Dando prosseguimento a leitura do texto de Mario Perniola, "Animais quase sábios, animais quase loucos", continuamos a discussão sobre a relação paixões e razão, instinto de conservação, as escolhas e a liberdade. Será que somos livres? Por que, para os estoicos, não podemos estar divididos? Qual o valor da inteireza numa sociedade da desatenção? Somos perfeitos como os animais? Como práticas religiosas e rituais nos aproximam da perfeição? Será que aproximam mesmo?