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Você chega em casa depois de um dia difícil, abre o aplicativo de comida e pensa: “eu mereço”. Mas será que você está com fome?
Neste episódio do Prato de Ciência, recebemos a psicanalista Thais Tortosa para conversar sobre o que a comida diz além do valor nutricional. Ao longo da conversa, discutimos como alimentação, afeto e memória se misturam desde os primeiros momentos da vida, por que recorremos tanto à comida nos momentos difíceis e como a cultura da dieta transforma o comer em culpa, controle e prova de valor pessoal.
Nesta conversa, você vai descobrir:
🍼 Comida e afeto: Como o cuidado e o acolhimento aparecem no primeiro contato com o alimento e moldam nossas memórias corporais e emocionais.
🧠 Três tipos de fome: Qual a diferença entre a fome fisiológica, a social e a emocional, e por que é nessa última que mais nos confundimos.
⚖️ A cultura da dieta: Como a divisão entre alimentos “bons” e “ruins” gera vigilância, ansiedade e culpa.
🪞 Corpo, pressão estética e transtornos alimentares: Por que a cobrança por um corpo ideal atravessa especialmente as mulheres e como ela se relaciona com anorexia e bulimia.
📵 Comer com presença: Pequenas práticas para reconhecer os sinais de fome e saciedade, sem cobrança e respeitando a realidade de cada pessoa.
💛 Quando buscar ajuda: Sinais de que a relação com a comida merece mais cuidado e a importância de procurar apoio profissional.
Sobre a convidada:
Thais Tortosa é psicanalista e trabalha com o tema do comportamento alimentar. É psicóloga do projeto de extensão MESA (Unicamp), voltado à mudança do estilo de vida, e atuou no ambulatório de transtornos alimentares da Unicamp.
🔍 Procure por: Prato de Ciência
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Créditos
Entrevistada: Thais Tortosa
Roteiro: Letícia Aristeu
Produção, Locução e Revisão de Roteiro: Gustavo Torres
Edição de Áudio: Elisa Valderano
Coordenação: Prof. Eric Tobaruela
Apoio administrativo: Laís Glaser
Realização: Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp (FEA)
📩 Contato: [email protected]
📱 Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia
📝 Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/
As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.
Você sabe onde fica a feira livre mais próxima da sua casa? E quando foi a última vez que você frequentou uma? 🧺🍎
No novo episódio do Prato de Ciência, exploramos o papel social e cultural das feiras livres a partir do projeto de extensão Cadê a Feira?, idealizado por estudantes de Ciências Sociais do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp. Conversamos com Pedro Montefusco e Ana Júlia Félix, sob orientação da Prof. Dra. Artionka Capiberibe.
O projeto surgiu da intenção de mapear e divulgar as feiras de Campinas (SP), aproximando a população desses espaços que, embora continuem acontecendo semanalmente, vêm perdendo espaço no cotidiano das cidades. Na prática extensionista, os estudantes vivenciaram os desafios de construir redes de confiança com os feirantes e compreender a feira não como uma ideia idealizada, mas como um ambiente de trabalho real, diverso e em constante transformação.
Mais do que locais de abastecimento alimentar, as feiras são ressaltadas como territórios de convivência, cultura, memória e relações sociais diretas. Ao disponibilizar informações detalhadas sobre horários, locais e produtos em suas redes sociais, o projeto atua como um serviço de utilidade pública para incentivar o resgate da cultura de feira.
Dê o play e descubra como a universidade e a comunidade podem se unir para fortalecer os circuitos locais de alimentação! 🎧✨
Créditos
Texto e Voz: Pedro Montefusco e Ana Júlia Félix
Revisão: Gustavo Torres e Ana Augusta Xavier
Mixagem: Elisa Valderano
Música da vinheta: Tavinho Andrade
Contato e Redes:
📩 Contato: [email protected]
📱 Siga o Prato de Ciência: @pratodeciencia
📱 Siga o projeto no Instagram: @cadeafeira.unicamp
📝 Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/
As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.
Você sabia que a toxina mais letal do planeta pode estar escondida em uma conserva artesanal com aparência impecável?
No novo episódio do Prato de Ciência, abordamos o botulismo: uma doença rara e grave causada por bactérias do gênero Clostridium, capaz de comprometer as conexões nervosas e paralisar os músculos do corpo. Para entender o tema, recebemos Doralice Góes, servidora pública, mestranda em Ciências da Saúde e autora do livro "Botulismo: um risco invisível à vida". Após sobreviver a um quadro severo de botulismo alimentar provocado pelo consumo de um molho pesto artesanal e passar 314 dias na UTI, Doralice transformou sua jornada em missão de vida e conscientização pública.
No bate-papo, discutimos como a bactéria age em ambientes sem oxigênio (como molhos, pimentas e confits), a diferença entre os 5 tipos da doença (alimentar, infantil, intestinal, por ferida e iatrogênico), a importância do binômio tempo/temperatura e do tratamento térmico correto, e como atitudes simples do consumidor, como verificar datas de validade e ferver alimentos suspeitos por 10 minutos, evitam grandes tragédias.
Dê o play e entenda por que a informação é a nossa melhor ferramenta de prevenção antes da primeira garfada!
Créditos:
Locução, Edição e Revisão do Roteiro: Gustavo Torres
Roteiro: Letícia Aristeu
Convidada: Doralice Goes
Edição de Áudio: Elisa Valderano
Coordenação: Prof. Eric Tobaruela
Administração: Lais Glaser
Apoio institucional: FAPESP, Serviço de Apoio ao Estudante da Unicamp (SAE) e Pró-Reitoria de Extensão, Esporte e Cultura da Unicamp (PROEEC)
Contato: [email protected]
Nos siga nas redes sociais: @pratodeciencia
Transcrição do episódio em: https://fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia/
*As publicações e manifestações de docentes, pesquisadores, servidores técnico-administrativos e demais membros da comunidade universitária da Unicamp em meios impressos, páginas da web ou perfis pessoais de redes sociais, ainda que relacionadas a assuntos acadêmicos, são de exclusiva responsabilidade de seus autores, e não representam a opinião da Universidade Estadual de Campinas nem a comprometem.
#PratoDeCiencia #FEAUnicamp #SegurancaAlimentar #Botulismo #SaudePublica #Anvisa #PodcastDeCiencia #PesquisaBrasileira #DiretoDoForno
Você sabia que a biodiversidade da Amazônia pode virar ingrediente probiótico com ajuda da fermentação? 🌳🍞
No novo episódio do Prato de Ciência, a pesquisadora Letícia Cruz apresenta um projeto financiado pelo GFI Brasil (Good Food Institute) que uniu inovação tecnológica e valorização de comunidades tradicionais da Amazônia.
Letícia é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da Unicamp, orientada pelo professor Dr. Ruann de Castro. A partir do conhecimento de cooperativas produtoras de farinha de mesocarpo de babaçu e de castanha-do-Brasil na região de Altamira, no Pará, a equipe aplicou a fermentação com a levedura Saccharomyces boulardii, um micro-organismo probiótico, como ferramenta para transformar essas matérias-primas.
O resultado surpreendeu: a levedura se desenvolveu bem em ambas as farinhas, apontando-as como candidatas promissoras para produtos carreadores de probióticos. A fermentação também aumentou aminoácidos essenciais, como lisina, valina e fenilalanina, e manteve ou até potencializou o efeito antioxidante natural das farinhas, importante na proteção contra o envelhecimento celular e doenças crônicas.
A pesquisa ainda observou inibição de enzimas ligadas à digestão de carboidratos, especialmente na farinha de babaçu, sugerindo potencial para estratégias de controle glicêmico. E, pensando em aplicações práticas, as farinhas fermentadas mostraram propriedades tecnológicas, como capacidade de emulsão e gelificação, favoráveis ao uso em bebidas vegetais, um mercado em crescimento, com destaque para a castanha-do-Brasil.
O estudo já está publicado em acesso aberto (Open Access), garantindo que a ciência chegue a todo mundo.
Dê o play e descubra como a fermentação pode transformar produtos da Amazônia em soluções para a saúde e para o mercado! 🔬🌿
⬇️ Conta pra gente: você conhecia o potencial da farinha de babaçu e da castanha-do-Brasil? ⬇️
Créditos
Texto e Voz: Letícia Cruz
Revisão: Ana Augusta Xavier
Mixagem: Elisa Valderano
Música da vinheta: Tavinho Andrade
Capa Instagram: Vitor Muricy
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Você sabia que pode ser possível tomar insulina sem agulhas, usando apenas ingredientes derivados de alimentos? 💉🌱
No novo episódio do Prato de Ciência, exploramos como a engenharia de alimentos pode transformar o tratamento do diabetes com o pesquisador Fernando Divino, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos da Unicamp, orientado pela professora Rosiane Lopes da Cunha.
A insulina, hormônio produzido pelo pâncreas, regula o nível de açúcar no sangue. Nos casos de diabetes tipo 1 e tipo 2, sua produção ou ação fica comprometida, exigindo tratamento, hoje feito majoritariamente por injeções, um método eficaz porém invasivo e desconfortável. A via oral seria ideal para mimetizar o caminho natural da insulina no corpo, mas enfrenta um obstáculo: o hormônio se degrada durante a digestão.
Fernando compartilha como sua pesquisa desenvolve nanopartículas à base de extrato de feijão branco e quitosana (carboidrato derivado de camarão) para encapsular e proteger a insulina das condições do trato digestivo. Esses materiais possuem propriedades adesivas que aumentam o tempo de permanência do hormônio no intestino, elevando as chances de absorção.
Em testes in vitro, as formulações já conseguiram proteger a insulina da digestão e liberar cerca de 17% do hormônio veiculado. Os próximos passos da pesquisa buscam aumentar essa taxa de liberação, aproximando essa tecnologia de uma alternativa real para o controle glicêmico de pacientes diabéticos.
Dê o play e descubra como a comida pode se tornar aliada no tratamento do diabetes! 🧪💊
Créditos
Texto e Voz: Fernando Divino
Revisão: Ana Augusta Xavier
Mixagem: Elisa Valderano
Música da vinheta: Tavinho Andrade
Capa Instagram: Vitor Muricy
Capa
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📝 Transcrição do episódio em: fea.unicamp.br/pesquisa-3/podcast-prato-de-ciencia
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🍕 Você saberia identificar se um alimento está seguro para o consumo apenas olhando para ele?
No novo episódio do Direto do Forno, partimos de um caso real ocorrido em Pombal (PB), onde mais de 100 pessoas apresentaram sintomas de contaminação e uma pessoa faleceu após consumir pizzas contaminadas por bactérias. Para entender os riscos das Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar (DTHA), recebemos a médica veterinária Maria Gabriela da Costa Franco Silva, especialista em fiscalização e consultoria para serviços de alimentação.
Maria Gabriela desmistifica a falsa ideia de que alimento seguro é aquele com "boa aparência". A especialista explica a diferença fundamental entre qualidade e segurança alimentar, detalhando as classificações das DTHA (intoxicação, infecção e toxinfecção), o papel das bactérias como Staphylococcus aureus e E. coli, a importância da zona de perigo de temperatura e os cuidados essenciais de higienização que devem ser adotados desde os manipuladores até os órgãos fiscalizadores, como a Anvisa.
Dê o play e descubra como pequenos cuidados de higiene e exigências do consumidor podem prevenir graves problemas de saúde pública! 🧠✨
Créditos:
Produção: Carolina Oliveira
Convidada: Maria Gabriela da Costa Franco Silva
Edição de Áudio: Elisa Valderano
Coordenação: Prof. Eric Tobaruela
Administração: Laís Glaser
Apoio: FAPESP, SAE Unicamp, PROEEC Unicamp
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Você sabia que um simples grão de mostarda esconde compostos poderosos para a sua saúde, mas que nem sempre nosso corpo consegue aproveitar tudo? 🧐🌱
No novo episódio do Petiscos, exploramos a fronteira entre a nanotecnologia e a biologia vegetal com a engenheira de alimentos Stefany Nunes, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da FEA-Unicamp. Sob orientação do Prof. Dr. Ruann de Castro, Stefany investiga como potencializar as propriedades bioativas dos grãos de mostarda.
A pesquisa foca no processo de germinação, momento em que ocorrem mudanças bioquímicas naturais que aumentam os nutrientes. A inovação está no uso de nanopartículas para modular esse processo. Stefany compartilha como diferentes concentrações dessas partículas podem induzir a síntese de enzimas e aumentar o potencial antioxidante e antidiabético dos brotos.
O estudo revela que, na dose certa, a nanotecnologia pode ser uma aliada da sustentabilidade e da saúde, protegendo cultivos de estresses ambientais e entregando alimentos com maior valor funcional ao consumidor.
Dê o play e descubra como a ciência dos pequenos detalhes está redesenhando o que chega ao seu prato! 🔬✨
Créditos
Texto e Voz: Stefany Nunes
Revisão: Ana Augusta Xavier
Mixagem: Elisa Valderano
Música da vinheta: Tavinho Andrade
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🌾 "Esta cova em que estás
Com palmos medida
É a conta menor
Que tiraste em vida
É de bom tamanho
Nem largo nem fundo
É a parte que te cabe
Deste latifúndio" 🧑🌾💔
No emblemático episódio de número 100 do Prato de Ciência, o apresentador @gusttorresc abre o programa com os versos profundos de Funeral de um Lavrador, de João Cabral de Melo Neto, para introduzir um debate histórico relacionado à alimentação: a Reforma Agrária no Brasil!
Se nosso primeiro tema do podcast foi a fome, o centésimo traz o debate de um dos problemas estruturais do Brasil que a originam de acordo com Josué de Castro: a estrutura agrária brasileira. Mas afinal, o que é Reforma Agrária? Onde aconteceu? Como aconteceu? Para que serve?
Para nos ajudar a compreender esse cenário complexo, recebemos a Professora Yamila Goldfarb. Ao longo da conversa, são discutidos os reflexos do latifúndio na sociedade brasileira, os desafios enfrentados pelos trabalhadores rurais e como a distribuição justa da terra se conecta diretamente com a produção sustentável de alimentos e com a segurança alimentar da população.
Um episódio especial de celebração do centésimo programa do podcast, que reforça o compromisso da divulgação científica séria em enfrentar tabus e analisar o fenômeno da alimentação por meio de múltiplas áreas do conhecimento.
✨ Será que a justiça social no campo é o ingrediente fundamental para a soberania alimentar do nosso país? Abra o seu tocador favorito e acompanhe esta reflexão indispensável! 🎧✨
Yamila Goldfarb é doutora em ciências humanas pela Universidade de São Paulo. Tem Pós Doutorado em Desenvolvimento Territorial da América Latina e Caribe pelo Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais da UNESP. É professora visitante na Universidade Federal do ABC e professora no Programa de Pós Graduação em Economia Política Mundial da UFABC. Desenvolveu pesquisas nos temas de geopolítica, planejamento territorial rural, sistemas agroalimentares, movimentos sociais e segurança alimentar e nutricional com ênfase na financeirização da agricultura no sul global. É Presidente da ABRA (Associação Brasileira de Reforma Agrária), membro da Rede Arandurã - Rede regional de políticas públicas com perspectiva de direitos humanos para enfrentar contextos críticos e de emergência do MERCOSUL e membro do GT CLACSO - Estudios Críticos del Desarrollo Rural.
⬇️ Conta pra gente: você já conhecia a discussão sobre a reforma agrária por esse olhar? ⬇️
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Créditos
Entrevistada: Yamila Goldfarb
Locução, Revisão e Edição de Roteiro: Gustavo Torres
Produção: Letícia Aristeu
Edição de Áudio: Elisa Valderano
Coordenação: Prof. Eric Tobaruela
Apoio administrativo: Laís Glaser
Realização: Programa da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp (FEA)
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🍜 Você já ficou com água na boca assistindo a um prato sendo preparado em um animê?
No novo episódio do Petiscos, mergulhamos na intersecção entre cultura de fã, culinária e redes sociais com a pesquisadora Ayumi Fugie, graduada em Comunicação e Multimeios pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Ayumi compartilha os resultados de sua pesquisa que investigou como fãs deixam de ser espectadores passivos para se tornarem produtores culturais ativos.
O estudo focou na análise de vídeos do perfil @issagrill no TikTok, que recria os famosos pratos das animações japonesas.
A pesquisa revela que esses conteúdos vão muito além de simples tutoriais educacionais. Eles proporcionam uma experiência audiovisual que reproduz os movimentos dos personagens e até efeitos sonoros originais dos animês.
O objetivo não é apenas copiar o visual, mas reproduzir o modo de preparo, o sabor e a performance de degustação na vida real.
Dê o play e entenda como a cultura participativa transforma a ficção em pratos muito reais na timeline do seu TikTok! 📱✨
Créditos
Texto e Voz: Ayumi Fugie
Revisão: Carolina Xavier
Mixagem: Elisa Valderano
Música da vinheta: Tavinho Andrade
Capa: Gustavo Torres
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🛒 Você tem a sensação de que o carrinho de compras está menor, mas o valor no caixa continua pesado? 💸📉
No novo episódio do Prato de Ciência, conversamos com o Prof. Valter Palmieri, economista e doutor em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp, sobre um tema que mexe diretamente com o bolso e a saúde de todos nós: a inflação dos alimentos!
O professor é autor de um estudo profundo, realizado pela ACT Promoção de Saúde com apoio da Cátedra Josué de Castro, Instituto Fome Zero e o Gepad/UFRGS, que revela como o preço da comida no Brasil tem subido de forma constante e acima da inflação geral nas últimas duas décadas. Discutimos desde as causas estruturais, como o avanço das commodities (soja, milho e cana) reduzindo o espaço do nosso feijão, até a nossa enorme dependência de fertilizantes químicos importados. 🌾🌎
O papo também traz um alerta importante sobre o conceito de "inflação invisível": quando o preço de um produto de supermercado aparentemente não muda, mas a indústria substitui os ingredientes tradicionais por substitutos muito mais baratos e aditivos artificiais, reduzindo silenciosamente a qualidade nutricional e sensorial do que consumimos. 🍫🕵️♂️
🤔 Em um país que é um dos maiores produtores agrícolas do mundo, por que comer bem continua sendo um desafio para tanta gente?
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Créditos
Locução, Edição e Revisão do roteiro: Gustavo Torres
Edição de Áudio: Elisa Valderano
Produção: Letícia Aristeu
Coordenação: Prof. Eric Tobaruela
Administração: Lais Glaser
Apoio institucional: Fapesp, Serviço de Apoio ao Estudante da Unicamp (SAE) e Pró-reitoria de Extensão, Esporte e Cultura da Unicamp
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