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Aos 82 anos, Nélida Piñon fala sobre o passado, o futuro e o presente sem rodeios. Integrante da Academia Brasileira de Letras e a primeira mulher a presidi-la, na década de 1990, a escritora lança o seu mais novo livro, “Uma Furtiva Lágrima”, obra em que ela decifra a si mesma sob o fantasma de ser devorada pela morte. “Não necessito a ameaça da morte iminente para escrever, mas uma sentença como essa, que me deram de seis a nove meses de vida, me mobilizou e fez eu me organizar. (…) Me fez muito bem porque preparei o livro como fiz com os anteriores, achava que teria tempo para terminá-lo, de modo que foi uma aprendizagem extraordinária. Eu driblei a morte, levei em conta que ela seria agradável comigo e que eu estava preparada para recebê-la”, contou em entrevista ao Morning Show desta segunda-feira (17).
By Jovem Pan4
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Aos 82 anos, Nélida Piñon fala sobre o passado, o futuro e o presente sem rodeios. Integrante da Academia Brasileira de Letras e a primeira mulher a presidi-la, na década de 1990, a escritora lança o seu mais novo livro, “Uma Furtiva Lágrima”, obra em que ela decifra a si mesma sob o fantasma de ser devorada pela morte. “Não necessito a ameaça da morte iminente para escrever, mas uma sentença como essa, que me deram de seis a nove meses de vida, me mobilizou e fez eu me organizar. (…) Me fez muito bem porque preparei o livro como fiz com os anteriores, achava que teria tempo para terminá-lo, de modo que foi uma aprendizagem extraordinária. Eu driblei a morte, levei em conta que ela seria agradável comigo e que eu estava preparada para recebê-la”, contou em entrevista ao Morning Show desta segunda-feira (17).

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