O Assunto

O Assunto

By G1News
Download on the App Store
  • Favorites

    499

    Followers

  • Typical duration

    31 min

    per episode

  • If it hooks

    53%

    finish an episode

Based on Podcast App listening data

O Assunto episodes

  • Deltan Dallagnol cassado pelo TSE
    Figura proeminente da força-tarefa da Operação Lava Jato, o ex-procurador foi o deputado federal mais votado do Paraná em 2022, pelo Podemos. Ao deixar o Ministério Público para entrar na carreira política, Deltan ficou livre de 15 procedimentos administrativos que poderiam condená-lo à exoneração e deixá-lo inelegível para cargos públicos, com base na Lei da Ficha Limpa. Na terça-feira (16), o Tribunal Superior Eleitoral decidiu por unanimidade que a manobra de Deltan configura “fraude” e cassou o mandato dele na Câmara – seu substituto será o Pastor Itamar Paim (PL). Para explicar a decisão do tribunal eleitoral e o futuro político dos envolvidos na Lava Jato, Natuza Nery recebe o advogado Henrique Neves, ex-ministro do TSE, e Valdo Cruz, colunista do g1 e comentarista da GloboNews. Neste episódio: - Henrique traduz o voto do relator do processo no TSE, o ministro Benedito Gonçalves: “Se considerou que Deltan fraudou a lei”. Na decisão, explica Henrique, o ministro afirma que o ex-procurador teria “cometido a manobra” de se aposentar para fugir dos processos administrativos que corriam no Conselho Nacional do Ministério Público contra ele; - O ex-ministro do TSE aponta as diferenças entre os processos de Deltan e os do senador Sergio Moro (União-PR). No caso de Moro, o tribunal analisou os casos de forma “completamente diferente”, uma vez que Moro deixou o MP não para uma candidatura, mas para assumir um ministério; - Valdo analisa as chances de Deltan conseguir reverter a cassação no Supremo Tribunal Federal: “São pequenas. E vamos lembrar que ele já começa o julgamento perdendo de 3 a 0”, ao citar os ministros do STF que também estão no TSE. Valdo conta que o deputado cassado tenta até “criar um ambiente” para pressionar o Supremo, ainda que “não tenha clima favorável dentro da Câmara” para isso; - O jornalista revela o comportamento de duas alas do governo Lula em relação a ex-integrantes da força-tarefa da Lava Jato: “uma ala tem mágoa e ressentimento, e fala em ir à forra”, enquanto outro grupo defende “deixar o passado para lá” para reduzir o ruído da polarização política.
    28 min
  • Petrobras e a nova política de preços
    Durante a campanha eleitoral de 2022, Lula (PT) prometeu que, caso eleito presidente, daria fim à política de paridade de importação para a formação de preços dos combustíveis, a PPI - adotada pela estatal em 2016 como principal medida para recuperá-la de três anos seguidos de prejuízos. Nesta terça-feira (16), Jean Paul Prates, presidente da Petrobras, anunciou a substituição da PPI por uma política que irá “abrasileirar” os preços. Para explicar o que muda na formação do valor do combustível na bomba e quem ganha e quem perde com a transição, Natuza Nery conversa com o economista Breno Carvalho Roos, especialista em petróleo e professor da UFRN, e com Manoel Ventura, repórter de economia do jornal O Globo, em Brasília. Neste episódio: - Breno avalia que o “consumidor ganha” com a nova política, ainda que o comunicado oficial não seja claro em relação à fórmula de precificação que será adotada. Para ele, a estatal tende a reduzir a volatilidade e a “cobrar preços mais baixos”, ao mesmo tempo que "deve manter sua saúde financeira no longo prazo”; - O economista descreve o “peso do preço dos combustíveis na inflação” e suas repercussões macroeconômicas. “Se você tem preços compatíveis, arrefece a pressão inflacionária”, afirma. E no aspecto da demanda, acredita que pode crescer a comercialização de combustível e haver “aumento nas receitas da Petrobras”; - Manoel comenta a reação do mercado financeiro, onde as ações da estatal subiram nesta terça-feira: a mudança na política de preços já estava “precificada” e havia expectativa “pelo pior”, mas a avaliação foi majoritariamente positiva em relação ao anúncio da nova política de preços; - Ele entende que o governo avaliou o melhor momento político para anunciar o fim da PPI: a pauta positiva “mostra que o presidente tem poder para cumprir promessas de campanha”, acena para a base governista e pressiona o Congresso para a aprovar o texto da PEC do arcabouço fiscal, que deve ir ao plenário essa semana.
    31 min
  • Turquia rumo ao 2º turno histórico
    Chefe de Estado desde 2003 (quando a função ainda era desempenhada pelo primeiro-ministro), Recep Tayyip Erdogan saiu na frente na votação do domingo (14): com 49,51% dos votos válidos e maioria no Parlamento. Então favorito nas pesquisas e líder da coalização de seis partidos de oposição, Kemal Kilicdaroglu obteve 44,8% dos votos. Para analisar os rumos da democracia turca, e como ela reverbera na geopolítica global e no avanço da extrema-direita pelo mundo, Natuza Nery entrevista o economista Maurício Moura, sócio do fundo Zaftra e professor da Universidade George Washington, e Marina Slhessarenko Barreto, pesquisadora do Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo e uma das autoras do livro “O caminho da autocracia: estratégias atuais de erosão democrática”. Neste episódio: - Depois de passar 10 dias na Turquia, Maurício relata o clima de “engajamento, polarização e tensão” em cidades pequenas e médias e em metrópoles como Istambul e Ancara. Lá, ele visitou comícios da situação e da oposição, onde foi detido por policiais: “Dá uma noção do clima tenso que envolve política na Turquia”; - O economista explica como a inflação galopante, que já superou os 80% ao mês, age como “principal cabo eleitoral da oposição” nesta eleição, em contraponto ao “domínio da máquina pública” pelo grupo político de Erdogan. E embora Kilicdaroglu tenha também o apoio majoritário dos empresários, ele aposta na vitória do atual presidente; - Marina avalia a “força persistente” de Erdogan, que elegeu maioria no Parlamento turco, e chega ao 2º turno com mais de 2,6 milhões de votos de vantagem. Ela conta como ele conseguiu superar uma tentativa de golpe de Estado e “transformar a Turquia de parlamentarista em presidencialista” para se manter no poder; - A pesquisadora comenta os movimentos de “experimentação e exportação transnacional” de tecnologia política entre a rede de países alinhados à extrema-direita global – caso de Turquia, Hungria, EUA (sob governo Trump) e Brasil (sob Bolsonaro). E destaca o aparelhamento da educação, do espaço cívico e da segurança pública como ferramentas de “autocratização”.
    29 min
  • Ghosting - o 'sumiço' em relacionamentos
    Fenômeno presente há séculos na cultura dos relacionamentos, o “desaparecer” da vida de alguém, sem dar explicação alguma, ganhou impulso em uma sociedade em que redes sociais e aplicativos de encontro são onipresentes. O sofrimento provocado pelo abandono expõe a dificuldade que temos de lidar com o medo da solidão. Para falar sobre esse comportamento – retratado há mais de 2 séculos por Jane Austen no romance “Razão e Sensibilidade” – Natuza Nery conversa com Natalia Timerman, psiquiatra e autora do livro “Copo Vazio”, em que a personagem principal tem que lidar com o sumiço de um amor, e Ana Suy, psicanalista e professora da PUC-PR, ela é autora de “A gente mira no amor e acerta na solidão”. Neste episódio: - Natalia conta sobre como superou um “perdido” e escreveu um romance, sem saber que tinha sido vítima de ghosting: “Intuí que era algo que não dizia só a mim”. Isso porque, argumenta, quando a ruptura acontece sem explicações, “a dor é muito maior”; - A escritora aponta que o ghosting ocorre entre homens e mulheres, e em relacionamentos hetero e homoafetivos: “É como um tiro no pé, porque o amor é uma potência humana”. No entanto, Natalia pondera que a prática é potencialmente mais prejudicial ao gênero feminino. “No imaginário das pessoas, o relacionamento tem peso maior para as mulheres”, afirma; - Ana analisa as motivações de homens e mulheres para praticar ghosting: “Há dificuldade em falar o que sentimos para o outro”, aponta, lembrando que “pode ser ainda mais difícil dizer o que sentimos para nós mesmos”. E acrescenta que “sumir” é entendido como uma forma de não lidar com a decisão de um rompimento; - Para ela, o medo do abandono e da solidão “se enlaçam em questões muito primitivas em nós” - e podem levar à incompreensão do próprio sofrimento. A psicanalista aponta como a chamada responsabilidade afetiva entra como resposta a isso, mas pode “tolher a naturalidade e espontaneidade” das pessoas nas relações.
    27 min
  • Economia do cuidado: o trabalho invisível
    Mães e mulheres sobrecarregadas, exaustas, esgotadas. Aspectos das disparidades de gênero nas relações de trabalho. Na média, mulheres passam o dobro do tempo que homens em funções domésticas e de cuidado com filhos e/ou demais familiares. Somadas as horas de trabalho não remunerado de meninas e mulheres em todo o mundo, o total seria equivalente ao quarto maior PIB do mundo, uma geração de US$ 10,8 trilhões por ano. Para debater os vários aspectos do trabalho invisível, Natuza Nery conversa com a jornalista e escritora Vanessa Barbara, autora do livro “Mamãe está cansada”, e com Maíra Liguori, diretora da ONG Think Olga. Neste episódio: - Vanessa recorda dos momentos em que ficou isolada com a filha na pandemia - período que rendeu a ideia para o livro. "É insano achar que uma pessoa só seja capaz de cobrir todos os aspectos de desenvolvimento de uma criança”, afirma. “É mentalmente e fisicamente impossível para a mãe”; - Para ela “a sociedade ainda não entendeu” o peso da sobrecarga da múltipla jornada de trabalho (que contempla trabalho formal, funções domésticas e cuidado com filhos). Os exemplos, aponta, são a falta de investimento em creches, escolas, parques e equipamentos de lazer. “As cidades são hostis com crianças”, conclui; - Maíra resume do que se trata o conceito de economia do cuidado: “A contribuição de maneira gratuita e invisível do trabalho de geração e manutenção da vida”; - Ela argumenta que a atribuição do cuidado centralizado nas mulheres é resultado de um processo cultural presente em todo o mundo, que tem início ainda na primeira infância: “Trata-se de uma imposição cultural”.
    29 min
  • Governo e mercado: estranhamento e aproximação
    Nesta quarta-feira (10), uma nova edição da pesquisa Genial/Quaest indicou ligeira contradição dentro do mercado financeiro: enquanto agentes seguem mal-humorados em relação a Lula (PT) - cuja avaliação é negativa para 86% dos entrevistados – a avaliação positiva sobre Fernando Haddad (PT), no comando da Fazenda, subiu 16 pontos percentuais. Diante do morde e assopra dos dois lados, o mais recente movimento de aproximação feito pelo governo foi a indicação de Gabriel Galípolo, atual número 2 de Haddad, para a mais importante diretoria do Banco Central. Para avaliar o atual status da relação governo-mercado, Natuza Nery conversa com o cientista político Felipe Nunes, diretor da Quaest, e com o próprio Gabriel Galípolo. Neste episódio: - Felipe explica como Fernando Haddad se tornou o “malvado favorito” da Faria Lima: aprovação ao arcabouço fiscal, revisão de renúncias fiscais e iminente queda na taxa de juros. Mas pondera como Lula segue por um caminho diferente e “ainda não comprou o mercado”; - O cientista político descreve as atribuições do diretor de política monetária do BC: “Uma posição que fala muito com o mercado financeiro”. E revela que a expectativa dos agentes econômicos é de que, ao assumir o cargo, Galípolo esteja integrando um “estágio de um ano e meio antes de virar presidente do BC” - o mandato de Campos Neto vai até o fim de 2024; - Galípolo diz que sua indicação à diretoria do BC se deve ao “excelente diálogo” que tem com o atual presidente da instituição - com quem, diz, “conversa quase todo dia”. E afirma que isso faz parte de um movimento para “harmonizar as políticas fiscal e monetária”; - O economista avalia a opinião do mercado sobre a atuação do governo e responde que “o mercado oferece outra ferramenta muito boa, que são os preços dos ativos”. Para Galípolo, é natural que os agentes financeiros tenham recebido as propostas da Fazenda com ceticismo – que, argumenta, “só será vencido com ações e com vitórias”.
    31 min
  • Rita Lee, a majestade do rock, por Ney Matogrosso
    Morreu aos 75 anos a voz mais importante do rock ‘n roll brasileiro – mas que não se limitava ao gênero e experimentou diversos ritmos ao longo de 5 décadas de carreira e 40 álbuns publicados, que renderam a ela mais de 55 milhões de exemplares vendidos. Rita Lee nasceu em São Paulo e explodiu para a cena musical na década de 1960, durante o movimento tropicalista, quando integrava os Mutantes. Depois, em carreira solo – mas sempre em parceria com seu companheiro de vida, Roberto de Carvalho, com quem teve três filhos – colecionou hits e sucessos. Além do talento, deixa um legado de autenticidade e liberdade. Para dar conta de contemplar diversos aspectos desta rica personalidade, Natuza Nery conversa com Ney Matogrosso, uma das maiores vozes da música brasileira e amigo de Rita. Neste episódio: - Ney conta que observa Rita Lee desde antes de ser artista e o quanto a imagem dela de “noiva grávida” na década de 1960 imprimiu nele uma marca da revolução e da transgressão. “Me fez sentir como sua alma gêmea”, afirma; - Ele recorda as características da cantora que a faziam “diferente” e algumas das canções que a parceira escreveu para que ele cantasse: “Ela me sacava. Eu via a letra e pensava que era eu. Mas era ela também”; - Ney também fala sobre a forma como Rita Lee fazia questão de se mostrar uma representante de São Paulo: “Ela era uma representação dessa cidade desvairada”; - Ele explica como a artista venceu a resistência de um cenário “careta” na música brasileira e “reforçou a visão de que a música brasileira é antropófaga”.
    31 min
  • O nº 2 de Haddad indicado ao Banco Central
    Gabriel Galípolo entrou no governo como secretário executivo da Fazenda, indicação direta do chefe da pasta, Fernando Haddad (PT) - de quem se tornou homem de confiança. Agora, em mais um capítulo da guerra fria entre Lula (PT) e Roberto Campos Neto (presidente do Banco Central) sobre a taxa básica de juros, Galípolo foi o nome escolhido pelo Executivo para assumir a diretoria de política monetária da instituição. Para analisar a indicação e o futuro dos juros e da inflação, Natuza Nery recebe Solange Srour, economista-chefe do banco Credit Suisse Brasil. Neste episódio: - Solange descreve as funções do diretor de política monetária, responsável pela política cambial e por implementar a Selic: “É uma das diretorias mais técnicas do Banco Central”; - Ela conta que, para o mercado, Galípolo já desponta como favorito para assumir a presidência do BC em 2024, mas que ele não deve intervir na taxa de juros no curto prazo. Pesa sobre Galípolo, avalia a economista, dúvidas sobre sua visão em relação à meta de inflação e sua disposição em “fazer uma virada total” na política monetária; - Solange afirma que o “desafio de Galípolo é muito grande” para estabilizar um quadro no qual a inflação, de fato, está “muito alta” e com expectativas de futuro também elevadas. Ele deve assumir com a aprovação do “sistema político”, mas vai precisar também da confiança do mercado; - A economista apresenta sua avaliação de que o BC “não está errando a mão” ao manter os juros em 13,75% ao ano, e que o Brasil pode entrar em breve em um "ciclo de afrouxamento monetário”. Para ela, ainda falta confiança na "votação do arcabouço fiscal e a definição na meta de inflação”.
    28 min
  • A política de valorização do salário mínimo
    Quando deixou a Presidência, em 2010, depois de dois mandatos, Lula (PT) creditou ao salário mínimo (que teve ganho real de 67% ao longo daqueles 8 anos) parte significativa das conquistas que seu governo teve na redução da pobreza - além do crescimento econômico. Agora em seu terceiro mandato, Lula anunciou um compromisso com o aumento anual do valor acima da taxa de inflação - e, inclusive, encaminhou ao Congresso Nacional um projeto para que o reajuste se torne lei. Para explicar o impacto do salário mínimo na economia brasileira e no combate à desigualdade, Natuza Nery entrevista Clara Brenck, doutora em economia pela New School, em Nova York, e pesquisadora associada do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da USP. Neste episódio: - Clara demonstra porque o “efeito mais direto de valorizar o salário mínimo acima da inflação é a redução das desigualdades”: trata-se do valor base do mercado de trabalho formal e, no Brasil, tem um valor adicional para os benefícios previdenciários, justifica; - Ela também avalia o risco de que a política permanente de reajuste do salário mínimo acima da inflação impacte nos níveis de contratação formal. “O mais importante para esta equação é que os postos de trabalho formal aumentem. E isso vai acontecer se a economia crescer”; - A economista menciona o impacto de outros fatores, como a taxa básica de juros, o alcance e valor do Bolsa Família e o efeito da nova regra fiscal, para o crescimento econômico. E valoriza o poder de compra das famílias como “efeito multiplicador”.
    17 min
  • A coroação de Rei Charles III
    Neste sábado (6), o primogênito da mais longeva rainha da história britânica ascende oficialmente ao trono do Reino Unido. Charles, que aos 4 anos viu sua mãe ser coroada Rainha Elizabeth II, 70 anos atrás, numa luxuosa cerimônia na Abadia de Westminster, será agora o protagonista de uma celebração repleta de rituais que remontam à Idade Média. Depois de coroado rei, será o chefe de Estado de uma monarquia que enfrenta problemas econômicos e a crescente insatisfação de nações que integram a comunidade de ex-colônias britânicas. Para descrever o clima e as particularidades da cerimônia de coroação e os desafios do futuro rei, Natuza Nery recebe Cecilia Malan, repórter da TV Globo em Londres, e Renato de Almeida Vieira e Silva, autor do livro “God Save the Queen – o imaginário da realeza britânica na mídia”. Neste episódio: - Cecília relata como estão as ruas da capital inglesa e o status atual da popularidade da monarquia. Por um lado, revela, há imagens de Charles por todos os cantos, por outro, grupos se organizam para protestar contra a Coroa: “É difícil dissociar a Família Real da identidade britânica e também ignorar os milhões de turistas atraídos pela realeza”; - A jornalista conta também os detalhes da cerimônia: o uso das joias da realeza e dos luxuosos trajes bordados a ouro, os protocolos das carruagens e os ritos públicos e privados do evento – uma conta que vai integralmente para o cofre britânico. “Gera dinheiro para o governo, mas há críticas sobre os privilégios reais”, afirma; - Renato comenta o posicionamento dos países que tem o rei como chefe de Estado e dos que compõem a Commonwealth diante da monarquia britânica. Há um grupo de nações, afirma, “que é contrário a qualquer coisa que os lembre seu passado colonial”, mas pondera que “alguns desses países são dependentes economicamente do Reino Unido”; - Ele avalia que o maior desafio enfrentado pelo Rei Charles III será “tornar o Reino Unido relevante no século 21”. Para acertar o tom, afirma, “será preciso estar o mais perto possível das pessoas mais jovens” com pautas de meio-ambiente e de diversidade.
    29 min

About O Assunto

From the publisher's feed

Um grande assunto do momento discutido com profundidade. Natuza Nery vai conversar com especialistas, com personagens diretamente envolvidos na notícia, além de jornalistas e analistas da TV Globo, do g1, da Globonews e demais veículos do Grupo Globo para contextualizar, explicar e oferecer diferentes pontos de vista sobre os assuntos mais relevantes do Brasil e do mundo.

Best of O Assunto

Ranked by our users in the last 21 days

More shows like O Assunto

Petit Journal by Petit Journal

Petit Journal

77 Listeners

Foro de Teresina by piauí

Foro de Teresina

228 Listeners

A Dona do Campinho by Globoesporte

A Dona do Campinho

0 Listeners

Mesacast BBB by Gshow

Mesacast BBB

3 Listeners

Escafandro by Rádio Escafandro

Escafandro

41 Listeners

É nóia minha? by Camila Fremder

É nóia minha?

45 Listeners

História FM by Prof. Dr. Icles Rodrigues

História FM

34 Listeners

GE Palmeiras by Globoesporte

GE Palmeiras

7 Listeners

Que História É Essa, Porchat? by GNT

Que História É Essa, Porchat?

44 Listeners

Rodada Tripla by Globoesporte

Rodada Tripla

0 Listeners

História em Meia Hora by Agência de Podcast

História em Meia Hora

36 Listeners

GE Atlético-MG by Globoesporte

GE Atlético-MG

5 Listeners

Bom dia, Obvious by Marcela Ceribelli

Bom dia, Obvious

25 Listeners

Não Inviabilize by Déia Freitas

Não Inviabilize

249 Listeners

Medo e Delírio em Brasília by Central 3 Podcasts

Medo e Delírio em Brasília

55 Listeners

Radionovela Herança de Ódio (Êta Mundo Bom!) by Gshow

Radionovela Herança de Ódio (Êta Mundo Bom!)

0 Listeners

GE Athletico by Globoesporte

GE Athletico

0 Listeners

ATR no GE by Globoesporte

ATR no GE

0 Listeners

Isso Está Acontecendo by G1

Isso Está Acontecendo

4 Listeners

Tirando o Crachá by Gente

Tirando o Crachá

0 Listeners

GE Cuiabá by Globoesporte

GE Cuiabá

0 Listeners

Rádio Novelo Apresenta by Rádio Novelo

Rádio Novelo Apresenta

105 Listeners

the news by tns

the news

1 Listeners

Linha Direta - O podcast by Globoplay

Linha Direta - O podcast

9 Listeners

A Hora by UOL

A Hora

14 Listeners

Calma Urgente by Calma Urgente

Calma Urgente

20 Listeners

Os Outros - O Podcast by Globoplay

Os Outros - O Podcast

0 Listeners

É Campeão - São Paulo by Globoesporte

É Campeão - São Paulo

0 Listeners

Abre Aspas by Globoesporte

Abre Aspas

0 Listeners

Eles Estão Aqui by Globoplay

Eles Estão Aqui

1 Listeners

Flordelis Questiona ou Adora - O Podcast by Globoplay

Flordelis Questiona ou Adora - O Podcast

3 Listeners

Audiocurso Globo: como fazer um podcast by Globoplay

Audiocurso Globo: como fazer um podcast

0 Listeners

É Campeão - Grêmio by Globoesporte

É Campeão - Grêmio

0 Listeners

NÃO IMPORTA by PORTA DOS FUNDOS

NÃO IMPORTA

4 Listeners

Isso não é uma sessão de análise, com Vera Iaconelli by Trovão Mídia

Isso não é uma sessão de análise, com Vera Iaconelli

10 Listeners