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  • Daniel Hora

    Mirando na reconstrução, Banda da Hora lança single ‘Mudar de Galáxia’ 

    Desilusão amorosa inspirou Daniel da Hora, que reformulou a banda e já se prepara para um EP.

    Quem nunca quis mudar de cidade, estado, país ou até de planeta? O violonista e compositor Daniel da Hora foi além e pensou em mudar de galáxia quando sofreu uma grande decepção amorosa. Exagero ou não, o sentimento foi tão legítimo que inspirou a composição de uma canção. Gravada por sua Banda da Hora, Mudar de Galáxia é o primeiro single de uma nova fase da banda – que foi fundada em 2016 passeando pelo rock, pela MPB e até pelo reggae – e chega às plataformas digitais no dia 28 de maio. Com a nova formação, Da Hora vislumbra conectar seu som aos amantes da música pop. Com melodia dançante e letra cortante, Daniel mira na reconstrução pós desilusão. 

    “A mudança de galáxia reflete o desejo duplo, tanto de uma fuga para muito longe da situação que causa sofrimento, quanto de um desejo de mudança radical de vida em relação ao que se passou”, conta Daniel da Hora.

    “Agora eu quero ir / Mudar de cidade, mudar de país / Escrever minha dor nas estrelas em prosa e verso”, diz a letra de Daniel, inspirada por The Smiths, banda craque em compor melodias alegres com letras melancólicas. Interpretada pelo cantor e ator Ciro Acioli, vocalista convidado da Banda da Hora, a faixa conta ainda com Fabrício Matos e André Vasconcelos nas programações de teclados, Fabrício no violão e guitarra, André no baixo e Felipe Alves na bateria. 

    “A letra retrata um momento em que, após um período de cicatrização depois de uma separação (‘Você estilhaçou o meu coração / Com cuidado o dividiu em mil pedaços’), houve enfim uma intenção de perdão por todo o sofrimento vivido, confrontada com uma nova decepção: a notícia que outra pessoa já tinha ‘ocupado seus espaços’ (‘E quando eu demorei, mas achei que era hora de perdão / Você ocupou todos os seus espaços’)”, relata o autor. 

    Para reentrar na atmosfera terrestre (e musical) em grande estilo, a Banda da Hora convidou Fabrício Matos e André Vasconcelos para assumirem a produção, mixagem e masterização. O primeiro já foi nomeado sete vezes para o Grammy Latino, ganhando duas vezes como engenheiro de som, no primeiro álbum da banda Suricato e com o álbum do Tiago Iorc, Troco Likes. O outro entrou para a banda do Djavan com 16 anos, já tocou com outros grandes nomes da MPB e foi produtor nos programas The Voice e Superstar. A dupla havia produzido o single Live Particular em seu Estúdio 2 (Barra da Tijuca, Rio) e a experiência mostrou que a parceria dava liga. 

    “A expectativa é que o novo single consolide a mudança de rumo da BDH, conectando a gente com o público que gosta deste tipo de música. Este novo estágio é uma afirmação de uma evolução do nosso som, mais mesclado com elementos pop e rock. Esta mudança já estava sendo construída ao longo de 2020, com o lançamento dos singles Live Particular e E Se”, afirma Daniel da Hora.

    Cinco novos singles estão previstos até o fim do ano, quando a Banda da Hora consolidará o novo EP. “Estamos já discutindo o repertório para escolher as próximas faixas, buscando aliar representatividade do trabalho como um todo e a coerência artística entre elas”, anima-se o artista, que ainda atua como sócio do selo e editora musical Algorock: “O desejo de empreender e perseguir os meus sonhos me fez buscar uma atuação tripla na indústria fonográfica. Primeiro como compositor, minha maior paixão. Depois, para viabilizar a divulgação das composições, como artista. Por fim, como label manager do selo em parceria com meu sócio, Lúcio Fernandes Costa”.

    Mudar de Galáxia é a primeira dessa nova leva de composições e, em breve, ganhará um clipe, com roteiro e direção de Ciro Acioli e Daniel da Hora no papel do ator principal. 


    1 hr 13 min
  • Pilar

    No clipe de ‘Junto e misturando’ Pilar mostra os alter egos que surgem durante o confinamento´

    A cantora, compositora e artista visual de 24 anos, Pilar, lança o videoclipe ‘Junto e misturando’ (Zago Remix), no dia 12 de fevereiro.

    O clipe foi produzido e gravado no apartamento da cantora, em São Paulo. O vídeo conta a história de uma pessoa confinada, que cansada da solidão, acaba se deparando com seus próprios alter egos.

    O clipe fala de amor próprio, ao reconhecer as múltiplas facetas que existem dentro de cada um de nós, e acolhê-las.

    Como bônus a produção vai apresentar um filtro do Instagram inspirado em umas das múltiplas personalidades que a artista impersona.

    ‘Junto e misturando’ (Zago Remix) foi fotografado e editado por Sarah Outeiro, com direção da própria Pilar em parceria com a multi artista Alice Hellman (que já fez projetos para marcas como Nike, Burberry, além de uma exposição no Carrossel do Louvre). Já o roteiro envolveu as três profissionais.



    34 min
  • Antonio Villeroy

    Antonio Villeroy lança single Gravidade do amor com a participação especial de Toninho Horta.

    Dentro das comemorações dos 60 anos de vida e 40 de música, Antonio Villeroy lança, dia 25 de junho, o single Gravidade do Amor, que antecipa também o lançamento show homônimo completo no mês de julho.

    O show Gravidade do Amor foi gravado ao vivo no Sgt Peppers, de Porto Alegre, em 2016, com direção de Renato Falcão, cineasta gaúcho radicado nos EUA e diretor de fotografia de filmes como Era do Gelo 4 e 5, Rio 1 e 2 e Snoop, entre outros. 

    Falcão e Villeroy mantém uma produtiva parceria artística desde os vídeos clipes das músicas Ruas e From Ruins of a Town, do disco Trânsito (1995), de Villeroy, sendo que a segunda música foi tema do filme Neptune’s Rocking Horse o navaiorquino Robert Tate, com direção de fotografia de Renato Falcão.

    Falcão também dirigiu o DVD Sinal dos Tempos, de Villeroy, gravado ao vivo com a Orquestra de Câmara Theatro São Pedro, e lançado pela Warner Music em 2006. Recentemente, Antonio resgatou o vídeo clipe da música Diabaria (parceria com Bedeu), também com direção de Falcão, gravaoa ao vivo durante o show do compositor na edição de 1998 do Brasil Festival, realizado na cidade de Sanary sur mer, no sul da França.

    Gravidade do Amor traz de volta Toninho Horta para uma produção fonográfica de Villeroy. O mineiro já havia participado da gravação do 1º álbum do gaúcho, denominado Totonho Villeroy, e lançado em 1991.

    Toninho foi uma das maiores influências musicais de Antonio, desde que esse ouviu a clássica canção Beijo Partido, que levou Toninho a se tornar conhecido internacionalmente. Ambos começaram uma amizade em 1995, na cidade do Rio de Janeiro, na primeira incursão profissional de Villeroy na capital carioca.

    Gravidade do Amor, portanto, é uma faixa recheada de emoções e boas lembranças. Além da musicalidade impar da guitarra de Toninho, da voz e violão de Villeroy, a música conta com Marquinhos Fê (bateria), Everson Vargas (baixo) e Giovani Berti (percussão).

    O show completo será lançado 19 de julho, dia em que Villeroy completará 60 anos de vida, e a Music Box Brasil prevê uma grande promoção durante todo mês, incluindo mini documentário e a veiculação de diversos vídeos clipes do compositor durante o mês de julho.






    57 min
  • Nico Rezende

    Esquece e vem Nico Rezende feat. Ive

    Nico Rezende, 9 albuns autorais  e 3 DVDs gravados, relança seu primeiro sucesso, “Esquece e vem”, em parceria com Paulinho Lima, 3 décadas após a versão original, que foi tema da novela “O outro” e que ocupou o topo das paradas na época.

    Num feat com a cantora Ive, brasileira radicada em Portugal, a nova versão traz uma atmosfera cool e um clima “Luau acústico “, com violões dando a nova levada rítmica.

    A canção foi lançada nas plataformas digitais no dia 07 de maio e já vem sendo bastante executada nas rádios de todo o Brasil.

    O clipe, gravado entre Rio e Lisboa tem roteiro e direção de Vitor Frad (Brasil).

    BIOGRAFIA

    O cantor, compositor e arranjador Nico Rezende nasceu em São Paulo Em 1983, mudou-se para o Rio de Janeiro e entrou para a banda de Ritchie como tecladista. A seguir recebeu convites para fazer arranjos de discos de grandes nomes da MPB, como Marina Lima, Gal Costa, Roberto Carlos, Lulu Santos, Beto Guedes, Simone, Zizi Possi, Cazuza, Barão Vermelho, Erasmo Carlos, Kiko Zambianchi, Dalto e outros. Paralelamente a alguns desses trabalhos, em 87, lançou seu primeiro LP homônimo, destacando-se o sucesso “Esquece e Vem” (com Paulinho Lima). Mas antes disso já havia emplacado sucessos como “Perigo” (com Paulinho Lima) na voz de Zizi Possi, “Transas” (com Paulinho Lima) cantada por Ritchie e Amor Explícito (com Antonio Cícero e Paulinho Lima) na voz de Simone. Também foi gravado por Marina — as canções “Por querer (Todas)” (com Marina e Antonio Cícero) e “Pseudo Blues” (com Jorge Salomão) — e voltou a ser sucesso com Zizi Possi, com “Noite” (com Jorge Salomão), entre 87 e 88. Seu segundo LP teve a canção “Pense Nisso Amanhã” bem executada. Na década de 90, retomou seu trabalho como compositor de jingles, fez a direção musical e a trilha de alguns espetáculos teatrais e de shows. Também compôs os temas de abertura das novelas Malhação (TV Globo) e A Idade da Loba (TV Manchete). Em 95, gravou novo CD homônimo, sem maior repercussão.





    47 min
  • Leila Pinheiro

    Cazuza ganha projeto inédito de Bossa Nova por Leila Pinheiro, Roberto Menescal e Rodrigo Santos na Som Livre

    Homenagem ao poeta traz oito clássicas canções em novas harmonias lançadas no mês de seu aniversário

    No dia 04 de abril, Cazuza faria 62 anos se estivesse entre nós e em 2020 completamos 30 anos sem o artista. Em homenagem à data, a Som Livre lança na sexta-feira (03), o projeto especial “Faz Parte do Meu Show: Cazuza em Bossa”, protagonizado pelos músicos Leila Pinheiro, Roberto Menescal e Rodrigo Santos. Gravado nos estúdios da Som Livre, berço onde o poeta nasceu e cresceu, o trio apresenta oito músicas ao vivo, que formam um álbum audiovisual. O projeto traz o aval de Lucinha Araújo, mãe de Cazuza, que acompanhou de perto as gravações. Confira aqui nas plataformas de música.

    Arranjos e harmonias de Bossa Nova com Leila no piano, Menescal na guitarra e Rodrigo no baixo, dão um novo tom para as clássicas canções de Cazuza. São elas: “Faz Parte do Meu Show”, “Preciso Dizer Que Te Amo”, “Codinome Beija-Flor”, “O Tempo Não Para”, “Por Que A Gente é Assim?”, “Exagerado”, “Ideologia” e “Pro Dia Nascer Feliz”. Os videoclipes estão disponíveis no YouTube - assista aqui. O álbum com direção de Jacques Junior também sai em versão física, em CD e DVD - em breve nas lojas. O projeto ainda contempla uma turnê de shows pelo país, ainda sem data.

    Leila Pinheiro enaltece a importância emocional e artística do projeto e espera que o lançamento leve diversão para o público na quarentena: “Se o público de casa sentir a alegria que eu, Menescal e Rodrigo sentimos ao gravar em bossa essas músicas do Cazuza (e seus parceiros), já terá valido tudo a pena! Viramos de ponta cabeça as harmonias das canções e elas seguem frescas e lindas, fortes e oportunas como sempre, agora com outra pegada. Soam como oito ‘Cazuzas’ no melhor das suas sempre necessárias palavras e atitudes”, diz.

    Segundo Rodrigo Santos, todos os meses de trabalho, ensaios e shows compensam o resultado do álbum lançado pela Som Livre: “Pra mim é um luxo fazer parte deste projeto ao lado de dois grandes mestres da MPB, a Leila e o Menescal, e poder homenagear um dos maiores poetas da música mundial, o nosso Cazuza. O processo foi muito bacana, teve muita química e diversão. Eu sigo aprendendo diariamente com eles. O resultado ficou lindo e finalmente chegou a hora das pessoas conhecerem”, declara. 

    Roberto Menescal comemora a iniciativa e fala sobre o que espera dos próximos passos: “As expectativas para o lançamento são as melhores. Estamos adorando fazer parte deste lindo projeto e não vemos a hora de sair em campo para levar os shows para o público de todo Brasil”, adianta o músico.

     1 - Faz Parte do Meu Show

    2 - Preciso Dizer Que Te Amo

    3 - Codinome Beija-Flor

    4 - O Tempo Não Para

    5 - Por Que A Gente é Assim?

    6 - Exagerado

    7 - Ideologia

    8 - Pro Dia Nascer Feliz

    Sobre a Som Livre 

    De 1969 para cá o mercado fonográfico mudou, assim como a forma de se consumir música. Hoje, 50 anos depois de sua criação, a Som Livre é muito mais do que uma gravadora, é o espelho musical do país. Uma empresa 100% nacional voltada para a música, seja qual for a sua plataforma e que reflete, através de seus lançamentos, o gosto e o hábito de consumo do brasileiro.

    A Som Livre possui diversas frentes de negócios: venda física, digital, shows, licenciamento e editora. Em seu time são mais de 100 artistas e sua editora é uma das mais importantes do país, representando os direitos de compositores nacionais e internacionais. Na linha de shows, a empresa aposta em festivais de música, que acontecem por todo o país, com as marcas Festeja, Viva Mais Música e Arena Pop.




    40 min
  • Edu Henning banda Clube Big Beatles

    Clube Big Beatles lança “Clube Big Beatles e Seus Sócios” [DELUXE] com convidados nacionais,

    além do ex-baterista dos Beatles, Pete Best, e Tony Sheridan, que fez as primeiras gravações com a banda inglesa.

    Foram quase 10 anos de envolvimento no projeto do disco que reúne o Clube Big Beatles com representativos nomes da música brasileira, artistas diretamente ligados à história dos Beatles e fãs do quarteto de Liverpool.

    O quarto disco da banda capixaba Clube Big Beatles chega a sua versão DELUXE e já está disponível em todas as plataformas de streaming. O projeto "Clube Big Beatles e Seus Sócios" tem participações de nomes consagrados do meio musical como Edgard Scandurra (Ira!), Bruno Gouveia (Biquini Cavadão), Andreas Kisser (Sepultura), Dado Villa-Lobos (Legião Urbana), Armandinho Macêdo (A Cor do Som), Ivan Lins, Evandro Mesquita (Blitz), João Barone (Paralamas do Sucesso), Flávio Venturini, Zé Renato (Boca Livre), Leo Gandelman e  Jerry Adriani, este em seu último registro.

    São  treze versões gravadas em estúdio, em  faixas que abrangem a produção da banda inglesa desde o seu surgimento, tocando covers como Money (That’s What I Want), passando por canções de Lennon/MacCartney  e de George Harrison em  álbuns emblemáticos como Help,  Revolver, Rubber Soul, Sgt. Pepper’s Lonely Heart’s Club Band, White Album, Abbey Road e Let It Be.

    A versão DELUXE também  incluirá mais três faixas bônus, gravadas ao vivo em apresentações em Vitória (ES), trazendo Tony Sheridan (o responsável por lançar os Beatles no mundo do disco) Pete Best (o primeiro baterista dos Beatles) e a Banda da Polícia Militar do Espírito Santo.

    O projeto demorou quase dez anos para ser considerado pronto pelo produtor Edu Henning, que é um dos integrantes da banda capixaba. O novo disco do Clube Big Beatles, que reúne consagrados cantores e instrumentistas brasileiros, além de convidados ligados diretamente à história dos Beatles, acaba refletindo os caminhos musicais dessa banda do Espírito Santo.

    De maneira orgânica e confortável, cada convidado do projeto trouxe a sua influência e personalidade para dentro do universo dos Beatles.  As guitarras de Edgard Scandurra, Andreas Kisser e Armandinho Macedo mostram bem os caminhos distintos destes exímios músicos para cada canção beatle. Da mesma forma, cada uma das vozes, do rock à MPB, oferece uma nova experiência ao ouvinte, ao longo de seus 45 minutos. Algo que torna “Clube Big Beatles e Seus Sócios” um trabalho único, muito mais representativo do que apenas um disco de uma banda brasileira regravando canções consagradas.

    O Clube Big Beatles é de Vitória-ES e tem 30 anos de atividade dedicados à obra dos Beatles, fazendo um forte e significativo trabalho que é reconhecido no Brasil e no exterior. Há 26 anos consecutivos, o grupo se apresenta no "International Beatle Week" o Festival dos Beatles de Liverpool, onde estão no Hall da Fama do evento desde 2008. Os capixabas são um dos grupos que representam o Brasil no mais importante evento mundial em torno dos Beatles, e além disso, nenhuma outra banda de fora da Inglaterra já participou tantas vezes do Festival.

    O Clube Big Beatles não pode ser chamada apenas de uma banda cover dos Beatles. Eles apresentam as músicas com arranjos e interpretações com personalidade, sem preocupação e nem interesse de reproduzir os clássicos dos Beatles da forma em que foram originalmente gravados.

    Não por menos, este disco traz tantos artistas de renome como convidados em suas faixas.



    1 hr 12 min
  • Valéria Oliveira

    Valéria Oliveira Lança “Sacrário” - Um Poema ao Feminino Solar 

    A poética do feminino sagrado irrompe as fronteiras do imaginário e demuda-se em imagens, poemas, ritmos e arranjos de SACRÁRIO, o novo álbum de Valéria Oliveira, que será lançado no dia 14 de maio, pela Tratore, com distribuição nas principais plataformas digitais.

    SACRÁRIO é o 10º álbum da cantora e compositora natalense e desponta no cenário nacional como uma elegia aos 30 anos da sua carreira artística. Com produção musical de Valéria e Jubileu Filho, o novo álbum se revela como um ambiente íntimo e sacrossanto da artista onde a sacralidade do feminino brota no seio lírico da mãe terra e ecoa sonoramente por meio da delicadeza e da força mulheril da voz sedutora e doce dessa cantante potiguar.

    As composições de SACRÁRIO foram trançadas e enfeitadas pelos ritmos, interpretações e pelas marcações compassadas e sincopadas de sambas que estão carregados “de amor, de liberdade, de dor e de alegria”. 

    O álbum solicita a união, promove a expansão das culturas, demarca um tempo mítico e nasce como uma espécie de epifania, em um lugar de descobertas, com vistas a percorrer um caminho mais proveitoso e solar, na intenção de afugentar os dias, “memórias, nem sempre de glórias ou que fazem doer” e “na mutação dos sentimentos”, temas que se transmutaram em poesia e estão presentes na letra de VAI ALÉM e 200%. 

    Valéria Oliveira divide quatro faixas do seu SACRÁRIO com cantoras de renome nacional: Leila Pinheiro, emprega a doçura da sua voz à canção, ALENTO; Simona Talma, apresenta a sua personalidade plural, na música UM SIMPLES OLHAR; A cantora Daúde, imprime sua vibração e seu balanço soteropolitano na faixa GENTE; além da presença de Leci Brandão, interpretando sua ontológica música, ESSA TAL CRIATURA, que em SACRÁRIO ganha uma releitura, com novo arranjo orquestrado pelo maestro Rildo Hora. No vestígio dessa grande elegia ao samba, Valéria Oliveira reverencia os mestres Wilson da Neves (1936 – 2017) e Delcio Carvalho (1939 – 2013) interpretando a obra POR ONDE COMEÇAR. SACRÁRIO completa o seu intertexto musical com as parcerias dos compositores Drika Duarte, Ivando Monte, André Morais, Luiz Gadelha, Simona Talma, Khrystal, Rico Dias e Vinícius Lins. 

    A capa ficou a cargo de Elifas Andreato, designer gráfico, ilustrador e artista plástico renomado no Brasil e no exterior. Elifas revelou em seu campo visual uma imagem indicial que pressupõe uma essência específica, uma linguagem íntima, transversal e contígua, para representar a simbologia do sagrado feminino que está presente na matriz sonora e nas cores ritmadas das 14 faixas do álbum.  

    SACRÁRIO apresenta boas vibrações, traz um swing e um balanço sincopado, além de despontar e traduzir a essência e a personalidade musical que Valéria Oliveira nos propõe neste trabalho: “Sinta a marcação, o ruído das ondas do mar no rufar dos tambores, a liberdade no peito e a cor da verdade no sangue”. SACRÁRIO “nasceu perto do mar” e está repleto de signos musicais e de imagens acústicas banhadas pelo sol e pelo sal “Da velha Cidade do Reis”.



    47 min
  • Juh Boechat

    Juh Boechat lança primeiro single, “In luv”

    Cantora e compositora tem 15 anos e apresenta música escrita em inglês

    Juh Boechat tem 15 anos, e durante a pandemia mergulhou mais fundo na música. Aprendeu a tocar teclado, ukulele e ainda teve aulas de canto aprimorando o que já fazia em casa. Nessa descoberta nasceram as suas primeiras músicas. A balada “In Luv” é o primeiro single que apresenta a nova artista, com produção musical de Crikka Amorim e letra em inglês.

    “In luv” fala de uma experiência própria. “Uma história de amor que vivi entre 2018 e 2019”, entrega Juh. “Queria muito escrever uma música sobre isso e contar minha história, como muitos artistas fazem. Me desafiei a escrever uma música em menos de uma hora e consegui”, revela Juh que escreveu a letra em inglês. “Inglês é a língua mundial, se eu quero que minha música chegue em todo mundo, essa é a maneira mais direta. Tenho facilidade de escrever e cantar em inglês, os artistas que mais ouço e me influenciam cantam em inglês, então para mim é natural”, explica citando os nomes de Bruno Mars, Ed Sheeran e – principalmente - Adele como suas principais influências.

    A paixão pela música vem desde criança. “Desde pequena meu sonho é ser cantora”, entrega Juh. “Durante a pandemia aproveitei o tempo em casa para estudar teclado, ukulele, violão e canto”. Foi nesse período também que Juh começou a compor. Ela, que já havia lançado um livro, passou a desvendar sozinha o mistério de juntar música e letra.

    Na impossibilidade de comemorar os 15 anos, Julia decidiu pedir de presente a gravação de uma de suas músicas. Mas o que era para ser apenas um registro para circular em família ganhou proporções maiores. Juh convidou a cantora, compositora e produtora Crikka Amorim para gravar e tocar o violão. “Assim que ouvi as composições da Juh, senti um potencial grande”, conta Crikka. “Uma menina com um talento nato que ainda vai dar muitas alegrias pra gente com suas canções”, promete.

    “Preparei uma base e fui até a casa dela gravar a voz. Ela respondeu muito rápido a todas as expectativas e ideias que eu levei. Voltando para casa senti que a música poderia - e merecia - crescer mais. Coloquei teclado, baixo, um efeito aqui, uma guitarra ali. Ficou uma base acústica com uma sonoridade orgânica e gostosa”, acrescenta a produtora.

    Com o resultado final da gravação a família percebeu que o que tinha em mãos não era apenas para circular entre parentes e amigos em grupos de whatsapp. Assim “In Luv” foi crescendo, ganhou capa, ideias de clip, e vídeos nas redes sociais anunciando o lançamento nas plataformas digitais com distribuição pela Onerpm. 

    “Estou realizando um sonho!”, comemora Juh, que agora já pensa nas próximas músicas. “Quero ir para o mundo inteiro”, sonha a nova artista. 



    17 min
  • Jully

    Jully lança Distopia, o segundo single do álbum S.O.S., com clipe magnífico e assombroso.

    Depois de um álbum voltado para o humano, cantora e compositora catarinense produz trabalho pensando no planeta.

    Nova faixa traz a morte como tema e dá a mão a quem quer ver a luz e o amor.

    Para muitos, a palavra “morte” e todo o sentido que ela traz parecem macabros. No entanto, no último ano, a morte foi algo com que o mundo todo precisou aprender a lidar de maneira mais prática e até pragmática. No Brasil, onde a transmissão do coronavírus nunca foi controlada, a morte assolou e segue assolando muitas famílias e histórias de vida. Antes mesmo que a pandemia começasse, a cantora e compositora Jully sentiu que o planeta precisava de atenção e começou a compor o repertório de S.O.S., álbum produzido por Grenville Ries e mixado por Carlos Trilha que está lançando através de singles. O primeiro, Somos Todos Um, já está nas plataformas digitais. Agora é a vez de Distopia, canção que chega acompanhada de um clipe. Dirigido pelo fotógrafo Levindo Carneiro, o vídeo retrata a situação atual de forma poética, e traz Jully chamando atenção, com o seu canto, para um horror real que estamos vivenciando no mundo e, principalmente, no Brasil : “Pilhas de mortos, apatia, mentes torpes, fim do dia, distopia... fome de poder!” Macabro? Não! Totalmente necessário.

    “Distopia fala do Sol que brilha, mas ninguém vê, da chuva que bate na janela e ninguém crê. Cientistas já previam futuras pandemias por causa do que o homem está fazendo com a natureza. A música é a minha forma de comunicar que, enquanto nos acharmos superiores, não vamos sair desse círculo vicioso”, diz Jully, que também é pianista, poetisa, acupunturista e fotógrafa, além de vegana e muito preocupada em dar voz a quem não pode se defender, como os animais e o próprio planeta.

    Segundo definição do dicionário, “distopia” quer dizer “lugar ou estado imaginário em que se vive em condições de extrema opressão, desespero ou privação”. Tudo a ver com tudo o que estamos vivendo e com o que viveu, bem antes da pandemia, a artista nascida e criada em Florianópolis e moradora do Rio de Janeiro desde 2011. Muito antes que todo mundo tivesse que ver o seu mundo – muitas vezes colorido e alegre – ficar cinzento e triste, Jully já vivia a transformação do seu universo particular. A morte de seu pai e, quatro anos depois, a de sua mãe fizeram com que a artista passasse a compor e produzir de outra forma. A mudança é clara do primeiro disco, Olhos Fechados e Abertos (2012), para Réquiem (2020). O primeiro teve produção de Alex de Souza. O segundo foi produzido por Grenville Ries.

    “Réquiem é dark sem culturar a escuridão. Ele fala muito de direitos humanos, chama a atenção para as coisas erradas no mundo. Já S.O.S. vem propor uma nova conduta para aprendermos a caminhar juntos, com humanidade. Estamos alienados, perdemos a conexão com o que realmente importa”, afirma.

    A morte mudou completamente a forma de compor de Jully, mas a maturidade é clara quando ela transforma o nosso “novo normal” em versos como: “No escuro lá fora, a estrela brilha, mas ninguém vê”. Em termos de produção, a artista catarinense também aprendeu muito com a experiência do primeiro disco – gravado com pompa e circunstância – mas se encontrou bastante na parceria com o próprio marido, sul-africano radicado no Brasil: Jully compõe e grava voz guia e piano, Grenville Ries toca diversos instrumentos e cuida das programações para, então, ela colocar a voz final.

    “Investi no primeiro disco, mas para o segundo, não estava em condições. Meu marido, que sempre me apoiou muito, sugeriu que começássemos uma pré-produção em casa. Ele é músico, vê tudo grandioso, e acabou desenvolvendo Réquiem comigo. Encontramos um lugar fértil. Quando foi lançado, veio a quarentena e, por causa da temática, retratou a essência do momento”, conta Jully.


    52 min
  • Js Rocks

    JS Rocks é uma banda de Rock brasileira, formada em 2019, pelos músicos Joselam Santana (voz e 

    guitarra), Josué Araújo (bateria), Daniel Canabrava (guitarra e back vocal) e João Pedro Silva (baixo e back 

    vocal).

    Mesmo sob uma forte influência das bandas de rock nacionais das décadas de 80 e 90, a banda JS Rocks também se permite viajar pelo som de diferentes épocas.

    No ano de 2020, durante o período de Pandemia fizeram inúmeras gravações caseiras em áudio e vídeo de músicas autorais e disponibilizaram em suas redes sociais. O trabalho agradou o público de maneira bastante significativa o que motivou a banda a gravar sua primeira música,  em estúdio intitulada Uns dias e também um clipe ainda em 2020. No mesmo ano o clipe foi selecionado para ser apresentado no programa do produtor e guitarrista Fernando Magalhães do Barão Vermelho através do YouTube e em seguida participou do desafio de bandas no programa Rock total da rádio mundial FM em SP, sendo vencedora 5 vezes seguidas. 

    Em 2021 o vocalista da banda, Joselam Santana foi entrevistado no programa Estação Lagoa Rock de Fernando Magalhães e inciou um projeto chamado Integra Rock onde entrevistou Marcos Kleine guitarrista do Ultraje a Rigor e fundador da banda PAD.

    Atualmente a banda está em fase de divulgação de mais uma música gravada em estúdio e mais um clipe da música Indiferente.

    Lançamento dia 08 de Abril.


    47 min

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A Studio FKM nasceu em 2016 no mesmo dia de abertura dos jogos no Rio de Janeiro, 5 de Agosto de 2016 às 00h. Desde 2017 vem realizando entrevistas com artistas e bandas do meio musical brasileiro, tanto pop-rock como da MPB e temos o prazer e a honra de divulgar a cultura musical brasileira para o mundo através da nossa transmissão on-line.

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