No último episódio da leitura e discussão do texto de Mario Perniola, "Animais quase sábios, animais quase loucos", nos deparamos com Giordano Bruno, pensamento renascentista, como o autor se posiciona em relação ao amor cortês e o petrarquismo, o que tudo isso tem a ver com a enantiodromia, a firmeza do λόγος, a ataraxia e o furor heroico. Enfim, finalizando a leitura quais são nossas impressões sobre este texto em particular?