Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Uma Igreja Complicada: Ação e Doação (1 Coríntios 16) #rpsp
    Uma Igreja Complicada: Ação e Doação (1 Coríntios 16) #rpsp
    Generosidade se aprende. Generosidade se desenvolve. Diante de uma necessidade, podemos sentir que a solução nos inclui. Se achamos que proclamar a mensagem de Jesus Cristo ao mundo é dever nosso, procuraremos participar. Não basta termos o desejo de participar. Precisamos de disciplina. Há pessoas que desejam ser dizimistas, mas não se disciplinam. Os domingos passam e o dinheiro não sai da sua conta para a conta da igreja de que participa: mês após mês, a história se repete. Quem é assim deve fazer como um homem, proprietário de uma farmácia. Ele dava o seu dízimo todos os domingos. Seu método para ser fielmente generoso, era o seguinte. A cada dia, ao fechar o caixa, ele separava o lucro e, do lucro, separava dez por cento e colocava num envelope. No sábado, à noite, ele fazia a mesma operação. Sua última ação era juntar o dinheiro dos envelopes e reservar. Na manhã, seguinte, domingo, no momento em que sua igreja abria a oportunidade para a entrega, ele se levantava e colocava diante de Deus o seu dízimo. Ele ficou doente. Durante o tempo da sua enfermidade, não pôde levar seu envelope para a igreja. Recuperou-se e retomou sua rotina. Algum tempo depois, ficou doente mais longamente e faleceu. Antes que ele fosse internado pela última vez, durante algumas semanas, seus familiares, no momento do ofertório, entregavam o envelope que ele tinha separado. Esse homem era generoso e disciplinado.
    Eis o que precisamos ser: alertas, firmes, corajosos e fortes. Precisamos estar alertas porque Satanás anda ao nosso redor, esperando pelo nosso descuido. Por ter-se descuidado, Pedro negou a Jesus três vezes. Não queremos fazer o mesmo. Não queremos negar a Jesus sequer uma vez. Precisamos ser firmes para caminhar sempre no novo e reto caminho que Deus preparou para nós. Ao lado dele, há outros caminhos que poderemos trilhar se não ficarmos firme. Precisamos ser corajosos, sabendo que, se formos aonde Deus quer que vamos, ele vai na nossa frente. Precisamos ser fortes. Para que sejamos assim, precisamos que Deus nos fortaleça.
    AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    24 min
  • Uma Igreja Complicada: Ressurreição - Uma Família Eterna (1 Coríntios 15) #rpsp
    O nosso presente é possível porque no passado Jesus Cristo morreu e ressuscitou por nós. O nosso presente é possível porque no futuro Jesus Cristo voltará para nos fazer ressuscitar e viver para sempre com ele num tipo de vida radicalmente diferente da que conhecemos e vivenciamos. Nós vivemos segundo o que cremos. Se cremos que Jesus Cristo veio, nós o oferecemos a todos quantos podemos; se cremos que ele voltará, queremos que outras pessoas nos acompanhem nessa jornada sem fim pelo tempo sem relógio da eternidade. A história humana terá um fim quando o mal for aniquilado de modo terminal. O presente geme pela atuação dos domínios, autoridades e poderes. Nossa vida hoje pode ser marcada pelo gemido, mas esta história terá um fim. Não há inimigo que não seja derrotado. Aquele que derrotou o inimigo definitivo, que é a morte, tornada relativa, derrotará qualquer outro tipo de inimigo. A morte não venceu Jesus; graças a ele, a morte não nos vencerá. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    42 min
  • Uma Igreja Complicada: Êxtase, Ordem e Mulheres (1 Coríntios 14) #rpsp
    Todos estamos a caminho de nos tornarmos maduros. Maturidade é um processo, de baixo para cima, mas sem topo. A pessoa madura gosta de vencer, mas vencer verdadeiramente, sem equívocos, sem gritos, sabendo que perder também pode ser vencer. A pessoa madura dispõe-se a ceder, seja a vez numa fila, a mão numa caminhada, o dinheiro numa necessidade, a vitória numa discussão. A pessoa madura sabe que não é verdadeiramente livre porque há pesados condicionantes à liberdade, que implica pesada responsabilidade. A pessoa madura alegra-se em aprender, como o professor que estuda, como o pastor que ouve, como o jovem que presta atenção. A pessoa madura pergunta quando não sabe e pergunta quando sabe. A pessoa madura dialoga com o seu passado pessoal, mas não se deixa escravizar por ele. A pessoa madura cala-se quando o silêncio é santidade. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    44 min
  • Uma Igreja Complicada: Amor - O Caminho Mais Excelente (1 Coríntios 13) #rpsp
    O amor é um caminho, e isso indica uma de suas características: aprende-se a amar. Nenhum de nós sabe amar. Quando éramos crianças (1Coríntios 13.11), só sabíamos ser amados; quando adultos, devemos saber amar. O natural é ser amado; amar é um dos sinais da espiritualidade cristã. O amor é fruto do Espírito Santo (Gálatas 5.22-23). Muitas vezes, ficamos felizes em ter avançado um pouco e conseguirmos retribuir o amor que recebemos. Essa, no entanto, ainda não é uma condição de maturidade. Portanto, não estranhe a sua dificuldade de amar a partir da sua própria iniciativa. Para amar de fato, você precisa de duas atitudes. A primeira é reconhecer que é amado por Deus. Deus já o ama, mas seu amor universal (expresso na criação e na encarnação) pode se tornar pessoal quando você se sente particularmente querido por ele. A vida cristã, que produz amor, começa com a experiência da cruz e da ressurreição de Cristo, que nos coloca inteiramente no Reino do Pai. A segunda atitude é amar a Deus. Se você amar a Deus, você vai amar o outro. Se você não ama seu próximo, isso quer dizer que não ama a Deus, mesmo que cante louvores ele; nesse caso, faz dele e de você mesmo, mentirosos. (1João 4.20 e 5.10). Quando você ama Deus, ele o ensina a amar. Por isso, qualquer tentativa de amar sem a presença do Espírito de Deus resulta em fracasso. Amar as pessoas é mais importante do que falar todos os idiomas da terra e dos céus. Comunicação sem amor não tem valor. Podemos alcançar o máximo em termos de espiritualidade, mas se nossa espiritualidade não for motivada pelo amor, não nos aproximará de Deus. A religião deixará de ser rotina quando for permeada pelo amor. A religião deixará de ser espetáculo quando for motivada pelo amor. Amar as pessoas é mais importante do que conhecer a Bíblia e ter capacidade de explicá-la. Conhecimento sem amor não tem valor. Podemos impressionar as pessoas com nossas ações em favor delas, mas nossas ações só farão sentido efetivo para elas se as amarmos (sem qualquer interesse além do amor em si). Mesmo a ação social mais competente e mais sacrificial, visando à transformação das pessoas e das comunidades, não terá valor se não tiver o amor como razão essencial. Se a motivação dos nossos compromissos for o amor, nossas ações serão de grande valor. O amor é o único sentimento que ultrapassa a dimensão do tempo. O amor é a condição essencial para que a vida valha a pena. Tudo o que temos e sabemos vai desaparecer, só não vai morrer o amor que sentimos. Ele permanece para sempre. Até os dons que Deus nos dá vão desaparecer. O dom maior — que é anunciar verdades espirituais — vai desaparecer. O dom mais espetacular — que é falar línguas espirituais — vai desaparecer. O dom mais racional — que é conhecer — vai desaparecer. A fé, que salva, vai desaparecer. A esperança, que nos faz olhar para a frente e para cima, vai desaparecer. O amor não vai acabar sob hipótese alguma. Antes, quando Cristo assumir o comando do universo e a perfeição se estabelecer, o amor estará presente. Vamos entrar no céu por causa do amor. Vamos entrar no céu pelas mãos do amor. No céu o amor será o nosso sentimento, nesse caso perfeito. No céu amaremos de modo perfeito. Se você quer amar, ame a Deus. Ele capacitará você a amar. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    30 min
  • Uma Igreja Complicada: O Corpo de Cristo (1 Coríntios 12) #rpsp
    Para que possa ser descoberto, o dom exige compromisso com Deus. Para que possa ser aperfeiçoado, o som exige compromisso com Deus. Para que não se torne motivo de vaidade, o dom exige compromisso com Deus. O dom se desenvolve no exercício. Deus o dá, mas não o dá já desenvolvido. Nesse sentido, seu desenvolvimento se assemelha ao talento (habilidade natural). Mesmo sendo espiritual, o dom precisa ser aperfeiçoado. Não tenha medo de ter consciência do seu dom. Essa consciência vai implicar trabalho, mas valerá a pena, porque você não só estará sendo útil como estará crescendo em direção à maturidade e à santidade. Não tenha medo de usar o seu dom. O uso vai tornar você pessoa cada vez mais controlada pelo Espírito Santo, mas vale a pena viver no sobrenatural. O natural não esgota a realidade humana. Viver pela razão não nos completa, porque essa seria uma vida incompleta. Não tenha medo de crescer. Não tenha medo de conhecer a Deus. Não tenha medo de ser santo. Não ponha o seu dom acima de Cristo e seus valores. O uso dos dons espirituais é real, mas deve ser submetido a Cristo e aos valores éticos. Dom e ética não podem estar separados. Se alguém diz ter dom, mas não vive a moral de Cristo, certamente não o tem ou está se confundindo para sua própria destruição. Não despreze a sua igreja. A verdadeira espiritualidade conduz o crente para dentro da igreja local, onde desenvolverá seu compromisso com o senhorio de Cristo. Qual seria o melhor itinerário para isso? No século 1º. a.C., o general Pompeu comandava uma embarcação na qual os marinheiros estavam tomados pelo medo. Para animá-los, o militar disse o seguinte: “Navegar é preciso; viver não é preciso”. Com isso, ele queria dizer que ninguém devia deixar de navegar por causa do medo de morrer. Algumas pessoas têm tomado a frase do comandante militar como querendo dizer que navegar é “preciso” no sentido de que a embarcação segue um itinerário, fixo, “preciso”, e que viver não é “preciso” no sentido de que a vida está sujeita a muitas variáveis. No entando, precisamos de um alvo para a nossa vida. A melhor maneira de viver é com base num alvo final a ser alcançado. O alvo intermediário de todo cristão é parecer-se mais com Jesus Cristo, sabendo que sua pátria final é o céu, razão pela qual o cristão é docemente cativo da esperança. Viver com um alvo significa viver com base num projeto de vida, mesmo que sujeito a variações. É um caminho feito segundo as instruções de quem conhece todos os caminhos (Hebreus 10.20). Nosso caminho dever ser feito com justiça (Filipenses 1.11), verdade (Tiago 5.2), paz (Hebreus 2.4) e constância (Tito 2.2). Deus nos abençoa nesse caminho. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    39 min
  • Uma Igreja Complicada: Culto e Humildade (1 Coríntios 11) #rpsp
    Uma Igreja Complicada: Culto e Humildade (1 Coríntios 11) #rpsp
    Embora ainda estivesse falando do tema da adoração, Paulo escreve para corrigir práticas as­sociadas à celebração da Ceia do Senhor. Três assun­tos o estão preocupando. (1) A igreja está abusando do agape (festa do amor) que acompanha essa cele­bração, como mostram os versículos 17-22. (2) A igreja não está levando a sério essa celebração, ou deixando de seguir a forma estabelecida por Jesus, como mostram os versículos 23-26. Paulo reafirma essa forma, e insiste no fato de que a cerimônia é uma “lembrança ou memória” (11.24,26), uma opor­tunidade para nos colocarmos novamente ao pé da cruz. (3) Algumas pessoas na igreja estão participan­do da Ceia “indignamente”, como mostram os versículos 27-34. Aqui a falha é a maneira indigna (11.27) de participar. O problema não é a forma da celebração mas a atitude do celebrante. Aqueles que se aproximam com soberba, ignorando pecados não confessados, se arriscam a desagradar a Deus, poden­do vir a sofrer enfermidades e até mesmo a morte física. A Ceia do Senhor reverencia um sacrifício fei­to para nos libertar do grilhão do pecado. Não pode­mos participar dignamente, se estivermos chafurdan­do alegremente nas presas do pecado e, dessa forma, negando o propósito da morte de Cristo. Nos últimos 30 anos tem sido dada muita atenção à sociologia da igreja de Corinto, e a maior parte das tensões que existiam dentro desse corpo foram atribuídas a uma estratificação social pré-existente. Quanto às refeições que compartilhavam, em um mesmo jantar aqueles que pertenciam a diferen­tes classes sociais iriam normalmente receber quan­tidades e qualidades muito diferentes de alimentos. Aparentemente, essa prática comum era seguida por algumas pessoas de Corinto que serviam como anfi­triões nas reuniões da igreja; e esta prática trouxe como resultado a divisão! Ao seguir essa prática... “desprezais a igreja de Deus e envergonhais os que nada têm” (11.22).
    Uma interessante seção das cartas de Plínio suge­re uma maior sensibilidade ao impacto desse trata­mento do que aquela mostrada pelos cristãos de Corinto aos seus irmãos.
    "Aconteceu que fui jantar com um homem —em­bora não fosse seu amigo particular —cuja elegante parcimônia, como ele chamava, pareceu-me uma espécie de mesquinha extravagância. As melhores iguarias eram colocadas à sua frente e à frente de alguns seletos escolhidos, enquanto refugos baratos eram servidos ao restante dos pre­sentes. Ele até despejava o vinho em minúsculos frascos, divididos em três categorias, não para dar aos seus convidados a oportunidade de escolher, mas para tornar-lhes impossível recusar o que
    estava, sendo oferecido. Uma quantidade era des­tinada a ele e a nós; a outra, a seus amigos meno­res (todos os seus amigos eram graduados) e a terceira para seus homens livres e também para os nossos. Meu vizinho de mesa notou esse fato e perguntou se eu o aprovava. Respondi que não. “Então como você faz?”, quis saber. “Sirvo o mesmo a todos, pois quando convido alguém, não é para uma refeição, nem para fazer uma distinção de classes; eu os convido como iguais à mesma mesa, portanto em tudo lhes dou o mes­mo tratamento”. “Até aos homens livres?”, “Cla­ro, pois eles são meus companheiros de refeição, não escravos libertados". ‘‘Mas isso deve custar muito dinheiro”, “Pelo contrário”. “Como assim?, “Porque meus homens livres não bebem o mes­mo tipo de vinho que eu; eu é que bebo o deles”.
    O mesmo deve acontecer na igreja, diz Paulo. Quando os crentes reúnem-se para o banquete do amor, e para celebrar a morte de nosso Senhor, sua intenção não é fazer uma distinção social. Todos são igualmente convidados do Senhor ressuscitado, todos são iguais aos Seus homens livres, cuja liberdade foi comprada ao custo do sangue de nosso Salvador. RICHARDS, Comentário Histórico-Cultural da Bíblia
    42 min
  • Um Igreja Complicada: Tentações (1 Coríntios 10) #rpsp
    A Bíblia é a Palavra inspirada de Deus. Se cremos nessa verdade, creremos na promessa de que as dificuldades pelas quais passamos são comuns a todos os homens. Se cremos, creremos que Deus é fiel. Se cremos, creremos que ele está no controle da nossa vida, até mesmo no controle das tentações que sofremos. Se cremos, creremos que, quando tentados, o próprio Deus dará um jeito de nos livrar, providenciando uma saída, nem que seja a de José (de sair correndo nu pela rua para não pecar). Quando os heróis são condenados como bandidos, ficamos perplexos. Sempre precisamos de teorias para compreender os fatos, como se os fatos não se explicassem por si mesmos. Os fatos fazem parte da natureza humana. O fato de, por exemplo, termos sido honestos em todo o tempo da nossa vida até hoje não garante que o sejamos amanhã. Quem está de pé — adverte a Bíblia — deve vigiar para não cair. As pessoas boas são capazes de comportamentos imorais. Quando cometem crimes, as pessoas boas precisam pagar por eles, a menos que queiramos ver triunfante a ideologia da impunidade, com a qual uma sociedade não subsiste. Tendo isso em mente, Paulo então nós dá os fundamentos para nossa liberdade. Nós fomos retirados do reino das trevas e habitamos o território da luz, tendo sido conduzidos pela nuvem de Deus, sobrevivido a todo tipo de tempestade e batizados pelo Espírito Santo. Portanto, o único manjar que nos deve dar prazer é o manjar de Deus. A fonte do nosso alimento é Cristo. Não podemos colocar nenhum desejo acima da glória de Deus. Se o fizermos, estaremos sendo idólatras, ao trocar nosso prazer em Deus pela satisfação desses desejos. Qualquer coisa que façamos e que nos afasta dele é idolatria. Assim, atitude idolátrica é qualquer ação que toma o lugar do nosso amor por Cristo. Deus nos tornou livres e temos o dever de manter a nossa liberdade. Essa liberdade não é um salvo-conduto para uma vida imoral, como a sociedade em que vivemos. A preservação dessa liberdade quer dizer que devemos olhar para a vida de modo responsavelmente crítico. Ninguém pode pensar por nós. Em todas as nossas ações devemos considerar as consequências. Devemos viver segundo os valores de Deus, sem concessões aos padrões do nosso tempo, por mais “lógicos” que pareçam. Deus não quer que os que bebem do cálice da graça de Deus venham a misturar o seu líquido com a graxa suja que unta os motores do mundo. Isso não quer dizer fuga da vida. Separarmo-nos para Cristo não significa separarmo-nos das pessoas para quem Cristo também veio. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia.
    29 min
  • Um Igreja Complicada: Privilégios e Sacrifícios (1 Coríntios 9) #rpsp
    Como somos seres sempre em busca de aceitação, temos dificuldade para conviver com as críticas que — este é o problema — são feitas pelos críticos. Uns são amorosos e outros impiedosos. Uns têm mãos ásperas e não usam luvas. Outros são cuidadosos e revestem as palavras com veludo.
    1. Devemos saber que seremos criticados, a menos que não estejamos fazendo nada. Se nos envolvermos, seremos criticados.
    2. Devemos ter a coragem de aceitar a crítica, nunca impedindo que o crítico faça o seu trabalho, mesmo que nos fira porque a consideramos injusta ou inoportuna.
    3. Devemos nos lembrar que nós também criticamos. E quando o fazemos, queremos ser ouvidos.
    4. Devemos admitir que nossos críticos podem estar, dolorosamente, com a razão.
    5. Devemos cuidar para que, diante das críticas que julgamos inaceitáveis, não desclassifiquemos o crítico ao pôr o foco na pessoa que fala e não no que ela fala.
    6. Devemos esquecer os críticos e prestar atenção nas críticas, porque nunca sabemos a intenção dos que nos criticam, uma vez que podem estar apenas mostrando erudição ou “santidade” ou podem estar desejando o nosso lugar.
    7. Devemos ficar atentos para não perder tempo em nos explicar, a menos que os críticos queiram realmente nos ajudar a superar nossas limitações. Explicar é um modo de rejeitar.
    8. Devemos nos preparar para tirar proveito das críticas, mesmo das banais. Podemos transformar as coisas ruins em boas.
    9. Se a crítica for procedente, devemos fazer um plano para mudar nossa prática. Se ela não tem fundamento, vinda como que de cães que ladram à toa, sigamos com a nossa caravana.
    Temos que, após o impacto da crítica, nos prepararmos para a conquista. Quando disputa um campeonato, o time tem uma meta clara, que pode ser a conquista do título ou a classificação para outro campeonato ou a permanência na primeira divisão. Quem quer participar de uma maratona (nem falo dos que querem vencê-la) precisa acordar cedo, preparar-se e treinar, treinar, treinar, esmurrando, como disse Paulo, o seu corpo, para torná-lo capaz de ir além. Fazem isso porque têm um alvo. Boa parte de nós não esmurra o seu corpo porque não tem um alvo, seja profissional, relacional, emocional ou espiritual. Quem não tem um alvo é um derrotado, mesmo que não o saiba. O primeiro caminho para uma vida vitoriosa é ter um alvo, de preferência difícil, que exija esforço. O segundo é esforçar-se para alcançá-lo. Quais são os seus alvos? (Faça uma lista, por escrito.) O que tem feito para realizá-los? (Elabore um programa de ação.) Há mais da vida para os que querem mais da vida. Muitos de nós disputamos o campeonato da vida, mas não sabemos o que queremos alcançar. Não dá para correr sem alvo. Não dá para socar os punhos no ar. Quando sua vida estiver chegando ao fim, o que você gostaria de ter conquistado? Isso deve ser definido agora. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    30 min
  • Uma Igreja Complicada: Liberdade com Responsabilidade (1 Coríntios 8) #rpsp
    O que fazemos da liberdade? Podemos fazer o que queremos, não importando as consequências para nós mesmos. Podemos fazer o que desejamos, mesmo que nossas ações tragam danos ao nosso próximo. Diferentemente, podemos manter sempre diante de nós o valor da liberdade com responsabilidade. Somos livres, mas somos responsáveis pelo que pensamos, falamos e fazemos. Devemos tomar cuidado para que a nossa liberdade, que é um direito, não fira a liberdade do outro, que também é um direito. Sobretudo, entre a nossa liberdade individual e o amor ao próximo, devemos ficar com o amor ao próximo. Não podemos fazer da liberdade uma arma para destruir e matar.
    A humildade melhora nosso relacionamento com Deus e com o próximo. Como é difícil reconhecer que, como diz o salmista (Salmo 103.14-16), nossa estrutura é pó. Ser feliz é andar humildemente com Deus. A humildade é a disposição espiritual (imprescindível) que nos permite aceitar a salvação de Deus. Não podemos fazer isso por nós mesmos. Sem esse passo, não há salvação. Jesus condiciona a entrada no reino dos céus à humildade (Mateus 5.3b). Quem não é humilde não precisa de Deus. A humildade nos dá um conceito adequado de Deus. Andaremos humildemente com Deus (Miqueias 6.8) se reconhecermos que Deus sabe o que é bom para nós, em vez de vivermos por nós mesmos. A humildade nos torna melhores diante dos outros. Humilhar-se diante do próximo é ter a capacidade de se relacionar com ele como um igual. O contrário é o orgulho, a atitude de nos considerarmos superiores às outras pessoas. O orgulho se manifesta no muito falar. Falar de si mesmo. Contar vantagens. Mentir sobre si mesmo, dando a impressão de estar em posição e situação superiores às do interlocutor. Os orgulhosos nunca ouvem. Sempre têm algo mais importante para dizer. Os soberbos são insuportáveis (Provérbios 29.23; Mateus 23.11-12; Tiago 4.10; Mateus 23.11-12). Humildade é uma indicação de sabedoria (de saber viver), porque permite que vejamos os outros como eles são. A soberba é uma tentativa de esconder o que nós somos: pó. Viveremos em humilde obediência a Deus (Miqueias 6.8) se nos empenharmos em praticar a justiça e amar a misericórdia. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    24 min
  • Uma Igreja Complicada: Felizes para Sempre (1 Coríntios 7) #rpsp
    O desejo sexual é natural na vida das pessoas. O lugar para esse exercício é o casamento monogâmico (entre duas pessoas de sexos diferentes). Cada homem deve ter apenas uma esposa (1Coríntios 7.2). No Novo Testamento, a monogamia é um padrão para todas as sociedades. Há culturas poligâmicas (um homem e várias esposas) e poliândricas (uma mulher e vários maridos), que a própria experiência vai demonstrando como modelos inviáveis. As relações extraconjugais estão na base de muitas separações. Quem trai precisa saber que está pecando contra seu parceiro e contra Deus. Por isso, precisamos repetir os padrões bíblicos. Alguns justificam a sua infidelidade com a infidelidade do outro. Alguns justificam sua duplicidade por causa dos filhos. Quem ama mesmo os filhos fica com eles e com a mãe deles. Infelizmente, algumas pessoas, apenas para justificar suas escolhas, têm desvalorizado o casamento, considerando-o tão somente uma convenção humana. Há pessoas consumindo compulsivamente sexo virtual, por meio de fotos ou filmes, ou por meio de imagens ou conversas pela internet. Há cônjuges desrespeitando seus companheiros, manchando o próprio leito. Há cônjuges se negando ao seu par, empurrando-o para a clandestinidade. Há cônjuges fazendo muito pouco para viver em paz com sua esposa ou seu marido. As ofertas de todos os tipos para o exercício da sexualidade fora dos padrões divinos são inesgotáveis. O comércio do sexo gira bilhões de dólares por ano. Não importa como gira o mundo, nós, cristãos, temos de girar de outro modo, nem que sejamos a minoria. O casamento é a porta de entrada para o sexo. Na vida sexual, Deus deve estar no centro das decisões, e ele não está onde há mentira, engano e pecado. Esses é o padrão bíblico. Se estamos vivendo de acordo com ele, cuidemos para não cair. A fidelidade de hoje não garante a de amanhã. Se estamos vivendo fora dele, não precisamos cultivar a culpa. Basta que nos disponhamos a voltar à ética da Palavra de Deus. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    42 min

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