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Camilla Inês conecta Brasil e Portugal em seu primeiro EP autoral
Produzido pelo vencedor do Grammy Latino, Swami Jr., “Gotas de oceano” reverencia a liberdade feminina com poesia e filosofia
A capa do quarto EP de Camilla Inês entrega o clima do disco que nasceu durante o período de isolamento social. Poético, plural, sensível e espontâneo, “Gotas de oceano” aproxima a artista da MPB sem perder a essência do Jazz, gênero brilhantemente explorado por ela no bem-sucedido Jazzmine de 2011.
Com sete faixas autorais produzidas pelo vencedor do Grammy Latino, Swami Jr., “Gotas de oceano” traz no seu DNA vestígios dos momentos de introspecção, decorrentes da pandemia e tão fortemente vivenciados pela artista. Dividida entre Brasil e Portugal, Camilla compôs parte do repertório em Leiria, cidade portuguesa localizada na província da Beira Litoral, a experiência rendeu uma emocionada homenagem da artista ao local que a acolheu até o final de janeiro de 2020.
O EP abre com a faixa Contra-o-Ponto, uma música dançante que convida o público para refletir sobre os rótulos sociais. Com um elegante naipe de metais, ela é também uma evocação de coragem contra uma sociedade formatada por padrões deturpados por uma massa, muitas vezes xenofóbica, homofobia ou racista. O refrão diz bem: “a força, a fórmula, a vírgula, é?” Nessa parte a artista convida o público a refletir sobre o que ele é.
Morena é um autorretrato, uma canção que relembra a linguagem do saudoso Dominguinhos. A faixa recebeu a luxuosa interpretação do talentoso Mestrinho do Arcodeon – Esta canção tem sonoridade nordestina e vem da mulher nordestina que existe em mim; da mulher resiliente, valente, determinada, aquela que não desiste – Explica Camilla Inês, que é pernambucana e mora atualmente em Brasília – Essa valentia existe em todos nós brasileiros e isso é notório, faz parte da alma brasileira, somos trabalhadores, destemidos e ao mesmo tempo somos um povo alegre, acolhedor diante das adversidades da vida.
Em Vã filosofia Camilla confirma a afinidade musical com Swami Jr., a voz do produtor evolui com delicadeza na faixa. A música surgiu durante um desabafo nas redes sociais - Eu sentia muita falta da minha família, mesmo estando a poucos quilômetros de distância. Falava muitas vezes ao telefone com minha amiga em Portugal e ela sentia o mesmo. Percebi que muitos estavam perto de suas famílias, mas isolados ao mesmo tempo. Foi quando escrevi os versos dizendo - Que vã filosofia/ que ironia/ te querer e não te ter – Pontua Camilla.
Gotas de oceano, faixa título do disco, mistura sentimentos e emoções numa mensagem íntima da artista para tempos tão difíceis. Com voz macia e se debruçando na realidade dos dias atuais, lembra com leveza que juntos somos mais fortes. – Somos Gotas de Oceano / Mergulha nos braços meus / Me revela quais teus planos / Entre beijos, risos insanos / Cola o corpo com o meu. A poética delicada da canção expõe o estilo afiado da artista para compor – Componho muito rápido, sou uma observadora, uma fotógrafa dos gestos, movimentos e comportamento social, tudo me inspira. Esse processo é imediato. Muitas vezes nem preciso do instrumento musical, deixo a intuição falar mais alto – Finaliza Camilla Inês.
Gostas de oceano chega nas principais plataformas digitais no próximo dia 9 de abril. Carregado de expectativas, esse é o primeiro trabalho autoral da artista que conta com 2 CDs lançados, Jazzmine (2011) e The Rhythm of Samba (2015), 1 EP – Influências do Jazz (2008) e 1 single – Vamos dançar um bolero (2018).
Humberto Effe começou a carreira artística como integrante-fundador da banda Picassos Falsos. Surgida em 1985, a banda foi uma das pioneiras, na geração dos anos 80, em misturar rock, soul e funk com baião, afoxé, maracatu e samba, algo que só viria a ser comum a partir dos anos 90, com Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. O grupo fez sucesso com canções como "Carne e Osso", "Quadrinhos" e "Supercarioca".
Após o lançamento dos discos "Picassos Falsos", em 1987, e "Supercarioca", em 1988, a banda se separou e, durante esse período, Humberto dedicou-se à carreira como compositor e seu trabalho solo, lançando seu primeiro disco, "Humberto Effe", pela Virgin, produzido por Chico Neves em 1995.
Fazem parte do repertório deste álbum as músicas "Onde há desejo não há cruz", o clássico “De Frente pro Crime” de João Bosco e Aldir Blanc e "O preto e o branco" do Bezerra da Silva, que teve registro no clipe da premiada cineasta Sandra Kogut.
Como compositor o período marca um amadurecimento de Humberto Effe, que foi gravado por Frejat, Skank, Marina Lima, Dado Villa Lobos, Toni Platão e Cris Braun, sendo algumas dessas composições feitas em parceria com estes artistas.
Em 2004 o Picassos Falsos voltou à ativa lançando seu terceiro álbum “Novo Mundo” e na sequência “Supercarioca 25 Anos” (2014) e “Nem Tudo Se Pode Ver” (2017).
Em 2018, Humberto lançou o show solo Plano Sequência (um show ininterrupto com participação de artistas convidados) e seguiu ao longo de 2019 em palcos do Rio e Belo Horizonte tendo as participações de artistas como BNegão, Fernanda Takai e John Ulhoa, a banda Biltre, Mauro Sta Cecilia, Picassos Falsos entre outros.
No começo de 2020, enquanto se preparava para gravar um single solo e criava suas novas redes sociais para divulgar o trabalho fora das redes da banda, Humberto mantinha uma temporada com o guitarrista Gustavo Corsi em um show inteiramente dedicado ao repertório de Luiz Melodia. O single estava previsto para ser lançado em abril (e com novo show já agendado para maio) quando a pandemia chegou. Em isolamento, equipado apenas com violão e um celular velho, Humberto seguiu o trabalho em contato com o público pelas suas recém-criadas redes sociais, gravou vídeos, fez lives semanais, e intensificou a interação com seguidores enquanto se equipava para melhorar a qualidade do conteúdo.
Foi nesse contexto que assinou contrato com o selo Backing Stars e lançou finalmente em agosto de 2020 o single de “A Vontade e o Medo”, produzido por JR Tostoi. A gravação contou com o próprio Tostoi na guitarra e efeitos, Marcelo Vig na bateria e Hugo Noguchi no baixo.
Para o videoclipe, Humberto convidou o cantor, compositor e videomaker Mihay que fez a direção remota e edição com imagens que o próprio Humberto fez de si com um celular antigo.
Em janeiro de 2021, Humberto lançou o segundo single, Frágil, parceria com o produtor, tecladista, cantor e compositor Humberto Barros. Este single, sua primeira experiência no formato voz e piano, é mais uma das faixas que farão parte do EP com lançamento previsto para o segundo semestre de 2021.
Gabi Doti lança videoclipe da balada ‘Good Times’
Filmete foi todo gravado nas praias do Sul do Brasil
O clipe de ‘Good Times’ ficou numa vibe maravilhosa, um pop smooth-vintage dessa “balada-lounge hipnótica”, como bem disse o crítico musical Antônio Carlos Miguel, faixa-bônus, única em inglês de Gabi Doti do disco Outra Razão.
Durante a pandemia, em 2020, Gabi saiu da aridez do Cerrado e destes tempos insólitos em direção aos ventos ensandecidos do litoral Gaúcho, no Sul do País. Álcool gel por todo lado e duas máscaras na face, primeira vez que a pandemia tinha começado a dar trégua, primeira vez que começou a ver gente, “já tinha me esquecido como era, mesmo que a dois metros de distância”.
Em busca de viver o simples, descomplicar, curtir bons momentos, sentir a brisa do mar no rosto, mergulhar corpo e razão no mar gaúcho, mesmo que absurdamente gelado, pôr os pés na areia, ver o pôr do sol e simplesmente respirar, estar ali, naquele momento. Era isso que a artista queria viver intensamente por inteiro.
A praia estava perfeita, deserta. Gabi chegou no fim do inverno e o Nordestão (vento gelado e constante das praias Gaúchas) que deu descanso por singelos três dias, trouxe uma prévia do calor intenso que meses depois traria o verão gaúcho.
“Um dia, na praia, chorei de emoção ao ver o intenso e avermelhado pôr do sol, me senti grata por estar ali, simplesmente vivendo Good Times. E veio o insight: estava vivendo exatamente o que eu mesma escrevi na música Good Times que compus pro disco Outra Razão, que foi gravado em Los Angeles, no lendário East West Recording, produzido pelo querido Moogie Canazio” recorda Gabi.
Daí a artista pensou, preciso compartilhar essa sensação de viver bons momentos com as pessoas, mais do que nunca nestes tempos. Todo mundo tem um lugar, um canto na memória que seja, momentos goodvibe pra viver, lembrar ou reviver, por que não? Porque sim.
A partir disso, ela acordou um dia, pegou o iPhone, stand, tripé de microfone e som e passou um dia na praia captando imagens. “Daí falei com Rodrigo Cardoso, que dirigiu os clipes anteriores do disco Outra Razão, das músicas Otra Razón e Eco, finalistas do Prêmio Profissionais da Música. Mandei alguns dos takes que filmei e perguntei, simbora fazer mais este projeto?”
Ele topou na hora dirigir o clipe. Um porém apenas: seria a distância, pois Rodrigo estava em outra cidade. Os dois trocaram algumas idéias e Doti começou a saga de captar imagens durante sete dias seguidos. “Tudo isso enquanto o Nordestão deixou (risos) e não tive que sair correndo que nem uma doida tipo pra evitar que a caixa de som caísse no mar enquanto eu cantava Good Times ou eu me estatelasse na areia depois de me equilibrar no corrimão de uma das passarelas que dava acesso à praia, onde filmei o clipe ou ainda de enfiar o pé num dos quinhentos baiacus que cuidadosamente eu buscava desviar na areia”, relembra bem humorada.
Foi um desafio gravar um clipe sem ter retorno de imagem, sem ter a direção de vídeo presencial. Lidar com a intensidade e variabilidade da direção do Nordestão foi crucial, a nitidez da brisa, bem como com a variação da luz a cada dia, considerando os recursos que Gabi tinha: a câmera de um iPhone.
“Mas eu também queria mostrar as cenas de uma perspectiva diferente. Daí comecei a brincar com meu óculos de sol. Fiquei tentando brincar com a direção da luz do sol quando bate na lente e colocá-la na frente de objetos, de paisagens, criando um efeito diferente nas coisas … buscando dar um novo olhar ao momento, recriando o momento. E incorporamos isso no material. O resultado ficou perfeito”, conta, com orgulho.
Roberta Spindel regrava “Mais uma vez” com Rodrigo Suricato
Cantora se agarrou na mensagem escrita por Renato Russo para melodia de Flávio Venturini durante a pandemia e gerou single que é lançado em 16 de abril com clipe
Renato Russo tinha acabado de vir do lançamento de um dos mais primorosos álbuns da Legião Urbana, “Dois”, quando esbarrou com Flávio Venturini e falou para ele que era fã de sua banda, a 14 Bis. Renato encontrou Flávio dedilhando uma melodia e se ofereceu para escrever a letra. “Fiz como se fosse o pai falando para o filho durante uma tempestade”, disse ele ao apresentar Mais Uma Vez ao novo parceiro. Com versos como “Mas é claro que o sol vai voltar amanhã / Mais uma vez, eu sei / Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã / Espera que o sol já vem”, a mensagem é clara. E foi nela que Roberta Spindel se agarrou logo nos primeiros momentos da pandemia de Covid-19, que fez ela e gente do munto todo ficar confinado dentro de casa, isolados de suas atividades e longe dos palcos.
Aposta de Caetano Veloso em 2011, compositora de mão cheia e intérprete de diversos grandes nomes da MPB, a cantora enxergou a luz no fim do túnel e convidou Rodrigo Suricato para regravar com ela Mais Uma Vez. Com arranjo assinado por Rodrigo Suricato e Fabrício Matos e produção de Fabrício e Lúcio Fernandes Costa, o single é lançado nesta sexta-feira, 16 de abril, junto com um clipe.
“Quando a pandemia começou, eu estava totalmente confinada. Essa música fala de confiança. Quando a gente sabe o que vai acontecer, é mais fácil confiar. Ela trouxe uma luz naquele momento em que não sabíamos o que ia acontecer. Renato Russo estaria completando 60 anos e eu refleti muito sobre como ele nos toca com verdades. Tem artistas que trazem uma poesia linda, mas ele acessa essa essência com muita simplicidade, o que acho que acaba sendo um lugar complexo, e por isso tão bom”, diz Roberta Spindel.
A liberação para o registro foi dada por Venturini e, após Roberta enviar uma versão em voz e violão para sua apreciação, pelo herdeiro de Renato Russo, Giuliano Manfredini. Participaram da gravação Lourenço Monteiro na bateria, Rodrigo Tavares nos teclados, Fabrício Matos na programação e no violão, além de Rodrigo Suricato no violão e na guitarra barítona. A masteirzação ficou por conta do mestre Ricardo Garcia, na Magic Master.
“Eu já conhecia o Rodrigo, gosto dele como pessoa e como artista. E gosto muito do estilo dele, do que ele acrescenta para a canção. O que poderia emprestar para a canção, ele emprestou. Rodrigo trouxe muito dele para o universo”, comenta Roberta.
Ao melhor estilo Russo e Venturini, Spindel e Suricato fazem um belo dueto e deixam marcas na história da pandemia que nem Renato Russo deixou. A leitura da dupla carioca virou um folk contemporâneo, distanciando-se da original (registrada pelos autores no álbum do 14 Bis “Sete”, em 1987) e do registro de Renato produzido especialmente para o álbum póstumo “Presente” (2003). A faixa é o primeiro lançamento de Roberta Spindel no selo Algorock, que prevê ainda uma série de outras gravações da cantora.
Roberta Spindel estreou em disco em 2011 com o CD “Dentro do meu olhar”, que contou com a participação de Caetano Veloso na releitura de “Como dois e dois”, dele. Do repertório, “Se eu quiser falar com Deus” (Gilberto Gil) entrou para a trilha sonora da novela “Amor eterno amor” e “Esquinas” (Djavan), para a da novela “Morde & Assopra”. Também naquele ano, a artista recebeu indicação ao Prêmio Multishow, na categoria Revelação. Roberta Spindel integrou a banda do programa musical “Popstar”, da TV Globo, e já dividiu os palcos ou faixas musicais com artistas como Caetano Veloso, Hyldon Souza e Luis Melodia.
Duo Gisbranco homenageia Chico César com álbum ao vivo
‘Pássaros – ao vivo’ traz onze faixas que celebram a obra do autor
O Duo Gisbranco, formado pelas pianistas e compositoras Bianca Gismonti e Claudia Castelo Branco, lança seu quinto trabalho ‘PÁSSAROS – AO VIVO’. São seis poemas de Chico musicados por Bianca e Claudia (lançados anteriormente no CD ‘Pássaros’), três músicas com arranjos inéditos para canções do Chico, um arranjo de música instrumental (que foi gravado no CD ‘Flor de Abril’ com a presença de Chico César) e uma música com participação de Chico César, anteriormente gravada em DVD.
Chico César é um dos maiores compositores da atualidade dedicado a uma poesia genuinamente brasileira. Essa mistura de dois pianos com a vibrante poesia de Chico é algo singular e fascinante.
Misturando elementos da música erudita, instrumental e popular brasileira de maneira expressiva e cativante, o duo constrói um trabalho dentro de uma linguagem moderna e acessível a uma grande diversidade de platéias.
Projeto Quatro Cantos
‘Pássaros –ao vivo’ foi lançado com patrocínio do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc, Duo Gisbranco, Arranco de Varsóvia, Fábio Rizental e Verônica Sabino celebram a obra de grandes compositores brasileiros em quatro álbuns ao vivo.
A carreira de Juninho Bill começou aos seis anos, quando ele tirou o terceiro lugar no "Festival Internacional da Criança", pouco tempo depois entrou para o famoso grupo musical de rock-infantil Trem da Alegria, que surgiu no Brasil em 1984. Juninho Bill integrou-se ao grupo em 1985 e permaneceu até 1992 ano em que o mesmo foi dissolvido. Gravou sete álbuns com o Trem da Alegria chegando à soma de 4 milhões de cópias vendidas.
Logo depois foi seguir a carreira de jogador de futebol onde atuou como meia nas categorias de base do Corinthians e Portuguesa e posteriormente migrou-se para o Sinop onde disputou profissionalmente o Campeonato Mato-Grossense.
Encerrou sua breve carreira aos 20 anos de idade no Rio Branco de Americana.
Voltou a música e aos estudos, onde formou-se em jornalismo, nesse intervalo teve várias bandas, como a Acesso Livre, Schulapa e a Astros.
Juninho Bill atualmente tem duas filhas e trabalha como produtor.
Em 2014, fechou com o SBT para continuar produzindo o programa The Noite no mesmo formato do Agora É Tarde. Juninho foi contratado juntamente com toda a equipe do programa anterior, que se mudou com Danilo Gentili para o novo programa na emissora de Silvio Santos, que teve uma estreia não esperada pelo SBT, com audiências superiores as expectativas da casa. Por dois dias, o programa ganhou da Rede Globo, segundo o IBOPE.
Com quase 10 anos de estrada, Fortunia segue se reiventando.
Na atual formação, a banda conta com Douglas Roger (voz); Felipe Leony (guitarra, backing vocal e violão); Cleiton Araújo (baixo); Nobru Bueno (guitarra); Leo Rodrigues (bateria); Daniel Moreno (teclado).
Com Hits lançados como “Nem Me disse Adeus”, “Se Existe Amor – Feat. Paolla Oliveira”, agora em uma nova fase, Fortunia lança dia 30/03 música “No Tempo Certo”, em todas plataformas digitais, YouTube, a música também chega nas rádios de todo o país.
Sempre levando mensagens positivas ao público, na nova música, a banda toma pra si a missão de levar um incentivo para quem tem um objetivo: Mantenha o foco, NO TEMPO CERTO, você vai Chegar! Fazendo um som diferente, com elementos sintéticos, sem deixar o Rock, mas mesclando com o Pop mais atual.
Fundado por Luciano e Vinícius em 2010, o Rocking Riders é um quarteto de Contagem/Belo Horizonte formado por Luciano Roberto (Guitarra & Vocal), Vinícius Santos (Guitarra), Douglas Leal (Bateria) e Junio Wolf (Baixo e Pedais Sintetizadores). Eles apresentam um som pesado e direto, influenciados por bandas de vários subgêneros do Rock e Metal, características do Heavy Rock tocado pelo Rocking Riders. As letras abordam temas como guerras, fatos históricos, problemas políticos e/ou de ordem social, ganância e a maldade humanas e, é claro, tópicos falando de Rock 'n Roll.
Em 2013, Rocking Riders conquistou o primeiro lugar geral - Júri Técnico e Popular - do Festival de Música Independente "Garagem Festival" de Belo Horizonte daquele ano. O lançamento do álbum autoral de estreia intitulado Rock In The Night, apresentando dez faixas, aconteceu em julho de 2015. No mesmo ano, em setembro, o vídeo clip oficial da música Viper foi lançado. Em novembro de 2017, o Rocking Riders gravou uma demo ao vivo com duas músicas novas: Void In Life-Thy Mistake e Lex Talionis. Oito meses após a gravação da “live demo”, em julho de 2018, eles lançam o webclip da música Void In Life-Thy Mistake. Gaiseric é o mais novo vídeo clip do Rocking Riders, lançado em março de 2020.
Rocking Riders tem tocado com grandes bandas do underground de Minas Gerais. Eles já dividiram palco com bandas de renome nacional e internacional como o Scalped, banda de Death Metal do nosso estado, Pesta, quinteto Doom Metal também de Minas Gerais, Nervosa, quarteto de Thrash Metal de São Paulo e com o Ambush, banda Heavy Metal da Suécia. Dessa forma, os quatro integrantes têm o mesmo foco: tocar suas próprias canções na forma de um Rock 'n Roll sincero e com a atitude marcante dos grandes clássicos do gênero.
Detonautas Roque a Clube lança a canção Ficar Bem em maio de 2020, música inédita gravada durante a quarentena. Entre a música Ficar bem eles acabaram lançando outros EP`s inéditos durante essa dura pandemia e estar todos os integrantes cada um em seu "Estúdio musical" particular, como Carta ao futuro agosto 2020, Micheque setembro 2020, Mala cheia outubro 2020, Kit Gay novembro 2020, Político de estimação dezembro 2020 e Racismo é burrice esta juntamente com Grabriel o Pensador março 2021.
André Spring entrou pro mundo da música com 16 anos, quando começou a aprender guitarra. Com apenas 6 meses de aula, André já integrava sua primeira banda com amigos do colégio. As primeiras composições vieram nessa época. Algum tempo depois, por ter um material que não se adequava ao estilo da banda que integrava, resolveu fazer seu trabalho paralelo, e agora, além de guitarrista, também passou a cantar. Em 1998, o até então "projeto paralelo", passou a ser o principal, e o lançamento do primeiro trabalho trouxe vários shows. Vários convites surgiram para integração em outras bandas. Com vários trabalhos em bandas diferentes, o ápice foi integrar 5 bandas simultaneamente. Atualmente André se dedica ao seu trabalho solo.Vivendo exclusivamente de música, tocando na noite e lecionando música na sua escola AS Music. André Spring direciona seu trabalho pro Rock e esse foco permitiu a inclusão de músicas autorais nos shows, que além de solo, podem ter a formação em dupla, trio ou banda, sempre com musicos amigos convidados.
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