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BRAINSTORM – a tempestade musical que Scream Weaver traz no seu som!
Scream Weaver lança EP retornando as suas raízes após esse ano de Pandemia! A banda havia lançado uma série de singles acústicos no ano de 2020, devido ao isolamento social e agora retorna ao seu formato original: o elétrico. Mesmo que ainda isolados, porém inspirados, Vinícius Gonçalves, Henrique Pinho e Eloisio Michalski montaram essa compilação com um tema que é muito real, presente e que precisava ser explorado pela banda.
E afinal, do que se trata BRAINSTORM? É uma obra que reúne energia e catarse! Temas estes que são muito abordados nas letras reflexivas e críticas, escritas pelo baixista/guitarrista Eloisio. “É um conjunto de músicas diversas, mas todas abordam formas diferentes de estar confinado e a ponto de ‘explodir’ por conta da estática” – diz o baterista, Henrique. “OUT e CRY OUT são ótimos exemplos disso” – adiciona o mesmo. Algumas das canções já faziam parte das apresentações ao vivo da banda, outras foram escritas antes e durante a Pandemia/Quarentena, como THE CAGE e BOREDOM – ambas retratando a angustia e o tédio da prisão que se tornou a vida atual, mentalmente e fisicamente.
“ELECTRIC LIES é uma canção poderosa que conta sobre a influência da internet em nossas vidas e o seu potencial destrutivo” diz o cantor, Vinícius. Este é um dos pontos mais críticos do novo trabalho, que reflete sobre esse momento histórico tão tenso que os músicos estão vivendo. “Não houve forma melhor de expressarmos essa tempestade de sentimentos do que através da nossa arte – a música” confessa o baixista que também assumiu as guitarras para a gravação do EP.
Vinícius Gonçalves
A banda passa por um momento delicado de transição. Diferentes guitarristas já passaram pela banda e agora o grupo está num formato trio para gravações e quarteto para futuras apresentações, contando com o amigo e fã, Ricardo Calmona no contrabaixo. “É uma honra fazer parte desse projeto” – conta o baixista. O mesmo fará parte do próximo EP da banda que irá sair entre Agosto e Setembro de 2021, também contando com a participação da amiga e cantora, Nathália Newlands.
Scream Weaver tem muitos outros projetos além do próximo EP para serem lançados. Para ficar por dentro das novidades, história da banda e muito mais, basta seguir a banda pelo Instagram e canal do Youtube. O grupo faz diversos materiais contando um pouco de sua trajetória começada em 2016. Acesse também o Bandcamp para ler as letras e contribuir para/com trabalho da banda:
SPOTIFY:
https://open.spotify.com/artist/7tTzZlB3w0IwbZeLzoRrsQ
CANAL DO YOUTUBE:
https://www.youtube.com/channel/UCnleJ6TNIVrsXZ-z7jR7fDw
BANDCAMP:
https://screamweaver.bandcamp.com/
INSTAGRAM:
https://www.instagram.com/scream_weaver/
Mais atual do que nunca, “Falar a Verdade” resurge no mercado musical
Em videoclipe, Da Ghama regrava clássico da década de 90 em releitura amadurecida contra a intolerância religiosa e pela diversidade.
Em meio aos impactos da epidemia de fake news que salta do campo virtual para a vida real e se propaga no terreno fértil dos discursos de ódio e preconceitos, desvendar a verdade é como trilhar rumo à justiça social. Inspirado nessa premissa, um dos clássicos do grupo de reggae Cidade Negra – “Falar a Verdade” – volta à cena após 30 anos, em releitura amadurecida e num tom de protesto contra a intolerância religiosa e a favor da diversidade. O remake é tema do novo videoclipe do cantor e compositor Da Ghama, ex-guitarrista da banda e autor da canção, em parceria com Rás Bernardo, Lazão e Bino Farias. No audiovisual, que será lançado no dia cinco de abril, Da Ghama interpreta Jesus Cristo Afro, que de uma ilha paradisíaca exalta as religiões, relativizando a verdade ao abordar valores atrelados à fé e crenças.
‘Falar a Verdade’ teve o seu lançamento no CD “Lute para Viver” (1990), atravessou décadas, impactou gerações e retorna ao mercado musical trazendo na sua letra críticas e abordagens sociais profundas, mais atuais do que nunca. O diretor do videoclipe, Louiz Baptista, adota uma linguagem universal e pautada em valores filosóficos e existenciais para dialogar com as mais diversas religiões: budismo, cristianismo, catolicismo, xamanismo, hinduísmo, judaísmo, islamismo, candomblé e umbanda. “A nossa intenção é de unir os religiosos, independente de credos e opiniões. Exaltamos a igualdade, a liberdade de escolha do ser humano. Pela manifestação artística, buscamos uma forma marcante de protestar contra qualquer forma de preconceito e intolerância, porque esse é também um dos papéis do artista, de conscientizar, de levantar a bandeira da paz, do amor. Atos assim são fundamentais no atual cenário mundial", afirma Da Ghama.
A regravação de “Falar a Verdade” na voz de Da Ghama ganha uma versão totalmente repaginada. As cenas do videoclipe original, que tinham foco em modelos sensuais, usando biquínis e se divertindo com a banda em viagens por praias lindíssimas, deram lugar às abordagens mais coerentes ao cenário atual do país, assim como refletem as mudanças na percepção do autor do hit, ao avaliar os fatos mundiais e o grau de importância que eles tomam nos contextos sociais.
O roteiro intercala takes em um ‘paraíso’ – tendo como cenário a Ilha do Guaraú, em Peruíbe (SP) - com performances artísticas de Da Ghama. O artista contrasta entre expressões de austeridade e serenidade, como forma de representar o seu protesto contra a intolerância religiosa e racial, assim como os momentos de alegria e diversão, simbolizando a paz, o amor e a fé em dias melhores para o planeta.
A solução encontrada por Louiz Baptista para enfatizar a religiosidade, foi utilizar uma pequena TV portátil de tubo, por onde a divindade afro interpretada pelo artista assiste ao espetáculo musical. "A mensagem que queremos transmitir é que não importa as nossas diferenças ou crenças, quando temos fé o universo sempre está nos ouvindo e disposto a nos atender. A tolerância produz resultados surpreendentes na vida. A verdade, é que precisamos nos conhecer melhor e, assim, fazer uma reforma interna buscando um planeta mais justo e feliz”, comenta Da Ghama. “Se quiser receber amor, dê amor. Seja você mesmo a mudança que deseja ver na sua vida. Não há como fazer um bolo com sabor e formato diferentes sem mudar os ingredientes da receita, a forma de misturá-los e a forma onde a massa é assada. Tudo depende das nossas percepções”, acrescenta.
A banda SIGMA 7 foi formada no início dos anos 2000, inspirada por uma forte cena musical na região metropolitana de Porto Alegre, RS, tocando Rock Clássico e Hard Rock com influência de Led Zeppelin, Guns’N’Roses, Skid Row, Scorpions, Kiss, AC/DC, Ozzy Osbourne, Motorhead, Rosa Tattooada, Van Halen, Whitesnake e similares.
Passados alguns anos de “laboratório”, a banda lança em 2006 seu primeiro disco chamado “SIGMA 7”, contendo 12 faixas. Dentre elas destacam-se NUNCA É TARDE, premiada em alguns festivais e JOHNNY, considerada um hino dos antigos fãs da banda.
Em 2012, a Sigma 7 lança seu segundo disco, “UMA BALA, UMA CHANCE”, onde apresenta a evolução individual de cada integrante e músicas de tirar o fôlego. Este disco conta com a participação especial de Jacques Maciel, da banda ROSA TATTOOADA – uma das bandas que tem influência direta no som da SIGMA 7 – e produção de Vini Tonello (Papas da Língua, Cachorro Grande, Rosa Tattooada, Nenhum de Nós e outros). Ainda no mesmo ano, são lançados dois videoclipes de maneira independente, que foram muito bem recebidos pelos fãs da banda. As músicas escolhidas foram "ESTRADA" e a balada "POR MAIS QUE EU TENTE ESQUECER".
Em 2013, Marcos Delfino e Ted Justo tiveram a honra de participar do show de aniversário de 25 anos da Rosa Tattooada no Bar Opinião - conhecido como o “Templo do Rock” em Porto Alegre.
No ano de 2014 a banda chama a atenção da gravadora GENESIS MUSIC, de São Paulo, e assina contrato com os empresários musicais Waldemar Marchetti e Manoel Barenbein, este último o responsável por descobrir talentos como Chico Buarque, Os Mutantes, Gilberto Gil e Caetano Veloso, dentre muitos outros grandes artistas do cenário nacional.
Em Agosto de 2015 a Sigma 7 foi agraciada com três indicações para prêmio do Grammy Latino, com o álbum “UMA BALA, UMA CHANCE”, nas categorias: Artista Revelação, Melhor disco de Rock Brasileiro e Disco do ano.
Ainda em 2015, a Sigma 7 foi premiada pelo site PALCOMP3 como a banda mais acessada de 2015 no gênero HARD ROCK.
Integrantes:
• Vocal: Marcos Delfino • Guitarra: Ted Justo
Após uma pausa nas atividades em 2016, a SIGMA 7 volta em 2019, com toda força e com novos integrantes, injetando
um ânimo novo na banda que agora prepara material para seu terceiro álbum. Atualmente a banda SIGMA 7 é artista
• Guitarra: Jean Riegel
• Baixo: Johnny Peixoto • Bateria: Lucas Teixeira
Xandi & Lennon:
conheça a trajetória do mais novo sucesso sertanejo
Xandi é tecladista e produtor musical. Nascido em Limeira (SP), começou a carreira de músico muito jovem, já dividindo o palco com grandes estrelas da música. Foi integrante das bandas de duas atrações de sucesso na televisão: o programa Raul Gil e o inesquecível Especial Sertanejo, apresentado por Marcelo Costa.
Como músico, viajou por todo o Brasil, se apresentando nos principais eventos sertanejos. Durante oito anos foi músico oficial dos eventos da Churrascaria Montana Grill, dos irmãos Chitãozinho & Xororó. De 2004 a 2013 foi produtor musical e técnico de áudio da dupla Edson & Hudson. Paralelamente ao trabalho nos shows, Xandi faz produção musical e participou das produções dos discos de artistas nacionais, como os já citados Edson & Hudson, Felipe & Falcão, Bruno & Marrone, Marcos & Belutti etc. “Chegou uma hora que decidi voar mais alto e seguir em frente com meu próprio nome”, conta o músico. Com uma carreira sólida e vitoriosa, Xandi é um nome respeitado e de prestígio no meio artístico.
Lennon nasceu em Apucarana (PR). A carreira musical começou nas bandas de baile, aos 15 anos. E foi nos bailes que desenvolveu e tornou profissional o dom de cantar e o talento para tocar violão. No início dos anos 2000, formou dupla com João Lukas. Nos seis anos de parceria alcançaram um sucesso meteórico e juntos promoveram encontros emocionantes na televisão brasileira se apresentando ao lado de artistas consagrados, proporcionando momentos inesquecíveis para o público em mais de 80 apresentações, sendo cinco delas no Domingão do Faustão. Lennon já dividiu o palco na televisão com Chitãozinho & Xororó, Daniel, Simone, Bruno & Marrone, Paulo Ricardo, Gian & Giovane, Fábio Jr, Rio Negro & Solimões e Alexandre Pires. Recordista de audiência nos programas por onde passou, Lennon é uma marca conhecida e admirada na TV.
Mas o melhor ainda estava por vir e a história da dupla começa assim: no início de 2013, Xandi resolveu encerrar um ciclo de grandes conquistas para se dedicar exclusivamente à carreira de cantor. Certo dia, ele viu Lennon na TV e se encantou pelo talento do amigo. Quando conversaram pela primeira vez, descobriram que eram vizinhos em Limeira. A partir desse reconhecimento, formou-se uma grande amizade. Anos mais tarde perceberam que havia uma química incrível entre os dois. Xandi é primeira voz e Lennon, a segunda. Formaram, então, a nova dupla Xandi & Lennon e começaram a percorrer cidades do interior de São Paulo, levando o espetáculo de suas vozes a centenas de pessoas. Por onde passa, a dupla deixa um gostinho de “quero mais”, não somente pela qualidade vocal que apresentam, mas pelo tanto de carisma que demonstram. Por causa disso inclusive, são chamados de “A Dupla Simpatia do Brasil”.
“Queremos cantar e encantar. O contato com o público nos deixa extasiados, não há como não sorrir ou não querer ficar perto de quem nos prestigia com tanto carinho”, afirmam ambos.
A canção “Nananinanão” lançada em janeiro em todas as plataformas digitais teve execução expressiva nas emissoras de rádio em 16 estados do Brasil, sendo o primeiro hit da dupla.
No mês de junho lançaram “364 dias”, o segundo single da carreira. Com participação especial de Edson & Hudson, o novo sucesso está disponível em todas as plataformas digitais, com grande audiência no Spotify e no YouTube. A nova canção já é destaque também nas principais emissoras de rádio.
Paralelo ao trabalho de lançamento e divulgação do novo single, Xandi & Lennon ensaiam o novo show para a volta da turnê nacional após a pandemia, que, certamente vai sacudir o Brasil.
A banda faz uma leitura própria do pop rock dos anos 80 e 90, marcada por interpretações e versões das canções que marcaram gerações.
A Banda Solange faz shows em importantes casas e pubs de Brasília, como UK Music Hall, O´Rilley, Santa FéBar e Stadt Bar. Esteve no palco de eventos corporativos. Também vem se apresentando em projetos inovadores da cidade, como Hidden e Floor. A Banda também tem em seu currículo shows em 2017 e 2019 no Brasília Capital Moto Week (BCMW), o maior encontro de motociclistas da América Latina. Nos cenários das Lives, a banda tem marcado presença com transmissôes pelo seu próprio canal do YouTube, que conta com mais de 1200 inscritos.
No repertório da banda, canções da Legião Urbana, Capital Inicial, Os Paralamas do Sucesso, The Cure, U2, Oasis, Rolling Stones, Billy Idol, Biquini Cavadão, Lulu Santos, Barão Vermelho, Plebe Rude, Ira!, Titãs, Engenheiros do Hawaii, Nenhum de Nós, Uns e Outros e outras. Aliás, igualmente no repertório está “Solange” (Leo Jaime e Leoni), que acabou sendo homenageada com o nome dado à banda.
“Solange” é a versão da canção “So lonely”, do grupo The Police, composta em 1985 em resposta à atuação da famosa censora Solange
Hernandes nos anos 80. A banda traz a história do rock também seu nome.
Voz, melodias, letras, arranjos, boas energias que se misturam e se unem para fazer o público novamente cantar e dançar tantas músicas que fizeram e fazem parte das nossas vidas.
Se alguém for contar a história do reggae no Brasil terá que, obrigatoriamente, mencionar o nome de Ras Bernardo. Não dá para falar de um sem citar o outro. São histórias que correm juntas ao longo do tempo. Tempo que vem de longe, há mais de trinta anos atrás, quando Ras Bernardo montou sua primeira banda, Lumiar, para participar de um pequeno festival em Belford Roxo, Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.
Mais por intuição do que por planejamento, essa mesma banda antecipou uma onda, que somente anos mais tarde, em 1991, estouraria na cena musical brasileira o grupo Cidade Negra. Honrando toda a herança cultural que o destino lhe deu, o Cidade Negra espalhou o reggae por todo o país.
Após o sucesso dos dois primeiros álbuns, Lute pra Viver e Negro no Poder, Ras Bernardo sai do Cidade Negra em 1993 e encaminha a produção do seu primeiro disco solo Atitude Pátria (1993). O segundo álbum de sua carreira solo foi Jah é Luz (2007) e depois Direção ao Leste (2013). Durante esse período, além de shows com banda, Ras Bernardo inicia suas apresentações em formato SoundSystem, estilo muito popular da Jamaica.
Hoje em dia Ras Bernardo está finalizando seu novo álbum, Loteria, que será lançado até o final de 2020. Além disso, vem trabalhando com seu programa online RAS Entrevista, iniciando o sonho da RASTV, além de projetos acústicos, participações em músicas de outros artistas, criando conteúdo para programas em seu canal no YouTube, escrevendo músicas novas, enfim, sempre produzindo.
Em 2021 o álbum Lute para Viver fará 30 anos, Ras Bernardo e Da Ghama já estão preparando uma turnê de 30 anos com os Originais Cidade. Fique ligado!
Autores de sucessos que o Brasil inteiro cantou LS Jack e Vinny inauguram parceria com lançamento de single
LS Jack e Vinny, dois ícones do pop-rock brasileiro, autores de hits como "Carla" e "Uma carta" (LS Jack) e “Heloísa mexe a cadeira”, “Te encontrar de novo” e Shake Boom” (Vinny), se juntaram e saiu coisa boa da mistura: o single “Esquece a solidão e sai”, que está sendo lançado nas plataformas digitais com direito a videoclipe. Mas o “Esquece a solidão e sai” é só quando acabar o período de quarentena, como frisa Vinny, “por agora, fique em casa. Quando tudo isso passar vamos comemorar juntos”.
“Esquece a solidão e sai” tem uma pegada forte, que bota pra dançar, acompanhada de uma letra otimista, que convida para “um beijo de cinema” ou quem sabe até “para ver o sol deitar no mar”.
Em 2004, o LS Jack sofreu forte revés na carreira com o acidente sofrido pelo vocalista Marcus Menna, decorrente de um procedimento cirúrgico. A banda interrompeu suas atividades em 2005.
15 anos depois, o grupo está de volta com uma nova formação com o auxílio luxuoso de Vinny nos vocais.
A história da música sempre foi de parcerias, desta vez Vinny se junta ao LS Jack como parte do time para levar aos palcos novas canções e também os grandes sucessos que foram trilha sonora da vida de milhares de fãs pelo Brasil. Nos playlists da plataformas digitais a união já conquistou 1,5 milhão de seguidores.
Nenhum de Nós é uma banda de rock brasileira, formada em 1986 na cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul, a banda foi formada pelos músicos Thedy Corrêa, Carlos Stein, Sady Homrich, Veco Marques e João Vicenti.
ady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na 5º série, conhecem Thedy Corrêa. Na faculdade, Stein foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows, saiu para formar o Nenhum de Nós com Corrêa e Homrich. Após algum tempo, foram chamados para abrir um espetáculo do DeFalla na Sociedade dos Amigos da Praia do Imbé (SAPI).[1] Antônio Meira, produtor, gostou da música dos jovens e eles, então, assinaram com a BMG Ariola e gravaram seu primeiro álbum. O disco, homônimo, foi lançado em 1987 e vendeu 30.000 cópias.
Com a parada nos shows em 2020 devido a pandemia, a Relespública começou a preparar material inédito no Nico’s Estúdio em Curitiba/PR, sua terra natal e, paralelo a isso, resgata sobras de estúdio que não foram lançadas nesses 31 anos de estrada.
Fabio Elias (guitarra e voz), Ricardo Bastos (baixo e vocais) e Moon (bateria), juntamente com o produtor Marcelo Crivano, assinaram com o selo Volts e lançaram ainda no fim do ano o single “James Brown” com participação especial de Edgard Scandurra (Ira!) e no dia 1° de janeiro de 2021 soltaram um novo single “Mudando Os Sentidos”, ambas com a pegada Mod do trio, um Rock direto e potente, uma espécie de parede sonora, coesa, pulsante e super dançante!
Enquanto o material inédito não é lançado, a banda seguirá lançando 1 single por mês até metade do ano, preenchendo de música e novidades esse 2021. O Rock’n’Reles está bem vivo e vertendo criatividade!
Proveniente de São Paulo, o grupo tem dezenove discos lançados e, gradualmente, tem ganhado espaço no cenário alternativo nacional, mesmo sem tocar em rádios, ou aparecerem em programas de TV ao longo de seus 30 anos de história.
Em 1986, "Paulão" de Carvalho que já tinha tocado na banda "Beba Cerveja E Seus Copos Quebrados", que era o esboço do que se tornaria a atual Velhas Virgens, quando conheceu Alexandre "Cavalo" Dias. Inicialmente, Paulão tocava baixo e Cavalo guitarra. Chamaram os amigos Rick para assumir a bateria e Celso - irmão do Paulão - para os vocais. Até o final da década de 1980 tocaram em vários lugares, mudando diversas vezes de baterista durante esses anos.
Na virada da década, o vocalista Celso deixa a banda só restando os fundadores, mas logo apareceu Mário Sérgio "Lips Like Sugar" para assumir definitivamente o comando da bateria. Paulão assume os vocais, a gaita e continua com o baixo, enquanto o recém-chegado Fabiano assume o posto de guitarrista. Com essa mudança de formação, a banda passou a flertar mais com o blues. Gravaram algumas demos e fizeram diversas apresentações. O ano de 1993 marca a saída de Fabiano. Quem assume seu lugar na guitarra é Caio "The Kid" Andrade.
É gravado em 1994 e lançado no ano seguinte o primeiro álbum, intitulado de Foi Bom Pra Você?. Já neste primeiro trabalho está contida uma característica que surgiu na banda a partir de 1990: as letras escrachadas falando basicamente de mulheres, cerveja e rock and roll.
Outra marca do grupo foi chamar artistas consagrados para participar de algumas canções. Na estréia encontram-se as presenças de Pit Passarell do Viper, Oswaldo Vecchione do Made in Brazil, Eduardo Araújo e Marcelo Nova do Camisa de Vênus. Um disco de estréia bem aceito pelos fãs, com sonoridade voltada para o rock and roll clássico e blues e músicas como "Minha Vida é o Rock 'n Roll" (cover do Made in Brazil), "Cerveja na Veia", "Só Para Te Comer", "Excesso de Quorum" e "De Bar em Bar Pela Noite", essa com a participação de Marcelo Nova.
Nesse mesmo ano a dançarina Cláudia Lino passa a acompanhar a banda nas apresentações. Em 1996, as Velhas Virgens assinam com a gravadora Velas, da qual o cantor Ivan Lins é um dos sócios. Também em 1996, a entrada do baixista Edu Gago faz com que Paulão se dedique somente aos vocais e a gaita. O segundo disco Vocês Não Sabem Como é Bom Aqui Dentro é lançado ainda em 1996. Trazendo mais convidados ilustres como Roger do Ultraje a Rigor, que canta com Paulão a sádica "Mulher do Diabo", que conta ainda com a presença do baixista ex-Ultraje Serginho Petroni.
Rita Lee, que já havia escrito a apresentação do primeiro disco, aparece aqui para cantar a saga noturna de bebedeiras na "Beijos de Corpo". O guitarrista Sérgio Hinds da banda O Terço deixa sua marca em "Pão Com Cerveja". Destacam-se ainda as canções "Já Dizia o Raul", "Vocês Não Sabem Como é Bom Aqui Dentro", a balada Blues "Não Vale Nada", entre outras. Em 1997, a banda faz mais de 50 concertos pelos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Até que Lips sofre um acidente de moto e Paulão se machuca jogando bola, o que causa uma parada de dois meses na banda.
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