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Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade das negociações envolvendo EUA, Irã e Israel. Após novos ataques e ameaças ao longo dos últimos dias, surgiram notícias sobre a possibilidade de um memorando de entendimento mais amplo envolvendo os países da região, incluindo uma trégua imediata e discussões sobre temas como o programa nuclear iraniano, recursos financeiros e o funcionamento do estreito de Ormuz. Apesar do tom mais construtivo, o mercado segue cauteloso diante das sucessivas idas e vindas das negociações. Nos dados econômicos, o CPI e o PPI vieram em linha com a expectativa de inflação elevada, enquanto as projeções para o PCE foram revisadas para cima. Na Europa, o Banco Central Europeu elevou os juros em 25 bps e reforçou a preocupação com os efeitos persistentes do choque de energia sobre a inflação.
No Brasil, os dados de atividade seguiram surpreendendo positivamente. A PMS veio mais forte que o esperado, reforçando a leitura de crescimento robusto no segundo trimestre e aumentando a percepção de que as projeções de crescimento do Banco Central estão defasadas. Já o IPCA trouxe surpresa altista no índice cheio, mas os núcleos e os serviços subjacentes vieram melhores do que o esperado, contribuindo para uma leitura mais favorável da dinâmica inflacionária.
Nos EUA, a curva de juros fechou (vértice de 2 anos – 6 bps), e as bolsas subiram – S&P 500 +0,65%, Nasdaq +2,34% e Russell 2000 +3,9%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/35 – 42 bps), o Ibovespa valorizou 1,25% e o real 2,15%.
Na próxima semana, destaque para as decisões de política monetária do Fed e do Copom.
By Novus Capital5
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Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.
No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade das negociações envolvendo EUA, Irã e Israel. Após novos ataques e ameaças ao longo dos últimos dias, surgiram notícias sobre a possibilidade de um memorando de entendimento mais amplo envolvendo os países da região, incluindo uma trégua imediata e discussões sobre temas como o programa nuclear iraniano, recursos financeiros e o funcionamento do estreito de Ormuz. Apesar do tom mais construtivo, o mercado segue cauteloso diante das sucessivas idas e vindas das negociações. Nos dados econômicos, o CPI e o PPI vieram em linha com a expectativa de inflação elevada, enquanto as projeções para o PCE foram revisadas para cima. Na Europa, o Banco Central Europeu elevou os juros em 25 bps e reforçou a preocupação com os efeitos persistentes do choque de energia sobre a inflação.
No Brasil, os dados de atividade seguiram surpreendendo positivamente. A PMS veio mais forte que o esperado, reforçando a leitura de crescimento robusto no segundo trimestre e aumentando a percepção de que as projeções de crescimento do Banco Central estão defasadas. Já o IPCA trouxe surpresa altista no índice cheio, mas os núcleos e os serviços subjacentes vieram melhores do que o esperado, contribuindo para uma leitura mais favorável da dinâmica inflacionária.
Nos EUA, a curva de juros fechou (vértice de 2 anos – 6 bps), e as bolsas subiram – S&P 500 +0,65%, Nasdaq +2,34% e Russell 2000 +3,9%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/35 – 42 bps), o Ibovespa valorizou 1,25% e o real 2,15%.
Na próxima semana, destaque para as decisões de política monetária do Fed e do Copom.

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