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Novus Capital episodes

  • NovusCast - 10 de Julho 2026

    Nossa sócia Sarah Campos esclarece, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

    No cenário internacional, a semana foi marcada pelo aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã, após a quebra da trégua e a troca de ameaças e ataques entre os dois países. Os EUA anunciaram a revogação da licença de venda de petróleo iraniano, contribuindo para a alta de mais de 4% do petróleo na semana e para a abertura da curva de juros americana. A ata do Fed e os anúncios dos grupos de trabalho liderados por Kevin Warsh também permaneceram em destaque, reforçando o compromisso da autoridade monetária com a meta de inflação de 2%.

    No Brasil, o destaque foi a divulgação do IPCA de junho, que surpreendeu positivamente ao registrar alta de apenas 0,16%, bem abaixo das expectativas. A surpresa ficou concentrada principalmente em alimentação, mas os núcleos e os serviços subjacentes também mostraram moderação, trazendo uma leitura mais favorável da inflação. O principal ponto de atenção continua sendo a inflação de serviços intensivos em mão de obra, que segue em patamar elevado. Ainda assim, o resultado reforça a expectativa de um período de inflação mais moderada e mantém o cenário compatível com novos cortes de juros nas próximas reuniões do Copom.

    Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 12 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +1,23%, Nasdaq +1,69% e Russell 2000 -0,50%. No Brasil, o jan/29 fechou 26 bps, o Ibovespa valorizou 2,17% e o real 1,18%.

    Na próxima semana, destaque para o CPI nos Estados Unidos. No Brasil, o foco será a decisão sobre as tarifas americanas, além da divulgação da PMS e da PMC.

    10 min
  • Call Mensal - Junho 2026

    Na segunda-feira, dia 06/07/2026, nossa equipe de gestão e pesquisa econômica realizará o call mensal, abordando os assuntos mais relevantes do mês de junho. Novamente realizaremos a conferência pelo zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixe de acompanhar!

    40 min
  • NovusCast - 03 de Julho 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

    No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos. O payroll veio abaixo do esperado, com revisões baixistas dos meses anteriores e composição mais fraca, enquanto a pesquisa das famílias mostrou queda da ocupação e da taxa de participação. Apesar disso, o ritmo de contratação segue compatível com um mercado de trabalho resiliente. Na Zona do Euro, o CPI surpreendeu positivamente, desacelerando para 2,8% em 12 meses, reforçando a avaliação do Banco Central Europeu de que não há efeitos relevantes de segunda ordem da alta da energia e reduzindo a necessidade de novas altas de juros no curto prazo. O presidente do Fed, Kevin Warsh, reafirmou o compromisso com a meta de 2% e evitou sinalizações sobre os próximos passos, mas reconheceu que os riscos inflacionários diminuíram nas últimas semanas.

    No Brasil, o Caged voltou a surpreender para baixo pelo segundo mês consecutivo, reforçando sinais de desaceleração gradual do mercado de trabalho. A produção industrial recuou 0,2% no mês, primeira leitura negativa do ano, mas ainda compatível com um segundo trimestre de crescimento. No campo fiscal, seguiram as discussões sobre a retirada gradual dos subsídios aos combustíveis, a PEC dos agentes comunitários de saúde, a renegociação de dívidas rurais e a ampliação do teto do MEI. No cenário político, Flávio Bolsonaro protocolou carta aos Estados Unidos pedindo a suspensão das tarifas, enquanto as pesquisas eleitorais permaneceram praticamente estáveis.

    Nos EUA, o juro de 30 anos abriu 12 bps e as bolsas tiveram desempenho misto - S&P 500 +1,76%, Nasdaq +0,72% e Russell 2000 -0,46%. No Brasil, o jan/35 abriu 6 bps, o Ibovespa subiu 0,45% e o real ficou perto da estabilidade (+0,06%).

    Na próxima semana, destaque para o ISM de serviços e a ata da última reunião do Fed. No Brasil, atenção para a divulgação do IPCA de junho.

    14 min
  • NovusCast - 26 de Junho 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

    No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade da queda do petróleo, impulsionada pela normalização da oferta no Oriente Médio e pela recuperação do fluxo de navios no Estreito de Ormuz. Na Zona do Euro, o PMI apresentou melhora frente ao mês anterior, com desaceleração dos preços pagos e dos preços cobrados pelas empresas, enquanto membros do ECB indicaram que o cenário não exige uma resposta mais intensa de política monetária. Nos EUA, o PCE veio em linha com o esperado, mantendo a leitura de inflação elevada, enquanto os dados de renda e consumo apontaram perda de renda real e revisão para baixo do consumo no PIB do primeiro trimestre.

    No Brasil, a semana foi marcada pela ata do Copom e pelo Relatório de Política Monetária do Banco Central. A ata foi vista como mais hawk, com o Copom tendo aventado a possibilidade de até elevar a taxa básica na última reunião. Entretanto, o RPM mostrou uma projeção condicional para o Q1 28 - horizonte relevante da próxima reunião - em 3,2%, muito mais próximo à meta do que o 3,7% do horizonte relevante atual (fim do efeito El Niño foi a justificativa). O IPCA-15 veio ligeiramente abaixo do esperado, com melhora dos núcleos e dos serviços subjacentes, beneficiados também pela queda do petróleo. A PNAD mostrou desaceleração da massa salarial, contribuindo para reduzir a pressão sobre a política monetária e favorecendo o fechamento da curva de juros.

    Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 10 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -1,95%, Nasdaq -4,24% e Russell 2000 +1,02%. No Brasil, o jan/29 fechou 68 bps, o real caiu 0,41% e o Ibovespa subiu 2,95%.

    Na próxima semana, destaque para a inflação na Zona do Euro. Nos Estados Unidos, atenção aos dados de mercado de trabalho. No Brasil, o foco será o Caged.

    14 min
  • NovusCast - 19 de Junho 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

    No cenário internacional, a semana foi marcada pelas decisões de política monetária. O Banco Central da Inglaterra manteve os juros inalterados, enquanto o Banco Central do Japão elevou a taxa para 1%, ambos em linha com as expectativas. O principal destaque ficou para o Fed, que manteve os juros, mas cuja primeira reunião sob a presidência de Kevin Warsh trouxe mudanças relevantes na comunicação, com o fim do forward guidance e a criação de grupos de trabalho para revisar temas como balanço, produtividade, mercado de trabalho na era da IA e fontes de dados. O Fed também revisou para cima suas projeções de inflação e reforçou o compromisso com a meta de 2%. Nos EUA, o varejo de maio surpreendeu positivamente, reforçando a leitura de atividade resiliente. No campo geopolítico, o memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã trouxe perspectiva de redução das tensões e de normalização gradual do fluxo no Estreito de Ormuz.

    No Brasil, o Copom reduziu a Selic em 25 bps, decisão interpretada como dovish diante da revisão altista das projeções de inflação e da manutenção de um cenário de atividade forte. A comunicação foi confusa, utilizando a extensão do horizonte relevante para justificar o corte. No campo fiscal, a semana foi marcada por novas preocupações com propostas de aumento de gastos no Congresso e por declarações de Flávio Bolsonaro descartando medidas estruturais de ajuste fiscal.

    Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 13 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,93%, Nasdaq +2,60% e Russell 2000 +1,22%. No Brasil, a curva de juros inclinou (jan/27 fechou 10 bps; jan/31 abriu 57 bps), o Ibovespa desvalorizou 1,64% e o real 1,82%.

    Na próxima semana, destaque para o IPCA-15, a ata do Copom e o Relatório de Política Monetária. No exterior, atenção aos PMIs e ao PCE.

    19 min
  • NovusCast - 12 de Junho 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

    No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade das negociações envolvendo EUA, Irã e Israel. Após novos ataques e ameaças ao longo dos últimos dias, surgiram notícias sobre a possibilidade de um memorando de entendimento mais amplo envolvendo os países da região, incluindo uma trégua imediata e discussões sobre temas como o programa nuclear iraniano, recursos financeiros e o funcionamento do estreito de Ormuz. Apesar do tom mais construtivo, o mercado segue cauteloso diante das sucessivas idas e vindas das negociações. Nos dados econômicos, o CPI e o PPI vieram em linha com a expectativa de inflação elevada, enquanto as projeções para o PCE foram revisadas para cima. Na Europa, o Banco Central Europeu elevou os juros em 25 bps e reforçou a preocupação com os efeitos persistentes do choque de energia sobre a inflação.

    No Brasil, os dados de atividade seguiram surpreendendo positivamente. A PMS veio mais forte que o esperado, reforçando a leitura de crescimento robusto no segundo trimestre e aumentando a percepção de que as projeções de crescimento do Banco Central estão defasadas. Já o IPCA trouxe surpresa altista no índice cheio, mas os núcleos e os serviços subjacentes vieram melhores do que o esperado, contribuindo para uma leitura mais favorável da dinâmica inflacionária.

    Nos EUA, a curva de juros fechou (vértice de 2 anos – 6 bps), e as bolsas subiram – S&P 500 +0,65%, Nasdaq +2,34% e Russell 2000 +3,9%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/35 – 42 bps), o Ibovespa valorizou 1,25% e o real 2,15%.

    Na próxima semana, destaque para as decisões de política monetária do Fed e do Copom.

    16 min
  • Call Mensal - Maio 2026

    Na quarta-feira, dia 03/06/2026, nossa equipe de gestão e pesquisa econômica realizou o call mensal, abordando os assuntos mais relevantes do mês de maio. Novamente realizamos a conferência pelo Zoom com transmissão simultânea pelo YouTube. Não deixe de acompanhar!

    38 min
  • NovusCast - 05 de Junho 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

    No cenário internacional, a semana foi marcada por forte reavaliação das perspectivas de política monetária global. Nos Estados Unidos, indicadores de atividade e mercado de trabalho seguiram apontando economia resiliente, com melhora do sentimento empresarial refletida nos ISMs e reaceleração da média móvel de criação de empregos no payroll. O mercado passou a discutir um cenário de juros mais altos por mais tempo, com parte dos investidores começando a precificar altas de juros nos EUA, em linha com o movimento já observado na Europa e no Reino Unido. No campo geopolítico, as negociações envolvendo EUA e Irã continuam, mas sem resolução. Houve tentativa de cessar-fogo envolvendo Israel e Líbano, rejeitada pelo Hezbollah, mantendo a incerteza elevada e o petróleo pressionado.

    No Brasil, os dados seguem apontando atividade forte. A produção industrial reforçou a leitura de crescimento elevado no início do segundo trimestre, enquanto as projeções de inflação continuaram piorando, com revisões altistas tanto para este ano quanto para 2027. O mercado passou a reavaliar de forma relevante as expectativas para o Copom, diante da combinação entre atividade resiliente, inflação elevada, piora do cenário externo e desvalorização cambial. A expectativa segue sendo de corte na próxima reunião, mas com percepção crescente de que o ciclo estaria próximo do fim.

    Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -2,59%, Nasdaq -4,53% e Russell 2000 -2,94%. No Brasil, o jan/29 abriu 95 bps, o Ibovespa caiu 2,62% e o real 2,37%. O petróleo subiu mais 3,34%.

    Na próxima semana, destaque para o CPI nos EUA e, no Brasil, atenção ao IPCA e PMS.

    15 min
  • NovusCast - 29 de Maio 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

    No cenário internacional, a semana foi marcada pelo aumento do otimismo em relação a um possível acordo entre Estados Unidos e Irã. Ao longo dos últimos dias, Trump indicou que restariam poucos pontos para um entendimento, incluindo questões relacionadas ao programa nuclear iraniano e às condições de reparação do país. O mercado encerra a semana com expectativa mais positiva sobre a possibilidade de avanço nas negociações. Nos dados econômicos, o Core PCE veio abaixo do esperado, com surpresa baixista concentrada em serviços ex-habitação. O dado representou a primeira surpresa baixista relevante de inflação após sequência de números mais fortes, embora os indicadores anualizados ainda permaneçam acima da meta do Fed.

    No Brasil, a semana trouxe dados econômicos relevantes. O IPCA veio levemente acima do esperado, com surpresa concentrada em alimentação no domicílio e energia elétrica, enquanto os núcleos permaneceram em linha. O Caged veio abaixo das expectativas, sugerindo desaceleração marginal do mercado de trabalho, embora a PNAD tenha continuado mostrando força, com nova mínima da taxa de desemprego e crescimento robusto da massa salarial. O PIB do primeiro trimestre veio em linha com o esperado, mas com composição forte, reforçando revisões altistas para o crescimento de 2026. No campo político, seguiram os efeitos das medidas expansionistas do governo e dos desdobramentos envolvendo Flávio Bolsonaro.

    Nos mercados, a semana foi marcada por forte desempenho das bolsas globais. As bolsas americanas subiram entre 1,5% e 3%, enquanto mercados ligados à tecnologia continuaram se destacando, com alta expressiva na Coreia do Sul e desempenho positivo de emergentes. Os juros fecharam globalmente, com destaque para os Treasuries, enquanto o petróleo caiu cerca de 9% na semana, refletindo o maior otimismo com um possível acordo geopolítico. O dólar teve comportamento misto, enquanto o ouro avançou levemente. No Brasil, o Ibovespa caiu cerca de 1%, pressionado pela Petrobras e pelo ambiente doméstico.

    Na próxima semana, destaque para dados de atividade e mercado de trabalho nos EUA, além da continuidade das negociações entre EUA e Irã.

    13 min
  • NovusCast - 22 de Março 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.

    No cenário internacional, a semana seguiu marcada pelas negociações entre Estados Unidos e Irã. O Trump chegou a sinalizar um possível ataque, posteriormente cancelado após pedidos de países do Golfo. As conversas continuam, mas seguem os impasses envolvendo o enriquecimento de urânio e o controle do fluxo no estreito de Ormuz. A ata do Fed mostrou maioria dos membros considerando apropriada uma alta de juros caso a inflação permaneça persistentemente acima da meta. O Waller, um dos diretores da entidade, que anteriormente defendia cortes, afirmou que discutir redução de juros no curto prazo seria inadequado diante dos dados recentes. Na Zona do Euro, os PMIs mostraram desaceleração adicional da atividade, principalmente em serviços.

    No Brasil, a semana teve poucos dados econômicos, com destaque maior para os desdobramentos políticos. O diretor do BCB Nilton David teve discurso interpretado como mais dovish, reforçando expectativa de continuidade dos cortes de 25 bps na Selic. Nas pesquisas eleitorais, Flávio Bolsonaro perdeu espaço após os áudios divulgados na semana anterior, enquanto Lula apresentou melhora marginal de aprovação. Apesar disso, a leitura segue de disputa ainda competitiva no segundo turno, com Flávio Bolsonaro permanecendo como candidato viável.

    Nos EUA, os juros mais curtos tiveram abertura marginal, e os mais longos fechamento marginal, enquanto as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,88%, Nasdaq +1,22% e Russell 2000 +2,72%. O juro de 30 anos no Reino Unido fechou 28 bps. No Brasil, o jan/29 fechou 27 bps, o Ibovespa desvalorizou 0,61% e o real valorizou 0,38%.

    Na próxima semana, destaque para o PCE nos EUA e, no Brasil, atenção para o PIB, IPCA-15, dados de mercado de trabalho e índices de confiança.

    13 min

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