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Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, além do noticiário intenso sobre o conflito no Oriente Médio, a semana trouxe alguns dados econômicos americanos. O JOLTS veio em linha com o esperado, com baixo número de contratações e demissões e, no varejo, houve surpresa positiva no headline, mas com crescimento subjacente mais moderado (ambos referentes a fevereiro). O ADP veio levemente acima da expectativa, com contratações em setores mais defensivos, enquanto o ISM de manufatura ficou marginalmente acima do consenso, com pressão em preços pagos (ambos referentes a março). Ainda assim, o principal foco seguiu sendo a guerra, com tentativas de negociação frustradas, continuidade de ataques e aumento do isolamento diplomático dos EUA. Trump reiterou prazo de duas a três semanas para o fim do conflito, mas sem clareza sobre o desfecho.
No Brasil, a semana teve poucos dados, com destaque para a produção industrial acima do esperado, reforçando atividade mais forte no início do ano. O Caged veio em linha com a expectativa. Dados de crédito indicaram moderação marginal.
Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 12 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +3,36%, Nasdaq +3,95% e Russell 2000+3,28%. No Brasil, o jan/27 fechou 47 bps, o Ibovespa subiu 3,56% e o real valorizou 1,59%. O petróleo subiu mais 12%.
Na próxima semana, destaque para a continuidade da guerra, dados de inflação (PCE e o CPI) e payroll (ainda nessa sexta) nos EUA. No Brasil, atenção ao IPCA.
By Novus Capital5
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Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, além do noticiário intenso sobre o conflito no Oriente Médio, a semana trouxe alguns dados econômicos americanos. O JOLTS veio em linha com o esperado, com baixo número de contratações e demissões e, no varejo, houve surpresa positiva no headline, mas com crescimento subjacente mais moderado (ambos referentes a fevereiro). O ADP veio levemente acima da expectativa, com contratações em setores mais defensivos, enquanto o ISM de manufatura ficou marginalmente acima do consenso, com pressão em preços pagos (ambos referentes a março). Ainda assim, o principal foco seguiu sendo a guerra, com tentativas de negociação frustradas, continuidade de ataques e aumento do isolamento diplomático dos EUA. Trump reiterou prazo de duas a três semanas para o fim do conflito, mas sem clareza sobre o desfecho.
No Brasil, a semana teve poucos dados, com destaque para a produção industrial acima do esperado, reforçando atividade mais forte no início do ano. O Caged veio em linha com a expectativa. Dados de crédito indicaram moderação marginal.
Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 12 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +3,36%, Nasdaq +3,95% e Russell 2000+3,28%. No Brasil, o jan/27 fechou 47 bps, o Ibovespa subiu 3,56% e o real valorizou 1,59%. O petróleo subiu mais 12%.
Na próxima semana, destaque para a continuidade da guerra, dados de inflação (PCE e o CPI) e payroll (ainda nessa sexta) nos EUA. No Brasil, atenção ao IPCA.

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