Em uma derrota para o governo, a comissão especial da Câmara dos Deputados rejeitou a PEC do voto impresso. O projeto é a maior aposta do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que tem ameaçado impedir as eleições de 2022 caso o sistema de votação siga sendo eletrônico, lembra o Estadão (https://bit.ly/3yEWAHW).
A derrota da Proposta de Emenda à Constituição na comissão se deu após 11 partidos, entre eles PSDB, MDB, PP, PSL e DEM, se unirem contra o tema. Os partidos de esquerda também orientaram o voto contrário.
A Folha de S.Paulo (https://bit.ly/3CohRIa) lembra que mesmo com o revés na comissão, a PEC pode ser submetida ao plenário da Câmara. A oposição reconhece que a possibilidade existe, mas vê pouca chance de o texto prosperar. Para valer nas eleições de 2022, qualquer mudança nas regras eleitorais tem de ser aprovada até outubro.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (05) o projeto que viabiliza a privatização dos Correios. A proposta autoriza a venda de 100% da estatal, quebra o monopólio dos Correios nos serviços postais e determina estabilidade de 18 meses para os servidores a partir do momento da desestatização. O projeto segue para análise do Senado, aponta o Poder 360 (https://bit.ly/3rYTrAd). Os trabalhadores da estatal estudam promover uma greve para pressionar contra a venda da empresa que emprega mais de 90 mil funcionários, destaca o Estadão (https://bit.ly/3fB17Uv).
Após os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso serem alvo de novos ataques por parte do presidente Jair Bolsonaro, o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, cancelou uma reunião entre os Poderes que havia sido marcada durante o recesso. Fux afirmou que ao atingir um integrante do Supremo, o presidente atinge o tribunal como um todo, destaca O Globo (https://glo.bo/3yusIhp). Bolsonaro subiu o tom contra Alexandre de Moraes depois da decisão do ministro de incluí-lo no inquérito das fake News. Mais tarde, Bolsonaro negou qualquer ataque e disse que Fux cancelou o encontro porque está se informando pela imprensa, relata o Poder 360 (https://bit.ly/3yw0ov6).
O Brasil registrou 1.086 novas mortes de covid-19, elevando o total para mais de 560 mil óbitos desde o início da pandemia, informa o UOL (https://bit.ly/3AeyCDV). Apenas os estados de Roraima e Rio Grande do Nortes registram tendência de aceleração na média móvel de mortes pelo vírus.