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Na noite da "última terça-feira" dia 17 de Maio, a vocalista da banda mineira Pato Fu, Fernanda Takai marcou presença no programa "Studio ao vivo" apresentado e produzido por Marco Fukuyama.
Durante o bate papo Fernanda conta do trabalho atual, em que criou e gravou juntamente com John Ulhoa, músico e produtor, também seu marido, um álbum de estúdio.
Histórias de suas passagens pelo Japão, shows. Falou como os integrantes da banda Pato Fu se conheceram, a participação dela em alguns shows da banda Duran Duran no Brasil, entre outros assuntos.
Confira a entrevista
Canções de quarentena
O baterista, cantor e compositor Lobão, participou dia 10 de Maio "última terça-feira do programa Studio ao vivo na Web Rádio Studio FKM de Osaka no Japão.
Durante a entrevista Lobão fala do álbum com releituras de cancões nacionais em que produziu todo material em seu estúdio na grande São Paulo.
O projeto todo conta com 34 faixas.
Ele explica que todas as músicas gravou sozinho em seu estúdio particular. “Toquei vários instrumentos como violão sete cordas, piano, viola caipira, bateria e pandeiro, por exemplo”.
Durante a preparação desse projeto ele conta que passou 14 horas por dia no estúdio produzindo, isso desde o início da pandemia. Lobão contou com sua esposa que participou nas faixas ‘Tarde em Itapuã’ e ‘Samba do Avião’.
O músico conta ainda que pretende transformar esse projeto em um disco de vinil numa edição de luxo e que vai gravar um CD.
Confira a entrevista com Lobão no programa Studio ao vivo na produção e apresentação de Marco Fukuyama.
A cantora curitibana Sylvestra Bianchi faz um convite à meditação e dança com a energia dos elfos da luz através do single “Dancing with the Elves”, que será lançado no dia 21 de janeiro nas plataformas digitais.
Criadora do Rock Cósmico, Sylvestra une a música com a espiritualidade, através de canções que passeiam pelas vertentes do rock, blues e jazz, com instrumental que desperta uma consciência em cada verso, trazendo um sentir de mensagens de autoconhecimento, amor, alegria, equilíbrio e luz divina.
O Rock Cósmico aborda mensagens espiritualistas, com temas holísticos, de sabedoria, multidimensionais, com energias de seres elementais da natureza, mestres ascensionados, angelicais, divinos e ufológicos.
Seu mais novo single “Dancing with the Elves” traz a energia sutil da natureza dos seres elementais, com a mensagem, melodia e instrumental que conecta os ouvintes a esta atmosfera mágica. Sylvestra compôs a canção recebendo reiki em uma sessão com três terapeutas, após ter muitos sonhos com elfos.
A faixa “Dancing with the Elves” foi gravada em Curitiba no Estúdio AudioStamp de Virgílio Mileo, no dia do aniversário da artista, 26 de outubro de 2021. "Foi a realização de um sonho comemorar o aniversário em gravação com amigos músicos de renome, como Leomaristi, atual Produtor Musical e baixista da Anavitoria, ganhadoras do Grammy, com Henrique Peters, tecladista do Mutantes, Lucas Sangali na bateria e Fabiano Guma, fotógrafo top das galáxias, um time forte que me traz paz de espírito e alegria nas gravações." Comenta Sylvestra.
Além do fonograma, “Dancing with the Elves” contará com um videoclipe que será lançado no dia 9 de fevereiro no canal da artista no Youtube. Gravado e editado por Igor Kosiski & Fabiano Guma, a produção traz a magia dos Elfos e da natureza, a energia sutil dos elementais, traduzindo em vídeo os sentimentos do encontro com a energia, a meditação e a dança com um elfo.
Sobre as expectativas acerca do lançamento, Sylvestra nos conta: “espero que ao ouvir a música as pessoas sintam as energias sutis da natureza e possam se harmonizar, equilibrar e sentir que através da natureza podemos olhar para a vida de uma forma mais positiva e alegre, continuar a sonhar, e buscar forças para realizar os propósitos. É um convite a se conectarem com seus eus superiores, com a alma, através da dança com elfos, e ancorar a luz divina.”
Sylvestra Bianchi é cantora de Curitiba/PR/Brasil, e este nome vem do espiritual para esta missão musical. Administradora e Engenheira Civil, Sylvestra resgatou seu dom de cantar nos processos de autoconhecimento e cura interior através da espiritualidade, e hoje canta com o propósito de levar uma mensagem positiva para as pessoas, no auxílio da paz de espírito.
Tudo começou no final de 2015, após um chamado de guias espirituais para transformar o canto amador em profissional, e em março de 2016, Sylvestra compôs a primeira música “Athena” após um seminário de sagrado feminino, quando então o projeto musical começou a ser desenvolvido.
Entre 2015 a 2019, Sylvestra se dedicou em aprimorar as técnicas vocais, a compor e gravar, realizando o primeiro show em 2017, no John Bull, em Curitiba/PR, e em 2018, no Barbarium Pub, com o convidado especial Mr. Murilo, técnico de guitarra do Zakk Wylde, no comandando da guitarra.
Em outubro de 2019, lançou o primeiro single e videoclipe “Lightworkers”, com alguns shows de divulgação em Curitiba/PR, incluindo o Hard Rock Café.
Com a pandemia, o segundo single “Lemurian Warrior” chegou um ano após o primeiro, em outubro/2020, e em 2021 lançou 3 singles: Athena, Astral Larvae e a releitura de Should I Stay or Should I Go, do The Clash.
Em uma trajetória de 6 anos, Sylvestra enfrentou inúmeros desafios, mas nunca abandonou sua missão. Hoje se sente mais preparada e fortalecida em levar seu Rock Cósmico para o mundo.
Guitarrista , compositor, arranjador, musicoterapeuta em formação e educador, Bruno Lara abandonou a Psicologia quando a vontade de “viver de música” falou mais alto; O talento correspondeu e a música chegou em sua vida para ficar. Começou a estudar Guitarra aos 14 anos de idade e seguiu esse caminho.Em 2014 ingressou na Faculdade de Música, completando o que o levaria a sua identidade musical, baseada essencialmente na música instrumental e improvisada. Desde então, é guitarrista, compositor, professor de música e presença nos palcos da música instrumental carioca. Atualmente está concluindo a Pós-graduação em Musicoterapia, produzindo o quarteto Bruno Lara e a orquestra Brasileira de Guitarras. Onde também atua como guitarrista, compositor e arranjador.Desenvolve seu repertório autoral, que esse ano atinge a marca de 22 álbuns independentes, com o CD Coletânea I.Prêmios:
“Confira o papo com o compositor paranaense Edu Batistel.
Após 20 anos de composições, ele vem lançando suas canções nas plataformas digitais desde 2020.
Ele falou sobre sua paixão pela música e pelo rádio, influências, início da atividade como compositor, inspiração para a feitura de suas canções, a produção delas, entre outras questões do universo musical em que habita.
Anunciou a pretensão de lançar um álbum ainda em 2022 bem como de celebrá-lo por meio de um show. “
Romisson dá mais um passo na carreira e apresenta seu novo single - Você em mim. Com um refrão marcante e um estiloso videoclipe, que explora a sua performance no palco, a faixa é um aperitivo do segundo álbum do artista que está em fase final de gravação.
Você em mim - Single
Bruno Lara, compositor e guitarrista/musicoterapeuta e educador musical, lançou em 2009, aos 24 anos, seu primeiro CD "O que é isso" independente e com produção de Nelson Faria onde mesclou diversos ritmos brasileiros - do baião à bossa.
Agora, Bruno Lara, surge mais maduro e em dose dupla, com seu novo DVD ao vivo e a recente coletânea de sua discografia - "Coletânea I" - que possui influências de Jeff Beck, Frank Zappa, Hermeto Pascoal e Tom Jobim", ou, como diria Nelson Faria "Jazz Rock-temperado". Uma música sensível para todos os ouvidos.
OJIK (DVD) foi gravado em 2021, com produção musical de Bruno Lara nos estúdios da Biscoito Fino e Oasis(Roupa nova), no Rio de Janeiro. Possui 8 faixas, todas compostas por Bruno Lara. Uma das músicas de destaque é "Àkilla, dedicada a sua namorada, na qual "ouviu" as notas da melodia em um sonho - e este é um típico olhar de Bruno.
"Coletânea I " foi remasterizada em 2022, no estúdio Fibra , no Rio de Janeiro, sendo a produzida por Bruno Lara . O CD abre com Conexões 3.0, um Jazz contemporâneo em compassos quebrados, dentre outras faixas bem relevantes de sua discografia - esse cross-over é, talvez, o momento mais representativo do trabalho do músico que ouve, pesquisa e executa os mais variados estilos musicais-;. Ao todo são 14 faixas instrumentais para aprimorar a cultura do gênero.
Guitarrista, compositor, arranjador, musicoterapeuta em formação e educador, Bruno Lara começou sua trajetória musical aos 12 anos, quando estudava com seu pai e ficava atento aos instrumentos orquestrais que tocavam na rádio. Com o tempo, seu pai começou a lhe mostrar como cada instrumento se comportava dentro de uma música, sendo este seu primeiro professor. Aos 14 anos, cortou o seu longo cabelo para poder comprar um modesto violão e iniciar de forma autodidata a sua trajetória musical. Começou a ter aulas de violão aos 15 anos, e apesar da grande dificuldade em aprender, continuou a persistir. Aos 16 anos recebeu de seu pai, uma guitarra elétrica, onde já demonstrava admiração por guitarristas como: Jeff Beck, Jimi Hendrix e David Gilmour. Começou a estudar guitarra em aulas particulares e a gravar em fitas k7, com pequenas composições que vendia para as pessoas próximas. Esse era o momento divisor para um som de música instrumental. Com 18 anos teve o grave incidente de ser diagnosticado com "síndrome do pânico" e a partir daí, sua prática e devoção a música se tornou ainda maior; "eu estava com medo e tinha pouca energia, então, dediquei todo o tempo para compor e tocar".
O álbum Nu Com a Minha Música foi o resultado de tempos complicados que o mundo tem passado, o trabalho representa um mecanismo de libertação, ou como define Ney, uma via para sair da escuridão. É um projeto especial na trajetória de Ney Matogrosso em muitos aspectos, portanto. Emocionais, artísticos, afetivos.
Sem a possibilidade de fazer shows, um álbum de estúdio era o melhor caminho.
Trata-se de um repertório que ele conheceu na voz de outros intérpretes e que o atingiram de imediato, tenham elas vindo da Era do Rádio ou de um compositor da novíssima geração. Em comum, essas músicas prezam por um discurso afinadíssimo com o que Ney desenhou em seus quase 50 anos de carreira fonográfica.
Quando concluiu que tinha as 12 faixas do álbum definidas, Ney Matogrosso foi entender os próximos passos dessa produção tão peculiar, muito diferente de todas as que fez no passado. Por razões óbvias, encontros com os músicos, preparações presenciais ou quaisquer outros tipos de aglomeração estavam descartados. O processo teria que ser um tanto mais solitário, feito remotamente, cada um em seu lugar seguro. Ney tirou os tons pelo telefone, combinou arranjos à distância e chegou às gravações das vozes sem nenhum ensaio. Tudo muito novo. Mas, se por um lado o método trouxe esses entraves logísticos, por outro abriu condições para que o álbum não tivesse que ficar restrito a apenas um estúdio, uma banda, um produtor, como costuma acontecer em tempos de normalidade. Sob essa prerrogativa, Ney foi atrás dos quatro produtores com quem vem trabalhando mais nos últimos tempos. Dividiu o repertório em quatro e entregou um trio de canções para cada um: Sacha Amback, Marcello Gonçalves, Ricardo Silveira e Leandro Braga. Também deu carta branca para que usassem as formações que achassem mais adequadas.
Nu Com a Minha Música é especial também por essas razões, já que o modo de produzir arte modifica necessariamente sua estética. As cores se abriram. Se há no álbum momentos densos de voz e piano, há também o Carnaval e a sacanagem em arranjos grandiosos. Toda essa diversidade criou um roteiro que mistura ficção e memória, como aconteceu também nas melhores obras geradas nesse período pandêmico. Como vimos, o clima tenso da pandemia fez com que nós, os recolhidos, nos voltássemos intensamente para dentro das nossas cabeças. E a música foi quem muito nos acolheu nesses tempos de introspecção. Todo esse sentimento está espelhado no repertório final do álbum de Ney.
The Fevers iniciam turnê de 56 anos pelo Rio de Janeiro
Para comemorar os 56 anos de carreira THE FEVERS estão na estrada, porque sempre é tempo de cantar, dançar e festejar a boa música. E os reis do baile garantem muitos sucessos nos shows que chegam em todo Brasil, com Liebert (baixo), Luiz Claudio (vocal), Rama (guitarra e violão), Otávio Henrique (bateria) e Claudio Mendes (teclados e vocal) comandando a festa. Atualmente, a banda conta com mais de cem mil inscritos em seu canal do YouTube.
Os Fevers iniciam turnê no dia 24 de novembro (quarta) no Rio de Janeiro, quando prometem transformar o palco do Imperator em um grande baile.
“Se hoje chegamos aos 56 anos temos que agradecer a passagem pela Jovem Guarda, aos bailes, aos programas de TV, as rádios e tudo que foi muito importante para o nosso começo, para a nossa história. E gravar um disco era uma vitória naquela época e construímos tudo isso para estarmos hoje nesta comemoração. O tempo passou sem que eu percebesse porque nunca paramos de fazer shows e estar na estrada com os nossos fãs. Construímos uma história muito forte.”, declara Liebert.
Banda que ganhou prêmios e reconhecimento, nacional e internacional, com mais de 50 produtos lançados, entre vinil, cassete, CD, DVD e compilações diversas, o The Fevers tem mais de 13 milhões de cópias vendidas, em um tempo (não tão distante) que contabilizava as vendas de produtos físicos. Nesta lista de sucessos, precisamos destacar as muitas trilhas para novelas da Globo e o sucesso estrondoso em Portugal, com execução das músicas do grupo nas rádios do país até os dias de hoje.
“Nossos sucessos foram em sequência a partir de Agora eu Sei e Cândida. Gravamos o álbum e seguimos sem parar a partir daí. Fomos absolutos no mercado de baile no estado do Rio de Janeiro e, depois, no Brasil. Naquela época, era uma briga para um contratante conseguir uma data na nossa agenda. Não tinha concorrência para nós. Fizemos muitos shows de norte a sul do país e prometemos rodar todo o Brasil com os nossos sucessos, como Mar de Rosas , Vem me Ajudar, Elas por Elas, Guerra dos Sexos e, claro, Cândida e Agora eu Sei.”, declara Luiz Claudio.
O paranaense Pedro Cini, de 19 anos, está lançando “Vambora”. É uma música feita de três canções na verdade. É um samba-pop, uma mistura de samba-rock com pop, e alguns elementos do soul, da música latina e tradicionais da música brasileira. Tinha feito uma melodia e uma parte pequena de uma letra inspirado pela música da Ivete Sangalo, algo que falasse da Bahia (sonhei com ela cantando, sou fã de carteirinha.
Tempos depois, pensei numa outra letra que não fosse tão específica e ficou lá parada. Um dia, viajando pra Minas Gerais, no avião, inspirado pela viagem e por talvez a lembrança de um amor, escrevi um poema, que pensei que podia virar uma letra. Depois, encaixei isso na melodia, e gostei muito do refrão, mas o resto, ainda prometia (aquela coisa de perfeccionista…). Mandei pro Vinícius Compositor, meu parceiro, e ele fez uma letra. Peguei tudo o que eu tinha, uma sugestão de alguém ali outra aqui, e chegou “Vambora”! Uma música com um super astral, gostosa de se ouvir, animada, boa pra sacudir e acho que uma maneira de viver, sem medo, uma paixão.” Um dia depois, vai ser lançado o clipe, gravado no Rio de Janeiro, com locações no Arpoador, Santa Teresa e Corcovado. “Um clipe sen-sa-cio-nal, dirigido pelo Fábio Gavião, que teve a ideia brilhante de gravar tudo em movimento, e partes com um drone. Não tem muito como descrever, a coisa, é assistir, porque é algo assim, surpreendente mesmo!
Agradeço demais, do fundo do meu coração, a todos que fizeram parte disso de alguma maneira! Essa música é de vocês também! E agora vambora escutar “Vambora”, que essa é pra ir e não querer voltar mais.”
Pedro Cini
Pedro Guarinello Lewin ou Pedro Cini, como prefere ser chamado, tem 19 anos e é de Curitiba (PR). Conheceu a música ainda cedo, por influência do que os seus avós ouviam em casa. Apaixonado por música brasileira, revela com orgulho suas referências artísticas e brasileiras, como Ney Matogrosso, Ivete Sangalo e Tim Maia. No começo de 2020, resolveu se jogar e lançar uma música teste, “Talvez uma Canção”, letra que tem produção própria. Com o início da pandemia alguns meses depois, o projeto teve que ser adiado, mas, assim como muitos sonhadores, se reinventou e não deixou nada parado. Por algumas vezes se apresentou na sacada do apartamento onde mora, cantando para os vizinhos isolados.
Em junho, o cantor lançou a música “Meu Vício”, distribuída pela The Orchard, selo digital da Sony Music, que marcou o começo da sua nova fase da carreira. O single foi um sucesso e alcançou a marca de música mais ouvida em Curitiba, pelo Spotify, conquistando a primeira posição na playlist “Viral Curitiba”.
FICHA TECNICA
Voz : Pedro Cini
Bateria : Lucas Sangalli
Violão , guitarra , piano , baixo , órgão : Ricardo Hidalgo
Saxofone : Audryn Silva
Percussão: Márcio Rosa
Trombone :Lauro Ribeiro
Cavaquinho :Lenir de Souza
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