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Quando um paciente com doença avançada chega na emergência, que variáveis devemos considerar para proporcionar o melhor cuidado? Esse mnemônico traz dados essenciais que devemos integrar para definir objetivo de cuidado e plano de tratamento.
Um Feliz 2023 a todos que nos acompanham nas plataformas de áudio… Nesse ano que começa o Papo Paliativo inaugura um novo quadro. Vou trazer casos da minha prática clínica que apresentam desafios em relação ao cuidado paliativo. Nosso primeiro paciente é João (nome fictício), 53 anos, internado na UTI por uma meningite por herpes. Dois meses depois, ele foi traqueostomizado e já teve múltiplas infecções. Qual a melhor forma de cuidar do João a partir de agora?
Papo Paliativo Especial de fim de ano: Depressão e autocuidado
Algo que não deveríamos mais estar discutindo.
Boletim telefônico - 3 dicas e muitos desafios
Violeta é uma mulher jovem com uma doença grave. Quais os sinais que nos dizem que a doença está em fase avançada? Será que precisamos esperar por estes sinais para olhar para o que é valor e o que é sofrimento para ela?
Onde tudo começou…
No último episódio, falamos sobre sonhos ajustáveis e sobre como lidar com as mudanças que o diagnóstico de uma doença grave traz mantendo a esperança e a capacidade de sonhar.
Você é capaz de reconhecer quando seu paciente entra em uma situação de refratariedade? Reconhecer situações em que o paciente inevitavelmente morrerá em breve (mesmo recebendo todos os tratamentos medicamente aceitáveis) é essencial tanto para permitir despedidas e proporcionar dignidade no fim da vida como para evitar intervenções fúteis, que não atingirão o objetivo biológico de prolongar a vida e podem até abreviá-la.
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