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Nada melhor que discutir o que fazer com casos clínicos da vida real.
Nesse episódio, Dr. Layon Campagnaro e Dra. Fernanda Badiani aprofundam a discussão a respeito do diagnóstico e tratamento do DMO-DRC a partir de casos clínicos, com foco nas medicações disponíveis atualmente (apresentação, dose, indicações e eventos adversos).
Aproveitam também para abordar situações corriqueiras da prática clínica que tangem o DMO-DRC, como alguns diagnósticos diferenciais e o tratamento da osteoporose na DRC.
Índice:
00:50: Caso 1: Hiperparatireoidismo primário
11:12: Caso 2: Hiperparatireoidismo secundário a DRC na DRC ND
16:20: Caso 2: Osteoporose na DRC
22:05: Caso 3: Hiperparatireoidismo secundário a DRC na DRC5D
26:44: Caso 3: Calcitriol
30:08: Caso 3: Paricalcitol
31:39: Caso 3: Calcimimético
40:25: Caso 3: Doença óssea adinâmica
44:35: Caso 4: Paratireoidectomia
Não é bem uma sopa de letrinhas, mas confunde muita gente!!!
Complicação frequente da Doença Renal Crônica, o Distúrbio Mineral e Ósseo (DMO-DRC) é uma síndrome clínica complexa e de difícil manejo.
A indisponibilidade de um exame de elevada acurácia e fácil acesso, os múltiplos fatores que devem ser levados em consideração na interpretação dos exames laboratoriais bem como a falta de evidência científica de algumas medidas terapêuticas fazem da DMO-DRC um fantasminha na cabeça de muitos clínicos e nefrologistas.
Nesse episódio Dr. Layon Campagnaro e Dra. Maria Amélia Hazin tentam descomplicar um pouco essa síndrome, definindo melhores os conceitos, abordando de maneira mais didática os principais pontos da fisiopatologia e do diagnóstico e pincelando os aspectos básicos iniciais do seu manejo.
No episódio DMO-DRC Parte 2, discutiremos alguns casos clínicos, com intuito de aprofundar de forma mais prática no arsenal terapêutico disponível nos dias atuais.
Índice:
01:14: Definições: DMO-DRC, Osteodistrofia renal e Osteoporose
05:07: Fisiopatologia
09:50: Manifestações clínicas
11:25: Calcificação vascular
14:45: Diagnóstico: Biópsia óssea
17:00: Diagnóstico: Exames laboratoriais
24:00:Manejo: aspectos gerais
25:30: Manejo: controle do fósforo
31:50: Manejo: suplementação de vitamina D
33:48: Manejo: controle do PTHi
Bom dia Radiodiálise,
Cálculo de Ácido Úrico não é sinônimo de Alopurinol!!!
Nesse episódio revisamos a fisiopatologia, as etiologias e o tratamento do cálculo que além de ser o que mais aumenta em prevalência, também parece uma herança da era da Síndrome Metabólica. Apresentado por Dr Lucas Luz.
(Você sabia que seu Shih Tzu pode ter litíase? 👀)
Hipercalcemia é uma situação clínica que transita entre a emergência de uma crise hipercalcêmica e os casos assintomáticos ambulatoriais, sendo considerado o DHE mais clínico de todos. Venha nos acompanhar nessa jornada rumo ao universo dos distúrbios de cálcio para que nenhum diagnóstico diferencial seja esquecido e que o tratamento seja implementado da forma mais segura e eficaz no próximo paciente que você atender com hipercalcemia!! Episódio gravado por Dr Igor Pietrobom.
0:20 Funções e homeostase do cálcio
1:50 Variações das interpretações dos valores de cálcio
6:00 Manifestações clínicas
6:58 Abordagem diagnóstica
8:17 Hipercalcemias PTH-dependentes
Hipercalcemia da malignidade
11:15 Hipercalcemia da malignidade
13: 28 Outra causas de hipercalcemia
14:52: Tratamento hiperparatireoidismo primário
16:00 Tratamento inicial da hipercalcemia na emergência
17:35 Bisfosfonatos
19:38 Calcitonina
20:18 Denosumab
21:20 Glucocorticoides e opções menos usadas
23:20 Hemodiálise
No pronto-socorro, poucas coisas trazem mais dor de cabeça para o médico do que descobrir que o paciente tem uma creatinina de 3,0 (uma disfunção renal grave). Será que se trata de um paciente com LRA, grave, que precisa de internação hospitalar, ou a função renal está alterada há meses/anos e o paciente pode simplesmente ser encaminhado para um acompanhamento ambulatorial com o nefrologista?!?!
Trazemos esse episódio para tentar simplificar e organizar nossa linha de pensamento nesses casos tão frequentes em 7 passos!!!
Episódio gravado por Dr Gabriel Montezuma!
0:30 Importância de definir se é LRA ou DRC
1:40 Passo 1: Lutar por exames anteriores
3:10 Passo 2: Analisar motivo da ida ao PS
6:27 Passo 3: Exame físico direcionado
8:14 Passo 4: Análise do USG de rins
11:40 Passo 5: Exames laboratoriais: Hb, P, Ca e PTH
13:37 Passo 6: Tempo, o senhor dos diagnósticos
16:17 Passo 7: "In dubio, pro reo”…=)
A nefrite intersticial aguda é um desafio diagnóstico na prática clínica. O conto de fada dos livros fala sobre a clínica florida de rash, febre e eosinofilia, tão infrequente mas muito ensinada. Entretanto, na prática o quadro clínico se resume a exposição a agente de risco e lesão renal aguda aparentemente de etiologia indeterminada. Necessitamos muito avançar desse conto eosinofilúrico e da aversão a biópsia renal para um diagnóstico de precisão com novos biomarcadores e tecido renal em mãos e olhos do patologista. Quer saber mais um pouquinho sobre o tema? Vem cá rapidinho que vamos contar uma história. Episódio com participação do Dr Igor Pietrobom.
Índice
0:27 Epidemiologia e causas de NIA
3:98 Manifestações clínicas
4:40 Investigação laboratorial
7:45 Novos biomarcadores e cintilografia
9:16 Tratamento de NIA
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