Mundaréu
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Mundaréu episodes

  • Colombia#1#: Nos hermanamos con la epoca

    Como se dão as tranças do trabalho antropológico, entre afetos e teorias? Como referenciar, em nossas pesquisas, as lembranças que trazemos conosco? Conversamos com Mara Viveros Vigoya e Franklin Gil Hernández, professores da Escola de Estudos de Gênero da Universidad Nacional da Colômbia. Mara ensinou Franklin quando ele era estudante de graduação, trabalham juntos há muitos anos, mas nem por isso as tranças da vida deixaram de surpreendê-los com histórias sobre suas famílias que nem mesmo eles sabiam. As histórias de Mara e de Franklin nos apontam caminhos para radicalizar a interseccionalidade.

    Mais informações:

    Página do episódio

    Transcrição completa do episódio
    Currículo de Mara Viveros Vigoya
    Currículo de Franklin Gil Hernández
    Escuela de Estudios de Género da Universad Nacional de Colômbia
    Núcleo de Estudos de Gênero Pagu da Unicamp
    PAGU. Seminário Internacional PAGU 30 anos | Mesa de Abertura. 18 de mar. de 2024.
    AMIN, Samir. O imperialismo, passado e presente. Tempo, v. 9, p. 77-123, 2005.
    ANZALDÚA, Gloria. La conciencia de la mestiza: rumo a uma nova consciência. Revista estudos feministas, v. 13, p. 704-719, 2005.
    CASTRO, Mary Garcia. Marxismo, feminismos e feminismo marxista-mais que um gênero em tempos neoliberais. Crítica Marxista, v. 7, n. 11, p. 98-108, 2000.
    CÉSAIRE, Suzanne. A Grande Camuflagem: Escritos de dissidência (1941-1945). Trad. de Julio Castañon Guimarães. Rio de janeiro: papeis selvagens, 2021.
    DAVIS, Angela. Si llegan por ti en la mañana. Vendrán por nosotros en la noche, 3°ed, Ciudad de México: Siglo Veintiuno Editores, 1976.
    EVARISTO, Conceição et al. A escrevivência e seus subtextos. Escrevivência: a escrita de nós: reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo. Rio de Janeiro: Mina Comunicação e Arte, v. 1, p. 26-46, 2020.
    EVARISTO, Conceição. Da grafia-desenho de minha mãe, um dos lugares de nascimento de minha escrita. Representações performáticas brasileiras: teorias, práticas e suas interfaces. Belo Horizonte: Mazza Edições, p. 16-21, 2007.
    GIL HERNÁNDEZ, Franklin Gerly. Vivir en un mundo de” blancos”. Experiencias, reflexiones y representaciones de” raza” y clase de personas negras de sectores medios en Bogotá DC. Trabajo de grado – Maestría. 2010.
    HERNÁNDEZ, Franklin Gil. El ‘éxito negro’y la ‘belleza negra’en las páginas sociales. La manzana de la discordia, v. 5, n. 2, p. 25-44, 2010.
    HERNÁNDEZ, Franklin Gil. Estamos aquí: cartografías de sexualidades disidentes en Bogotá. Universidad Nacional de Colombia, 2022.
    HERNÁNDEZ, Franklin Gil. Estar en el mundo de los blancos. Revista de Antropología, v. 58, n. 2, p. 263-287, 2015.
    HERNÁNDEZ, Franklin Gil. Estado y procesos políticos: sexualidad e interseccionalidad. Sexualidade e política na América Latina: histórias, interseções e paradoxos, p. 80-99, 2011.
    LABORATORIO DE ANTROPOLOGIA ABIERTA. Género y generación en las experiencias de ascenso social de personas negras en Bogotá. Youtube. 4 de abril de 2022.
    MOORE, Henrietta. Antropología y feminismo. Madrid: Ediciones Cátedra, 1991.
    PST COLÔMBIA. Crisis en la UNAL: Paro Nacional Universitario, defendamos la autonomía con democracia universitaria, Fuera Peña. 3 de abril de 2024.
    TELEVISIÓN UNAL. Liderazgo político “negro” en Colombia. 20 septiembre 2012.
    VIVEROS VIGOYA, Mara. De quebradores y cumplidores: sobre hombres, masculinidades y relaciones de género en Colombia. Subjetividades e identidades, 2002.
    VIVEROS VIGOYA, Mara. La antropología colombiana, el género y el feminismo. Maguaré, 31(2), 19–60. 2017.
    VIVEROS VIGOYA, Mara. (2018). As Cores da Masculinidade. Experiências interseccionais e práticas de poder na Nossa América. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens. 2018.
    VIVEROS, Mara. La Problemática de la Representación Social y su Utilidad para los Estudios de Salud y Enfermedad. 1993.
    VIVEROS-VIGOYA, Mara. The Travels of Intersectionality in Latin America: Bringing the Desks Out onto the Streets. In The Routledge International Handbook of Intersectionality Studies (pp. 55-67). 2023.
    VIVEROS-VIGOYA, Mara. Generar el futuro, activando el presente: dilemas y desafíos actuales del feminismolatinoamericano. Revista del Laboratorio Iberoamericano para el Estudio Sociohistórico de las Sexualidades, 9, 107–120. 2023.
    VIGOYA, Mara Viveros; HERNÁNDEZ, Franklin Gil. Género y generación en las experiencias de ascenso social de personas negras en Bogotá. Maguaré, n. 24, p. 99-130, 2010.

    Materiais extras:

    CHAMORRO, Rosa. El Club Negro de Colombia: El entrecruce de los conceptos de raza y clase en las ideas de Manuel Zapata Olivella y Natanael Díaz. 2024.

    MUNDARÉU. # 3 – Conferências da 32ª RBA – Mara Viveros Vigoya. 15 de Janeiro, 2021.
    TV ABA. Luchas en intersección: hacia otras politicidades – Mara Viveros Vigoya. Conferência 1 – XIV RAM. 01 de agosto de 2023.

    Expediente:

    Apresentação: Irene do Planalto Chemin

    Cientistas entrevistadas: Mara Viveros Vigoya e Franklin Gil Hernandez
    Cientistas entrevistadoras: Irene do Planalto Chemin, Daniela Manica, Clarissa Reche e Tania Pérez-Bustos
    Transcrição: Maxie Viana
    Transcrição musical: Maxie Viana
    Roteiro: Irene do Planalto Chemin
    Revisão do roteiro: Clarissa Reche, Daniela Manica, Tania Pérez-Bustos
    Edição: Irene do Planalto Chemin
    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)
    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Irene do Planalto Chemin, Máxie Viana, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Soraya Fleischer (Universidade de Brasília); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tania Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia).
    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica
    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0
    Música: Bruja de La Perla
    Imagem do header: Ojos, bordado e costura de Hiloresistencia (2021), foto de Clarissa Reche.
    Conteúdo do sítio eletrônico: Irene do Planalto Chemin e Daniela Manica
    Divulgação: Fernanda Mariath
    Coordenação da série: Daniela Manica e Tania Perez-Bustos
    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica

    Agradecimentos: Mara Viveros Vigoya, Franklin Gil Hernández, Clarissa Reche, Daniela Manica e Tania Pérez-Bustos, FAPESP,  Unicamp e CNPQ.

    Dedicatória: Para minhas hermanitas, Allana Victoria de Los Andes Puentes Pimentel e Serena Paz de Los Andes Puentes Pimentel.

    41 min
  • Mundaréu na Colômbia: Teaser

    No ano passado, foi a vez do Mundaréu conhecer iniciativas feministas de pesquisa na Colômbia. E agora, em abril de 2025, nós vamos contar tudo pra vocês nessa série com cinco episódios. Não perde e vem com a gente.

    Ouça aqui o teaser da série.

    Transcrição do roteiro

    Expediente:

    Apresentação: Daniela Manica e Igor Pereira
    Vozes de entrevistadas no teaser: Mara Viveros, Tania Perez-Bustos, Alhena Caicedo, Mônica Amador e Sandra Daza
    Roteiro: Irene do Planalto Chemin
    Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira
    Montagem e edição do teaser: Irene do Planalto Chemin
    Imagem do header: Tejedores de Resistencia serie [ENTRELAZAR HILOS DE COLORES MATRIOS] criado por Tejedores de resistencia
    Divulgação: Fernanda Mariath
    Música: “Bruja” de La Perla
    Coordenação da série: Daniela Manica e Tania Perez-Bustos
    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica

    3 min
  • #30 – Nosso museu está vivo, nosso conhecimento está no território

    Como as práticas interculturais e contra-coloniais podem transformar o papel dos museus e da ciência? Como valorizar as autorias indígenas e o protagonismo das mulheres na preservação cultural? No episódio “Nosso museu está vivo, nosso conhecimento está no território” conversamos com as antropólogas Cláudia Leonor Lopes e Ana Manoela Primo dos Santos Soares sobre a relação entre ciência e interculturalidade, destacando o trabalho de ambas no Museu Emílio Goeldi.

    Ao longo de nossas últimas duas temporadas do Mundaréu, nós estamos nos aproximando do que é uma crítica acadêmica feminista que pratica um rompimento com os lastros colonialistas, ocidentais e brancos que sim, estão na raiz do que hoje entendemos como movimento feminista. O que estamos encontrando é um misto de ação política com movimentos teóricos que estão abrindo caminhos para que possamos, com respaldo e credibilidade social, experimentar junto com maneiras diversas de entender o que é “conhecimento”, “ciência”, e com maneiras distintas de conhecer o mundo e a vida. Este episódio foi gravado no dia 20 de junho de 2024, em Belém.

    Mais informações

    Página do episódio.

    Transcrição completa do episódio.
    Currículo Lattes de Cláudia Leonor López
    Currículo Lattes de Ana Manoela Primo dos Santos Soares
    Currículo Lattes de Suzana Primo dos Santos
    Site de Tânia Pérez-Bustos
    Museu Paraense Emílio Goeldi
    Programa de pós-graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Pará
    Programa de Pós Graduação em Diversidade Sociocultural do Museu Paraense Emílio Goeldi

    Pesquisadoras indígenas citadas no episódio:

    Currículo Lattes de Célia Nunes Correa Xakriabá

    Currículo Lattes de Putira Sacuena
    Currículo Lattes de Braulina Aurora Boniwa
    Currículo Lattes de Elisa Urbano Ramos Pankararu
    Currículo Lattes de Ariana dos Santos
    Currículo Lattes de Bruna dos Santos Almeida Karipuna
    Currículo de Cláudia Renata Lod Moraes

    Referências

    AURORA, Braulina. Indígenas mulheres: corpo território em movimento. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) — Universidade de Brasília, Brasília, 2022.

    DORTA, Sonia Ferraro; CURY, Marília Xavier. A Plumária Indígena Brasileira no Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. São Paulo: Edusp, 2000.
    DOS SANTOS, Ariana; MACHADO, Tadeu L. As mulheres no movimento indígena de Oiapoque: uma reflexão a partir da associação das mulheres indígenas em mutirão. Espaço Ameríndio, Porto Alegre, v. 13, n. 1, p. 67, 2019.
    LÓPEZ GARCÉS, Claudia Leonor; DOS SANTOS KARIPUNA, Suzana Primo. “Curadorias do invisível”: conhecimentos indígenas e o acervo etnográfico do Museu Paraense Emílio Goeldi . Museologia & Interdisciplinaridade, v. 10, n. 19, p. 101–114, 2021.
    MORAES, Cláudia Renata Lod. Amiakô Wolï Medela Neí. Amiakô Nimüdai Elomem. A transição de Menina para mulher e a menstruação como rito de passagem da menina entre os Galibi Kali’na. Artigo (Trabalho de Conclusão de Curso em Licenciatura Intercultural Indígena). Colegiado de Licenciatura Intercultural Indígena, Universidade Federal do Amapá, Oiapoque, 27p., 2018.
    PANKARARU, Elisa; LÔBO, Jade Alcântara. Entrevista com Elisa Pankararu: Movimento de Mulheres Indígenas e Feminismo Indígena. Revista Epistemologias do Sul, v. 5, n. 2, 2021.
    SANTOS, Antônio Bispo dos. A terra dá, a terra quer. São Paulo: Ubu Editora/PISEAGRAMA, 2023.
    TROUILLOT. Michel-Rolph. Silenciando o passado: Poder e a produção da história. Rio de Janeiro: Cobogó, 2024.
    XAKRIABÁ, Célia. Amansar o giz. PISEAGRAMA, Belo Horizonte, n. 14, p. 110-117, jul. 2020.

    Materiais Extras

    Indígenas mulheres são território: Episódio do podcast Compósita com Ana Manoela Karipuna e Suzana Karipuna

    MENDONÇA, Roseny; FERREIRA DA COSTA, Sue Anne Regina. A coleção etnográfica do Museu Goeldi e o protagonismo feminino no processo de musealização do patrimônio cultural amazônico, de 1960 a 2020. Museologia & Interdisciplinaridade, [S. l.], v. 13, n. 25, p. 121–153, 2024.
    SOARES, Ana Manoela Primo dos Santos; SANTOS, Suzana Primo dos. A Cobra e o Maracá encantam: Memórias e vivências de Suzana – Mulher Karipuna do Amapá. 32ª Reunião Brasileira de Antropologia, 30 de outubro a 06 de novembro de 2020.
    GARCÉS, Claudia-Léonor Lopez; ROBERT, Pascale de; FERREIRA, Maria da Conceição Coelho. Pesquisas científicas em colaboração com povos indígenas: uma tradição de diálogos e inovações metodológicas no Museu Goeldi. Garamond, pp.407-431, 2014.
    LÓPEZ-GARCÉS, CLAUDIA LEONOR; FRANCOZO, M. ; Ka’apor Valdemar ; KAAPOR, I. ; TEMBE, R. ; KAAPOR, Pina Irã. ; KAAPOR, P. I. ; KAAPOR, X. ; KAAPOR, W. Indigenous knowledge and scientific collections: Collaborative research with the Kaapor Indigenous people. v. 52, p. 138-151, 2024.

    Expediente

    Apresentação: Daniela Manica e Isabela Dantas

    Entrevistadas: Claudia Leonor López, Ana Manoela Primo dos Santos Soares e Suzana Primo dos Santos
    Transcrições das Entrevistas: Isabela Dantas
    Roteiro: Clarissa Reche, Isabela Dantas, Daniela Manica e Tânia Pérez-Bustos
    Corte de áudios: Maxie Viana e Igor Pereira da Silva
    Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal
    Revisão da transcrição do roteiro: Maxie Viana
    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)
    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Isabela Dantas, Maxie Viana, Igor Pereira, Bruna Santos, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).
    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica
    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0
    Música: “Já foi” de Janine Mathias
    Imagem do header: Quadro na porta de entrada da sala da Profa. Claudia López, no Museu Goeldi, Belém, 2024. Fotografia de Daniela Manica
    Conteúdo do sítio eletrônico: Clarissa Reche e Daniela Manica
    Divulgação: Fernanda Mariath
    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
    Agradecimentos: Claudia Leonor López, Ana Manoela Primo dos Santos Soares, Suzana Primo dos Santos, Tania Pérez-Bustos

    42 min
  • #29 – Entre fissuras e cortinas: modos feministas de habitar a memória

    Será que é possível construir práticas de pesquisa e de trabalho que sejam libertadoras mesmo quando a gente atua dentro de estruturas institucionais que carregam heranças colonialistas, racistas, sexistas? E se é possível, como fazer isso? Neste episódio, conversamos com Camila Wichers, professora na graduação de Museologia e na pós-graduação de Antropologia Social na Universidade Federal de Goiás, e Leonardo Tavares Alencar, mestrando em Museologia na UFG e orientando de Camila.

    Além de conhecer o campus, nós também visitamos o Museu de Imagem e do Som de Goiás. E lá, conversamos com Luís Felipe Pinheiro e Gisele Gomes Garcia. Pudemos fabular sobre patrimônio, memória e processos de musealização que sirvam para propósitos feministas decoloniais. E aqui vai um spoiler: são nas fissuras que estão as possibilidades de criarmos contranarrativas. Este episódio foi gravado no dia 23 de novembro de 2023, em Goiânia.

    Ah! Recebemos uma linda notícia um pouco antes do lançamento deste episódio: em setembro de 2024, a Camila Wichers assumiu como docente do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, levando consigo seu trabalho com gênero, sexualidade e crítica feminista.

    Mais informações:

    Página do episódio.

    Transcrição completa do episódio.
    Currículo Lattes de Camila Azevedo de Moraes Wichers
    Currículo Lattes de Leonardo Tavares Alencar
    Ser-Tão – Núcleo de ensino, extensão e pesquisa em gênero e sexualidade vinculado à Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás.
    Museu de Imagem e do Som de Goiania
    Centro Cultural Marietta Telles Machado
    Exposição Luz e Sombra: Luz e Sombra: As Memórias Escondidas nas Esculturas de Goiânia, do MIS Goiás
    Monumento das Três Raças, Goiânia
    IX Reunião de Antropologia da Ciência de Tecnologia (ReACT), 21 a 24 de novembro de 2023, Goiânia, Universidade Federal de Goiás

    Referências

    ALENCAR, Leonardo Tavares. A masculinidade hegemônica e a colonialidade no fazer museal. Monografia, Bacharelado em Museologia da Universidade Federal de Goiás, 2021.

    ALENCAR, Leonardo Tavares; MORAES WICHERS, Camila Azevedo. Sou eu este patrimônio? Reflexões críticas acerca da masculinidade hegemônica nos museus e patrimônios goianos. Museologia & Interdisciplinariedade, Brasília, v. 11, n. 21, 2022.
    MORAES WICHERS, Camila Azevedo. Narrativas arqueológicas e museológicas sob rasura: provocações feministas. Revista de Arqueologia, v.30, p. 35-50, 2017
    RIBEIRO, Diego Lemos; MENDONÇA, Elizabete de Castro; MORAES WICHERS, Camila Azevedo. Decolonizar museus e patrimônios: breve manifesto. Revista memória em rede, Pelotas, v. 16, n. 31, 2024.
    SANTOS, Karlla Kamylla Passos dos; MORAES WICHERS, Camila Azevedo; SILVA, Paula Cristina de Almeida. Por uma educação museal militante pela vida: reflexões sobre museus, ciências e memória LGBT. Museologia & Interdisciplinariedade, Brasília, v. 11, n. 21, 2022.

    Materiais Extras

    BAPTISTA, Jean; BOITA, Tony Willian.; MORAES WICHERS, Camila Azevedo. O que é Museologia LGBT?. Revista Memórias LGBT, v.7, p.4 – 9, 2020.

    BRULON, B. Museu queer e Museologia da bricolagem: o problema da diferença nos regimes museais. Museologia & Interdisciplinaridade, 9(17), 81–94, 2020.
    MORAES WICHERS, Camila Azevedo et al. Entre nós: leituras e olhares feministas sobre a representação das mulheres em narrativas arqueológicas e visuais. Revista Arqueologia Pública, Campinas, SP, v. 16, n. 1, p. 205–228, 2021.
    MORAES WICHERS, Camila Azevedo. Museologia, feminismos e suas ondas de renovação. Revista Museologia & Interdisciplinaridade, v.7, p. 138-154, 2018.
    OLIVEIRA, Ana Cristina Audebert Ramos de; QUEIROZ, Marijara Souza. Museologia – substantivo feminino: reflexões sobre museologia e gênero no Brasil. Revista do Centro de Pesquisa e Formação, nº5, pp.61-77, 2017.
    PASSOS, Lara de Paula. Arqueopoesia: uma proposta feminista afrocentrada para o universo arqueológico. Dissertação de mestrado. Programa de Pós Graduação em Antropologia – Área de concentração: Arqueologia. Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2019.

    Expediente:

    Apresentação: Irene do Planalto Chemin e Clarissa Reche

    Entrevistadas: Camila Azevedo de Moraes Wichers e Leonardo Tavares Alencar (Ser-Tão, UFG); Luís Felipe Pinheiro e Gisele Gomes Garcia (MIS Goiás)
    Transcrições das Entrevistas: Maxie Viana e Jade Luz Ciconello
    Roteiro: Irene do Planalto Chemin e Clarissa Reche
    Corte de áudios: Irene do Planalto Chemin, Isabela Dantas e Igor Pereira da Silva
    Montagem e edição do episódio: Irene do Planalto Chemin
    Revisão da transcrição do roteiro: Maxie Viana
    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)
    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Isabela Dantas, Maxie Viana, Igor Pereira, Bruna Santos, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).
    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica
    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0
    Música: “Já foi” de Janine Mathias
    Imagem do header: Campus da UFG, novembro de 2023, foto de Fernanda Mariath
    Conteúdo do sítio eletrônico: Clarissa Reche, Irene do Planalto Chemin e Daniela Manica
    Divulgação: Fernanda Mariath
    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica.
    Agradecimentos: Camila Azevedo de Moraes Wichers e Leonardo Tavares Alencar, Luís Felipe Pinheiro e Gisele Gomes Garcia, Fernanda Mariath, Jade Luz, Joana Amaral.

    37 min
  • #28 – “Outubro mais-que-rosa: críticas feministas antirracistas e o câncer de mama”

    Estamos em outubro, mês de campanha de conscientização sobre o câncer de mama. Conhecido como “Outubro Rosa”. Hoje, vamos falar novamente sobre peitos. Como as mulheres se sentem com a perda da mama? Como elas se veem? É possível se sentir sensual depois da retirada da mama? Tem que fazer reconstrução? Como faz pra ir à praia ou à piscina? Nesse episódio, que a gente chamou de “outubro mais-que-rosa”, vamos trazer perspectivas feministas antirracistas sobre o câncer de mama.

    Vamos conversar com a Waleska Aureliano, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a UERJ, que pesquisa no campo da antropologia da saúde sobre câncer de mama. E com a Jacqueline Faria, fundadora da ONG Mulheres de Peito e Cor e ativista pelo direito da não reconstrução da mama. Esse episódio foi gravado no Rio de Janeiro em outubro de 2023.

    Mais informações:

    Página do episódio.

    Transcrição completa do episódio.
    Currículo Lattes de Waleska Aureliano
    Jacqueline Farias
    OnG Mulheres de Peito e Cor
    Instituto de Ciências Sociais (UERJ)

    Referências

    Calendário Mulheres de peito e cor, 2023.

    AURELIANO, W. A.. “…e Deus criou a mulher”: reconstruindo o corpo feminino na experiência do câncer de mama. Revista Estudos Feministas (UFSC. Impresso), v. 17, p. 49-70, 2009

    AURELIANO, W. A. Narrativas de adoecimento e alternativas textuais: o câncer de mama em quadrinhos. CADERNOS DE SAÚDE PÚBLICA, v. 39, p. 1, 2023.

    AURELIANO, W. A.. Da palavra indizível ao corpo revelado: narrativas imagéticas sobre o câncer de mama. In: Clarice Peixoto; Barbara Copque. (Org.). Etnografias visuais: análises contemporâneas. 1ed.Rio de Janeiro: Editora Garamond, 2015, v. , p. 71-96.

    REZENDE, Claudia; AURELIANO, Waleska; AISENGART, Rachel. A vida compartilhada: parto, doença e morte na internet. MANA (RIO DE JANEIRO. ONLINE), v. 27, p. 1-30, 2021.

    LERNER, Kátia; AURELIANO, Waleska. Corpos em evidência: sofrimento, superação e autoestima em narrativas sobre o câncer de mama. In: Igor Sacramento; Julio Cesar Sanches. (Org.). Dispositivos de Subjetivação: saúde, cultura e mídia. 1ed.Rio de Janeiro: Multifoco, 2019, v. , p. 360-396.

    AURELIANO, Waleska. A destruição da Parte e a (re)construção do Todo: identidade e corpo na experiência do câncer de mama. REVISTA ANTHROPOLÓGICAS, v. 18, p. 239-274, 2007.

    Site do movimento Not Putting on a Shirt que advoga por práticas cirúrgicas adequadas para mulheres que optam por não reconstruir suas mamas após mastectomia.

    Materiais extras

    Ferraz D, Siren C, Gama F, Fleischer S. 180º: minhas reviravoltas com o câncer de mama. Rio de Janeiro: NAU Editora; 2022.

    Expediente:

    Apresentação: Daniela Manica e Fernanda Mariath
    Mulheres e cientistas Entrevistadas: Waleska Aureliano e Jacqueline Faria
    Transcrições das Entrevistas: Maxie Viana Pereira e Nicholas Simões
    Roteiro: Daniela Manica e Fernanda Mariath
    Corte de áudios: Gabriel Marçal
    Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal
    Transcrição do roteiro:  Maxie Viana
    Revisão final do roteiro: Fernanda Mariath, Maxie Viana Pereira e Daniela Manica
    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)
    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Isabela Dantas, Maxie Viana, Igor Pereira, Bruna Santos, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).
    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica
    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0
    Música: “Já foi” de Janine Mathias
    Imagem do header: Mural no Rio de Janeiro, Fernanda Mariath, julho de 2024.
    Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica.
    Divulgação: Fernanda Mariath
    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
    Agradecimentos: Waleska Aureliano, Jacqueline Faria, Isabela Soares Pinto,  Nicholas Simões, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Clarice Rios.

    38 min
  • #27 – “As mães que, sim, existem: amamentação e perspectivas feministas”

    Todo o processo de gestação, parto e nascimento é um grande acontecimento, que mobiliza muita gente, muitos cuidados. Especialmente quando é a primeira gestão de uma pessoa. Tem sempre muita informação circulando sobre gravidez e parto. Mas a gente ainda fala muito pouco do período imediatamente depois que o bebê nasce, os primeiros dias, primeiras noites. Essa fase que chamamos de puerpério, e que é puro caos e muitas emoções. Hoje, a gente vai conversar sobre amamentação. Essa fase importante que acontece no puerpério e que envolve uma nova relação entre mães, bebês, famílias e suas dinâmicas. Quais são os problemas e dilemas que acontecem durante essa fase? É possível pensar em perspectivas feministas sobre a amamentação? Como elas se relacionam às expectativas das mulheres e às prescrições e orientações do campo da saúde?

    Vamos conversar com Marina Nucci, que é Doutora em Saúde Coletiva e professora do Instituto de Medicina Social da UERJ, e com Bianca Balassiano, consultora de amamentação. Elas duas se conheceram quando Marina teve sua primeira filha, e Bianca ajudou Marina com as suas dificuldades ligadas à amamentação. A gente vai falar sobre o tipo de trabalho que a Bianca faz, e como Marina desenvolve perguntas feministas de pesquisa a partir disso. Vem com a gente, vamos entrar no consultório da Bianca. Esse episódio foi gravado no Rio de Janeiro em outubro de 2023.

    Mais informações:

    Página do episódio

    Transcrição completa do episódio
    Currículo Lattes de Marina Nucci
    Bianca Balassiano: site e instagram
    Instituto Fernandes Figueira
    Instituto de Medicina Social (UERJ) 

    Referências

    BALASSIANO, Bianca. Desmame gradual: como dar um final feliz à sua história de amamentação. Rio de Janeiro: Mapa Lab, 2020.

    NUCCI, Marina; RUSSO, Jane. Ciência, natureza e moral entre consultoras de amamentação. In: SILVA, Cristina Dias (Org.). Saúde, corpo e gênero: perspectivas teóricas e etnográficas. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2021, p. 70-86.

    NUCCI, Marina; FAZZIONI, Natalia. Amor ou risco? Refletindo sobre sentidos, regulações e orientações a respeito do leite materno a partir de casos de “amamentação cruzada”. Horizontes Antropológicos, v. 27, p. 291-322, 2021.

    KALIL, Irene. De silêncio e som: a produção de sentidos nos discursos pró-aleitamento materno contemporâneos. Rio de Janeiro: Multifoco, 2016.

    Materiais extras

    Sugerimos conhecer o seguinte debate sobre amamentação e perspectivas feministas, do qual Marina participou:

    FAZZIONI, Natalia; LERNER, Kátia. Mudando a conversa e “ficando com o problema”: advogando por perspectivas feministas e interseccionais sobre amamentação. Interface, v. 28, 2024.

    NUCCI, Marina. Para além das “prescrições” da boa maternidade: pensando a amamentação a partir dos estudos de gênero e feminismos. Interface, v. 28, 2024.

    CARNEIRO, Rosamaria. Nas teias da internet: um tanto de liberdade, um tanto de moralização no aleitar. Interface, v. 28, 2024.

    BRANDÃO, Elaine. Saberes que se cruzam: gênero, ciência e expertise leiga. Interface, v. 28, 2024.

    KALIL, Irene. “Conscientes, exaustas e conectadas”: até onde vão os agenciamentos de mulheres que amamentam? Interface, v. 28, 2024.

    CAL, Dalila. Amamentação, internet e relações de poder. Interface, v. 28, 2024.

    (Réplica)

    FAZZIONI, Natalia; LERNER, Katia. Mudando a conversa e “ficando com o problema”: advogando por perspectivas feministas e interseccionais sobre amamentação. Interface, v. 28, 2024.

    Expediente

    Apresentação: Daniela Manica e Irene do Planalto

    Cientistas Entrevistadas: Marina Nucci e Bianca Balassiano
    Transcrições das Entrevistas: Isabela Soares Pinto e Maxie Viana Pereira
    Roteiro: Daniela Manica
    Corte de áudios: Gabriel Marçal
    Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal
    Transcrição do roteiro:  Maxie Viana
    Revisão da transcrição do roteiro: Clarissa Reche e Daniela Manica
    Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)
    Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Isabela Dantas, Maxie Viana, Igor Pereira, Bruna Santos, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).
    Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica
    Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0
    Música: “Já foi” de Janine Mathias
    Imagem do header: Campinas, foto de Fernanda Mariath, março de 2024.
    Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica.
    Divulgação: Equipe do Mundaréu
    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
    Agradecimentos: Marina Nucci, Bianca Balassiano, Isabela Soares Pinto, Fernanda Mariath, Sabrina Bastos, Luana Ainoã Souza, Joana Amaral, Maxie Viana, Clarice Rios.

    39 min
  • Costurando um mundaréu de relatos

    Costurar coletivamente é entrelaçar histórias e trajetórias… Apresentamos a oficina “Costurando um mundaréu de relatos” que contou com o apoio e organização da equipe do podcast Mundaréu. Nos reunimos nas XV Jornadas Latinoamericanas de Estudios Sociales de la Ciencia y Tecnología, que aconteceram na Unicamp, em Campinas, entre os dias 23 e 25 de julho de 2024. O tema do evento foi Re(fazer) a ciência e a tecnologia na democracia.

    Nesta oficina, chamada “Costurando um mundaréu de relatos”, buscamos desenvolver as habilidades da fala, da escuta, através das articulações entre técnicas têxteis e artesanais como o bordado, e experimentações com tecnologias digitais, como a produção em áudio e visual. 

     

     

    Considerando a urgência da “questão de como ‘(re)fazer’ a ciência e a tecnologia na democracia”, proposta pelo congresso como tema central, reunimos relatos de pesquisas e pesquisadoras sobre os sentidos e histórias que percorrem e marcam as nossas trajetórias nas universidades latinoamericanas, e o que nos une nesse território violentado e colonizado, a latinoamerica, América Latina, Améfrica Ladina, Abya Yala.

    Na oficina, depois de um processo inicial de exploração corporal, trabalhamos com práticas têxteis artesanais a partir de objetos pessoais carregados de alguma memória ou referência afetiva que foram logo postos em relação, em duas instalações efêmeras coletivas. Este trabalho foi acompanhado da produção de imagens e figurações que remetam a histórias de pesquisa e de vida; relatos em áudio que foram gravados e agora figuram em formato de áudio aqui no site, articulados aos projetos visuais produzidos durante a atividade.

    Apresentamos a vocês uma experimentação em áudio e imagem, com uma colcha de retalhos material, como um repertório de histórias e relatos de experiências, e de inspiração para processos transformativos reais no mundo, e nas universidades:

    Colcha de relatos (<= acesse aqui)

    Acesse a colcha através do link acima, e navegue entre imagens, áudio e textos para conhecer o mundaréu de relatos que coletamos. Veja as/os/es participantes da oficina no carrossel abaixo. Para quem está acessando dos agregadores de podcast, conheça a página principal e fotos da oficina por aqui.

     

    Participantes

     

    Esta oficina teve como inspiração os trabalhos “Sonidos entre costuras” e “Materializando el cuerpo, anudando quipus” do Semillero Costurero da coletiva de pesquisa Artesanal Tecnológica, liderado pela professora Tania Pérez-Bustos; e o projeto Colcha de Relatos, desenvolvido pela coletiva El Costurero da Universidade ICESI e liderado pela profa. Margarita Cuellar Barona.

     

    Ficha Técnica

    Coordenação da oficina: Daniela Manica e Tania Perez-Bustos

    Fotos: Clarissa Reche e Igor Pereira
    Gravações: Fernanda Mariath, Maxie Viana Pereira, Isabela Dantas
    Transcrições das Gravações: Irene do Planalto Chemin, Maxie Viana Pereira, Isabela Dantas e Gabriel Marçal
    Cortes dos áudios: Maxie Viana Pereira, Isabela Dantas
    Edição dos áudios: Irene do Planalto
    Edição do Teaser: Irene do Planalto
    Música: Irene do Planalto
    Produção digital da Colcha de Relatos: André Luis Monteiro Teixeira Fernandes; Guilherme dos Santos Salustiano
    Conteúdo da página: Daniela Manica, Tania Perez-Bustos e Clarissa Reche
    Divulgação: Fernanda Mariath
    Projeto de pesquisa: “Costurando o Mundaréu. Experimentando metodologias têxteis para pensar a antropologia feminista e o seu registro sonoro.” (FAPESP)
    Financiamento: FAPESP Processo No. 2023/14256-9
    Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica e Soraya Fleischer
    Agradecimentos: Casa do Lago; Esocite.LA; Odete Peixoto Ferreira; Leda Manica; participantes da oficina: Marina Coutinho Ibba; Janaina Morais; Lais Fraga; Lucas Lins; Raquel Santos; Maria Sol Anigstein Vidal; Mariana Vicente Zilli; Bruna Mendes; Cecilia Rustoyburu; Denise Stefanoni Combinato; Gabriel José Dias Ferreira; Luciene de Oliveira Dias; Alejandra Roca; Nilda Nazaré Pereira Oliveira; Zuleika Stefânia Sabino Roque; Jéssica Cardoso; Gerardo Mora Rivera.

    3 min
  • #26 – Perspectivas feministas sobre ciência e tecnologia

    Este episódio foi gravado no encontro da Associação Brasileira de Estudos Sociais das Ciências e das Tecnologias, que chamamos de ESOCITE-BR. Esta décima edição do evento aconteceu em Maceió, na Universidade Federal de Alagoas, no final de outubro de 2023.

    Nesta ESOCITE-BR, nós propusemos o Fórum “Perspectivas feministas sobre ciência e tecnologia: experiências de troca e mobilização a partir da antropologia” que teve esta proposta original:

    Este fórum propõe uma conversa entre antropólogas e interlocutoras situadas a partir de perspectivas feministas que percorrem o campo CTS. Pretendemos discutir em que medida o desenvolvimento científico/tecnológico atende a prioridades efetivamente coletivas, populares e locais; como dialogam movimentos sociais e pesquisas das áreas biológicas e exatas, e das humanidades e dos estudos sociais das ciências e das tecnologias. Como comunicar resultados, disputar sentidos, conversar sobre as pesquisas feitas sobre ciência e tecnologia na América Latina com um público mais amplo que o científico, e explorando através dos podcasts as transmidialidades do som, do texto, e da imagem? O fórum movimentará esta questão a partir de experiências de pesquisa sobre temáticas como menstruação, parto e os estudos de deficiência. Através de experimentações com a comunicação da ciência, através do podcast, propomos pensar como a perspectiva antropológica pode ajudar a inserir a ciência e tecnologia produzidas na América Latina no debate público, de perspectivas feministas conectadas às demandas que se articulam através de movimentos sociais. Como as sonoridades podem compor afetos que transformem as percepções e sentidos das ciências? Será possível pensarem decolonizar a ciência e a tecnologia a partir dos problemas colocados pelos estudos sociais das ciências e tecnologia sem nossa região? Será o áudio em podcast um tipo de mídia favorável para a produção de sentidos e afetos que humanizem mais a ciência, os/as cientistas, e redirecionem suas práticas para realidades mais democráticas, justas e inclusivas? Perguntamos, finalmente, como os estudos antropológicos sobre ciência, tecnologia e as tecnociências podem contribuir para deslocamentos de perspectiva e para a produção de novos horizontes de pensamento sobre o tipo de sociedade na qual queremos viver. Os debates fomentados ajudarão a levantar elementos para a discussão sobre ciência, educação e desenvolvimento de uma perspectiva que deixa de tratar a ciência por seu caráter eminentemente técnico, privilegiando identificá-la como uma prática humana, com pressupostos e expectativas sociais e políticas.

    O formato de Fórum previu a participação dialogada de três duplas. Primeiro, Telma Low (psicóloga e professora da UFAL) e Débora Allebrandt (antropóloga e professora da UFAL). Segundo, Laert Malta (estudante de psicologia da UFAL e ativista no campo trans e da deficiência) e Nádia Meinerz (antropóloga e professora da UFAL). E a terceira dupla, Isabel de Rose (antropóloga e professora da Universidade Federal de Santa Catarina) e Clarissa Reche (antropóloga e doutora pela Universidade Estadual de Campinas). Daniela Manica, coordenadora do Mundaréu, antropóloga e professora da Unicamp, coordenou o Fórum.

    Telma Low:

    • Currículo Lattes
    • Projeto de pesquisa, com coordenação de Débora Allebrandt, “Desafios e estratégias de educação permanente na Saúde Materno-Infantil em Alagoas”.
    • LOW, Telma et al. “Educação, saúde e feminismos no cotidiano de um Hospital-escola”. In: Érika Cecília Soares Oliveira; Marcos Ribeiro Mesquita; Tatiana Machiavelli Carmo (Orgs.). Feminismos, psicologia e resistências contemporâneas. Maceió: EdUFAL, 2020, pp. 69-94.
    • Débora Allebrandt:

      • Currículo Lattes
      • ALLEBRANDT, Debora. “Planejando rotas de fuga: Uma autoetnografia dos desafios da humanização do parto no ambiente hospitalar em Maceió”. Interseções 24, pp. 420-445, 2023.
      • MEINERZ, Nádia; SANTOS, Jhulia Nelly dos. “Ginecologia e colonialidade: Intersecções de raça e sexualidade”. Interseções 24, 2023, pp. 446-471.
      • Laert Malta e Silva:

        • Retratos do Brasil com Deficiência – Retratos Defiças
        • Instituto Brasileiro de Transmasculinidade (IBRAT Alagoas)
        • Coletivo Nada Sem Nós
        • ONG Ateliê Ambrosina
        • Nádia Elisa Meinerz:

          • Currículo Lattes
          • MEINERZ, Nádia; BLOCK, Pamela. Dossiê Retratos Defiças: Arte, deficiência e comunicação. Mundaú 13, 2023.
          • TEIXEIRA, Bruna. Deficiena: fotocolagem como prática etnográfica da deficiência. Dissertação [Mestrado em Antropologia Social]. Maceió: Universidade Federal de Alagoas, 2021.
          • ALVES, Camila. E se experimentássemos mais? Contribuições não técnicas de acessibilidade em espaços culturais. Curitiba: Appris, 2000.
          • MUNIZ, Ange. Eutista. Trabalho de Conclusão de Curso [Graduação em Arquitetura, Urbanismo e Design]. Maceió: Universidade Federal de Alagoas, 2023.
          • Clarissa Reche Nunes da Costa:

            • Currículo Lattes
            • COSTA, Clarissa Reche Nunes da. Manchando: (o que) fazer (com) a menstruação. Estratégias e experimentos para vazar questões feministas através das tecnociências. Tese [Doutorado em Ciências Sociais].  Campinas: Universidade Estadual de Campinas, 2024.
            • COSTA, Clarissa Reche Nunes da.; VIEIRA, Naedja. De lua em lua. Série de podcast. Campinas: Mundaréu, 2024.
            • Isabel Santana de Rose:

              • Currículo Lattes
              • Rose, Isabel Santana. Tata endy rekoe. Fogo Sagrado: encontros entre os Guarani, a ayahuasca e o Caminho Vermelho. Tese [Doutorado em Antropologia Social]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2012.
              • ____.“Entre colinas verdes: Trabalhos espirituais, plantas e culinária. Reflexões sobre experiências de campo numa comunidade do Santo Daime”. In: Alinne Bonetti; Soraya Fleischer (Orgs.). Entre saias justas e jogos de cintura. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, 2007, pp. 327-352.
              • Expediente:

                • Apresentação do episódio: Soraya Fleischer
                • Cientistas participantes do Fórum: Telma Low, Débora Allebrandt, Laert Malta, Nádia Meinerz, Isabel de Rose e Clarissa Reche
                • Transcrição da gravação do Fórum: Maxie Viana Pereira
                • Coordenadora do Fórum: Daniela Manica
                • Roteiro do episódio: Soraya Fleischer
                • Revisão do roteiro:  Luana Ainoã, Daniela Manica, Soraya Fleischer
                • Edição de áudio: Irene do Planalto
                • Projeto de pesquisa: Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da tecnologia na América Latina (FAPESP)
                • Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Irene do Planalto Chemin, Isabela Dantas, Igor Pereira da Silva, Bruna Santos, Maxie Viana Pereira, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Joana Amaral, Luana Ainoã e Sabrina Neves (UnB).
                • Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica.
                • Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0.
                • Música: “Já foi” de Janine Mathias.
                • Imagem do header: Bairro do Pinheiro, Maceió/AL. Foto de Soraya Fleischer, outubro de 2023.
                • Conteúdo do sítio eletrônico: Soraya Fleischer e Daniela Manica.
                • Divulgação: Fernanda Mariath e Equipe do Mundaréu.
                • Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica e Soraya Fleischer.
                • Agradecimentos: Organização da ESOCITE-BR, Universidade Federal de Alagoas, Janine Mathias, LABJOR/Unicamp, FAPESP, CNPq e toda a equipe do Mundaréu da UnB e da Unicamp.

                  1 hr 1 min
                • Ciclo 7: Os Renascimentos

                  O último ciclo de “De Lua em Lua” está no ar! Venha celebrar conosco as forças das menstruações e viajar em uma jornada de renascimento e conexão com nossos corpos. Nesse ciclo, nosso convite é para abrirmos nossas escutas e nossos corações para perceber nossas experiências menstruais de maneiras novas e libertadoras. Desde histórias marcantes até momentos de revolta e introspecção, cada parada desta jornada nos traz um novo entendimento sobre a dignidade menstrual. Para encerrar com chave de ouro, vamos conversar sobre as belezas que residem em nós, pessoas que menstruam. E assim seguimos, nos renovando de ciclo em ciclo, de lua em lua.

                  Materiais extras:

                  • RECHE, Clarissa. “Lua nova“. Proa: Revista de Antropologia e Arte 9(1), pp. 331–340, 2019.
                  • MANICA, Daniela Tonelli; RIOS, Clarice. “(In)visible blood: Menstrual performances and body art”. Vibrant: Virtual Brazilian Anthropology 14(1), p. e141124, 2017.
                  • SANTOS, Camila Matzenauer. O corpo feminino como metáfora do tempo em performance arte. Dissertação [Mestrado em Artes Visuais]. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 2019.
                  • Mais informações:

                    • Transcrição completa do episódio: Clarissa Reche
                    • Sonoplastia: Gabriel Marçal
                    • Música da série: “De Dentro Pra Fora”, de Luna Beatriz
                    • Imagem do header: Clarissa Reche
                    • Expediente:

                      Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica (Unicamp) e Soraya Fleischer (UnB).
                      Apresentação: Luna Beatriz, Rayssa Parros, Thais Bezerra
                      Coordenação da série “De Lua em Lua”: Clarissa Reche e Naedja Vieira
                      Pessoas entrevistadas: Joyce Ridolfi, Yasmim Valim, Kátia Regina Costa, Caroline Willig, Maíra Fernandes Bittencourt, Daniela Manica, Janaina Morais
                      Entrevistadoras: Luna Beatriz, Rayssa Parros, Thais Bezerra
                      Transcrições das entrevistas: Luna Beatriz, Rayssa Parros, Thais Bezerra
                      Montagem e edição dos episódios: Clarissa Reche e Gabriel Marçal
                      Revisão da transcrição dos episódios: Má Viana Pereira
                      Arte da série: Bárbara Valadão (@Al.u_u.ta, ilustradora); Clarissa Reche (diagramação)
                      Música da série: Luna Beatriz
                      Sonoplastia: Gabriel Marçal
                      Roteiro: Clarissa Reche
                      Conteúdo do sítio eletrônico: Clarissa Reche e Naedja Vieira
                      Divulgação: Fernanda Mariah (coordenação) e Equipe do Mundaréu
                      Arte Instagram: Raissa Magalhães
                      Projeto de pesquisa: “Menstruação e Antropologia: Multiplicando possibilidades para alcançar dignidade”
                      Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica.
                      Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Naedja Vieira, Danusia Arantes, Michele Perez, Barbara Valadão, Luna Beatriz, Rayssa Parros, Thais Bezerra
                      Financiamento: CNPQ.

                      Agradecimentos: Agradecemos ao CNPQ pela disponibilização do financiamento para o PIBIC-EM, ao Projeto de Extensão Comunitária “Olhos no Futuro” (Campus Sustentável, UNICAMP), à Escola Estadual Dr. Telêmaco Paioli Melges e a todas as pessoas que participaram do projeto.

                      O que achou do episódio? Nos conte: [email protected]

                      15 min
                    • Ciclo 6: Os Desconfortos

                      Cada pessoa vive a menstruação de uma forma diferente! Nesse ciclo vamos conversar um pouco sobre os desconfortos e limitações que o período menstrual pode acarretar. Ouvimos como menstruar na escola pode impactar em atividades como, por exemplo, a participação na educação física. Conhecemos a rotina de uma professora de Muay Thai e o que ela sente e faz quando está menstruada. E também escutamos a história de uma mulher Guaraní que nos dá uma outra perspectiva sobre certas limitações que a menstruação traz e que são entendidas e praticadas como cuidado.

                      Então, bora continuar essa conversa? Liga o som e vem com a gente, de ciclo em ciclo, de Lua em Lua!

                      Materiais extras:

                      • Cooperativa Flora Tupi, de Simone Takuá
                      • BELAUNDE, Luísa Elvira. “A força dos pensamentos, o fedor do sangue: Hematologia e gênero na Amazônia”. Revista de Antropologia 49(1), pp. 205–243, 2006.
                      • CAUX, Camila. “A lua e o outro lado da terra: Menstruação, concepção e gestação entre as Araweté”. Mana 24(2), pp. 9-36, 2018.
                      • PRIMO DOS SANTOS SOARES, Ana Manoela. “Sangue menstrual na sociedade Karipuna do Amapá, Brasil“. Amazônica – Revista de Antropologia  11(2), pp. 413-433, 2019.
                      • Mais informações:

                        • Transcrição completa do episódio: Clarissa Reche
                        • Sonoplastia: Gabriel Marçal
                        • Música da série: “De Dentro Pra Fora”, de Luna Beatriz
                        • Imagem do header: Clarissa Reche
                        • Expediente:

                          Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica (Unicamp) e Soraya Fleischer (UnB).
                          Apresentação: Luna Beatriz, Rayssa Parros, Thais Bezerra
                          Coordenação da série “De Lua em Lua”: Clarissa Reche e Naedja Vieira
                          Pessoas entrevistadas: Caroline Altemfeder Silva, Giovana de Andrade, Kátia Regina Costa, Simone Takuá
                          Entrevistadoras: Luna Beatriz, Rayssa Parros, Thais Bezerra
                          Transcrições das entrevistas: Luna Beatriz, Rayssa Parros, Thais Bezerra
                          Montagem e edição dos episódios: Clarissa Reche e Gabriel Marçal
                          Revisão da transcrição dos episódios: Má Viana Pereira
                          Arte da série: Bárbara Valadão (@Al.u_u.ta, ilustradora); Clarissa Reche (diagramação)
                          Música da série: Luna Beatriz
                          Sonoplastia: Gabriel Marçal
                          Roteiro: Clarissa Reche
                          Conteúdo do sítio eletrônico: Clarissa Reche e Naedja Vieira
                          Divulgação: Fernanda Mariah (coordenação) e Equipe do Mundaréu
                          Arte Instagram: Raissa Magalhães
                          Projeto de pesquisa: “Menstruação e Antropologia: Multiplicando possibilidades para alcançar dignidade”
                          Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica.
                          Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Naedja Vieira, Danusia Arantes, Michele Perez, Barbara Valadão, Luna Beatriz, Rayssa Parros, Thais Bezerra
                          Financiamento: CNPQ

                          Agradecimentos: Agradecemos ao CNPQ pela disponibilização do financiamento para o PIBIC-EM, ao Projeto de Extensão Comunitária “Olhos no Futuro” (Campus Sustentável, UNICAMP), à Escola Estadual Dr. Telêmaco Paioli Melges e a todas as pessoas que participaram do projeto.

                          O que achou do episódio? Nos conte: [email protected]

                          16 min

                        About Mundaréu

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