito e Cor e ativista pelo direito da não reconstrução da mama. Esse episódio foi gravado no Rio de Janeiro em outubro de 2023.
Mais informações:
Página do episódio.
Referências
Calendário Mulheres de peito e cor, 2023.
AURELIANO, W. A.. “…e Deus criou a mulher”: reconstruindo o corpo feminino na experiência do câncer de mama. Revista Estudos Feministas (UFSC. Impresso), v. 17, p. 49-70, 2009
AURELIANO, W. A. Narrativas de adoecimento e alternativas textuais: o câncer de mama em quadrinhos. CADERNOS DE SAÚDE PÚBLICA, v. 39, p. 1, 2023.
AURELIANO, W. A.. Da palavra indizível ao corpo revelado: narrativas imagéticas sobre o câncer de mama. In: Clarice Peixoto; Barbara Copque. (Org.). Etnografias visuais: análises contemporâneas. 1ed.Rio de Janeiro: Editora Garamond, 2015, v. , p. 71-96.
REZENDE, Claudia; AURELIANO, Waleska; AISENGART, Rachel. A vida compartilhada: parto, doença e morte na internet. MANA (RIO DE JANEIRO. ONLINE), v. 27, p. 1-30, 2021.
LERNER, Kátia; AURELIANO, Waleska. Corpos em evidência: sofrimento, superação e autoestima em narrativas sobre o câncer de mama. In: Igor Sacramento; Julio Cesar Sanches. (Org.). Dispositivos de Subjetivação: saúde, cultura e mídia. 1ed.Rio de Janeiro: Multifoco, 2019, v. , p. 360-396.
AURELIANO, Waleska. A destruição da Parte e a (re)construção do Todo: identidade e corpo na experiência do câncer de mama. REVISTA ANTHROPOLÓGICAS, v. 18, p. 239-274, 2007.
Site do movimento Not Putting on a Shirt que advoga por práticas cirúrgicas adequadas para mulheres que optam por não reconstruir suas mamas após mastectomia.
Materiais extras
Ferraz D, Siren C, Gama F, Fleischer S. 180º: minhas reviravoltas com o câncer de mama. Rio de Janeiro: NAU Editora; 2022.
Expediente:
Todo o processo de gestação, parto e nascimento é um grande acontecimento, que mobiliza muita gente, muitos cuidados. Especialmente quando é a primeira gestão de uma pessoa. Tem sempre muita informação circulando sobre gravidez e parto. Mas a gente ainda fala muito pouco do período imediatamente depois que o bebê nasce, os primeiros dias, primeiras noites. Essa fase que chamamos de puerpério, e que é puro caos e muitas emoções. Hoje, a gente vai conversar sobre amamentação. Essa fase importante que acontece no puerpério e que envolve uma nova relação entre mães, bebês, famílias e suas dinâmicas. Quais são os problemas e dilemas que acontecem durante essa fase? É possível pensar em perspectivas feministas sobre a amamentação? Como elas se relacionam às expectativas das mulheres e às prescrições e orientações do campo da saúde?
Vamos conversar com Marina Nucci, que é Doutora em Saúde Coletiva e professora do Instituto de Medicina Social da UERJ, e com Bianca Balassiano, consultora de amamentação. Elas duas se conheceram quando Marina teve sua primeira filha, e Bianca ajudou Marina com as suas dificuldades ligadas à amamentação. A gente vai falar sobre o tipo de trabalho que a Bianca faz, e como Marina desenvolve perguntas feministas de pesquisa a partir disso. Vem com a gente, vamos entrar no consultório da Bianca. Esse episódio foi gravado no Rio de Janeiro em outubro de 2023.
Mais informações:
Página do episódio
Referências
BALASSIANO, Bianca. Desmame gradual: como dar um final feliz à sua história de amamentação. Rio de Janeiro: Mapa Lab, 2020.
NUCCI, Marina; RUSSO, Jane. Ciência, natureza e moral entre consultoras de amamentação. In: SILVA, Cristina Dias (Org.). Saúde, corpo e gênero: perspectivas teóricas e etnográficas. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2021, p. 70-86.
NUCCI, Marina; FAZZIONI, Natalia. Amor ou risco? Refletindo sobre sentidos, regulações e orientações a respeito do leite materno a partir de casos de “amamentação cruzada”. Horizontes Antropológicos, v. 27, p. 291-322, 2021.
KALIL, Irene. De silêncio e som: a produção de sentidos nos discursos pró-aleitamento materno contemporâneos. Rio de Janeiro: Multifoco, 2016.
Materiais extras
Sugerimos conhecer o seguinte debate sobre amamentação e perspectivas feministas, do qual Marina participou:
FAZZIONI, Natalia; LERNER, Kátia. Mudando a conversa e “ficando com o problema”: advogando por perspectivas feministas e interseccionais sobre amamentação. Interface, v. 28, 2024.
NUCCI, Marina. Para além das “prescrições” da boa maternidade: pensando a amamentação a partir dos estudos de gênero e feminismos. Interface, v. 28, 2024.
CARNEIRO, Rosamaria. Nas teias da internet: um tanto de liberdade, um tanto de moralização no aleitar. Interface, v. 28, 2024.
BRANDÃO, Elaine. Saberes que se cruzam: gênero, ciência e expertise leiga. Interface, v. 28, 2024.
KALIL, Irene. “Conscientes, exaustas e conectadas”: até onde vão os agenciamentos de mulheres que amamentam? Interface, v. 28, 2024.
CAL, Dalila. Amamentação, internet e relações de poder. Interface, v. 28, 2024.
(Réplica)
Expediente
Apresentação: Daniela Manica e Irene do Planalto
Costurar coletivamente é entrelaçar histórias e trajetórias… Apresentamos a oficina “Costurando um mundaréu de relatos” que contou com o apoio e organização da equipe do podcast Mundaréu. Nos reunimos nas XV Jornadas Latinoamericanas de Estudios Sociales de la Ciencia y Tecnología, que aconteceram na Unicamp, em Campinas, entre os dias 23 e 25 de julho de 2024. O tema do evento foi Re(fazer) a ciência e a tecnologia na democracia.
Nesta oficina, chamada “Costurando um mundaréu de relatos”, buscamos desenvolver as habilidades da fala, da escuta, através das articulações entre técnicas têxteis e artesanais como o bordado, e experimentações com tecnologias digitais, como a produção em áudio e visual.
Considerando a urgência da “questão de como ‘(re)fazer’ a ciência e a tecnologia na democracia”, proposta pelo congresso como tema central, reunimos relatos de pesquisas e pesquisadoras sobre os sentidos e histórias que percorrem e marcam as nossas trajetórias nas universidades latinoamericanas, e o que nos une nesse território violentado e colonizado, a latinoamerica, América Latina, Améfrica Ladina, Abya Yala.
Na oficina, depois de um processo inicial de exploração corporal, trabalhamos com práticas têxteis artesanais a partir de objetos pessoais carregados de alguma memória ou referência afetiva que foram logo postos em relação, em duas instalações efêmeras coletivas. Este trabalho foi acompanhado da produção de imagens e figurações que remetam a histórias de pesquisa e de vida; relatos em áudio que foram gravados e agora figuram em formato de áudio aqui no site, articulados aos projetos visuais produzidos durante a atividade.
Apresentamos a vocês uma experimentação em áudio e imagem, com uma colcha de retalhos material, como um repertório de histórias e relatos de experiências, e de inspiração para processos transformativos reais no mundo, e nas universidades:
Acesse a colcha através do link acima, e navegue entre imagens, áudio e textos para conhecer o mundaréu de relatos que coletamos. Veja as/os/es participantes da oficina no carrossel abaixo. Para quem está acessando dos agregadores de podcast, conheça a página principal e fotos da oficina por aqui.
Esta oficina teve como inspiração os trabalhos “Sonidos entre costuras” e “Materializando el cuerpo, anudando quipus” do Semillero Costurero da coletiva de pesquisa Artesanal Tecnológica, liderado pela professora Tania Pérez-Bustos; e o projeto Colcha de Relatos, desenvolvido pela coletiva El Costurero da Universidade ICESI e liderado pela profa. Margarita Cuellar Barona.
Ficha Técnica
Coordenação da oficina: Daniela Manica e Tania Perez-Bustos
Este episódio foi gravado no encontro da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias, que chamamos de ESOCITE-BR. Esta décima edição do evento aconteceu em Maceió, na Universidade Federal de Alagoas, no final de outubro de 2023.
Nesta ESOCITE-BR, nós propusemos o Fórum “Perspectivas feministas sobre ciência e tecnologia: experiências de troca e mobilização a partir da antropologia” que teve esta proposta original:
Este fórum propõe uma conversa entre antropólogas e interlocutoras situadas a partir de perspectivas feministas que percorrem o campo CTS. Pretendemos discutir em que medida o desenvolvimento científico/tecnológico atende a prioridades efetivamente coletivas, populares e locais; como dialogam movimentos sociais e pesquisas das áreas biológicas e exatas, e das humanidades e dos estudos sociais das ciências e das tecnologias. Como comunicar resultados, disputar sentidos, conversar sobre as pesquisas feitas sobre ciência e tecnologia na América Latina com um público mais amplo que o científico, e explorando através dos podcasts as transmidialidades do som, do texto, e da imagem? O fórum movimentará esta questão a partir de experiências de pesquisa sobre temáticas como menstruação, parto e os estudos de deficiência. Através de experimentações com a comunicação da ciência, através do podcast, propomos pensar como a perspectiva antropológica pode ajudar a inserir a ciência e tecnologia produzidas na América Latina no debate público, de perspectivas feministas conectadas às demandas que se articulam através de movimentos sociais. Como as sonoridades podem compor afetos que transformem as percepções e sentidos das ciências? Será possível pensarem decolonizar a ciência e a tecnologia a partir dos problemas colocados pelos estudos sociais das ciências e tecnologia sem nossa região? Será o áudio em podcast um tipo de mídia favorável para a produção de sentidos e afetos que humanizem mais a ciência, os/as cientistas, e redirecionem suas práticas para realidades mais democráticas, justas e inclusivas? Perguntamos, finalmente, como os estudos antropológicos sobre ciência, tecnologia e as tecnociências podem contribuir para deslocamentos de perspectiva e para a produção de novos horizontes de pensamento sobre o tipo de sociedade na qual queremos viver. Os debates fomentados ajudarão a levantar elementos para a discussão sobre ciência, educação e desenvolvimento de uma perspectiva que deixa de tratar a ciência por seu caráter eminentemente técnico, privilegiando identificá-la como uma prática humana, com pressupostos e expectativas sociais e políticas.
O formato de Fórum previu a participação dialogada de três duplas. Primeiro, Telma Low (psicóloga e professora da UFAL) e Débora Allebrandt (antropóloga e professora da UFAL). Segundo, Laert Malta (estudante de psicologia da UFAL e ativista no campo trans e da deficiência) e Nádia Meinerz (antropóloga e professora da UFAL). E a terceira dupla, Isabel de Rose (antropóloga e professora da Universidade Federal de Santa Catarina) e Clarissa Reche (antropóloga e doutora pela Universidade Estadual de Campinas). Daniela Manica, coordenadora do Mundaréu, antropóloga e professora da Unicamp, coordenou o Fórum.
Telma Low:
Débora Allebrandt:
Laert Malta e Silva:
Nádia Elisa Meinerz:
Clarissa Reche Nunes da Costa:
Isabel Santana de Rose:
Expediente:
Agradecimentos: Organização da ESOCITE-BR, Universidade Federal de Alagoas, Janine Mathias, LABJOR/Unicamp, FAPESP, CNPq e toda a equipe do Mundaréu da UnB e da Unicamp.
O último ciclo de “De Lua em Lua” está no ar! Venha celebrar conosco as forças das menstruações e viajar em uma jornada de renascimento e conexão com nossos corpos. Nesse ciclo, nosso convite é para abrirmos nossas escutas e nossos corações para perceber nossas experiências menstruais de maneiras novas e libertadoras. Desde histórias marcantes até momentos de revolta e introspecção, cada parada desta jornada nos traz um novo entendimento sobre a dignidade menstrual. Para encerrar com chave de ouro, vamos conversar sobre as belezas que residem em nós, pessoas que menstruam. E assim seguimos, nos renovando de ciclo em ciclo, de lua em lua.
Materiais extras:
Mais informações:
Expediente:
Agradecimentos: Agradecemos ao CNPQ pela disponibilização do financiamento para o PIBIC-EM, ao Projeto de Extensão Comunitária “Olhos no Futuro” (Campus Sustentável, UNICAMP), à Escola Estadual Dr. Telêmaco Paioli Melges e a todas as pessoas que participaram do projeto.
O que achou do episódio? Nos conte: [email protected]
Cada pessoa vive a menstruação de uma forma diferente! Nesse ciclo vamos conversar um pouco sobre os desconfortos e limitações que o período menstrual pode acarretar. Ouvimos como menstruar na escola pode impactar em atividades como, por exemplo, a participação na educação física. Conhecemos a rotina de uma professora de Muay Thai e o que ela sente e faz quando está menstruada. E também escutamos a história de uma mulher Guaraní que nos dá uma outra perspectiva sobre certas limitações que a menstruação traz e que são entendidas e praticadas como cuidado.
Então, bora continuar essa conversa? Liga o som e vem com a gente, de ciclo em ciclo, de Lua em Lua!
Materiais extras:
Mais informações:
Expediente:
Agradecimentos: Agradecemos ao CNPQ pela disponibilização do financiamento para o PIBIC-EM, ao Projeto de Extensão Comunitária “Olhos no Futuro” (Campus Sustentável, UNICAMP), à Escola Estadual Dr. Telêmaco Paioli Melges e a todas as pessoas que participaram do projeto.
O que achou do episódio? Nos conte: [email protected]
From the publisher's feed

228 Listeners