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Na última coluna Fala Cientista - Embrapa em Campo de 2025, o chefe geral da Embrapa Instrumentação José Manoel Marconcini fala sobre o importante papel da Embrapa na formação de profissionais de alto nível.
Nos últimos meses, o número de feminicídios no Brasil e, em específico, em algumas cidades, como São Paulo, atingiu níveis recordes, com mais casos registrados do que em anos anteriores. A cada 6 horas, um homem assassina uma mulher no país, o que demonstra que o país tem sido tolerante com a violência contra a mulher. Enquanto isso, a verba destinada ao combate à violência contra a mulher é congelada ou não é utilizada. Para conversar com a gente, convidamos a professora Jacqueline Sinhoretto,que é docente do Departamento de Sociologia da UFSCar e coordenadora do GEVAC, o Grupo de estudos sobre violência e administração de conflitos.
O ano está terminando e temos a última coluna Fala Cientista - Por Dentro da Ciência de 2025 - o ano da física quântica e suas tecnologias, hein? E nesta terça-feira, o professor do Departamento de Física da UFSCar, Adilson de Oliveira, faz uma retrospectiva sobre o que conversamos aqui durante este ano.
O congresso nacional derrubou, em sessão conjunta realizada entre a Câmarados Deputados e o Senado Federal, uma série de vetos do Presidente Lula e retomou regras aprovadas anteriormente que fragilizam o processo de licenciamento ambiental noBrasil e, por consequência, fragiliza a proteção ao nossomeio ambiente. A decisão dos congressistas contrariou apelos do Palácio do Planalto,de entidades da sociedade civil e de ambientalistas. A avaliação é de que a medida representa um retrocesso na proteçãodo meio ambiente.
Na conversa com a professora Carolina de Albuquerque, que é pesquisadora do CEDA–o Centro de estudos em democracia ambiental da UFSCar e professora da faculdade de direito da Universidade Federal de Rondônia,você vai entender melhor quais são as consequências dessa decisão para o meio ambiente e para o país.
Na coluna Fala Cientista - Saúde na Infância desta semana, a professora do Departamento de Medicina da UFSCar, Esther Ferreira, traz o último episódio sobre tecnologias e inovações em saúde infantil.
Assentamento ‘Capãodas Antas’, uma medida que vai beneficiar 150 famílias agricultoras, que produzem alimentos, cestas agroecológicas e outros produtos. Essa é a primeira vez que uma Pefeitura Paulista transfere uma área ao INCRA com esse propósito, já que, em geral, os municípios retomam as áreas ocupadas em vez de destiná-las à reforma agrária. Agora, essas famílias poderão regularizar suas produções e acessar políticas públicas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar na região. Em uma parceria de quase uma década, a UFSCar já desenvolveu diagnósticos social, produtivo e econômico , promoveu consultorias em diferentes assuntos e capacitações, assim como articulou colaborações para fortalecer o empreendimento social e gerar renda para os agricultores. Agora, através de projetos de extensão, a Universidade mantém o suporte da produção agroecológica ao comércio justo, ou seja dos quintais às feiras.
Nesta edição do Estação 953, confira a participação da pedagoga Givânia Maria da Silva, uma das principais lideranças quilombolas do Brasil, em mais um evento de comemoração aos 55 anos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A professora fala sobre a necessidade de reconhecer e integrar aos currículos acadêmicos os saberes e conhecimentos produzidos por grupos sociais historicamente excluídos das universidades. Ela defende que é preciso desconstruir o modelo tradicional — criado para elites e baseado no pensamento europeu branco — e valorizar, na bibliografia dos cursos de graduação, os saberes indígenas, afro-brasileiros, quilombolas, tradicionais e populares, para que possamos construir universidades mais conectadas com a realidade brasileira.
“É preciso que as epistemologias tradicionais sejam reconhecidas como legítimas. Não basta ingressar. Pessoas pretas, quilombolas, indígenas também precisam falar por si e ter o conhecimento que produzem validado. O conhecimento é diverso e dinâmico, assim como a própria natureza humana. A ciência precisa ser plural”, defende a dona de uma das principais vozes nacionais em educação quilombola, direitos territoriais e temas relacionados à população negra rural.
Na UFSCar, a professora também abordou a importância de uma educação que respeite a ancestralidade, o território, a diversidade e a justiça social — uma educação que seja instrumento de resistência, de reconstrução histórica e de valorização de identidades tradicionalmente marginalizadas. Além da crítica à ciência colonizadora, Givânia da Silva propõe caminhos para uma necessária revolução nos conteúdos que formam os profissionais nas Instituições de Ensino Superior brasileiras.
O programa ainda é uma oportunidade de conhecer a trajetória de Givânia, a primeira pessoa quilombola a integrar a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação.
No próximo dia 18, a Embrapa Instrumentação completará 41 anos. O centro de pesquisa nasceu com uma característica multidisciplinar, algo que parece óbvio nos dias de hoje, mas que não era na década de 80. Na coluna Fala Cientista - Embrapa em Campo de hoje, o pesquisador Paulo Estêvão Cruvinel, um dos fundadores da Embrapa Instrumentação, fala sobre a diferença dos conceitos de mono, multi, inter e transdisciplinaridade, e dá alguns e exemplos ligados à história da Embrapa Instrumentação.
Estudos mostram que o ambiente universitário tem produzido sofrimento, ansiedade e depressãoem professores. Mas, a falta de saúde mental afeta a categoria em todos os setores. O estado de São Paulo tem, em média,95 afastamentos diários de professores por saúde mental, segundo levantamento do Centro do professorado paulista com base em dados da Diretoria de perícias médicas do estado. Entre janeiro e setembro deste ano, foram registradas 25.699 licenças médica concedidas a professores da rede estadual por transtornos mentais e comportamentais. São carlos, Araraquara e outras 24 cidades da região central do estado de São Paulo registraram 565 licenças médicas por transtornos mentais de professores da rede estadual, entre janeiro e setembro de 2025. O número equivale a uma média de dois afastamentos por dia por doenças como ansiedade e depressão. Conversamos com o psicólogo e professor do Departamento de Educação, Eduardo Pinto e Silva.
Na coluna Fala Cientista - Direito ao Ponto desta semana, o professor Renato Barros fala sobre o décimo terceiro salário.
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