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RPM volta ao disco após três anos e lança o single 'Sem parar'.
O grupo é integrado atualmente por Schiavon e Deluqui com Dioy Pallone – no RPM desde junho de 2018 como baixista e também no posto de vocalista, dividido com Deluqui – e Kiko Zara, substituto do baterista Paulo Pagni, o P.A. É com essa formação que banda eterniza Sem parar, música até então inédita em disco, mas apresentada pelo RPM em live feita durante a pandemia e já tocada pelo grupo em shows pelo Brasil. A composição é de autoria de Luiz Schiavon em parceria com Fernando Deluqui, tendo sido gravada com produção musical de Tadeu Patolla. O single Sem parar é o primeiro do RPM desde Ritual (2020), editado há três anos. A produção de “Sem Parar” ficou a cargo do renomado Tadeu Patolla.
"O guitarrista, compositor e cantor paulistano Fernando Deluqui já está há quase 20 anos na estrada. Apaixonado desde a infância por música e mar (pratica surf até hoje), Deluqui ainda no ginásio formou a banda Proveta Negra, cuja maior influência eram as imagens de Jimi Hendrix queimando sua guitarra em Monterrey. Tempos depois, em meados dos 80, quando liderava o grupo new wave Ignoze, foi apresentado por seu amigo Nasi (ele mesmo, o vocalista do Ira!) a Mae East, a bela e loiríssima cantora que acabara de sair do cultuado Gang 90 de Júlio Barroso.
Mae convidou Deluqui para integrar a sua banda e é aqui que a vida do nosso herói toma um novo rumo. Na banda queacompanhava a cantora, o guitarrista Deluqui tinha como parceiro o tecladista Luis Schiavon que por seu lado tinha um amigo, cantor e boa pinta, chamado Paulo Ricardo. Já viu no que vai dar, né ? Claro, pouco depois estes três se juntavam e nascia o RPM.
Como todos sabem, o RPM foi em seu auge, entre 1984 e 1987, um dos grupos mais populares surgidos no Brasil nos últimos 20 anos, chegando a vender incríveis 3 milhões de cópias do LP Rádio Pirata ao Vivo.
Mas foi só a partir de Os Quatro Coiotes, de 88, terceiro e último disco da primeira fase do grupo, que a guitarra de Fernando Deluqui começa a aparecer em meio à selva de teclados que caracterizava o som dos dois primeiros trabalhos. É neste disco também que ele surge como co-autor de grande parte do material, o que se tornaria uma constante a partir daí - Deluqui soma hoje dezenas de composições.
Em meio a todo este sucesso, as loucuras típicas do rock, incluindo brigas, ciúmes, inveja e desunião dentro do grupo. Bem ou mal, terminando e recomeçando com formações diferentes (quase sempre com Paulo Ricardo e Fernando Deluqui), o RPM sobreviveu até 1993.
Antes disso, em 1990, num dos hiatos do RPM, Deluqui monta o grupo Louco Vício. "O Louco Vício teve vida curta, não gravou nada e não emplacou", diz Fernando, "mas nesse período fiz uma série de boas composições que o RPM veio a usar logo depois, quando eu e Paulo Ricardo reformamos o grupo com dois ótimos músicos - Marco Costa (bateria) e Franco Junior (teclados) - e caímos na estrada tocando em tudo quanto é lado". O resultado foi o último disco do grupo, com o título, totalmente desagregador, de Paulo Ricardo e RPM. Encerrando finalmente a fase RPM, Deluqui seria convidado por Humberto Gessinger para assumir a guitarra d Engenheiros do Hawaii em 1995. "Foi legal, excursionamos e gravamos com sucesso, mas eu estava infeliz. Eu precisava tocar minhas músicas, cantar e falar as coisas que queria. Fazer, enfim, as coisas do meu jeito".
Hoje o irrequieto artista Fernando Deluqui está criando nova sonoridade, com a banda reformulada e lançando o novo CD Delux. Os novos talentos que o acompanham são J. P. Lima (bateria), Marcelo Amaral (baixo e vocais) e Vini Morales (teclados). Juntos têm se apresentado ao vivo em shows cada vez mais empolgantes, recheados de novidades e de sucessos, causando, no seu crescente público, irresistível vontade de dançar."
Uma verdadeira nostalgia com Reinaldo Oliani que foi um dos primeiros profissionais da rádio FM 97. "A primeira em rock'n'roll" e "A primeira rádio do rock" de São Paulo.
A rádio teve locutores renomados no seu primeiro time, entre eles Wilson Versolato, atual voz do Warner Channel e Claro TV.
Na segunda geração, seu principal locutor era Edson Sant’Anna Júnior, mais conhecido como "Jota Erre". Ele acabou virando uma espécie de marca registrada do rock'n'roll e um ícone da região, já que tinha muita liberdade na rádio para fazer sua própria programação e tocar o que bem entendesse. Nos estúdios da 97 FM, Jota Erre foi o único locutor do país a tocar no ar uma versão de "Moby Dick" (Led Zeppelin) com direito ao solo completo de bateria de John Bonham.
Produzido pelo vencedor do Grammy Latino, Swami Jr., “Gotas de oceano” reverencia a liberdade feminina com poesia e filosofia.
A capa do quarto EP de Camilla Inês entrega o clima do disco que nasceu durante o período de isolamento social. Poético, plural, sensível e espontâneo, “Gotas de oceano” aproxima a artista da MPB sem perder a essência do Jazz, gênero brilhantemente explorado por ela no bem-sucedido Jazzmine de 2011.
Com sete faixas autorais produzidas pelo vencedor do Grammy Latino, Swami Jr., “Gotas de oceano” traz no seu DNA vestígios dos momentos de introspecção, decorrentes da pandemia e tão fortemente vivenciados pela artista. Dividida entre Brasil e Portugal, Camilla compôs parte do repertório em Leiria, cidade portuguesa localizada na província da Beira Litoral, a experiência rendeu uma emocionada homenagem da artista ao local que a acolheu até o final de janeiro de 2020.
O EP abre com a faixa Contra-o-Ponto, uma música dançante que convida o público para refletir sobre os rótulos sociais. Com um elegante naipe de metais, ela é também uma evocação de coragem contra uma sociedade formatada por padrões deturpados por uma massa, muitas vezes xenofóbica, homofobia ou racista. O refrão diz bem: “a força, a fórmula, a vírgula, é?” Nessa parte a artista convida o público a refletir sobre o que ele é.
Morena é um autorretrato, uma canção que relembra a linguagem do saudoso Dominguinhos. A faixa recebeu a luxuosa interpretação do talentoso Mestrinho do Arcodeon – Esta canção tem sonoridade nordestina e vem da mulher nordestina que existe em mim; da mulher resiliente, valente, determinada, aquela que não desiste – Explica Camilla Inês, que é pernambucana e mora atualmente em Brasília – Essa valentia existe em todos nós brasileiros e isso é notório, faz parte da alma brasileira, somos trabalhadores, destemidos e ao mesmo tempo somos um povo alegre, acolhedor diante das adversidades da vida.
Em Vã filosofia Camilla confirma a afinidade musical com Swami Jr., a voz do produtor evolui com delicadeza na faixa. A música surgiu durante um desabafo nas redes sociais - Eu sentia muita falta da minha família, mesmo estando a poucos quilômetros de distância. Falava muitas vezes ao telefone com minha amiga em Portugal e ela sentia o mesmo. Percebi que muitos estavam perto de suas famílias, mas isolados ao mesmo tempo. Foi quando escrevi os versos dizendo - Que vã filosofia/ que ironia/ te querer e não te ter – Pontua Camilla.
Gotas de oceano, faixa título do disco, mistura sentimentos e emoções numa mensagem íntima da artista para tempos tão difíceis. Com voz macia e se debruçando na realidade dos dias atuais, lembra com leveza que juntos somos mais fortes. – Somos Gotas de Oceano / Mergulha nos braços meus / Me revela quais teus planos / Entre beijos, risos insanos / Cola o corpo com o meu. A poética delicada da canção expõe o estilo afiado da artista para compor – Componho muito rápido, sou uma observadora, uma fotógrafa dos gestos, movimentos e comportamento social, tudo me inspira. Esse processo é imediato. Muitas vezes nem preciso do instrumento musical, deixo a intuição falar mais alto – Finaliza Camilla Inês.
Gostas de oceano chega nas principais plataformas digitais no próximo dia 9 de abril. Carregado de expectativas, esse é o primeiro trabalho autoral da artista que conta com 2 CDs lançados, Jazzmine (2011) e The Rhythm of Samba (2015), 1 EP – Influências do Jazz (2008) e 1 single – Vamos dançar um bolero (2018).
Sobre o novo álbum, o quarto que saiu nas plataformas dia 28/02 chamado No one Cares. Sao seis faixas inéditas e 4 regravações no formato sem a eletrônica. Assim atualizando a direção de trabalho que adotamos no pós pandemia no
Segue um contexto sobre esse quarto álbum, No One Cares:
No one cares .
Um álbum que fala sobre a indiferença social de hoje, a ilusão de estar conectado com o
mundo pelos meios digitais mas na verdade estar na solidão com os seus problemas que
poucos se importam.
A Sthomia gravou o primeiro Single, Time, em meados de 2017 e em sequência a faixa Refuse.
Como na época era apenas eu, Alex Brandes e o guitarrista Dermival Estlin paramos entramos em hiato ate o final de 2020, quando vimos a chegada da Covid -19. A partir de então com os estudios fechados e por razoes obvias sanitárias não podíamos nos encontrar presencialmente e a forma encontrada foi Alex receber linhas de guitarra, bateria, baixo trabalhando com o cloud e fazendo as mixes em Home estúdio. Esse período conturbado seguiu ate setembro de 2022 onde finalmente nos reunimos novamente para ensaiar. Ate esse momento ja tínhamos feito o primeiro e segundo album com elementos eletrônicos inclusos. O divisor de aguas foi a ideia de um amigo produtor de experimentar o som mais cru, no formato trio e então, em cerca de dois meses fizemos regravações de varias faixas e dai surgiu o terceiro álbum: Rough Cuts.
Depois disso começamos a ser descobertos no brasil, pela radio Antena Zero onde nos tocam com certa frequência em São Paulo, . Com esse contato um dos djs de la que também toca em baladas post punk da augusta começou a tocar nossas musicas nas festas e tem sido bem recompensador. Tocamos também em uma radio de rock em Bahia , outras em Santa Catarina. O movimento de divulgação acabou acontecendo de fora pra dentro.
Eu, Alex e o Dermival nos encontramos por coincidência em 2017 em um post do facebook sobre uma banda que tínhamos tocado anteriormente em fases diferentes e dai surgiu a amizade, algo fundamental pra nos dentro da banda. Apos esse período bem conturbado de Covid de onde ninguém saiu 100% ok e isso justifica a troca de bateristas nos encontramos o Sandro Bartz em um post que fizemos por vota de novembro de 22 e desde então a banda fechou certo pois temos os mesmo gostos e influencias musicais.
Começou a tocar com 13 anos. Iniciou sua carreira no cenário gaúcho com a banda Curto Circuito, em seguida tocou com cantora Lory Finocchiaro e mais outros artistas do Rio Grande do Sul. Em 1993, foi convidado a integrar a banda do grupo As Sublimes, vindo assim morar no Rio de Janeiro aos 19 anos.
Tocou na banda Rio Sound Machine e com Sidney Magal, Rosana e Pepeu Gomes.
Em 1996, foi convidado por Humberto Gessinger a integrar o Gessinger Trio e logo em seguida foi incorporado ao Engenheiros do Hawaii, ficando até 2001. Na virada do ano 2000, na Avenida Paulista, com os Engenheiros do Hawaii, se apresentou para um público de 1 milhão de pessoas.
Depois de sua saída dos Engenheiros, tocou com Lobão, Spy vs Spy, Nokturnal (Austrália), com a cantora Syang, gravou com a banda inglesa Bliss, entrou para a banda dos gaúchos Kleiton e Kledir, Preta Gil, Marcos Valle, Celso Fonseca, Marina Elali, Roberto Menescal, Wanda Sá, Alexandra Scotti, Ritchie, Luka, Gilberto Gil, Leo Jaime, Bebeto e Paula Toller.
Em 2011, na volta da banda Kid Abelha, Adal foi convidado a fazer parte do line up e gravou o DVD de 30 anos do Kid.
Atualmente trabalha no projeto solo da Paula Toller, Kleiton e Kledir, Libra e Danni Carlos. Adal Fonseca também tem seu projeto pessoal, a banda Osso (junto com o guitarrista Luciano Granja e o DJ Robson).
André Avansini Polonis | 1988, Barra Bonita (SP)
Trabalha com comunicação e arte desde 2014, atualmente junto da banda Pato Fu, da carreira solo da cantora Fernanda Takai, e do Circuito Municipal de Cultura de Belo Horizonte.
Realiza trabalhos pontuais com artistas como Roberto Menescal, Mombojó, Dolores 602, Larissa Horta, Camila Lordy, Richard Neves, Joana Bentes, Andressa Versi, Luiza da Iola, Borba, Danilo Jovem e Powertrip.
Já trabalhou na produção de grandes espetáculos em Belo Horizonte, como Ed Sheeran, Tribalistas, John Mayer e Los Hermanos. Possui fotografias publicadas nos jornais Estadão, Folha de São Paulo, Estado de Minas, Hoje em Dia, O Tempo e Metro.
FORMAÇÃO
Processing · Creative Coding
Códigos Fazem Arte | Rafa Diniz (2021 · 2022)
Luz Falada
Henrique César (2022)
Segredos do retrato fotográfico
Bob Wolfenson | Domestika (2022)
O Pré-Cinema e o YouTube
Raimo Benedetti | Escola São Paulo (2021)
A arte da entrevista no jornalismo cultural
Zeca Camargo, Pedro Antunes e Braulio Lorentz (2021)
Ciência e Arte da Biografia
Ruy Castro | b_arco (2021)
Práticas para Produção Editorial
Ricardo Van Steen | Escola São Paulo (2020)
Histórias por trás das canções
Patricia Palumbo | Mundo Pensante (2020)
Design, Ilustração e Direção de Arte
Rico Lins | Navega (2020)
Pensamento Gurafiku na Era Showa:
Antes, durante e depois da Guerra
Ing Lee | Katsudo Shashin: imagens em movimento (2019)
Escrever sem Medo
Jana Viscardi (2019)
46º Workshop de Tipografia
Seu Matias | 62 Pontos (2018)
Cena em Questão
Laboratório de crítica e reflexão cênica
Carolina Braga | Sesc Palladium (2018)
Núcleo de Pesquisa em Jornalismo Cultural
Carolina Braga | Galpão Cine Horto (2016)
Introduction To Everything
Art Gallery of Ontario (2014)
Advanced English
EC Toronto (2013)
I Know Kung Fu - Workshop de Roteiro
Fábio Yabu | The HUB SP (2013)
+ educAÇÕES - Arte e Patrimônio
Pinacoteca do Estado de São Paulo (2012)
Graduação em Pedagogia
Universidade Federal de Alfenas (2010)
Em 2020 Big Joe Manfra completou 25 anos de seu primeiro show em 26 de Maio de 1995 no Bar Prova Oral em Juiz de Fora. Com a pandemia essa comemoração ficou adiada, só agora come- çando com uma série de shows com participação de convidados es- peciais. Nesse show receberá parceiros de longa data: o talentoso vocalista Pedro Quental e o grande gaitista Jefferson Gonçalves.
Nesse tempo lançou CDs solo ("Big Joe Manfra” e “2"), o DVD “Big Band Ao Vivo” (o primeiro DVD de um intérprete brasileiro do estilo), com o grupo “Blues Etc.” e o CD ao vivo com o gaitista ame- ricano Peter "Madcat" Ruth (“Live in Rio”), consolidando-se como um dos principais artistas do blues no país.
Seu inconfundível sotaque bluesy levou o gaitista americano Peter "Madcat" Ruth a recrutá-lo durante mais de 15 anos para tours pelo Brasil e EUA, passando por vários clubes e festivais por Chicago, Detroit, Ann Arbor e outras cidades. A temporada de Big Joe nos EUA culminou com o show no mais tradicional dos bares de San Francisco, o Biscuit and Blues, acompanhado pela banda de Keith Crossan, um dos melhores saxofonistas de blues dos EUA.
Ao longo de sua carreira Big Joe Manfra procurou uma sonori- dade que tivesse sua marca pessoal. A frente dos vocais a partir do segundo CD, buscou não se restringir ao blues tradicional, aliando a energia de seu lado rock e a influência do jazz em seus arranjos ao estilo nascido no Mississipi, somando com batidas funk.
Já se apresentou no exterior pela América do Sul, EUA e Eu- ropa, dividindo o palco com nomes internacionais como John Ma- yall & The Bluesbreakers, Magic Slim, Stanley Jordan, Grant Green Jr., Tommy Castro, Roy Rogers, Coco Montoya, Michael Hill, Michael Landau, Air Supply, T.M. Stevens, Norton Buffalo, Deanna Bogart, Peter Madcat e Jamie Wood, entre outros. Inte- grou a All Star Blues Band na Rock Street no Rock In Rio (2011). Ao lado de Jefferson Gonçalves fundou o selo Blues Time Re- cords; e o trio acústico Blues Etc., cujo CD foi finalista na categoria ‘Língua Estrangeira’ do ‘Prêmio Caras de Música 2002’.
Em 2022 Big Joe está finalizando um documentário sobre a trajetória com o gaitista Peter Madcat, lançamento dos álbuns que estão fora das plataformas e outras surpresas mais. Atualmente é endorser dos Cabos Tecniforte.
Produtor tec, Tec de PA, Técnico de Monitor .
Atualmente Produtor da banda os Raimundos com mais de 35 anos no backstage.
Iniciou sua carreira como auxiliar técnico nas empresas de áudio de São Paulo e Salvador, em 1985 migrou definitivamente para São Paulo e iniciou sua carreira de técnico de som com a banda paulista heartbreaker onde ficou 3 anos, logo em seguida entrou na banda couver do U2 como sub do seu grande amigo Lira e ficou por 4 anos, em 1996 veio a proposta de assumir o monitor dos Raimundos a banda que ele mais atuo no mercado entre idas e vindas já vão 27 anos em unas das suas saídas dos Raimundos trabalhou com diversas bandas do cenário nacional elas Natroots, Charlie Brown jr, Pavilhão 9, Catapulta , Luxúria , 9mil anjos (junior lima) Capital Inicial e Titas esta última ficou mais tempo 10 anos, depois do retorno dos Raimundos aos palcos atendeu o pedido do Digão: Estamos de volta preciso de você, não pensou duas vezes despediu-se dos Titãs e retornou para banda onde seu coração batia mais forte e está até hoje. Antes da pandemia juntou-se com mais alguns amigos para montar uma produtora para agenciar bandas emergentes Anisiobooking que foi responsável pelo surgimento de algumas bandas no cenário de 2015 a 2021 Premier, Otus ,Trinka Rua , Invida, Escombro e mais alguns outros e hoje se dedica a produção independente para Artistas como Zabele Gomes , Sérgio Guize , Renato Goda e os Raimundos e seu novo empreendimento churrasco defumado proprietário do Santa Maria BBQ.
Jornalista especializada em Cultura e Arte, Iara Filardi também é Psicóloga e desenvolve estudos sobre as dimensões da comunicação na psicanálise.
Começou sua carreira em veículos de rádio como CBN, Globo e Nova Brasil FM, e tem passagens pelo grupo O Estado de São Paulo e Screen vídeo (produções institucionais para agências como Talent, Lew Lara e DM9DDB).
Atuou em importantes casas de shows como Palace (Citibank Hall) e Expresso Brasil, atendendo artistas e bandas como Caetano Veloso, B.B. King, Marina Lima, O Rappa, Paralamas do Sucesso, Gal Costa, Alcione entre outros.
Em 2002 ingressou no mercado editorial por meio da revista História Viva. Editoras como Escala Educacional, Larousse do Brasil, Almedina, NVersos e Ciranda Cultural estão entre as empresas atendidas. Com o agenciamento de lançamentos editoriais de chefs e sommeliers como Alex Atala, Gordon Ramsay, Manoel Beato, Jamie Oliver, Claude Troisgros entre outros, conquistou espaço no setor gastronômico, o que a fez ampliar o atendimento para bares, restaurantes e profissionais da área.
Com mais de dezoito anos de atuação em assessoria de imprensa, e bagagem suficiente para novas viagens, trafega também pelo universo da arquitetura em container, mantendo sempre o seu olhar atento às necessidades do mercado e ampliando as possibilidades de negócios, afinal, TUDO É CULTURA!
1 - Jack Jhonson - Good People
2 - Jimi Hendrix - Little Wing
3 - John Mayer - Last Train Home
4 - Journey - Faith Fully
5 - Judas Priest - Breaking The Law
6 - Julian Lennon - Now Youre In Heaven
7 - Kelly Osbourne - Papa Dont Preach
8 - Kings Of Leon - Radioactive
9 - Kiss - Christine Sixteen
10 - LA Guns - Never Enough
11 - Led Zeppelin - All My Love
12 - Legiao Urbana - Eduardo E Monica
13 - Lenny Kravitz - Fly Away
14 - Linkin Park - Breaking The Habbit
15 - Living Colour - Type
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