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A banda gaúcha de punk rock, Punkrockets, foi formada em meados do ano de 2019 na cidade de Porto Alegre, e é composta somente por garotas com gostos musicais semelhantes. Com forte influência em Ramones a banda vem se destacando e conquistando seu espaço na cena. A banda tem a seguinte formação: Déby (guitarra e Backing Vocal), Marina (baixo e Backing Vocal), Gabi (bateria) e Kah (vocalista).
A Punkrockets já conta com algumas composições de autoria própria como: Miragem, 3 acordes e Inimigos Preferidos. As composições trazem letras marcantes e reforçam a identidade da banda que é levantar a bandeira do punk rock!
Cantor, compositor e produtor brasileiro, nasceu em Ouro Preto, Estado de Minas Gerais, Brasil, em 04/11/67, começou a tocar violão aos nove anos, já em Belo Horizonte, estudou teoria musical no Conservatório de Música da Universidade Federal de Minas Gerais, no entanto, sua atenção foi despertada pelos sons de sua terra, tendo músicos como Toninho Horta, Milton Nascimento e Antônio Carlos Jobim como principais influências.
Em 1989 mudou-se para o Rio de Janeiro onde participou como convidado de diversos concursos musicais como: Bauru e Avaré (SP), onde participou ao lado de Lenine; Turmalina (MG), Cordeiro (RJ) e Carajás (PA) entre outras, com sua experiência como músico de estúdio o preparou para a gravação de seu primeiro disco, Viver Você, em 1994, ao lado do compositor César Nascimento, na primavera de 1998 ele decidiu deixar seu país, buscando enriquecer sua experiência musical e escolheu Madrid como sua nova cidade.
Em 2004 gravou seu segundo álbum solo "Fascínio" onde se estabeleceu como compositor. Nesta obra, destacam-se as colaborações com o poeta madrileno Daniel Lesmes e a fusão perfeita entre ritmos brasileiros e outros ritmos latino-americanos e até espanhóis, nos últimos anos tem participado em várias obras musicais como: o álbum "Paradoja" da cantora e compositora Rosalía Royo, o álbum "Are wings sold?" do compositor Helios Ruiz onde participou como produtor e arranjador e do álbum “Vivir cantando” da colombiana Claudia Gómez , que gravou sua música “Luzes”.
Participou também em 2005 do álbum "Um pouco de Mim", cancioneiro do importante letrista brasileiro Sergio Natureza e também em 2012 do álbum "Orillania" do pianista e compositor argentino Carlos Aguirre.
Em 2005 foi lançado seu terceiro álbum de carreira "Gladston Galliza The album" , projeto feito exclusivamente para o mercado japonês em colaboração com a produtora Lava. O álbum é lançado pelo selo Toy's Factory, em 2007 Gladston publica dois discos simultaneamente: “Idas e Idas” , seu quarto álbum de carreira e “Madrid” , outro projeto feito para o Japão, em 2008 fez sua primeira turnê por aquele país ao lado do grande músico uruguaio Hugo Fattoruso e do percussionista japonês Tomohiro Yahiro. Produziu também o disco “Para que cerres los Ojos”, do cantor e compositor canariano Néstor Raluy, e em 2009 voltou ao Japão e também gravou seu sexto álbum da carreira intitulado "Intimate" , lançado em 2010.
Em 2011 foi lançado “Alvorada” , a primeira gravação em colaboração com a pianista japonesa Miyuki Onitake, uma obra que tem a particularidade de nos mostrar a sua faceta como letrista. Este trabalho foi apresentado no Japão com uma turnê dos dois músicos. Depois mais trabalhos em 2014, 2015 e 2018, e Gladston continua atuando com seu grupo e trabalhando como produtor para outros artistas.
Flávio Santos tem o projeto instrumental Flu - como viria a ser conhecido mais tarde - com dois discos ...E a Alegria Continua (1999) e No Flu do Mundo (2003), lançados pela gravadora Trama. Flávio também trabalhou com Wander Wildner, se apresentando no Curitiba Pop Festival de 2004, em show de abertura para a banda Pixies. Em 2008 fundou a banda Leme, junto ao MC carioca De Leve. Também faz parte da banda Robô Gigante, ao lado do ex-companheiro de banda Marcelo Truda.
A primeira formação do DeFalla contava com Carlo Pianta (baixo, embora seja guitarrista na Graforréia Xilarmônica), Edu K (vocal e guitarra), Biba Meira (bateria) e foi responsável pela gravação de no mínimo duas demos e uma participação na coletânea gaúcha Rock Grande do Sul (1986). Pianta deixaria o grupo pouco antes da gravação do primeiro disco, abrindo espaço para Castor Daudt (guitarra) e Flávio "Flu" Santos (baixo), ambos da extinta banda Urubu Rei (do atual produtor musical Miranda, que também contava com a Biba Meira).
Flu site oficial
http://flufli.com.br/
Instragram oficial
https://www.instagram.com/flusantos/
https://www.facebook.com/flufli
Marcelo Canal é músico, compositor e guitarrista que traz em suas composições, riquezas harmônicas e letras conceituais para o cenário do Rock Nacional e internacional.
Bandas de rock e sonoridades dos anos 70 com pegadas contemporâneas são as principais influências de Marcelo Canal trazidas as suas composições, que consegue trazer todo o peso e sentimento comum aos grupos da época em seu som e também com uma veia melódica. É o ambiente sonoro perfeito para as verdadeiras mensagens diretas e letras de Marcelo Canal. O álbum Maestrobation de Marcelo Canal reúne um mix de suas composições que foram produzidas por ele e pelo lendário produtor e engenheiro de som norte americano Roy Cicala (in memorian) com co produção de Apollo 9 e assistência tecnica de Fred Inglês, no renomado estúdio A9 (Apollo 9) , formação classica de Power trio.
Todas as faixas trazidas no Cd tem a produção musical de Marcelo Canal e Roy Cicala (in memorian) produtor de nomes lendários da música internacional como John Lennon, The Who, The Moondogs, Aretha Franklin, Madonna, Elvis Presley, Elton John, Bruce Springsteen, Sting, Frank Sinatra, Dire Straits, Jimi Hendrix, David Bowie, Harry Nilsson, Miles Davis, Chick Corea, Ray Charles, Rainha, Aerosmith, Bon Jovi, Liza Minnelli, Roberta Flack, Patti La Belle, Van Morrison, Don McLean, The man, Johnny Winter, Crosby, Stills, Nash e Young, Frank Zappa, Lou Reed, Prínce, Santana, Sarah Vaughan, CharlesMingus, Lotus, entre outros...
Depois de dois meses de férias, Dezembro 2020 e Janeiro 2021, a Studio FKM esta de volta a partir deste mês de Fevereiro de 2021 com um presente para todos os nossos seguidores e amantes da boa música e do bom e velho rock in roll, "Marco Fukuyama" entrevista "Bruno Gouveia vocal da banda brasileira "Biquini Cavadão".
Biquini Cavadão é uma banda de rock brasileira formada em 1985 no Rio de Janeiro. Composto por Bruno Gouveia, Carlos Coelho, Miguel Flores da Cunha e Álvaro "Birita" Lopes tendo atualmente, como músicos convidados o baixista e produtor Marcelo Magal e o saxofonista Walmer Carvalho.
Nossos agradecimentos ao Marcelo Hayena vocalista da banda Uns e Outros.
Começou a sua carreira no ano de 1969, aos 18 anos, quando passou a integrar como baixista a banda de rock The Bubbles. Logo depois, em 1970, passou a integrar a banda de rock A Bolha, que acompanhava Gal Costa nem show com direção musical de Jards Macalé e cenário de Hélio Oiticica. Em 1973 acompanhava Gilberto Gil em turnê pela Europa. Em 1975 acompanha com guitarrista Raul Seixas e participa das gravações de clássicos do rqoueiro, tais como "Não Pare na pista", "Trem da sete", "Como vovó já dizia" e "Se o rádio não toca", todas lançadas em compacto simples na época. Neste mesmo ano entrou para a Banda Atômica, que por dois anos acompanhou Jorge Mautner. Em 1976 fez parte da banda que tocou com Raul Seixas no antológico "Festival Hollywood Rock no campo do Botafogo", no Rio de Janeiro, logo depois excursionando com o cantor por várias cidades do país.
Entre os anos de 1977 e 1983 integrou a banda que acompanhou o grupo Doces BárbaComeçouros (formado por Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Maria Bethania). Por essa época também integrou a A Outra Banda da Terra, banda que acompanhava Caetano Veloso, sendo o violonista que o acompanhou no sucesso "Sampa". Neste mesmo ano passou a integrar a banda Brylho, que gravou o sucesso "Noite do prazer", parceria com Cláudio Zoli e Paulo Zdanowski. Entre 1986 e 1994 integrou a banda de rock Hanói Hanoi, que despontou com o sucesso "Totalmente demais", parceria com o poeta e letrista Tavinho Paes. Neste mesmo ano a música seria regravada, com sucesso, por Caetano Veloso. No ano seguinte, em 1987, Lobão gravou "Blá, blá, blá... Eu te amo" (Rádio Blá), parceria de Lobão, Arnaldo Brandão e Tavinho Paes, que foi incluída como tema da novela "Brega & Chique", da Rede Globo. Em 1995, como guitarrista, junto a Kiko Ramos (baixo) e Fernando Fishgold (bateria) criou o trio Power of Jimmi, para couvers da obra de Jimmy Hendrix.
No ano de 2001, por seu selo AB Music, lançou o CD "Brandão e Plano D", recebendo críticas favoráveis em boa parte da imprensa brasileira: "Boas composições e um instrumental afiado compensam com sobras e garantem o saldo deste novo disco de Arnaldo Brandão" (Antônio Carlos Miguel - O Globo); "Arnaldo Brandão volta irado, cuspindo fogo e paixão em nossos músculos e tímpanos" (Ezequiel Neves) e "Vociferando um discurso bravo que freqüenta sexo, convenções sociais, política, imbecilização e desespero. Música digna de figurar nas listas dos melhores CDs de 2001" (Pedro Sanches - Folha de São Paulo). Em 2002 foi lançado o livro "Driblando a censura - De como o cutelo vil incidiu na cultura", de Ricardo Cravo Albin, no qual consta o relato de uma composição de sua autoria liberada pelo Conselho Superior de Censura. A composição em questão foi "Jane e Júlia", em parceria com o poeta Tavinho Paes. A função do conselho era de provocar a transição de um Estado de Exceção para um Estado de Direito, atuando incisivamente, entre os anos de 1979/1989, na liberação de músicas, livros, peças, novelas, caso especial, filmes e outras obras intelectuais proibidas pelo regime militar (governante na época). No mesmo ano apresentou-se no bar Palpite Feliz, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio de Janeiro. Neste show interpretou sucessos de sua carreira e novas composições de seu primeiro CD solo. Ainda em 2002, apresentou-se no projeto "Novos das Nove", no teatro Ziembinski, no Rio de Janeiro. Sua composição "Noite do prazer" (c/ Paulo Zdan e Cláudio Zoli) foi incluída na coletânea "Os melhores da MPB FM volume 2", interpretada por Cláudio Zoli.
A arte existe para que possamos suportar as agruras de uma existência por vezes penosa. E dentre todas as formas de arte a música é a mais sublime, pois encanta e envolve do doutor ao analfabeto, Uns buscam sentidos E Outros apenas sentir, mas ninguém lhe é indiferente. Neste universo tão lúdico, mágico e perfeito fãs Canções existe uma elite de compositores e intérpretes que figuram no panteão das memórias afetivas e trilhas sonoras de toda uma geração, dentre eles não há como não destacar Marcelo Hayena. Hayena está na estrada já mais de 30 anos e é autor de Canções (assim mesmo, com maiúscula) que ajudaram a formar a consciência crítica de gerações de ouvintes. Tivesse Marcelo nascido em um país de língua inglesa suas composições seriam cantadas pelos quatro cantos do mundo, mas quis o destino que ele nascesse em um subúrbio do Rio de Janeiro justamente no ano do golpe militar, não por coincidência o compositor que afloraria junto com a Nova República, no festival Banda Contra Banda defendendo com o Uns e Outros a música Dois Gumes, não venceram o festival, mas com o segundo lugar tiveram a Canção gravada no LP do Festival, primeiro registro fonográfico da banda e que lhe abriu as portas para no ano seguinte entrar em estúdio e lançar o primeiro álbum da banda intitulado Nós Normais. Em uma época em que compositores, canções, músicos e intérpretes eram do mais alto nível intelectual, não era fácil ser percebido pelo mainstream e ser admirado pelo público. Hayena e seu Uns e Outros conseguiram os dois. Nós normais apresenta um compositor visionário, que antecipada o flagelo da nossa sociedade atual em Depressão, mostra seu lado humanista relatando as mazelas da guerra das Malvinas em Sob um sol de grafite e o talento para expressar toda a dor e ironia nelsonrodriguiana em Anjo Negro. No ano seguinte banda e compositor lançam Uns e Outros, álbum que escreve o nome do grupo definitivamente no livro da história do rock brasileiro. De peito aberto as letras antecipam discussões que ainda hoje mais de três décadas depois continuam soando polêmicas. A solidão carregara seus versos com as cores da indignação social em Lágrimas entre Máscaras, a opressão militar , a indiferença do Estado ante as mazelas do povo sofrido, a ausência de empatia das classes dominantes para com os menos desvalidos em Carta aos Missionários, Canção que se tornou um verdadeiro hino de toda uma geração e que causou à Hayena o dissabor de ser tachado de comunista por ter a coragem de apontar o dedo para os generais, senhores das guerras, mais identificados com o sistema capitalista. Grande erro de compreensão, Hayena é politizado sem ser político, apartidário, porém, levantando a bandeira da igualdade e da ética, inspirado pelos iluministas e humanistas trilhou seu caminho segundo a moral construída em uma família sólida e estruturada, libertária e que lhe permitiu escolher os caminhos que quis trilhar e esse caminho foi o da busca pela igualdade. Dois anos mais tarde o Uns e Outros lança A Terceira Onda. Incomodado com as críticas recebidas por Carta aos Missionários e inspirado pelas mudanças que sacudiam o mundo com a queda do muro de Berlim no ano anterior Hayena escreve Noticias do leste, uma pesada crítica aos ditadores de esquerda que durante décadas tolheram a liberdade dos povos dominados sob a Cortina de Ferro agora rasgada pelos ventos da democracia.
Wilder Benedito Paraizo (Belo Horizonte, 11 de outubro de 1958) é cantor, compositor e violonista. Desde 2005 integra o conjunto Demônios da Garoa como vocal e tocando violão 7 cordas, além de compor muitas das canções do Grupo. Dedé Paraizo tem mais de 180 músicas gravadas pelos mais variados artistas. Entre seus sucessos estão “Coral de Anjos (Grupo Sensação), “Pela estrada” (Sérgio Reis), "Juliana" (Araketu), "Papel Principal" (Zeca Pagodinho), "Só Falta Você" (Alcione), "Jogo de Azar" (Só Pra Contrariar) , "Tutu à Mineira" (Jair Rodrigues), "Princesa" (Zezé Di Camargo e Luciano), entre outros. Além das músicas, Dedé também faz trilhas sonoras para reportagens do Programa Globo Rural , da Rede Globo. Gravou seu primeiro álbum solo nos anos 1980 e outros dois nos anos 1990. Em 2006 gravou o trabalho "De todos os Paraísos". Em 2011 foi a vez do Canto Chão e o mais recente em 2016, que também ganhou a versão em DVD (Estrada do Sol), com participações especiais dos Demônios da Garoa, Cláudio Zoli, Roberto Barbosa, o Canhotinho do Cavaco e Osvaldinho da Cuíca. Dedé é casado desde 1987 com Cláudia Paraizo, com quem tem uma filha, Fernanda Paraizo, jornalista da TV Globo. Seu trabalho mais recente é o Projeto "De todos os Paraisos".
A carreira do designer, ator, apresentador, tradutor, legendador, cantor, compositor, músico e ativista voluntário Guilherme Isnard é extensa e multifacetada. Um homem da renascença, o carioca autodidata canta e compõe de tudo: do rock ao samba de teleco-teco. Já trabalhou como estilista, arquiteto e decorador; já foi cronista e repórter de TV; já foi produtor e redator de serviço de tele sexo; já dirigiu restaurantes franceses e clube noturno; traduziu tratado francês de biblioteconomia; legendou filmes em norueguês, francês, espanhol, coreano, inglês e francês; cozinha e faz licor de limão. Aos 15 anos em 1972, ainda nos bancos escolares, Isnard monta sua primeira banda: “Grêmio Recreativo Nádegas Devagar”, quando cursava o 1º ano do Científico no Colégio Rio de Janeiro, com o colega de sala João Luiz Woerdenbag. Lobão seguiu dali direto para a música e Guilherme foi para o design de moda. O reencontro se daria na próxima década, nos camarins do “Cassino do Chacrinha”. Sua ampla trajetória profissional tem início em 1976 quando, inspirado pela carreira de figurinista e desenhista da avó francesa Yvonne Mahé Isnard, começou a desenhar estampas para a Chez Simon de Simão Azulay. Sua visão particular de estilo o levou a São Paulo onde, a partir de 1978, criou as coleções da Zoomp e da Ellus, entre várias outras. Seus dotes como arquiteto e designer de interiores surgiram por extensão e necessidade. O primeiro projeto para a loja da ICE em SP estampou seis páginas na edição especial comemorativa do design Brasileiro da revista Casa Vogue em 1983. No início da década de 80, Isnard encontra seu canal definitivo de expressão: a música. Assume o vocal da banda “Voluntários da Pátria” e dá-se a conhecer ao público como um cantor de voz potente e atitude, ainda sob o regime militar. A atriz Demi Moore, sua hóspede na ocasião, prestigiou a estreia no Carbono 14 em 1982. Mas só ao fundar o ZERØ em 1983, que Guilherme começa a compor e cantar suas próprias canções e o compositor inspirado se destaca na cena underground paulista como o grande artista romântico de sua geração.
Miltinho Romero músico profissional há quase trinta anos.Parte de sua trajetória foi feita como professor de guitarra e músico de estúdio freelancer, produzindo e gravando diversos estilos.Já em palcos atuou em bandas de bailes e bandas de rock cover fazendo todo o circuito de bares e casas noturnas.Acompanhou o gaitista inglês de blues Peter Hassel por uma temporada que o músico fez no Brasil. Teve uma breve passagem na banda de heavy metal Harppia, revolucionária no gênero aqui no país.Possui quatro discos gravados, sendo um deles de rock instrumental intitulado Colorful lançado no final de 2018.Há exatos quatro anos e meio foi convidado para integrar a legendária banda de pop Rock brasileira o Rádio Taxi, essa que abriu o caminho para as novas bandas que viriam a seguir. O Rádio Taxi tem feito shows com outros artistas, diversos programas de televisão e shows por todo o Brasil.Agora em 2020 a banda lançou um single da música "Se você Pensa" de Roberto e Era. Miltinho Romero é um dos mais talentosos guitarristas brasileiros. Antes de se apaixonar pelas seis cordas, tentou ser baterista. Paulistano da Aclimação, Romero vem de família musical e, desde criança, foi influenciado pelos grandes grupos do rock como Beatles, Rolling Stones, Led Zeppelin e Deep Purple. Independente, 2018 Produzido por Miltinho Romero, Cássio Martin e Marcelo Romero Todas as composições por Miltinho Romero Recebi o CD do Miltinho através do Gel Ferandes (baterista do Rádio Taxi). A primeira impressão que tive foi que, eu estava assistindo algum filme. O álbum, de fato, é a trilha sonora da vida do guitarrista. Constatei no decorrer da audição. Eu estava no carro, dirigindo por uma rodovia e ali fiquei refletindo como se estive assistindo um longa metragem de aventura ao ouvir já na primeira faixa "Heroes". Em "Funk You", me veio em mente Pepeu Gomes, talvez uma influência direta ou indireta do músico. Fiz uma ligação com o clássico disco "Na Terra a Mais de Mil do guitarrista baiano que integrou os Novos Baianos. Na faixa "Amplifier Is On Fire", Miltinho apresenta o "riff" de guitarra, mostrando a importância do Hard Rock dos anos 80 em sua formação, motivo que ingressou na banda Harppia em 2002. "Colorful" se totaliza em oito faixas. É um CD instrumental, hardr-heavy-progressivo com influências da música brasileira Miltinho se destaca pelo virtuosismo, timbres e arranjos, talento que lhe proporcionou ingressar na banda Rádio Taxi para substituir Wander Taffo, um dos maiores ícones da guitarra no Brasil, falecido em 2008. O guitarrista paulistano Miltinho Romero acaba de lançar seu primeiro disco solo instrumental intitulado "Colorful". Todas as oito faixas foram compostas e arranjadas pelo músico. As baterias do disco ficaram por conta de seu irmão, o baterista Marcelo Romero. O disco também traz outras novidades: - a participação do tecladista José Cardillo e a presença ilustre do guitarrista Faiska Borges, um dos músicos mais conceituados do Brasil. Miltinho já trabalhou com diversas bandas e cantores em todo o circuito de bares paulistanos. Atualmente ministra aulas de guitarra, atua como músico de estúdio free lancer, e em julho de 2016, foi convidado para fazer parte de uma das maiores bandas de pop/rock dos anos 80, o Rádio Taxi, capitaneada pelos integrantes originais Gel Fernandes e Lee Marcucci, fazendo shows por todo o Brasil. Com influências de guitarristas como Ritchie Blackmore, Eddie Van Halen, Yngwie J. Malmsteen, Vivian Campbell entre outros, Miltinho Romero garante que seu disco é colorido, diversificado, para todos os ouvintes, músicos ou apenas apreciadores de música.
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