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Para celebrar a Rainha das Águas, no dia 2 de fevereiro, a produtora mineira, Camila Menezes, realizou o lançamento do seu quarto single em carreira solo. Ampliando suas experimentações com viola caipira e ritmos brasileiros, dessa vez a artista incrementou sua produção musical com elementos percussivos. O samba de roda da Bahia dá luz às cenas que Camila descreve à beira do mar. O “Samba pra Iemanjá” é entoado junto às percussões de Débora Costa, convidada pela autora, para criar o cenário lúdico e dançante proposto pela canção. Camila já apresentou a música ao vivo em saraus e num festival de composições femininas e, como a receptividade foi muito boa, decidiu dar à canção uma roupagem de estúdio. Como resultado, o single nos mostra a evolução do trabalho de Camila Menezes que, no seu primeiro EP solo, Bença, lançado recentemente, já se aventurava com sua viola entre o maracatu e a música eletrônica.
A canção nasceu em 2016, quando Camila homenageou uma amiga muito próxima com a composição. Sem se dar conta, a mineira acabou relatando, na letra, um episódio que acontecera com sua amiga, quando pequena.
“Minha amiga tem Iemanjá como orixá de cabeça, então fiz essa música pensando muito nisso. Peguei o violão e um caderno e as ideias fluíram muito rápido. Em poucos minutos a música estava pronta. Fiquei muito surpresa quando ela me contou que aqueles eventos tinham acontecido, exatamente daquele jeito, com ela e sua mãe”, diz a cantora“.
Camila Menezes é multi-instrumentista, compositora, arranjadora, maestrina e produtora musical. Artista atuante da efervescente cena musical de Belo Horizonte/MG, integra a banda de indie pop Dolores 602, com a qual conquistou, por suas composições, oito premiações em festivais. Versátil, também participa da banda Tutu com Tacacá, que funde ritmos mineiros e do Norte, como o carimbó. A mineira também toca baixo na banda da cantora Marina Machado e é, desde 2012, maestrina do Coral Casa de Auxílio e Fraternidade Olhos da Luz (Sabará/MG), que vai do tango ao folk, passando pelo canto coral tradicional e pelas músicas regionais brasileiras. Psicóloga de formação, mestra em Psicologia Social, também dá aulas particulares de violão, baixo e ukulele.
No ano passado, iniciou uma nova fase de sua trajetória, agora em carreira solo, evidenciando não somente suas habilidades como cantora e compositora, como também instrumentista e produtora musical. Responsável pela realização de todas as etapas da produção de suas faixas, seu talento marca os ouvintes com sua voz doce e afinada, ao lado de experimentações rítmicas que valem muito a pena.
“ETERNO CLICHÊ” É O NOVO SINGLE DA CANTORA E COMPOSITORA JULIA FATURETO
“Eterno Clichê” é o sexto lançamento do ano da cantora e antecede o próximo EP da artista, intitulado “Cartas Pra Mim”
A cantora e compositora Julia Fatureto, destaque da nova geração da música brasileira, comemora nesta sexta-feira (22), o lançamento do seu mais novo single: “Eterno Clichê”. A faixa, que é a sexta canção do futuro EP “Cartas Para Mim” que chega aos apps de música, estará disponível em todas as plataformas digitais, e é um lançamento do selo musical Marã Música.
Chegando para animar os ouvintes, trazendo bastante swing e feita para dançar e curtir com aquela pessoa especial, “Eterno Clichê” antecede o lançamento oficial do EP “Cartas Pra Mim”. O novo som é uma música cheia de vibe positiva. “Esse single fala sobre finais felizes e sobre como nos transformamos quando estamos apaixonados”, explica Julia.
“Eterno Clichê” é uma composição autoral da artista, tendo sido escrita no dia de gravação do EP. “Escrevi essa música no gravador do celular, em poucos minutos. Só tinha a letra e uma melodia cantada, levei para o produtor e terminamos juntos os arranjos e demos a cara final da música”, conta a artista.
Este é o sexto lançamento da cantora em 2022, e sucede os singles “Alvo Errado”, “Gaiolas”, “Remédio”. “Refém” e “Você Sempre Será”. Todos integram o próximo EP “Cartas Pra Mim”, que conta com sete faixas e estará disponível por completo nas plataformas digitais em breve. “Acredito que ‘Eterno Clichê’ chega pra fechar com chave de ouro e tem o papel de levar esperança de finais felizes. 'Cartas pra Mim' conta diversas histórias que vivi e essa veio pra completar, lembrando que apesar das decepções, ainda é tempo de encontrar a pessoa certa”.
Sobre o que espera para o lançamento, Julia afirma: “A expectativa está enorme. Acredito que a cada música que lanço aprendo mais sobre o meu trabalho na música e quero sempre entregar mais de mim. Estou muito feliz com esse EP”.
A cantora e compositora Julia Fatureto é dona de uma voz encantadora e inicia um novo momento em sua carreira com suas músicas autorais. A artista, que agora integra o time de cantores do sertanejo, tem uma história com a música desde a adolescência, quando começou a compor aos 12 anos, participava de um coral e admirava o trabalho de vários outros artistas.
Aos 15 anos deu o pontapé inicial na carreira e entrou para a banda da escola, onde se apaixonou por completo pela profissão.
Além do seu lado cantora, Julia também é tik toker e produz conteúdo sobre música na plataforma de criação de vídeos.
A artista se prepara para lançar o álbum “Cartas Pra Mim”, composto por “Alvo Errado”, “Gaiolas”, “Remédio”, “Refém”, “Você Sempre Será”, “Eterno Clichê” e mais um single, que será lançado nos próximos meses. Todas as composições se completam neste projeto.
“Estou muito ansiosa para todos os lançamentos e para o meu álbum. Meu maior sonho profissional é levar minha música e mensagem para o maior número de pessoas! Quero fazer com que as pessoas se sintam felizes, tocadas e compreendidas quando ouvirem minhas canções”, conta Julia.
No universo da música, artistas como Paula Fernandes e Lauana Prado são grandes referências para a cantora, especialmente pela forma como compõem.
Ana Lélia começou a carreira artística em 1998 em São Paulo, quando emplacou uma canção na novela Louca Paixão, da Record. Mudou- se para Londres logo em seguida, onde morou por 13 anos. Ana usou a sua experiência na Inglaterra absorvendo a cultura pop e o sabor do blues/jazz, e R&B de cantores como Amy Winehouse. Ana Lélia fez uma única grande produção musical em Londres: um projeto educacional bilíngue .O projeto intitulado The Rainforest and You (Amazônia) na época chamou a atenção de Organizações relevantes na Inglaterra, tais como The Prince 's Rainforest Project, do Príncipe Charles.
Essa organização inseriu uma das canções de Ana no portfólio do PRP- Rainforest Project, fazendo com que as músicas tivessem alta repercussão e visibilidade em vários países do mundo. De volta ao Brasil e morando na capital Brasília há 8 anos anos, Ana Lélia foi aos poucos voltando para o cenário musical. Ela tem uma produtora chamada Girassol Studios em parceria com o produtor musical Jonathas Pingo, onde compõe e produz para artistas em início de carreira, além de artistas já estabelecidos no mercado. Ana também faz parte do grupo de compositores da Warner Chappel. A artista já gravou 2 álbuns e vários singles em parceria com artistas nacionais e internacionais. Suas canções abordam temas como o amor, resiliência, sobre se reerguer mediante quaisquer obstáculos. A cantora navega na língua portuguesa e inglesa em seu processo de composição.
Ana Lélia teve uma de suas canções autorais, Baby Don’t Go Away na trilha sonora de Malhação- Toda Forma de Amar, de 2019/2020 da Rede Globo. Algumas de suas parcerias internacionais são: Countdown, com o cantor americano de R&B Martel Lacey, Fly Away, com o renomado cantor americano de R&B e soul, Peter Collins, Entirely, com a finalista do The Voice dos Estados Unidos, sob a mentoria de Alicia Keys, Christiana Danielle, Meu Cantinho, com o trompetista indicado ao Grammy 2019, Theo Croker.
KALEIDOSKOPE TRAZ DESABAFO E CRITICA SOCIAL E POLÍTICA NO NOVO SINGLE “DIAS ESTRANHOS”
A kaleidoskope é uma banda liderada pelo músico David Borges, de Brasília, Distrito Federal
Trazendo um desabafo e critica social e política em forma de música a banda kaleidoskope, liderada por músico David Borges, de Brasília, Distrito Federal, lança nesta sexta-feira (13), o novo single de trabalho: "Dias Estranhos". A faixa é um lançamento do selo musical Marã Música e já está disponível em todos os aplicativos de música.
O novo som é uma composição autoral e traz uma mistura de diversos sentimentos, como raiva, tristeza, confusão, violência, mas também esperança, amor, memórias boas e anseios positivos. “Uma composição tão cheia de sentimentos confusos precisava de uma música também meio esquizofrênica. A música inteira saiu muito rapidamente, entre o riff principal (que não é mais que um riff de blues) e depois as outras partes foram se juntando como num quebra-cabeça. Mas foi estranhamente natural e catártico. Até a parte mais lenta da música serve como um pequeno bálsamo de paz, no meio de tanta loucura”, conta o cantor sobre a composição.
Como o próprio nome já diz, o novo single é um desabafo sobre os dias estranhos do mundo atual e também uma crítica ao cenário político. “Os dias têm sido estranhos para muita gente, uma sensação de 'déjà-vu', de ciclo vicioso triste, de problemas que eu acreditava bem encaminhados ou até resolvidos e de repente, aparecem de novo. Pautas sociais como luta contra o racismo, a misoginia, a pobreza, o machismo, necessidade de melhor distribuição de riqueza, acesso a direitos cívicos e etc, que pareciam consenso, de repente estão ameaçadas no dia-a-dia de novo. Tivemos um momento em que parecia consenso que era importante lutar/zelar/cuidar dos menos providos, os menos sortudos e, de repente, apesar de uma pandemia, os ricos ficaram mais ricos, os pobres mais pobres… Parece um retrocesso social geral. Eu tinha a sensação de que antes (uns 8 a 10 anos atrás) o racista se escondia, o misógino se camuflava. Hoje, não mais. E quem diria que em pleno 2022 haveria mais uma nação tentando subjugar outra com a força das armas? ‘Dias Estranhos’ começou a ser criada antes da invasão da Ucrânia pela Rússia, aí a música tomou contornos mais estranhos ainda porque pareceu profética, muito embora essa guerra não fosse o motivo central. E quando isso acontece, nos recolhemos, nos encolhemos e tentamos a todo o custo nos proteger ‘do mundo lá fora, com palavras encharcadas de medo e raiva’. E a saúde mental da sociedade como um todo, regrediu. Esses são os dias estranhos que vivemos, mundialmente”, explica kaleidoskope.
Apesar de trazer todos esses sentimentos confusos, com “Dias Estranhos” a banda quis mostrar a importância de não perder a esperança em meio ao caos. “É tudo cíclico. Esse deve ser o passo para trás, depois de dois passos para frente e antes de mais dois passos para frente. É a parte onde somos resilientes e otimistas: e a tristeza derrete, a nuvem se afasta e eu consigo o esboço de um sorriso, no aconchego de um futuro indeciso”, completa o cantor.
Sobre a expectativa para o lançamento, ele afirma: “Ansioso, como a cada lançamento, talvez um pouco mais desta vez pelo teor mais claramente social e político. Tudo é político, como disse Aristóteles, se não me engano. Então é difícil ser só observador. Independentemente de concordarem ou discordarem, espero que a música desperte curiosidade, conversas, debates saudáveis”.
Doca Rolim
Músico Produtor
O músico Doca Rolim começou sua carreira em Belo horizonte, acompanhando vários artistas do cenário Mineiro na década de 80. Fernando boca, João Boa Morte, Abner Nascimento Etc....
Já nesta época era requisitado para gravações de discos como, Holandês Voador , Planeta Coração de João Boa Morte, Marcelo Sarkis, Cia Escambo, Fernando Olly , Vander Lee , Balla 12, Tino Gomes , Bine Zimmer ,Tadeu Franco, Já esteve tocando em várias Bandas da época , trabalhou no Studio HP como produtor de jingles por cinco anos, adquirindo uma experiência incrível na área de publicidade como produtor e arranjador, tendo trabalhado em várias campanhas políticas , sendo responsável por toda a parte musical das campanhas de TV e Rádio no estado de MG.
Logo foi contratado como Sideman na Banda Skank . Sideman é um músico profissional que é contratado para se apresentar ou gravar com um grupo a qual ele não integra.
Com o Skank a mais de 15 anos como Sideman esteve em vários países com a Banda e em Festivais como, Roskilde Festival na Dinamarca em 2003, Rock in Rio Lisboa (Portugal, 2008), Festival Sudoeste (Portugal, 2005), Sfinks Festival (Bélgica, 2003).
E participou do quarto Rock In Rio, e neste tempo com o Skank teve a oportunidade de tocar com grandes artistas de níveo nacional.
Erasmo Carlos, Lenine, Paula Toller, Negra Lee, Cidade Negra, Paralamas, Marina Lima, Nando Reis, Anita, Céu, Ivete Sangallo, Lô Borges, Milton Nascimento, Skank, Beto Guedes, Emicida , Jorge Ben Jor dentre outros grandes nomes da música brasileira.
Formado em 2011, os Ted Marengos surgiram da união das ideias e influências dos irmãos Júlio Starace (voz e guitarra), Luiz Starace (baixo) e Thomaz Starace (bateria). O primeiro álbum “FirstPrints” foi lançado em 2014 e por conta do sucesso da mistura do rock clássico com blues, country e folk, em pouco tempo rodou o Brasil e o mundo.
Com um som mais orgânico, o segundo álbum, “Lifts”, foi lançado em 2017 e gravado em fita analógica no Brooklin, em Nova York. A repercussão foi tamanha que eles entraram na lista da Revista Rolling Stone como a banda retrô mais interessante dos últimos tempos. O artigo foi um dos pontos altos da carreira banda, os colocando ao lado de ídolos e influências como Neil Young.
O terceiro álbum “Timeless Beat” lançado em 2019, culminou na segunda turnê americana onde a banda apresentou 32 shows em 40 dias, rodando mais de 17 mil quilômetros pelos Estados Unidos. O repertório traz um certo tom de desespero ao falar sobre crises amorosas e expansão da consciência humana. A banda teve um grande sucesso durante a turnê e em 2020 já se preparava para excursionar internacionalmente novamente quando a pandemia atrapalhou os planos.
Durante a pandemia, os irmãos se uniram para compor, produzir e gravar novos materiais e em 2021 está lançando o álbum e DVD ao vivo “10 Rootsy Years” comemorando 10 anos de carreira com uma seleção das músicas mais pedidas pelo público.
Em 2022 preparam o lançamento de um novo álbum para o segundo e semestre e passaram a se apresentar nas principais casas de rock e blues do país.
Trouxemos Evandro Mesquita vocalista da banda Blitz que completou quarenta anos desde o primeiro disco, o compacto “Você Não Soube Me Amar” para falar um pouco da banda e projetos, e muito mais.
Um papo direto e reto com Evandro Mesquita da Blitz. Durante a entrevista que fiz com Evandro ele nos falou de como nasceu a música “Você Não Soube Me Amar” do compacto que foi um estouro de vendas naquela década de 1980. A banda Blitz como muitos bem sabem mudou a história da música brasileira, liderada pelos vocalistas Evandro Mesquita, Fernanda Abreu e Márcia Bulcão.
Asdrúbal Trouxe o Trombone foi a base da banda que além de Evandro e do guitarrista Ricardo Barreto, o cenário viria a conhecer outros grandes talentos como Luís Fernando Guimarães, Regina Casé e Patrícia Travassos.
Ouça na íntegra
Gustavo Macacko lança seu quarto álbum, ‘Antenas Ancestrais’.
Um álbum diferenciado está entrando em cena influenciado pelo emblemático movimento Mangue Beat que marcou a música brasileira dos anos 90. Macacko conecta suas Antenas com o futuro da Nova MPB, enquanto bebe na fonte das nossas raízes Ancestrais pra apresentar seu novo trabalho.
São 6 faixas produzidas por Marcel Dadalto que misturam o poético rock de Macacko com os beats eletrônicos e as batidas percussivas da nossa cultura popular. Destaque para suas letras inspiradas nos Cantadores nordestinos da Beira do Mar sem perder seu característico tom existencialista que faz de Gustavo um Cronista do Cotidiano, e um letrista reconhecido pela crítica especializada. São 5 composições autorais em parceria e uma versão de um cântico popular do ES.
O Clipe que entrega o álbum é da canção "As Dores do Mundo" com o feat de Chandramukha Swami, gravado no templo Hare Krishna em Teresópolis (RJ) e no Mosteiro Zen Budista em Ibiraçu (ES). O lançamento do vídeo foi dia 02 de junho no canal de Gustavo Macacko youtube.com/gustavomacacko.
Sobre Gustavo Macacko
Músico e compositor capixaba com 25 anos de estrada, hoje desponta como um dos elogiados letristas da nova MPB. Está em fase de lançamento do seu quarto álbum solo "Antenas Ancestrais" misturando o rock nordestino poético, os beats eletrônicos e as batidas percussivas brasileiras com influências do MangueBeat. Já lançou 7 álbuns autorais, 2 EPs e 2 registros ao vivo. Na bagagem traz projetos e parcerias com grandes nomes da música brasileira, 5 tournés internacionais pela Europa, incluindo Festival de Montreux (Suiça), Tomada da Bastilha (França) e Festival Sudoeste (Portugal), além de participações em coletâneas como Fifa Soccer 12 Soundtrack (Internacional), Rock Brasil e Jovens Tardes (Globo). Gustavo Macacko está em tourné pelas principais capitais do Brasil com seu novo show, e segue conquistando cada vez mais público por onde passa.
"Respirar é o que todos nós queremos!" Diz Gui Schwab ao falar do seu novo single que saiu em todas as plataformas digitais no dia 21 de Janeiro. A palavra também resume o anseio de todo planeta por uma nova era onde todos possamos viver com mais tranquilidade.
Composta em parceria com o amigo e cantor campo-grandense Jonavo, Respirar é o primeiro single do novo álbum homônimo. Influenciados pelas notícias sobre a crise climática e a pandemia, surgiu, durante o isolamento, a ideia de relacionar os assuntos utilizando metaforicamente frases que lembram previsões do tempo e a 'tempestade' pela qual todos passamos como um processo de transformação. "Respirar é sobre estar vivo e olhar para o futuro de forma positiva, com fé e esperança. É sobre a importância de cuidar do planeta, respeitar a natureza e sua força implacável!" Comenta Schwab.
O arranjo tem elementos do pop, rock, folk e traz os teclados e synths de Rodrigo Tavares preparando o terreno para o Didgeridoo de Gui Schwab dar o tom na introdução. Segundo o artista, "O Didge tem tudo a ver com a canção, pois é um instrumento de profunda conexão com o meio ambiente!" Esses instrumentos são tradicionalmente feitos a partir de galhos ou troncos de eucalipto que se tornaram ocos pela da ação de cupins; sendo assim, nenhuma árvore saudável é cortada e a maior parte do processo é feita de forma natural. Os povos originários da Austrália o consideram um presente da natureza. Além disso, a técnica fundamental para tocá-lo se chama Respiração Circular, e consiste em puxar o ar sem parar de soprar, possibilitando ao músico tocar sem interrupções no som durante bastante tempo.
Considerado um dos mais antigos do mundo, o instrumento australiano - do qual Schwab se tornou um dos poucos especialistas no país - o levou a participar de diversos programas de rádio e TV como Video Show e CBN Noite Total e se tornou uma assinatura no trabalho do artista que traz na bagagem um Grammy Latino de melhor álbum de Rock Brasileiro pela gravação do disco Sol-te com a ex-banda Suricato em 2015.
A faixa conta ainda com a participação dos músicos Renan Martins na bateria e Ale Matias no baixo, além de piano acústico também tocado por Rodrigo Tavares. Os violões e guitarras foram gravados por Schwab e Juliano Cortuah que também assina a produção do trabalho gravado no estúdio Nave 33, mixado por Vitor Farias e masterizado por Felipe Tichauer. A arte da capa ficou por conta da artista visual Suzane Sho, e o lançamento sai junto com um lyric vídeo assinado por Bárbara Coimbra.
"O que mais se espera no palco, Uma nova era, E o sol brilhará Pra gente Respirar".
Belá Bacelar "Dentro" novo EP
Belá Bacelar é cantora, compositora e atriz são bernadense, radicada em São Paulo. Formada em Artes Cenicas pela UNESP, deu início a sua carreira como cantora ainda cursando o bacharelado, em 2017.
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