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No episódio de hoje recebemos a Dra. Sthefanie Pallone, médica endocrinologista e especialista em metabolismo ósseo.
Temas Abordados:
Dietas da Moda: Quais têm evidência científica (dieta mediterrânea, etc.) e qual é a melhor dieta para cada indivíduo.
Restrições Alimentares: A necessidade real de evitar glúten (doença celíaca) e lactose (intolerância) e os mitos em torno dessas restrições para a população geral.
Vegetarianismo e Veganismo: Seus benefícios cardiovasculares, mas também a importância do acompanhamento nutricional para evitar deficiências (ferro, B12, proteínas).
Jejum Intermitente: Como funciona, para quem é indicado (e para quem não é), e que seus benefícios vêm da restrição calórica, não sendo superior a outras estratégias com o mesmo déficit calórico.
Dieta Cetogênica: Evidências científicas atuais, desafios de sustentabilidade e cautelas necessárias.
Padrões Alimentares e Obesidade: Identificação de padrões como o hiperfágico, o beliscador e o comer emocional, além da discussão sobre o Transtorno de Compulsão Alimentar.
Alimentos Ultraprocessados: Definição, riscos para a saúde (obesidade, doenças metabólicas) e a importância de reduzir seu consumo.
Consumo de Proteínas: A relevância da proteína na dieta, mas o alerta sobre não basear a alimentação apenas em shakes e barrinhas proteicas ultraprocessadas.
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Convidada: Sthefanie Pallone @sthefaniepallone
Hosts:
- Dr. Pedro Gomes Rosa @pedrogomesrosa
- Dr. Marcelo Brañas @drmarcelobranas
- Dr. Marcos Croci @drmarcoscroci
No episódio de hoje recebemos a Dra. Sthefanie Pallone, médica endocrinologista e especialista em metabolismo ósseo.
Este episódio marca o início de uma série dedicada à interface entre endocrinologia e saúde mental, abordando um tema de grande prevalência e importância: a obesidade.
Temas abordados:
- O que é obesidade? Como é feito o diagnóstico, além do IMC, considerando a composição corporal e a gordura visceral.
- Consequências da Obesidade: Explore os impactos metabólicos (diabetes, hipertensão, colesterol), apneia do sono, risco de câncer e, crucialmente, a relação bidirecional com a saúde mental (depressão, ansiedade e transtornos de personalidade).
- Inflamação Crônica: Entenda o papel da inflamação de baixo grau na obesidade e sua ligação com a saúde mental.
- Genética e Metabolismo: Descubra a importância da carga genética e as variações individuais no metabolismo.
- Objetivos do Tratamento: Qual o percentual de perda de peso considerado benéfico e os riscos de metas irrealistas ou perdas excessivas.
- O Estigma da Obesidade: Por que essa condição ainda é tão estigmatizada pela sociedade, pelos próprios pacientes e até por profissionais de saúde.
- Abordagem Terapêutica: O tripé do tratamento – estilo de vida (alimentação e atividade física), tratamento farmacológico e a importância de uma equipe multidisciplinar.
- O Caráter Recidivante: Entenda por que a obesidade tende a voltar e a necessidade de um tratamento contínuo e sustentável.
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Convidada: Sthefanie Pallone @sthefaniepallone
Hosts:
- Dr. Pedro Gomes Rosa @pedrogomesrosa
- Dr. Marcelo Brañas @drmarcelobranas
- Dr. Marcos Croci @drmarcoscroci
Recebemos Dr. Mauro Victor, Psiquiatra da Infância e Adolescência para uma série de episódios. Hoje discutimos o Transtorno de Conduta, um diagnóstico complexo e frequentemente estigmatizado.
Transtorno de Conduta é definido como um padrão persistente de violação grave de regras e direitos alheios, manifestado por:
O episódio aborda a importância de desmistificar o diagnóstico, investigando fatores associados e comorbidades como TDAH e Transtornos de Humor. Explora também a presença de alta reatividade emocional ou, em casos mais graves, indiferença/frieza emocional.
O tratamento é multifacetado e oferece esperança:
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Recebemos Dr. Mauro Victor, Psiquiatra da Infância e Adolescência para uma série de episódios. Hoje a discussão é sobre o Transtorno Opositivo Desafiador (TOD).
Com base nas discussões anteriores sobre temperamento, personalidade, apego e cultura, este episódio desvenda o TOD, um transtorno mental prevalente que exige uma compreensão que vai muito além dos critérios diagnósticos.
Temas abordados:
Um episódio fundamental para profissionais de saúde, pais e familiares que buscam entender e manejar o TOD de forma informada e empática.
Conheça mais o trabalho do Dr. Mauro Victor no Território do Desenvolvimento: 🌐 Site: territoriod.com.brOuça e compartilhe nas redes sociais!Convidado: Dr. Mauro Victor @maurovictorHosts:
Recebemos Dr. Mauro Victor, Psiquiatra da Infância e Adolescência para uma série de episódios. Hoje a discussão é sobre a importância fundamental do desenvolvimento para psiquiatras, psicólogos e até mesmo para o público leigo.
O que você vai aprender neste episódio:
Conheça mais o trabalho do Dr. Mauro Victor no Território do Desenvolvimento: 🌐 Site: territoriod.com.br
Ouça e compartilhe nas redes sociais!Hosts: - Dr. Pedro Gomes Rosa @pedrogomesrosa- Dr. Marcelo Brañas @drmarcelobranas- Dr. Marcos Croci @drmarcoscroci
Hoje recebemos Dr. Mauro Victor, Psiquiatra da Infância e Adolescência para uma série de episódios sobre o complexo mundo do temperamento na infância e adolescência.
Temas abordados neste episódio:
- O que é temperamento do ponto de vista científico e como ele se manifesta nas crianças desde os primeiros anos de vida.
- As principais dimensões do temperamento, incluindo reatividade (afetividade negativa e extroversão) e autorregulação (controle com esforço).
- As quatro formas como o temperamento e a personalidade se relacionam com a psicopatologia: como fator dimensional, fator de risco, patoplastia (moldando a apresentação dos transtornos) e efeito cicatricial (a psicopatologia alterando traços de personalidade).
- A crucial interação entre o temperamento da criança e o ambiente familiar e como as respostas dos pais podem influenciar o desenvolvimento.
- Estratégias e intervenções para pais aprenderem a lidar melhor com as diferenças temperamentais dos filhos, focando na observação, validação e manejo.
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Convidado: Dr. Mauro Victor @maurovictor
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No episódio de hoje falamos sobre o fascinante e controverso mundo das "Smart Drugs”, as substâncias usadas para melhorar o desempenho cognitivo e a produtividade.
Será que essas drogas realmente nos tornam mais espertos? Quais são os riscos e benefícios do uso não prescrito de medicamentos como Ritalina e Venvanse para fins de "doping intelectual"?
Discutimos:
Se você já considerou ou usa essas substâncias para melhorar seu desempenho, este episódio traz informações cruciais para sua saúde e bem-estar.
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O episódio de hoje discute se medicações para TDAH perdem o efeito ao longo do tempo e os efeitos do uso contínuo. Baseado em uma revisão sistemática recentes analisamos estudos sobre tolerância e taquifilaxia a essas medicações.
Pontos chave abordados:
• Efeito Terapêutico vs. Efeito Subjetivo: Embora possa haver tolerância aos efeitos subjetivos (a sensação de estar sob o efeito da medicação), a tolerância ao efeito terapêutico (melhora da atenção, impulsividade, etc.) não foi consistentemente observada.
• Persistência do Efeito: Na maioria dos estudos revisados, os efeitos benéficos das medicações para TDAH se sustentam ao longo do tempo, mesmo em doses usuais.
• Causas da Percepção de Perda de Efeito: A percepção de que a medicação "não funciona mais" pode estar relacionada a fatores como efeitos subjetivos que se dissipam, flutuações na vida do indivíduo (estresse, transições), comorbidades, ou problemas de aderência ao tratamento.
• Uso a Longo Prazo: A necessidade de medicação contínua é individualizada. Embora o TDAH seja crônico, o uso do medicamento deve ser avaliado pela sua segurança e benefício, e pode ser complementado pelo desenvolvimento de habilidades de organização e executivas.
• Considerações Clínicas: Na prática clínica, a diminuição da eficácia percebida deve ser investigada, considerando aderência, comorbidades, estressores e, se necessário, ajuste de dose, mudança de medicação ou estratégias como "drug holidays".
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Estudo citado: https://link.springer.com/article/10.1007/s40263-025-01263-8
Hosts: - Dr. Pedro Gomes Rosa @pedrogomesrosa- Dr. Marcelo Brañas @drmarcelobranas- Dr. Marcos Croci @drmarcoscroci
A psiquiatria passou décadas fugindo de temas abstratos. Propósito, significado e existência, como se classificar algo fosse condição para levá-lo a sério.
Neste episódio mergulhamos em um dos temas mais fundamentais da existência humana e da saúde mental: o senso de propósito.
Estudos mostram que indivíduos com maior senso de propósito têm menor risco de desenvolver sintomas depressivos e ansiosos, melhor recuperação de traumas e menor uso de substâncias. Em adolescentes, a proteção chega a 26% contra sintomas ansiosos e depressivos.
O que discutimos neste episódio:
→ Por que a psiquiatria negligenciou o propósito e por que isso foi um equívoco.
→ A diferença entre hedonia (prazer imediato) e eudaimonia (significado duradouro).
→ Os três componentes do significado segundo Michael Steger: coerência, propósito e significância.
→ A relação bidirecional entre propósito e transtornos mentais.
→ Como o modelo alternativo do DSM conecta autodirecionamento, self e valores.
→ O que Carl Rogers, Viktor Frankl e a DBT têm a dizer sobre isso.
→ As armadilhas mais comuns na busca por propósito, incluindo a inércia disfarçada de reflexão.
→ Por que o propósito não se encontra no quarto. A vida precisa ser ativada.
"Quem tem um porquê suporta qualquer como." — Nietzsche, citado por Viktor Frankl
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Estudo Citado: https://www.dropbox.com/scl/fi/ls93qdfl9i7x4pzutbk3y/17439760_2015_1137623-e1d6674517aaa4563e55afdc21f18ff8-Anna-s-Archive.pdf?rlkey=rxezim4apekwwimtx6274g2yt&dl=0
Hosts:
- Dr. Pedro Gomes Rosa @pedrogomesrosa
- Dr. Marcelo Brañas @drmarcelobranas
- Dr. Marcos Croci @drmarcoscroci
Saiba mais sobre o Prognóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB).
No episódio de hoje desmistificamos a ideia de que o TPB é uma "condenação", trouxemos estudos que demonstram altas taxas de remissão sintomática e recuperação funcional.
Descubra os fatores associados a um melhor prognóstico, como idade mais jovem no diagnóstico, ausência de histórico de abuso sexual, ambiente familiar estável e bom histórico vocacional. Também são abordados os elementos que podem dificultar a melhora, como comorbidades com transtornos de personalidade do Cluster C, altos níveis de neuroticismo e baixa amabilidade.
Enfatizamos a importância de uma abordagem dimensional da personalidade, de um tratamento abrangente e do engajamento do paciente, além da atenção à saúde física (obesidade, sono, uso de substâncias), para promover uma "esperança realista" no curso clínico do TPB.
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