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Helô Rodrigues é uma artista POP, com grande influencia da MPB e R&B nascida em 15/11/2000, que começou sua vida artística cantando na aos 7 anos, dali em diante a arte em geral sempre se fez presente em sua vida . Aos 15 anos iniciou seus shows em bares e em 2020 fez o lançamento de sua primeira música autoral“Por que você faz assim”. Trancou a faculdade e saiu do interior para São Paulo capital em busca de realizar seus sonhos na carreira artística. Talento,sedução e alma de menina sonhadora acompanham Helô em sua jornada pro sucesso.
O músico e jornalista Leandro Souto Maior, com a latente percepção de que há uma lacuna na representatividade atual do estilo rock rural, em especial de artistas que trabalham músicas autorais, teve a grande motivação para a criação desse projeto. Através de sua experiência pessoal foi elaborado um show didático, performático e jornalístico contando a história do rock rural brasileiro de forma divertida, tendo a banda Os Trutas como ponte entre passado e futuro, passeando pelas obras de Os Mutantes, Belchior, Raul Seixas e outros artistas consagrados, intercalando com canções autorias da banda que acabou de lançar seu segundo álbum, “Bicho do Mato”. Em cada show sempre uma atração local convidada para abrilhantar ainda mais o espetáculo.
O projeto apresentado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura através do edital FOCA circulou pelo município do Rio de Janeiro, em 3 areninhas, 2 centros culturais, levando conhecimento através do estudo jornalístico e musical do proponente, que contou histórias e fez apresentações musicais com a banda os Trutas, sendo hoje a banda com a maior referência do estilo Rock Rural no Rio de Janeiro.
No palco sempre um artista local convidado da região se apresentou junto com a banda e todos os eventos foram totalmente gratuitos ao público.
Um projeto singular e inédito, com formação de público e caráter multiplicador pela sua gratuidade, que promoveu um intercâmbio cultural e disseminação de conhecimento ao público e artistas convidados.
JAMZ retoma carreira com shows enquanto prepara novo álbum
Após o hiato causado pela pandemia a JAMZ retorna com nova proposta, liderada por Will Gordon e Paulinho Moreira, fazendo shows com diferentes membros. “Já estamos inclusive trabalhando material para um novo álbum, em pré-produção”, conta Paulinho sobre o trabalho que pode ser lançado ainda em 2023.
A JAMZ mostrou ao Brasil a sua maturidade ganhando projeção, a princípio, após serem finalistas do reality musical SuperStar. Ganhadores do Prêmio Multishow e do Prêmio da Música Brasileira, com shows em grandes palcos como Rock in Rio, Planeta Atlântida e duas indicações ao Grammy Latino, a JAMZ se firma como uma das bandas mais interessantes da nova safra da música brasileira.
A alta repercussão evidenciou o talento do grupo que caiu no gosto do público. Uma banda com raízes no Soul, Rock e R&B. A mistura que faz da JAMZ uma banda tão interessante de se ver e ouvir.
A banda propõe algo inédito, contando com metais em sua formação e um repertório com releituras de grandes clássicos (Bill Withers, Earth Wind and Fire, Jimi Hendrix, Toto, Black Rio etc.) que influenciaram a sua formação, além de canções autorais.
Sou mais conhecido por minha carreira de tecladista mergulhado no pop rock Brasil, talvez me conheça pelos 11 anos em que fui tecladista do Kid Abelha de 96 a 2007, ou pelos dois discos do Lobão que produzi no final dos anos noventa Noite e A Vida é Doce, além de ter gravado no anterior a esses dois - Nostalgia da Modernidade… por todos os acústicos MTV de que participei - Cidade Negra, Engenheiros do Hawaii e Kid Abelha, do disco Na pressão do Lenine, (é meu o solo de piano na versão original da música Paciência), ou ainda do trabalho como produtor do recente lindo álbum do Frejat , Ao redor do precipício de 2020, juntamente com Kassin , Maurício Almeida e o próprio Roberto Frejat.. Digo talvez, porque realmente é curiosa a forma como o Rio de Janeiro pode ser um esconderijo para alguns trabalhos musicais, talvez por ser antena para uma salada de informações que muitas vezes se dissipa no ar.... e é por isso que realmente imagino que grande parte de quem me conhece nunca tenha tomado conhecimento de que tenho um trabalho solo que atravessou todo esse tempo desde 2002, quando lancei meu primeiro - Do Nada ao Tudo enquanto ainda excursionava esse mundão com o Kid Abelha. Desde já o convido para dar uma conferida nas plataformas e conhecer meus trabalhos que comumente dividiram a vida em fatias de 4 a 6 anos, mais ou menos. Esse é o espaço de tempo em que costumo recolher um repertório e lançar um álbum, e assim eles viraram um tipo de diário de bordo desses dezenove anos . Estão por aí Do nada ao tudo (2002), O mundo está Fervendo (2006), Trancado no Quarto Colorido ( 2010) e Longe, Longe (2015). Procurei entrar em contato porque o Jornal A Tarde fez uma bela reportagem sobre meu segundo álbum solo em 2006 – O Mundo Está Fervendo.
Ano pandêmico de 2020 lancei três singles e três clipes do álbum atual (sou designer e parte muito importante da produção e diversão do trabalho que apresento está em meus clipes autorais que também o convido a conhecer em meu canal do Youtube). Com as mudanças constantes no decorrer da vida durante a pandemia, o atraso em lançar o álbum foi inevitável e agora, em 2021, No dia 22/10 lancei meu quinto álbum completo que se chama 5xperiência 05. nas ondas do oceano online. Considero que o lançamento online foi encarado naquele momento como um movimento que se ajustava solidariamente com o mundo pandêmico e com o fim (ou parada) da produção de aparelhos de CD e a escassez de lojas. O que torna o armazenamento de mídias físicas, um verdadeiro problema para os artistas.
Gostaria muito de lhe apresentar o álbum, enviar um texto release sobre o processo de criação dessa aventura e convidá-lo a ouvir. Uma coisa muito importante sobre esse lançamento que se configura em seu diferencial é que simultaneamente ao álbum, foi lançado no mesmo dia um site que é o encarte online do “disco” porque se trata de um álbum online mas eu quero provocar um movimento em que as pessoas voltem a usar outros sentidos no consumo da música novamente, que tenham a experiência de ler o encarte no sofá da casa e - no caso – interativo, mesmo sem a existência de uma mídia física. Nesse site-encarte-álbum cada música tem sua página com letra, links para os clipes; as próprias músicas em alta qualidade para download, o histórico bacana e você ainda pode visitar os discos anteriores nesse site, o que para mim foi um cuidado importante porque considero fundamental essa visão do todo visual e sonoro. Pode ser acessado em www.humbertobarros.com.br
Seja meu convidado! agradeço muito! Desde já!
A 74 Entretenimento é a seqüência de meu trabalho em mais de 20 anos de carreira no mercado musical. Além de músico e produtor musical, sou um defensor do real "Music Business" tentando trazer um pouco da experiência adquirida não apenas no Brasil, mas principalmente nos EUA e Europa. Trago em minha bagagem a responsabilidade por carreiras de grandes nomes do Rock & Pop Nacional, Popular e MPB. Entre eles, estão: Biquini Cavadão, Benito Di Paula, Bruno Boncini, Haikaiss, Velhas Virgens, RPM, Paulo Ricardo, Ultraje a Rigor, Supla, Vega, Oswaldo Montenegro, Guilherme Arantes, Chico César, Renato Teixeira, Sérgio Reis, Paula Lima, Luciana Mello, Tiê, Stevens, Rodox, Catedral, Raimundos, Choldra, ANGRA, Shaman entre outros.
Atualmente, sou agente e empresário dos artistas Biquini Cavadão, Benito Di Paula, Nico Rezende, Rodrigo Vellozo, Velhas Virgens, A Vida dos Santos (com Francisco Cuoco) e o bem sucedido projeto infantil ROCK YOUR BABIES, do qual muito me orgulho em ser um dos idealizadores ao lado de meus amigos e sócios Bruno Gouveia, em parceria com a Sony Music.
Fundei a Pach Produções em 1998 e alguns anos após (2002), tornei-me um dos sócios da Agência Produtora, empresa que posicionei no mercado como a primeira no modelo "360º".
Em 2013, optei por iniciar uma nova marca onde pudesse trabalhar somente com segmentos em que acredito. Rock, MPB, Popular Qualificado e seus derivados. A música com real conteúdo é a que dura para sempre. E é esse o perfil de artistas que busco, calmamente, para a 74 Entretenimento, evitando ondas e modismos.
Sigo em frente, escrevendo minha história e de alguma forma contribuindo para a construção de um mercado musical consistente, sério e limpo. Somos um país riquíssimo em gêneros musicais e que influencia, direta ou indiretamente, muito do que se cria ao redor do globo. Também podemos ser referência no "negócio da música". Chegaremos lá!
Elemento Zero EZ é uma banda de rock alternativo, post-punk, indie com referências que vão de Joy Division, The Jesus And Mary Chain e Placebo à New Order e House Of Love.
Em novo formato desde 2011, como um duo, a banda chamou a atenção de rádios independentes nos EUA, França, Espanha, UK, e ultimamente Chile e Argentina. O Elemento Zero EZ se consolida no som mais sombrio, contemplativo e por vezes agressivo. O som dos capixabas agradou os ouvidos do selo de Nova York Factory Fast Records que lançou suas músicas em coletâneas especiais. Isso abriu espaços em rádios americanas em Nova York e Portland onde figuram nos charts faz alguns anos.
Em 2021 lançaram o EP¨Desconstrução¨ e seguindo o caminho traçado nos últimos singles tendo em sua formação Marcelo Schiffler (vocal, guitarra e sintetizadores), Fábio de Souza (baixo e sintetizador) e com produção do terceiro membro ¨não-oficial¨ Rossini Santos, o grupo continuou
perseguindo o espaço sonoro permeado por guitarras pesadas com riffs e solos fuzzy e teclados climáticos, dessa vez influenciado pelos últimos acontecimentos do planeta envolto pela sombra de uma pandemia. Isso se reflete no clima das músicas onde a claustrofobia, a incerteza e o isolamento são temas expostos de forma contundente.
O trabalho é aberto com a música Andando no Caos, mais rocker, com riff marcante e flertando com o pop, a música pode ser tocada numa manhã nublada de sábado. A guitarra pesada nos refrões são amparadas por um baixo profundo e logo o ouvinte pode ser pego dançando sem perceber.
A segunda canção, DESCONSTRUÇÃO, faixa título do disco, começa com um clima cinematográfico como alguém que caminha pelas ruas de madrugada em um filme Noir e de repente se depara com uma cena angustiante que lhe coloca a vida em risco, representada pela explosão de guitarras e um baixo pesado como os dias que nos isolamos de terrível doença infecciosa e sentimos vontade de gritar torcendo para que o isolamento valha à pena, restando no fim fagulhas sonoras de guitarra e baixo trazendo a calma. A sonoridade da banda segue o caminho do amadurecimento sem perder o vigor.
A música Andando No Caos se torna um sucesso, sendo executada pela Rádio Rocket 977 (rádio rock do ES), rádios internacionais, web rádios e se torna a faixa mais executada no Spotify da Banda.
Em Janeiro de 2022, a banda sofre uma grande perda. O falecimento do baixista Fábio de Souza (RIP). Marcelo Schiffler (vocal, guitarra e sinty). Em Novembro de 2022, um grande amigo da banda, retorna ao Brasil e entra para a banda. Atualmente continuam divulgando o som da banda. A Elemento Zero EZ está retornando ao estúdio para gravar novas músicas. O som não pode parar!!
A banda “ Elemento Zero EZ” atualmente é:
Marcelo Schiffler (vocal, guitarra e sintetizadores) Jack (vocal, baixo e sintetizadores)
Nós somos a banda Souls, direto de Porto Alegre, RS. Uma banda formada há 10 anos, que se separou por uns anos e retornou no ano passado, a fim de continuar um sonho, apesar das responsabilidades da vida adulta.
Mesmo com algumas músicas escritas e prontas, éramos muito novos pra ter a ideia de gravar algo quando escrevemos algumas, mas agora mais velhos, estamos começando as gravações das músicas, com uma pegada do hard rock, rock clássico, buscando a essência do rock que acompanhou gerações, e seguindo a linha pelo qual o nome da banda foi criado, Souls, almas, as almas do rock, essa sempre foi a ideia.
A banda é formada por 5 integrantes, Deivid - Vocalista, Eduardo, (Duff) - Baixista, Eros - Guitarra solo, Jerônimo - Guitarra base e Roger - Baterista.
A banda passou por algumas formações ao longo do tempo, o vocal e o guitarra solo, são os únicos integrantes da formação original.
Formação
Deivid - 27 anos - Vocalista
Eduardo - 25 anos - Baixista
Eros - 24 anos - Guitarrista solo
Jerônimo - 63 anos - Guitarra base
Roger - 26 anos.Baterista
WLO é um rapper, compositor e produtor de Rio das Ostras -RJ, conhecido pelos seus trabalhos voltados para o universo Geek. Sendo um dos primeiros a trazer para o cenário musical nerd músicas baseadas em mangas, o artista interpreta com toda sua versatilidade canções sobre animes, séries, filmes, HQs e muito mais. Contabilizando +100 milhões de plays combinados nas plataformas digitais, é um dos grandes destaques no nicho e vem conquistando uma legião de fãs fiéis.
Adolescente tive aulas de violão, guitarra, bateria e apenas mais tarde algumas aulas de canto. Desde os 13, 14 anos me juntava com os amigos para fazer um som em casa. Na época tocávamos mais punk rock e grunge. Eu tocava guitarra, bateria e “cantava”.
Minha primeira banda se chamava Ovel Hane e era uma banda só de mulheres. Na época, eu tinha 15 anos, tocava guitarra e fazia backing vocal.
Fiz faculdade de Fotografia e trabalhei por alguns anos atuando como Professora de Inglês e Fotógrafa (até pouco tempo).
Final de 2009, me juntei à Volúpia di Baco e o início da banda foi um grande desafio para mim, pois tive muita dificuldade para começar a cantar em público. E, logo que me juntei a eles, (com zero experiência) tínhamos gravações em estúdio marcadas e um show de abertura para a banda norueguesa, Theatre of Tragedy, em SP.
Escrevi algumas poucas músicas antes, mas foi em 2017 que resolvi tirar os sonhos do papel e lancei duas músicas no formato live session para o canal do Estúdio Resistência no YouTube com o meu projeto solo, Ella. Além disso, também estava trabalhando num EP com quatro músicas, no mesmo período, mas diante de algumas experiências ruins, interrompi o processo e apenas agora, muitos anos depois, estou retomando o meu projeto pessoal. Lancei no final do ano passado uma live session com 7 músicas autorais (sendo uma delas Yellow Wallpaper que compus com a Ousel) e 1 cover de Leonard Cohen, gravada com recurso da Lei Aldir Blanc.
Me juntei à Ousel em 2020, em plena pandemia, o que foi bastante desafiador. Meu primeiro material lançado com eles foi uma live session para a DKFM Shoegaze Radio, a primeira vez que encontramos pessoalmente, já para gravar o material. Lançamos outras live sessions no mesmo ano, inclusive com o recurso Aldir Blanc. Lançamos o vídeo clipe de Whispers, 3 singles (Whispers, Coffee Break e Yellow Wallpaper) e hoje em dia estamos trabalhando em um EP com letras em Português, marcando uma nova fase para a banda.
Formada em 2010 na região metropolitana de Porto Alegre, surge o bando da morte como também ficou conhecido no cenário underground. A Banda iniciou sua trajetória com a proposta de compor canções que variavam entre o hardcore e heavy metal, suas letras em português abordavam contos e histórias sobre noitadas, bares, bebidas e diversão. Em 2011 lançaram seu primeiro EP “Balde de Sangue Country Bar” o qual obteve ótimas criticas dos meios de comunicação e mídias especializadas no assunto, ainda no mesmo ano também lançavam o vídeo-clip de umas das faixas do EP com a canção “O Fugitivo” . Após alguns anos de estrada adquirindo experiência e moldando sua personalidade a banda lançava seu segundo trabalho o primeiro álbum “Sangue, Cerveja e Glória” de 2018, que conta com participações especiais e antigos membros da banda. Após um período com agenda forte de shows e festivais pelo estado e turnês no Uruguai, a Balde de Sangue lança em 2022 seu segundo EP “Faroeste Brasileiro” . Agora com uma nova formação e maior maturidade o bando repensa as temáticas e trabalha situações do cotidiano brasileiro abandonando um pouco da proposta inicial, importante passo que é a base para o segundo álbum previsto para lançamento em 2024. O bando da morte conta hoje com Denis Lapuente guitarra e voz, Mário Ferrolho guitarra e voz, Cássio Quines bateria e Mauricio Cezimbra baixo.
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