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Johnny Zanei fundador da banda paulistana Os Spoilers.
Grupo de músicos bem conhecidos da cena musical de São Paulo. Além de guitarrista Johnny é também baixista, ele e sua banda Os Spoilers acompanham outros artistas que fazem carreira solo como por exemplo Lia Paris, Dinho Ouro Preto vocalista da banda Capital Inicial, Nasi do Ira!, Johnny integra a banda gaúcha Defalla de Edu Ka.
Faz parcerias em canções com artistas internacionais como na música "You Don't Want Me" com Gary Powell, e Steve Cradock "Last Days The Old World".
Johnny Zanei iniciou sua carreira muito cedo com apenas 15 anos
Todo trabalho da banda Os Spoilers está disponível em todas as plataformas de streaming.
O podcast “Rita Lee – Discografia comentada”, com 33 episódios, traz comentários e histórias sobre todos os álbuns de Rita Lee.
Os episódios já estão disponíveis em https://linktr.ee/ritalee.discografiacomentada .
A discografia de Rita Lee, além de rica e diversa, faz um panorama do crescimento do pop/rock brasileiro. Rita é personagem fundamental desde a Tropicália, passando pelo rock dos anos 70 e 80, pioneira no fenômeno dos Acústicos dos anos 2000 e se manteve relevante durante os 44 anos que compreendem seu primeiro álbum (“Os Mutantes”, 1968) e seu mais recente (“Reza”, 2012).
O jornalista niteroiense Beto Feitosa, que desde os três anos é fã e acompanha essa história, produziu, escreveu os roteiros e narra essa história. Além dele, outros dez nomes da imprensa e da pesquisa musical trazem suas visões para a obra de Rita: Silvio Essinger, Rodrigo Faour, Antonio Carlos Miguel, Leonardo Lichote, Mauro Ferreira, Patricia Palumbo, Jose Telles, Danilo Casaletti, Bernardo Araújo e Adriana de Barros.
A série também inclui depoimentos e histórias de pessoas que participaram dos álbuns. Produtores como Moogie Canazio, Guto Graça Mello e Max Pierre; músicos como Lee Marcucci, Ricardo Feghali, João Barone, André Christóvam, Claudio Infante, Milton Guedes, Gel Fernandes entre outros; parceiros como Lúcia Turbull e Carlos Rennó.
Na história entram também depoimentos de artistas como Caetano Veloso, Marina Lima, Paula Toller, Fernanda Takai, Ná Ozzetti, Angela Ro Ro, Dóris Monteiro, Fafy Siqueira entre outros.
O programa foi totalmente gravado, editado e co-produzido por Crikka Amorim no NaCaverna Estúdio. A produção é assinada pelo site Ziriguidum.com, que estreou em 1996 justamente com uma entrevista com Rita Lee.
O podcast “Rita Lee – Discografia comentada” está disponível nas principais plataformas de podcast .
BETO FEITOSA – apresentação, roteiro e produção
O jornalista niteroiense Beto Feitosa acompanha a carreira de Rita Lee desde seus três anos. Em 1996 lançou a revista “Ziriguidum”, que fincou sua bandeira na internet como o primeiro site sobre música brasileira. Dois anos depois criou RadioAtivo, programa online que entrevistou nomes como Rita Lee, Moska, Zélia Duncan, Leila Pinheiro entre outros. Experiência pioneira no Brasil do formato que hoje é conhecido como podcast.
CRIKKA AMORIM – gravação, edição e co-produção
Cantora, compositora e produtora, Crikka Amorim tem três álbuns lançados. A primeira vez que tocou em rádio foi justamente em uma demo apresentada por Rita Lee em seu programa Rádio Amador, que foi ao ar em 1986 na Rádio Cidade. Entre seus trabalhos tem o álbum “Pirataria – Rita Lee por Crilkka Amorim”, lançado em 2007. Produz seus trabalhos e de outros artistas no NaCaverna Estúdio.
O projeto conta com incentivo da Prefeitura Municipal de Niterói e da Secretaria Municipal das Culturas (SMC), por meio do edital Fomentão.
Andrea Dutra é carioca, cantora e compositora, lançou cinco discos solo e vários singles. Desde os anos 80, canta regularmente no circuito profissional do Rio, casas de shows e teatros: brazilian jazz, jazz, samba, mpb e black music. Desde 2001 é integrante do grupo vocal Arranco de Varsóvia , vencedor do Prêmio Tim (da Música Brasileira) de Melhor Grupo de Samba, em 2006. Com o Arranco, tem cinco CDs, e um DVD e muitos shows pelo Brasil. Desde 2016 canta na Orquestra Lunar, ao lado de Áurea Martins.
Andrea estudou dança, sapateado e teatro desde criança. Foi professora de balé e sapateado em diversas academias do Rio. Morou e foi à escola em Londres. Foi babysitter em Paris. Trabalhou como tradutora e intérprete. Fez sua formação musical na Pró-Arte, onde estudou canto, piano e teóricas, e fez curso de formação para professores de música. Trabalhou como professora de música em creche, pré-escola e ensino fundamental. Estudou piano com Délia Fischer e Caio Senna, e canto com Cristina Passos e Suely Mesquita.
É formada em jornalismo pela UFF. Trabalhou durante 12 anos na imprensa escrita como repórter e subeditora na Coluna da Hilde, no Caderno H e na Revista de Domingo (Globo e Jornal do Brasil). Trabalhou no mercado editorial como revisora de tradução, revisora e tradutora (inglês-português) e, produz textos por encomenda, como o livro comemorativo dos 25 anos da Escola de Verão em Química Medicinal da Lassbio/UFRJ.
Foi jurada do concurso Cultura Nota 10, da Secretaria de Cultura do Município do RJ, e parecerista de projetos inscritos em editais da mesma Secretaria. Mantém o blog Avant-dernières pensées há mais de 15 anos, e tem mais de um livro pronto pra publicar. Foi curadora da Editora Multifoco e produziu diversos textos institucionais, além de fazer assessoria de comunicação web para terceiros.
De 2010 a 2020 foi residente da única casa internacional de jazz da Lapa, o Triboz, com o Andrea Dutra Quarteto. Foi residente, por cinco anos, da Modern Sound, tendo feito 275 shows por lá. Cantou no Ano do Brasil na França, no Palácio de Versailles, em 2005, e no Midem, a maior feira de música independente do planeta, em Cannes, representando o jazz brasileiro, em 2014. Trabalhou ao lado de Tim Maia, Sandra de Sá, Dona Ivone Lara, Alcione, Moyseis Marques, Emilio Santiago, Teresa Cristina, Chico Alves, Claudio Jorge, Áurea Martins, Martinho da Vila, Nelson Sargento, Casuarina, Grupo Semente e Arlindo Cruz e gravou com Mart'nália, com o baixista norte-americano Marcus Miller, e com Fatima Guedes. A faixa A linha e o linho, de Gilberto Gil, do seu CD O amor de uns tempos pra cá, foi tema de personagem do remake da novela Tititi, em 2010.
Em 2017, Andrea estreou trabalho solo totalmente autoral, fez shows de Brazilian jazz em duo com Domingos Teixeira, e apresentou show todo voltado para a obra de Elton Medeiros, ao lado de Rafael Mallmith e João Camarero, no Teatro Café Pequeno, em Belo Horizonte, e na Casa do Choro, em 2018. Em março de 2019, lançou, nas plataformas digitais, o single Reconsidere, pela Mills Records, com produção de Muri Costa e arte de Beá Meira.
Realizou o show Agora esse mundo é meu, em homenagem à compositora Fatima Guedes, no Teatro Rival, em 2019 e na Sala Nelson Pereira dos Santos, em janeiro de 2020. Em 2020 lançou os singles Onde a dor vira beleza e Rua da Amargura (Eduardo Calil e Sandor Buys), ambos incluídos em playlists editoriais, na Apple Music e no Spotify, respectivamente. Foi finalista no Festival Toca 2020, com a composição Arrastão Carioca, de sua autoria. Durante a pandemia, estreou o programa de entrevistas Variações sobre o mesmo tema, sobre a profissão de músico e seus novos caminhos. Em setembro de 2020, ingressou no curso Música e negócios, na PUC – Rio de Janeiro.
Em 2021 a Mills Records lançou o álbum Black Museu Brasileiro, em que Andrea canta suas composições, ao lado de canções consagradas de artistas da black music brasileira.
Ana Lélia começou a carreira artística em 1998 em São Paulo, quando emplacou uma canção na novela Louca Paixão, da Record. Mudou- se para Londres logo em seguida, onde morou por 13 anos. Ana usou a sua experiência na Inglaterra absorvendo a cultura pop e o sabor do blues/jazz, e R&B de cantores como Amy Winehouse. Ana Lélia fez uma única grande produção musical em Londres: um projeto educacional bilíngue .O projeto intitulado The Rainforest and You (Amazônia) na época chamou a atenção de Organizações relevantes na Inglaterra, tais como The Prince 's Rainforest Project, do Príncipe Charles. Essa organização inseriu uma das canções de Ana no portfólio do PRP- Rainforest Project, fazendo com que as músicas tivessem alta repercussão e visibilidade em vários países do mundo. De volta ao Brasil e morando na capital Brasília há 8 anos anos, Ana Lélia foi aos poucos voltando para o cenário musical. Ela tem uma produtora chamada Girassol Studios em parceria com o produtor musical Jonathas Pingo, onde compõe e produz para artistas em início de carreira, além de artistas já estabelecidos no mercado. Ana também faz parte do grupo de compositores da Warner Chappel. A artista já gravou 2 álbuns e vários singles em parceria com artistas nacionais e internacionais. Suas canções abordam temas como o amor, resiliência, sobre se reerguer mediante quaisquer obstáculos. A cantora navega na língua portuguesa e inglesa em seu processo de composição.
Ana Lélia teve uma de suas canções autorais, Baby Don’t Go Away na trilha sonora de Malhação- Toda Forma de Amar, de 2019/2020 da Rede Globo. Algumas de suas parcerias internacionais são: Countdown, com o cantor americano de R&B Martel Lacey, Fly Away, com o renomado cantor americano de R&B e soul, Peter Collins, Entirely, com a finalista do The Voice dos Estados Unidos, sob a mentoria de Alicia Keys, Christiana Danielle, Meu Cantinho, com o trompetista indicado ao Grammy 2019, Theo Croker.
Natureza do som de Joyce Moreno é preservada em disco feito com maestro Claus Ogerman há 45 anos
Dado como perdido, álbum de samba-jazz sai em 30 de setembro com sete faixas gravadas em 1977 pela artista, em Nova York, com Maurício Maestro e músicos brasileiros e norte-americanos.
Artista: Joyce Moreno com Mauricio Maestro
Ano da gravação: 1977
Tentar decifrar em 2022 o que aconteceria com a carreira de Joyce Moreno se o álbum Natureza tivesse sido lançado em 1977 – ano em que o disco foi gravado em Nova York (EUA) com produção musical e arranjos do maestro alemão Claus Ogerman (29 de abril de 1930 – 8 de março de 2016) – é mero especulativo exercício de futurologia sobre possibilidade enterrada no passado.
Pode ser que o suingue singular da música e do violão da cantora, compositora e instrumentista carioca tivesse alcançado visibilidade planetária, antecipando em duas décadas o que aconteceu nos anos 1990 quando músicas como Aldeia de Ogum (Joyce Moreno, 1980) caíram em pistas europeias, abrindo para Joyce um mercado que gerou álbuns feitos para o Japão, Europa e/ou Estados Unidos.
Mas também pode ser que, pela barreira imposta pela língua portuguesa, Natureza se tornasse álbum cultuado somente no nicho norte-americano do jazz – e não foi por acaso que Ogerman insistiu para que Joyce regravasse as músicas com letras alternativas em inglês para que o disco pudesse ser absorvido sem restrições pelo mercado dos Estados Unidos.
Joyce resistiu à ideia, o que parece ter desmotivado Ogerman a lutar pela edição do disco, arquivado (inclusive por questões de ordem jurídica) e dado como perdido até que a fita da gravação – feita nos estúdios da gravadora Columbia por Joyce Moreno (voz, violão e vocais) com a colaboração de Mauricio Maestro (voz, violão e vocais) – fosse encontrada por sobrinha de Ogerman, após a morte do maestro.
A descoberta da fita viabilizou a edição do álbum Natureza, após 45 anos, via Far Out Recordings, gravadora inglesa que edita discos de Joyce há 23 anos, precisamente desde o álbum Hard bossa (1999).
E o fato é que Natureza chega ao mundo digital em 30 de setembro – com capa assinada por Alessandro Renaldin em cuja arte vê-se a silhueta do Cristo Redentor – e ganha edição física em LP e CD programados para 28 de outubro, ambos com as sete faixas gravadas por Joyce e Mauricio com músicos do naipe do baterista João Palma (1943 – 2016), do percussionista Naná Vasconcelos (1944 – 2016) e do ritmista Tutty Moreno (percussão e bateria), instrumentista com quem Joyce se afinou na música e na vida.
Conceituados músicos norte-americanos de jazz – como o baixista Buster Williams, o flautista Joe Farrell (1937 – 1986), o saxofonista Michael Brecker (1949 – 2007), o vibrafonista Mike Mainieri e o pianista Warren Bernhardt – foram arregimentados por Ogerman para a gravação e contribuíram decisivamente para que Natureza resultasse, em essência, em disco de samba-jazz. Ou de samba com jazz.
A natureza jazzística do álbum já ficou claro quando a gravação de Feminina – a rigor, o primeiro registro fonográfico do samba efetivamente apresentado ao mundo em 1979 nas vozes do Quarteto em Cy – emergiu em 1999 na coletânea A trip to Brasil II. Com 11 minutos e 25 segundos, a gravação de Feminina é a pista certeira do som do álbum Natureza.
O disco tem viço, como mostra a pulsação do samba Moreno, embasado com a percussão e a bateria de Tutty Moreno – muso inspirador da composição em cuja letra é citado nominalmente – em gravação que resulta mais sedutora do que o (bom) registro que seria feito por Joyce dali a quatro anos para o álbum Água e luz (1981).
Continuar a leitura em nosso blog:
https://studiofkmbroadcasting.blogspot.com/
CAMILA MENEZES LANÇA "LINHAS IMAGINÁRIAS",
SEU PRIMEIRO ÁLBUM SOLO
Com um trabalho consistente na cena musical de Belo Horizonte, a multi-instrumentista se lança em vôo solo com álbum inteiramente composto, arranjado, produzido e cantado por ela.
"Linhas Imaginárias"", álbum de Camila Menezes | Por Bruna Brunu
ESCUTE O ÁLBUM
"Eu quero é ser feliz um segundo a mais", são os votos da faixa que abre Linhas Imaginárias, álbum solo da cantora, compositora e multi-instrumentista, Camila Menezes. O trabalho chega dia 29 de setembro em todas as plataformas digitais.
Com mais de cinco discos lançados com seus projetos coletivos Dolores 602, Tutu com Tacacá e o coral Olhos da Luz, Camila se prepara para lançar seu primeiro vôo solo. Seu novo trabalho inclui letras em espanhol, inglês e francês, e vem traçando histórias e narrativas que partem de "um brasilzão" – conforme ela gosta de afirmar – e vão além, conectando para fora das fronteiras da língua portuguesa, através de linhas imaginárias – não à toa o nome do álbum.
Multi-instrumentista, compositora, arranjadora, maestrina e produtora musical, Camila se dedicou em todas as etapas da confecção do álbum, da composição à edição, passando pelos arranjos e gravações, em um processo que durou exatamente um ano.
A relação de Camila com a música é de muita intimidade. E, sendo assim, os diversos instrumentos que toca – baixo, violão, ukulele, sintetizadores, viola caipira – são como extensões de seu corpo, em uma fluência tão singela quanto virtuosa. Vide a balada Mi guitarra y yo, sexta do disco, que partilha da relação da artista com seu instrumento original, o violão. "Sagradas cuerdas que me sienten, donde derramo el corazón", diz parte da letra.
E foi a partir da dança de experimentar instrumentos e sonoridades diversas que o improvável aconteceu, e a artista uniu dois universos aparentemente distantes, mas que já estavam ressoando em sua subjetividade criativa: o caipira e o eletrônico. E é esse mix de estilos que acompanha a jornada de escutar Linhas Imaginárias.
O disco começa com a sensível A saga de um homem que se cansou de ser só, que conta a história de um homem que cansou da árida solidão e abriu seu coração. A faixa ganhou um clipe com direção de Bruna Brunu, com lançamento previsto para 29 de setembro. "Muitas vezes a gente tira do outro a possibilidade de doar algo porque a gente não se permite receber. E isso foi algo que eu aprendi. E eu recebo com maior alegria", afirma a artista sobre a faixa.
La Danse D’amour, a sétima do disco, é dessas músicas que você escuta e parece que você já conhecia antes. É como escutar uma recém-descoberta música de Françoise Hardy. E a beleza dessa faixa brinca com a beleza da língua francesa, sem se esconder atrás dela: não é (apenas) a sonoridade francesa que carrega o charme da canção, mas sua mensagem de sensibilidade e erotismo: "se você olha para mim, meus olhos te beijam, eles fazem pequenas carícias em sua pele tão macia / dance a dança do amor, não pense no futuro, não desperdice seu mel."
Em Samba da paz, o coro entoado por sua família diz: "eu sambo é pela paz, não quero o desamor, eu luto é por quem faz o mundo acolhedor". Já uma parte da letra de Um Pacto afirma: "Faço um pacto bem devagar conectando tudo o que há como sementes de amor". E eis a matéria prima da música de Camila: o sentimento. Com melodias que tocam fundo e emocionam, ela propõe música que não só é divina em seu "como", mas também em seu "o quê", trazendo letras inspiradoras, até mesmo sublimes.
"Um Pacto é uma canção que eu fiz à meia-noite, a partir de um desabafo com uma amiga sobre as angústias da pandemia e também de uma vontade muito grande de compor e produzir música a partir de uma brasilidade do interior do país. O resultado foi uma mistura de xote com reggae, com sonoridade mais nordestina", conta.
Marcelinho da Costa começou a tocar bateria aos 9 anos como autodidata, e se aprimorou mais tarde em aulas teóricas e práticas com o Professor Paschoal Meireles. Aos 17 anos, já com suas bandas de garagem, fez seu primeiro trabalho como profissional incentivado pelo grande músico e mentor Cecelo Frony.
Em 87, com 22 anos, começou a acompanhar Celso Blues Boy onde permanceu por dois anos Gravando um de seus álbuns, “Quando a noite cai” (1989)
Integrou a banda Hanoi-Hanoi entre 89 e 97. Gravou quatro álbuns : “O ser e o Nada” (1990), “Coração Geiger” (1992), “Hanoi Hanoi - Série Palco” (1994) e “Credus”(1994) ao vivo em Bh.
Durante estes anos, ampliou horizontes e enriqueceu sua maneira de tocar gravando e acompanhando artistas como Cecelo Frony, Abel Duere, Ivo Meireles, Moska, Sandra de Sá, Lobão, Lulu Santos, Erasmo Carlos( com ele gravando o álbum “É preciso saber viver” de 1996), entre outros nas suas turnês.
Com o break do Hanoi Hanoi em 97, seguiu sua carreira acompanhando Moska em suas turnês e gravações. Durante os 9 anos foram 4 álbuns, “Vontade” (1991), “Pensar é fazer Música” (1993), “Contra-senso” (1995) e “Através do espelho - Ao vivo no Teatro Rival RJ”.
Em 2001, foi convidado por Roberto Frejat para acompanhá-lo em sua carreira solo em shows e gravações, fazendo também vocais. Gravou três álbuns, “Sobre nós dois e o resto do mundo” (2003), “Intimidade entre estranhos” (2008) e “Ao redor do precipício “ (2020). Ao longo de 23 anos com o artista, fez mais de 1500 shows, destacando os no Rock in Rio 2011, 2013 e 2017. Todos no Palco Mundo para mais de 90 mil pessoas por show!
Marcelinho, com sua verve “pop-rock” segue até hoje em turnês com o artista, exercitando sua diversidade musical em participações em trabalhos de outros artistas como Jards Macalé, Danni Carlos, Belchior, entre outros.
Com mais de 40 anos de carreira, Marcelinho da Costa gravou cerca de 400 músicas distribuídas entre mais de 25 artistas com os quais trabalhou ao longo desses anos, além de DVDs como “Baú do Raul(2004)”, “Danni Carlos(2005)”, Renato Russo(Uma celebração - 2005)”, “Celso Blues Boy(Ao vivo no Circo Voador - 2008)” e “Frejat - Ao vivo no Rock in Rio 2011”.
o multiartista paraibano André Morais lançou dia 27/07 o single ‘A Lira Nua’, primeira canção do 3º álbum autoral “Voragem”(volume 1 sai em setembro).
A Lira Nua é uma parceria de André Morais e Valéria Oliveira.
Andre é autor de canções em parceria com Chico César, Carlos Lyra, Ná Ozzetti, Sueli Costa, Lucina e Ceumar. Já cantou e gravou ao lado de nomes como Elza Soares, Mônica Salmaso, Naná Vasconcelos e Tetê Espíndola.
Parceiro de importantes nomes da MPB, André Morais lança seu 3º álbum autoral
André Morais é um multiartista paraibano com mais de 20 anos de carreira. Sua trajetória é pavimentada por três pilares fundamentais: a música, o teatro e o cinema.
Ator, diretor de cinema, músico e compositor, sua obra transita entre essas linguagens, escrevendo em sua trajetória trabalhos na direção de longas-metragens, na dramaturgia teatral, na composição de canções e na atuação.
Nascido na cidade de João Pessoa, Paraíba, é autor de canções em parceria com nobres nomes da música popular brasileira como Chico César, Carlos Lyra, Ná Ozzetti, Sueli Costa, Lucina e Ceumar. Já cantou e gravou ao lado de nomes como Elza Soares, Mônica Salmaso, Naná Vasconcelos e Tetê Espíndola. Lançou o seu 1º álbum, Bruta Flor, em 2011, sendo vencedor do Prêmio Nacional Grão de Música. Seu 2º álbum, Dilacerado, foi eleito um dos 100 melhores lançamentos nacionais de 2015, segundo o site Jardim Elétrico.
Lançou seu 3º álbum autoral, intitulado Voragem.
Voragem é palavra da língua portuguesa que dá significado a um fenômeno devastador da natureza, um redemoinho no mar, tudo que se leva à profundeza, ao abismo. Um movimento de morte, de finitude, mas também de renascimento e transformação. Um sentimento tão presente em nós diante de tudo que se instaurou no mundo no ano de 2020. Essa palavra, impregnada de toda força, dá nome ao novo álbum de canções autorais inéditas do artista.
Um disco de sonoridade acústica, construído com um olhar da Paraíba e do Nordeste, mas de braços abertos para o mundo. Um quinteto. Uma voz e quatro excepcionais músicos paraibanos, que exercem sua musicalidade e seu ofício no estado, mas também constroem pontes para o mundo. Com uma sonoridade que paira pela África, passando pelas referências dos movimentos das águas da ilha de Cabo Verde, indo para os ritmos e tambores ciganos, flertando com o blues americano, até chegar ao Brasil mais profundo.
Um disco todo gravado ao vivo em estúdio. Não há máquinas ditando o ritmo, são mãos, veias e emoções marcando o compassar da música. Quando falamos ‘ao vivo’ é o processo de todos os integrantes estarem tocando juntos durante a gravação, se olhando e se sentindo na execução de cada canção. Isso traz um pulsar diferenciado e orgânico à sonoridade.
‘A Lira Nua’ é a primeira canção escolhida para apresentar esse trabalho. Uma parceria de Morais com a cantora e compositora potiguar Valéria Oliveira. Abrindo a canção com os versos “Você que não me conhece, não ouviu meu canto, não roçou minha pele, aqui estou, mulher, homem, aquilo que não tem nome...”, o artista demonstra sua ligação forte com o fazer poético e com a liberdade dos corpos no mundo.
Produção musical: Helinho Medeiros e Pedro Medeiros
Direção Artística: André Morais
Piano acústico: Helinho Medeiros
Violão: Pedro Medeiros
Baixo acústico: Victor Mesquita
Percussões: Cassiano Cobra
Gravado nos Estúdios Carranca em Recife /PE
Mixagem: Marcelinho Macedo
Masterização: Felipe Tichauer, Red Traxx Studio, Miami, USA.
Sérgio Hondjakoff é ator. Nascido nos Estados Unidos, mudou-se com a família ainda criança para o Brasil. Começou a fazer campanhas publicitárias com apenas 4 anos. Também teve os primeiros trabalhos como ator, com participações na Escolinha do Professor Raimundo, no Você Decide e em novelas, ao longo dos anos 1990.
A estreia com um papel fixo foi em Meu Bem Querer (1998), na Globo. No ano seguinte, ele deu vida ao Cabeção de Malhação, a partir da temporada de 1999. O personagem marcou sua carreira e só saiu de cena sete anos depois, em 2006. Depois, ele chegou a fazer outros trabalhos na TV, mas nenhum repetiu o mesmo sucesso.
Em paralelo ao trabalho na novelinha teen, foi repórter em um breve período no Vídeo Show, em 2004, retornando a esse posto em 2014. Logo depois de Malhação, esteve em Pé na Jaca (2006). Assinou com a Record para integrar o elenco de Bela, a Feia (2009), seu último trabalho em novelas.
Também teve diversas experiências em filmes e peças de teatro. Chegou a investir na carreira musical com a dupla Cabeção e Dino Boyer, em 2013, mas o projeto não foi adiante. Mais recentemente, participou da série Impuros (2018), da Fox, e do reality show Made in Japão (2020), comandado por Sabrina Sato na Record.
Namora Danielle Monteiro, com quem tem um filho, Benjamin, nascido em 2020.
Sua carreira começou com a participação na gênese dos Artistas Reunidos da gravadora Trama e tb, fazendo vocais para outros artistas, como na nova formação do RPM com Luis Schiavon.
Em 1995, no teatro, participou da nova montagem de "Castro Alves Pede Passagem", de Gianfrancesco Guarnieri em temporada no teatro Cultura Artística” onde interpretava e cantava músicas de Toquinho.
No ano seguinte, lançou o disco "SECT" - Eleven, trio com o produtor Jorge Boratto e o dj Gui Boratto pela gravadora “Spotlight Records” e suas músicas, incluindo um tema da novela “História de Amor” na “TV Globo”, chegaram a ser das mais pedidas e tocadas nas principais FM’s de todo país, levando o grupo a uma turne por todo Brasil.
Em 1997, contratada pela gravadora “Toshiba-EMI” no Japão, gravou o CD O Fim da Inocência, produzido por Daniel Carlomagno. Deste, a canção “All My Love”, interpretada em inglês e português, rapidamente entrou para a “Billboard ” como uma das mais executadas nas rádios FM de Tokyo. No Japão, lançou e divulgou seu primeiro trabalho solo que contava com participações do cantor "Pedro Mariano" e "Max de Castro".
A turnê japonesa rendeu-lhe um novo contrato, desta vez com a gravadora “BMG”, que em 2001 lançou “Simples Desejo”, produzido por “Dudu Marote”, que contava com a participação especial do cantor Toni Garrido. Duas de suas faixas foram também temas das novelas da “TV Globo”: “Uga-Uga”, "Malhação" e “Um Anjo Caiu do Céu”. Mas foi no Rock in Rio III, que “Simples Desejo” atingiu sucesso de críticas da revista “Time” e “Time Latin América”, destacando Patricia como uma das novas intérpretes e compositoras brasileiras, ao lado de Fernanda Takai e Marisa Monte.
Em 2002, após sua polêmica participação em um dos maiores fenômenos de audiência da TV brasileira, a primeira “Casa dos Artistas”, idealizada por Silvio Santos, a gravadora “Abril Music”, na carona do sucesso do programa, comprou seu passe e lançou o festejado “Um Pouco Maluca”. Com este CD Patricia emplacou um novo tema como abertura da novela "Marisol" e tb fez participações especiais como atriz no SBT.
Após o final da turne desse disco e o fechamento da gravadora Abril Music, Patricia se envolveu com a cena independente de música, se apresentando em um circuito mais alternativo e participando de projetos independentes. Gravou com o músico e produtor Dudu Tsuda a versão de “Let ‘em in” de Paul MacCartney para a semana de moda, fez vocais para os CDs da banda de rock paulistana "Forgotten Boys”, gravou o programa “Showlivre” com sua banda cantando a inédita “Pastilhas /Caos”.
Em estúdio tb gravou canções inéditas com o músico e produtor Mauricio Takara (a.k.a Hurtmold), incluindo uma versão de “Dor e Dor” de Tom Zé e “Leão” do compositor e cantor carioca Momo. Em 2006 lançou a música inédita "Veneno", que entrou para trilha do filme " Cheiro do Ralo" de Heitor Dhalia, produzido pelo produtor Apolo Nove.
No teatro em 2009, participou da trilha indicada ao prêmio Shell com "Como me tornei estúpido", interpretando a música "Superstar" dos "Carpenters”, produzida por Marcelo Pellegrini, e na TV em 2012 cantou para a trilha de abertura do programa "De frente com Gabi" de Marília Gabriela.
Em 2013, interpretou uma versão de “Jailbreak” da banda AC/DC para o filme premiado do fotografo Jacques Dequeker e participou do programa "Jo Soares", cantando a trilha inédita "Welcome Stranger" de “Bem-vindo Estranho”, com Regina Duarte.
Em 2014 e 2015 estreou como atriz nos musicais “Dias de luta, Dias de glória, Charlie Brown Jr - O Musical"”, e em “Cinza” de Jay Vaquer.
Em 2017 interpretou sua primeira trilha com os produtores do selo Instituto para a HBO.
Em 2019 faz homenagem a Rita Lee com o show “Rita Hits, se apresentando em eventos e casas de show como Burlesque e Z Carniceira entre outros.
Entre 2019 -2020 lança o primeiro disco todo autoral e independente Pat Lapin pelo selo Jóia Moderna do Dj Zé Pedro.
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