Bolsonaro anuncia seu retorno em março para, segundo ele, liderar a oposição ao governo Lula. Mas vai encontrar um ambiente bastante desfavorável, com sua provável inelegibilidade a caminho, investigações de sua participação nas conspirações antidemocráticas e seu partido, o PL, rachado e seu presidente, Valdemar da Costa Neto contestado internamente.
Mais que isso, surge de forma mais concreta, sua responsabilidade direta na tragédia dos índios Yanomamis, com mortes por desnutrição, doenças e maus tratos. E vítimas do garimpo ilegal e selvagem, que matou e estuprou. Se provada a intenção de dizimar uma etnia, responderá por genocídio.