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Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana foi marcada por uma redução de risco no conflito entre Estados Unidos e Irã. Após ameaça de escalada, um acordo de cessar-fogo de duas semanas foi mediado. Ainda assim, houve violações e o estreito de Ormuz seguiu com fluxo muito baixo, mantendo a relevância do tema para o mercado de petróleo. Nos dados econômicos, o CPI de março veio com surpresa baixista, com headline elevado, mas núcleo mais comportado e abaixo do esperado, indicando inflação subjacente ainda controlada. O payroll mostrou criação forte de vagas no setor privado, embora com sinais mistos na pesquisa das famílias.
No Brasil, o IPCA veio em 0,88%, com surpresa altista frente ao esperado, concentrada em alimentação e bens industriais, com leitura qualitativa mais benigna. Ainda assim, a perspectiva segue de inflação pressionada nos próximos meses, com impacto maior do petróleo esperado para abril e maio. Dados de atividade, como vendas e produção de veículos, vieram fortes, indicando início de ano aquecido. Houve piora das expectativas de inflação de 2028 reportadas no Focus.
Nos EUA, os juros fecharam marginalmente, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +3,56%, Nasdaq 4,45% e Russell 2000 +3,97%. O petróleo caiu mais de 10%. No Brasil, o jan/35 fechou 40 bps, o Ibovespa subiu 4,93% e o real valorizou 3,04%.
Na próxima semana, destaque para dados adicionais de inflação nos EUA, além da continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e da comunicação dos bancos centrais. No Brasil, atenção aos dados de atividade (PMC e PMS).
By Novus Capital5
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Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana foi marcada por uma redução de risco no conflito entre Estados Unidos e Irã. Após ameaça de escalada, um acordo de cessar-fogo de duas semanas foi mediado. Ainda assim, houve violações e o estreito de Ormuz seguiu com fluxo muito baixo, mantendo a relevância do tema para o mercado de petróleo. Nos dados econômicos, o CPI de março veio com surpresa baixista, com headline elevado, mas núcleo mais comportado e abaixo do esperado, indicando inflação subjacente ainda controlada. O payroll mostrou criação forte de vagas no setor privado, embora com sinais mistos na pesquisa das famílias.
No Brasil, o IPCA veio em 0,88%, com surpresa altista frente ao esperado, concentrada em alimentação e bens industriais, com leitura qualitativa mais benigna. Ainda assim, a perspectiva segue de inflação pressionada nos próximos meses, com impacto maior do petróleo esperado para abril e maio. Dados de atividade, como vendas e produção de veículos, vieram fortes, indicando início de ano aquecido. Houve piora das expectativas de inflação de 2028 reportadas no Focus.
Nos EUA, os juros fecharam marginalmente, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +3,56%, Nasdaq 4,45% e Russell 2000 +3,97%. O petróleo caiu mais de 10%. No Brasil, o jan/35 fechou 40 bps, o Ibovespa subiu 4,93% e o real valorizou 3,04%.
Na próxima semana, destaque para dados adicionais de inflação nos EUA, além da continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e da comunicação dos bancos centrais. No Brasil, atenção aos dados de atividade (PMC e PMS).

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