O SNS passou a oferecer fisioterapia remota com inteligência artificial, e a discussão incendiou-se logo à volta da mesma pergunta: a tecnologia vai substituir o profissional de saúde?
Para mim, é a pergunta errada. A inteligência artificial aqui não é o problema, é o sintoma de um sistema que já não estava a funcionar. E há uma lição que se aplica diretamente a quem gere uma clínica: uma ferramenta nunca compensa uma base mal desenhada. Se o processo está frágil, a tecnologia só o torna mais caótico e mais caro.
Neste episódio, explico porque é que esta discussão não devia começar pela tecnologia e que pergunta os gestores em saúde deviam estar mesmo a fazer antes de trazer a próxima solução para dentro do negócio.
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