Novos Cientistas - USP

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Novos Cientistas - USP episodes

  • Professores devem estar preparados para as mudanças no século 21
    Na entrevista desta quinta-feira (14) em nosso podcast Os Novos Cientistas, o o convidado foi o educador Patrick Marinho Duarte, que realizou um estudo de mestrado na Faculdade de Educação (FE) da USP sobre as necessidades do professor no século 21. A pesquisa intitulada As competências e habilidades socioemocionais necessárias aos professores do século XXI: um estudo à luz da ética, da excelência e do engajamento foi orientada pelo professor Ulisses Ferreira de Araújo.
    Como explicou Duarte durante o bate-papo, seu estudo busca compreender quais são as competências e habilidades socioemocionais necessárias aos professores deste século. “Busquei associar os princípios da Ética, da Excelência e do Engajamento, que são conhecidos como os 3 Es. Assim, a pesquisa propõe um modelo de bom professor, considerando além desses princípios as habilidades socioemocionais deste nosso século conhecidas como 4 Cs: Criatividade, Resolução de Problemas, Pensamento Crítico e Trabalho em Grupo”, descreveu.
    Recorrendo a diversas teorias, Duarte buscou, por meio de pesquisa bibliográfica, a elaboração de um referencial teórico que pudesse definir competência e habilidade, bem como as diversas nomenclaturas que frequentemente vêm sendo utilizadas a partir deste século 21. Os resultados da pesquisa puderam elucidar os conceitos e definições de competências e habilidades bem como estabelecer marcos teóricos a respeito do uso de nomenclaturas como habilidades socioemocionais, habilidades não cognitivas e habilidades do século 21.
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    14 min
  • Estudo defende a descolonização dos currículos escolares
    Para a educadora Deborah Monteiro existe a necessidade de uma reconstrução curricular sob a perspectiva afro-brasileira. “Precisamos olhar para os movimentos negros, as rodas de capoeira e os terreiros, entre outras manifestações, para desafiarmos a colonialidade do saber”, descreveu a pesquisadora que foi a entrevistada desta quinta-feira (7) no podcast Os Novos Cientistas. Ela é autora do estudo de mestrado Corpos negros e seus saberes no chão da escola: oralitura e escrevivência por uma educação decolonial, que foi apresentado na Faculdade de Educação (FE) da USP, sob orientação da professora Ana Cristina Zimmermann.
    Deborah explicou o objetivo de sua pesquisa, que foi estudar expressões da narratividade corporal negra brasileira, saberes ancestrais valiosos e tão pouco reconhecidos. “São conhecimentos essenciais à descolonização dos currículos escolares”, explicou. Ela contou que observou em seus estudos o que ela chama de agência educativa decolonial da população negra. “Refletimos sobre os conceitos de oralitura e escrevivência em suas potencialidades decoloniais. No chão da escola, experimentamos práticas comprometidas com a aplicação da lei 10.639/03 que contemplam nossos conceitos principais, a fim de investigar as possibilidades de combate ao racismo escolar e à colonialidade”, descreveu.
    Segundo Deborah, as práticas investigadas na pesquisa foram importantes para constatar a potência que a oralitura e a escrevivência têm na descolonização dos saberes escolares, pela mobilização que promovem na escola ao privilegiar a corporeidade negra como princípio metodológico do ensino aprendizagem.
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    13 min
  • Pesquisa da USP implanta projeto de leitura e escrita em prisão de Angola
    Um acordo estabelecido entre a USP e a Universidade Lueji A’Nkonde, de Angola, possibilitou à pesquisadora Thais Barbosa realizar sua pesquisa de doutorado num estabelecimento penal daquele país africano. Sob a orientação do professor Roberto da Silva, da Faculdade de Educação (FE) da USP, Thaís desenvolveu o estudo intitulado Literatura carcerária: a pesquisa-ação no estabelecimento prisional de Cacanda, em Angola.
    A pesquisadora foi a entrevistada desta quinta-feira (23) no podcast Os Novos Cientistas, onde descreveu parte de sua experiência naquele país. Estimulada por um desafio proposto pelo professor Roberto da Silva, Thais ministrou no estabelecimento prisional de Cacanda oficinas literárias para estimular aquelas pessoas a serem autoras de suas próprias histórias. “A realidade das pessoas presas em Angola era de pouco ou nenhum acesso à atividades educacionais complementares”, disse a pesquisadora. “Eu aceitei o desafio e reescrevi o projeto de doutorado com o objetivo de estudar o sistema penitenciário angolano”, acrescentou.
    Com experiências em trabalhos semelhantes no Brasil, Thais acredita que seu estudo conseguiu implantar ações de incentivo à educação e leitura. “Antes de nossa chegada, eles só tinham acesso à Bíblia. Por meio da oferta das oficinas pudemos fomentar a leitura e a escrita. Rompemos com a política de silenciamento que era vigente naquele local”, comentou a pesquisadora. Como relatou Thais, foi estabelecido naquele presídio que, uma vez por mês eles teriam um sarau cultural em que pudessem apresentar poemas, músicas e textos. “Conseguimos que fizesse parte do calendário da prisão”, contou.
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    10 min
  • Contos biográficos contam as memórias olímpicas brasileiras
    No podcast Os Novos Cientistas desta quinta-feira (16), o entrevistado foi o professor Rafael Campos Veloso. Ele é autor da tese de doutorado intitulada Trajetos entre alvoradas e crepúsculos: atleta e as muitas faces do mito do herói, defendida na Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, sob a orientação da professora Katia Rubio. “Minha pesquisa busca resgatar a memória olímpica brasileira para a sociedade, por meio de contos biográficos”, contou o pesquisador.
    Os contos biográficos são sobre quatro atletas olímpicos brasileiros: Soraya André, judoca paulistana; César Daneliczen, ciclista; Mário Eduardo Souto, do polo aquático; e Nelson Rocha dos Santos, do atletismo. De acordo com o professor, a pesquisa teve como principal objetivo a investigação do imaginário subjacente e o trajeto de vida percorrido por essas pessoas que se tornaram atletas olímpicos. “Vale lembrar que estas pessoas compõem uma população muito especial, de aproximadamente 2 mil pessoas num universo de mais de 200 milhões”, destacou Veloso.
    A tese de Veloso foi publicada como livro, com o mesmo título. A obra traz os contos que mostram outros tipos de atletas, além dos vencedores. “São aqueles que eu denomino como ‘os carregadores de piano’. Aqueles que não aparecem, mas que nos proporcionam outras faces do herói. Eu os chamo como os heróis noturnos”, descreveu Veloso. Ao se interpretar as trajetórias de vida deles mostra que eles têm estruturas heroicas. “São outras faces, outras configurações heroicas, vamos dizer assim”, explicou o pesquisador. O livro resultante da tese também é uma forma de manutenção da memória de uma sociedade em relação a seus heróis olímpicos. “Eu entendo que isso demanda um trabalho constante dos setores que efetivamente se preocupem com isso. E esse trabalho o Grupo de Estudos Olímpicos da EEFE vem realizando”, destacou.
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    13 min
  • Sistema Open Banking é analisado em pesquisa da ECA
    Na entrevista desta quinta-feira, 2 de junho, no podcast Os Novos Cientistas, a publicitária Kate Domingos Fernandes discorreu sobre a sua pesquisa de mestrado apresentada na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. O estudo, intitulado Modelo de adoção de Open Banking: motivadores e barreiras que influenciam o potencial adotante, teve a orientação do professor Otávio Bandeira Lamônica e foi apresentado na área de Interfaces Sociais da Comunicação. “Meu objetivo foi enxergar e entender como os consumidores que têm conta bancária, que usam cartões e pegam empréstimos, iriam aceitar a ideia de uma nova tecnologia financeira na vida deles. Isso é um grande interesse da comunicação e do marketing: estudar o comportamento do consumidor”, disse a pesquisadora.
    Segundo Kate, “open banking” é um termo inglês que significa sistema financeiro aberto. Como ela descreveu durante a entrevista, “ele nasce da premissa de que os dados financeiros pertencem ao cliente e não às instituições”. Ela citou, como exemplo, um consumidor que já tenha conta numa instituição há um tempo considerável. “O banco possui todo o histórico do cliente porque além de receber o seu salário naquela conta, podem haver situações de empréstimo, uso de cartão, seguro de automóvel, entre outros produtos”, citou, destacando que, até o surgimento do Open Banking os dados eram de propriedade do da instituição bancária e não do cliente. “Com o sistema Open Banking isso mudou”, disse Kate. Os dados da vida bancária do cliente pertencem a ele, que poderá levá-los para onde ele quiser.
    O sistema Open Banking está no Brasil desde agosto de 2021 e o estudo de Kate testou um modelo de adoção do sistema. “De início realizei uma revisão de literatura para a identificação de construtos já apresentados em estudos anteriores como influenciadores da adoção de tecnologias financeiras digitais”, contou a pesquisadora. A segunda etapa do estudo apoiou-se em entrevistas com especialistas no assunto, procurando identificar as percepções desses especialistas, a fim de conceber um modelo de adoção específico para o Open Banking.
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    14 min
  • América Latina é o fio condutor na obra de Milton Nascimento
    O “Bituca”, ou Milton Nascimento, cantor e compositor mineiro, foi o tema central de uma pesquisa de mestrado apresentada na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. A autora do estudo, Fernanda Paulo Marques, foi a entrevistada desta quinta-feira (19) no podcast Os Novos Cientistas e descreveu alguns detalhes de sua pesquisa. “Meu estudo destaca a importância de Milton Nascimento e do Clube da Esquina, que considero uma importante experiência musical, mas que foi de certa forma invisibilizada na construção da música no Brasil”, disse a pesquisadora.
    No estudo intitulado No trilho da década de 1970: o trem chamado Bituca e a viagem pela América Latina, Fernanda analisou músicas que integram seis discos da década de 1970 do compositor e cantor Milton Nascimento, ou o Bituca, que é seu apelido. Os discos analisados foram: Milton (1970), Clube da Esquina (1972), Milagre dos Peixes (1973), Minas (1975), Geraes (1976) e Clube da Esquina 2 (1978). “O objetivo foi destacar o que caracterizamos como América Latina na obra de Milton Nascimento”, destacou a pesquisadora durante a conversa.
    Na entrevista, Fernanda propôs um exercício: buscar os principais documentários sobre música Brasileira e observar quantas vezes Milton Nascimento e o Clube da Esquina são citados. “Chega a ser bizarro”, lamentou. “Quando olhamos para a década de 1970, fica mais bizarro ainda”, lamentou, ressaltando que “muitos críticos daquela época mudaram o discurso agora.” Para Fernanda, as músicas de Milton Nascimento acabam não se restringindo somente ao Brasil, mas também num contexto global. “Sua música é completamente aberta ao mundo. Ele não tem gênero musical definido, não tem uma questão de jeito certo ou errado de fazer música”, descreveu a pesquisadora.
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    13 min
  • Músicas de Tião Carreiro se relacionam com a religiosidade de terreiro
    O músico José Dias Nunes foi o tema da entrevista desta quinta-feira (12) no podcast Os Novos Cientistas. Estamos falando de Tião Carreiro, considerado um dos criadores do ritmo pagode de viola. “Tião Carreiro foi transformado em referência para uma geração de violeiros a partir dos anos de 1950”, destacou o músico e professor Thiago da Silva Pires, autor de um estudo de mestrado apresentado na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP em que analisa gravações da discografia do violeiro que fazem referência ao universo das religiosidades de terreiro. A pesquisa intitulada Arapô: a religiosidade de terreiro na discografia do violeiro Tião Carreiro teve a orientação do professor e também violeiro Ivan Vilela, da ECA.
    Para elaborar seu estudo, Thiago considerou o protagonismo de Tião Carreiro junto à viola. Como método de pesquisa, o músico fez a escuta da discografia do artista e definiu o conceito de religiosidades de terreiro e suas bases filosóficas. “Além disso realizei uma revisão bibliográfica de trabalhos onde Tião Carreiro e sua música figuram como objeto de
    pesquisa”, destacou o pesquisador.
    De acordo com Thiago, Ara-Pô é o nome de uma música presente no álbum Hoje eu não posso ir, lançado em 1972 pela gravadora Chantecler. “Ao todo, acessei 28 álbuns de 78 rotações, 12 compactos e 69 LPs e CDs lançados entre 1952 e 2014”, contou o pesquisador. Além disso, ele também entrevistou Alex Marli, filha do artista, Sebastião Gonçalo e Luiz Faria, amigo pessoal e violeiro. De acordo com Thiago, as letras das músicas sertanejas apontam a religiosidade como recurso de seus atores para lidar com conflitos e violências presentes no rural brasileiro.
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    14 min
  • Estudo traz registros que fornecem panorama da diversidade de aves brasileiras
    Um estudo inédito sobre a paleontologia de aves no Brasil foi o tema da entrevista desta quinta-feira (5) no podcast Os Novos Cientistas. No bate-papo, o pesquisador Rafael Silva do Nascimento relatou como realizou seu estudo no Museu de Zoologia (MZ) da USP, sob a orientação do professor Luís Fábio da Silveira. Segundo o pesquisador, a paleontologia de aves no Brasil é um campo de pesquisa ainda incipiente, a despeito de seu material relativamente abundante.
    A pesquisa intitulada Aves Fósseis do Brasil traz registros que mostram a diversidade e a história das aves brasileiras extintas nos tempos pré-históricos. “Nosso estudo trouxe um senso de unidade, já que o levantamento da bibliografia permitiu reunir dados de quase 400 espécies”, disse Nascimento, lembrando que os primeiros estudos de aves no Brasil foram publicados em dinamarquês, no final do século 19.
    “Sempre fui interessado na história das aves extintas”, declarou o pesquisador. Segundo ele, os vestígios das aves são representados por ossos (fósseis e subfósseis), impressões de penas e ovos encontrados em todas as regiões do País, a partir da década de 1830. A revisão e a catalogação do histórico do estudo e de todos esses registros, com atualização de sua nomenclatura taxonômica, fornecem um panorama de sua diversidade e oferece subsídios para estudos filogenéticos, taxonômicos e biogeográficos. O levantamento da literatura resultou em 378 registros.
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    9 min
  • Trajetórias de atletas olímpicos negros mostram as formas de luta contra o racismo no esporte
    Na entrevista desta quinta-feira (28) no podcast Os Novos Cientistas, o pesquisador e professor de educação física Neilton de Sousa Ferreira Júnior descreveu como desenvolveu seu estudo de doutorado na Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP. A pesquisa intitulada Olimpismo negro: uma antologia das resistências ao racismo no esporte, por atletas olímpicos brasileiros foi orientada pela professora Kátia Rúbio, da Faculdade de Educação (FE) da USP, e busca identificar e oferecer uma interpretação às formas de luta e resistência ao racismo no esporte olímpico brasileiro.
    Ferreira traz em seu estudo as trajetórias esportivas de quatro atletas brasileiros: Alfredo Gomes, corredor que carregou a bandeira na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Verão de 1924, em Paris, na França; Melânia Luz, velocista e primeira mulher negra a participar de uma delegação olímpica brasileira e que competiu nos 200 metros femininos nos Jogos Olímpicos de Verão de 1948, em Londres; Soraia André, judoca que participou dos Jogos Olímpicos de Verão de 1992 em Barcelona, ​​Espanha; e Diogo Silva, lutador de taekwondo campeão pan-americano em 2007 e mundial universitário em 2009.
    Por intermédio das biografias, o pesquisador analisou os desdobramentos da presença negra em um sistema esportivo historicamente marcado por contradições fundamentais, dentre as quais se destaca o racismo. “Tomadas em conjunto, essas biografias negras falam de experiências sociais que, embora particulares ao campo esportivo, carregam características universais da diáspora negra”, destacou o pesquisador. Esse quadro possibilitou a construção do que se denominou antologia das resistências negras ao racismo no esporte brasileiro.
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    11 min
  • Futebol feminino e as motivações de seu público são analisados em estudo da FEA USP
    Entre as principais motivações que levam o público a consumir o futebol feminino está o interesse em apoiar as causas femininas. “Além disso, o esporte está em seu melhor momento aqui no Brasil”, disse o doutorando em administração e marketing, Anderson Felipe Rosa. O pesquisador é autor do estudo de mestrado Motivação para o consumo de futebol feminino no Brasil: um estudo sobre escalas, apresentado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, e foi o entrevistado desta quinta-feira (14) no podcast Os Novos Cientistas.
    Anderson também destacou que, apesar de estar num bom momento, o futebol feminino ainda precisa de melhor infraestrutura de um forma geral. “Mesmo com esse crescimento, ainda não podemos dizer que o evento é lucrativo”, afirmou. Na análise que realizou em sua pesquisa, sob a orientação do professor Otávio Bandeira de Lamônica Freire, Anderson pôde constatar também que, entre o público consumidor de futebol feminino, 60% ainda consome mais o futebol masculino.
    Para realizar sua pesquisa, Anderson utilizou escalas que mensuram as motivações de espectadores de esporte. “É notório que o futebol feminino vem obtendo destaque em relação a audiência, com a evidência da Copa do Mundo de Futebol feminino na França em 2019, e o desenvolvimento das competições locais”, destacou o pesquisador, lembrando que poucos estudos no Brasil investigaram essas motivações para consumidores de futebol feminino.
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    12 min

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Espaço destinado aos novos mestres e doutores da USP para falar sobre suas pesquisas e inovações, num bate-papo informal e descontraído.

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