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Uma opção para situações de incerteza. No episódio passado conversamos sobre o potencial benefício da UTI em um paciente com doença avançada. Neste episódio aprofundamos o conceito de trial de UTI e como ele pode ser útil para trazer maior vínculo e melhor acurácia prognóstica, especialmente em situações de maior imprevisibilidade.
Sim. O paciente em cuidado paliativo pode se beneficiar de internação em terapia intensiva, desde que: ele tenha uma condição aguda potencialmente reversível e a internação seja compatível com os objetivos de cuidado do paciente.
Chegamos ao episódio 20 e hoje o tema é: como falar sobre um plano de cuidado paliativo?
Quando um paciente com doença avançada nos chega em estado crítico, temos medo. Às vezes é medo de que o paciente morra. Pode ser medo de submetê-lo a procedimentos indesejados, de fazê-lo sofrer. Mas… Será que o medo do paciente é o mesmo que o seu? Você pergunta para seu paciente o que o preocupa? O que ele teme? O que ele entende por sofrimento?
Mas afinal, o que temos de melhor para oferecer para um paciente com doença avançada, irreversível e que se apresenta com falta de ar?
Neste episódio, Claudia Inhaia, médica paliativista fala sobre um recurso importante que pode ser utilizado para pacientes em fim de vida que se encontram em sofrimento, com sintomas de difícil controle.
A presença de delirium em pacientes com doença avançada é bastante comum, e é um preditor que aumenta a probabilidade de hospitalização prolongada e morte.
Afinal, o que é mais importante no diagnóstico e tratamento do delirium? Quais são as principais causas? Quais as medidas farmacológicas e não farmacológicas para o tratamento?
É possível comunicação e acolhimento no cuidado do paciente crítico? Ao receber um paciente grave na sala de emergência ou UTI, nossa atenção se volta imediatamente para estabilização, sinais vitais, identificação precoce de diagnósticos potencialmente letais. Existe espaço para acolhimento familiar em nossos plantões tão corridos? Como achar tempo? Isso é uma prioridade?
Quem você se torna diante do paciente? Em um plantão, cuidando de pacientes críticos, tomamos muitas decisões. Como nossa história e trajetória nos influenciam ao tomar essas decisões? Estamos conscientes dessa influência?
Uma boa comunicação faz toda a diferença no cuidado em equipe e na relação com paciente e familiares.
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