Reavivados por Sua Palavra

Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Nas Garras da Graça: Metamorfose (Romanos 12) #rpsp
    Vidas que não creem são vidas sem uma orientação a seguir, sem um livro-guia, no caso a Bíblia, pela qual devam ser regidas. Diferentemente, quem crê em Jesus como Senhor orienta a sua vida pela Bíblia, lida com oração e com a razão, em vez de criar regras próprias… para atender a interesses próprios. Se quem diz crer não se orienta pela Palavra de Deus, mas pela sua própria palavra, decidindo o que é certo por si mesmo, escolhendo o que é bom por si mesmo, fazendo sua própria lista de pecados, não tem diferença em relação às outras pessoas; e se não tem diferença, está errado. Quem crê procura e almeja intensamente ser guiado pelo Espírito de Deus. O cristão não diz: “Sei que a Bíblia diz isso, mas eu não concordo”. Essa é a sua diferença. Vidas que não creem são vidas que idolatram o dinheiro e poder, o prestígio e a fama, o brilho e a glória, mesmo que efêmera. Diferentemente, quem crê sabe que o dinheiro que tem lhe foi emprestado por Deus para lhe ser devolvido; que o poder por aqui é efêmero porque poder mesmo só Deus o tem; que o prestígio é dado pelos mesmos que enxovalham; que a fama tem a resistência da fumaça; que o brilho não passa de gelo seco; que a glória é humanamente construída e humanamente destruída. Se não há diferença entre quem crê e quem não crê quanto ao modo como trata o dinheiro e o poder, está errado. Quem crê em Deus como Senhor não tem ídolos. Essa é a sua diferença. Vidas que não creem são vidas que encontram prazer em conversar sobre a vida alheia, sejam celebridades, famosas ou ricas, sejam amigos ou conhecidos, como forma de diversão ou de benefício próprio, tenham os comentários fundo de verdade ou não. Diferentemente, quem crê em Jesus como Salvador santifica sua língua e sua mente, pensando nas consequências de poluir sua mente e sua língua e no prejuízo que seus comentários maldosos podem trazer para os outros. Se não há diferença entre quem crê e quem não crê quanto ao uso da língua e da curiosidade, está errado. Quem crê domina a sua língua. Quem crê não se esconde atrás do fato de não ser Jesus Cristo, que não é mesmo; nem se nega a ser, humildemente, exemplo para os outros. Essa é a sua diferença. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    44 min
  • Nas Garras da Graça: Firme nas Promessas (Romanos 11) #rpsp
    São duas coisas diferentes. Uma coisa, correta, é que devemos viver de maneira digna do amor de Deus. Outra coisa, errada, é que devemos viver de maneira a sermos dignos do amor de Deus. Pensar que devemos ser dignos do amor de Deus é a proposta do legalismo. E o legalismo é uma mentira. O amor de Deus não é como o nosso, que precisa ser alimentado com reciprocidade. Ele nos amou primeiro, quando éramos completamente indignos. Deus não nos ama pela nossa bondade, mas pela nossa maldade. A ideia de que devemos fazer isto ou aquilo para merecer de Deus seja o que for (salvação, bênção) está muito arraigada, mas é a mais completa negação da graça que Jesus veio anunciar, apresentar e disponibilizar. Nossa única contribuição para o recebimento da graça é precisamente o nosso pecado. Por isso, precisamos aprender a conviver com o mistério. O mistério é a confissão da nossa ignorância. O mistério nos força à confiança: Deus sabe de todas as coisas e ele é bom. A confiança diante do mistério nos enche de esperança: se há vida, vamos lutar por ela como uma possibilidade com todas as nossas forças; se não há mais vida, vamos agradecer por ela e aguardar o tempo do reencontro, enquanto convivemos com a saudade, esse sentimento triste embora bom. Precisamos aprender a conviver com o mistério, onde o “eu não sei” cruza com “eu creio”. Sim, foi na cruz de Jesus Cristo que o “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Mateus 27.46) se encontrou com “Tudo está completado” (João 19.30). O mistério nos oferece a via da revolta ou a via da santidade. Peçamos a Deus para sempre desejarmos a via da santidade. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    36 min
  • Nas Garras da Graça: O perigo do Zelo sem Entendimento (Romanos 10) #rpsp
    O evangelho é muito simples e muito profundo. O evangelho é muito simples no seu aspecto exterior. Aceitá-lo implica afirmar com a boca que Jesus Cristo é o Senhor. O evangelho é muito profundo no seu aspecto interior. Aceitá-lo significa reconhecer quem Jesus era e o que fez. O apóstolo destaca um fato (a ressurreição de Jesus) que resume todos os outros (nascimento, morte e ascensão; vida, ensinos e milagres). Por que é necessária a confissão? A confissão tem uma dimensão negativa: é a recusa à aceitação de outros senhorios. (E são tantos: pessoas, poder, dinheiro, sexo!). Essa confissão deve ser pública, porque exige coragem: o corajoso gesto de Jesus em morrer em nosso lugar pede a coragem da confissão. Quais são as condições para que Deus atenda ao nosso pedido? O que temos de acertar na nossa vida? Que oferta temos de lhe fazer? Que escadaria temos de subir de joelhos? A resposta é simples: se precisamos de ajuda, a única coisa de que precisamos é pedir ajuda a Deus. Ele nos socorre. É claro que ele nos ensina a viver. Por isso, deixou seus mandamentos. É claro que ele exige santidade de nós. Por isso, quer que levemos a Palavra dele a sério. Ele gosta disso. Ele gosta de nós. Por isso, gosta disso. E, como gosta de nós, ele nos socorre quando o buscamos. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    32 min
  • Nas Garras da Graça: Nas Mãos do Oleiro (Romanos 9) #rpsp
    Deus é soberano, sábio e santo ao mesmo tempo. É difícil compreendermos isso. Podemos imaginar cada uma dessas qualidades dele, mas, vê-las em operação ao mesmo tempo é difícil. Quando dizemos que Deus é soberano, não queremos dizer que ele seja como um grande rei capaz de tudo em seu reino, porque os grandes reis são também sábios e santos ao mesmo tempo em que são soberanos. De fato, alguns soberanos são maus. Quando dizemos que Deus é santo, estamos dizendo que ele nada faz que faça mal aos homens. Quando dizemos que Deus é sábio, estamos dizendo que ele sabe todas as coisas, antes mesmo de elas acontecerem. Cada uma dessas qualidades está acima da nossa capacidade de compreensão; as três juntas, então, representam para nós um tremento desafio. Se ele é assim, podemos permitir que ele nos modele como barros que somos. Quando ele faz isso conosco, é muito bom para nós. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    44 min
  • Nas Garras da Graça: Nenhuma Condenação (Romanos 8) #rpsp
    Eis um conjunto de desejos que cada um de nós poderia ter como seu: Eu quero ser santo de um modo tal que a bondade, demonstrada em ações concretas, seja o ar que respiro. Eu quero ser santo com o compromisso de que não haja no meu corpo uma gota sequer de sangue contaminado pelo ódio (ou seus eufemismos). Eu quero ser santo a ponto de minha língua — essa lança usada para a defesa e para o ataque — não proferir palavras perversas, simplesmente porque elas não fazem ninho na minha mente. Eu quero ser santo, tendo como uma das marcas da minha vida o indignado interesse pela causa da justiça e da paz, porque a injustiça e a guerra são blasfêmias contra Deus. Eu quero ser santo com o prazer de ter Deus sempre diante de mim, fazendo do mundo o teatro da sua graça e passando também momentos especiais de aprendizado com ele por meio da meditação mediada pela Bíblia e pela oração. Eu quero ser santo de modo que as pessoas que me conhecem queiram ser santas. Sim, eu quero ser santo. E estou a caminho. Esses são os seus desejos?
    Nesse processo, Deus faz as coisas se encaixarem.
    O que podemos dizer da verdade segundo a qual todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus? Vamos dizer que continuaremos amando a Deus e que confiamos que ele fará que todos os fatos da nossa vida concorram para o nosso bem. Essa é a nossa certeza, derivada da promessa bíblica: que todas as ocorrências da nossa vida, tanto as dolorosas quanto as felizes, serão revertidas para o nosso bem, como ocorreu com José no Egito, que disse aos seus irmãos, que o tinham vendido como escravo: “Não foram vocês que me mandaram para cá, mas foi Deus” — (Gênesis 45.8). Todas as coisas trabalham juntas para fazer com que nosso coração, despertado pelo Espírito Santo nele, alcance mais da graça, da glória e da presença de Deus. Que vamos dizer diante da verdade de que nenhuma acusação, condenação ou execução nos separa do amor de Cristo? Vamos dizer que continuaremos afirmando que, uma vez que Deus é por nós, ninguém triunfará no seu intento contra nós, pois nada, nem mesmo a morte, nos pode privar do amor de Deus. Que vamos dizer diante da verdade de que Jesus nos torna mais que vencedores? Vamos dizer que desejamos ser tornados iguais a Cristo, que vivenciou a fraqueza (da cruz) para ter o poder (da ressurreição). Não queremos o Pentecostes antes do Calvário, porque sabemos que a plenitude do Espírito só é possível depois de termos vivenciado a cruz da morte. Nossos sofrimentos devem ser vistos como uma prova da nossa união com Cristo e não um motivo para duvidarmos do seu amor. Nossa esperança não é que escaparemos da angústia, do perigo, da fome ou da morte; Deus não promete que o sofrimento não vai nos afligir, mas que não vai nos separar do amor de Cristo. A promessa é que o Todo-Poderoso fará com que cada uma dessas agonias se torne um instrumento da sua misericórdia para conosco. Nossa esperança está firmada no amor de Deus (João 16.33).
    AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    38 min
  • Nas Garras da Graça: Carne X Espírito (Romanos 7) #rpsp
    Por vezes, fazemos o que não queremos. Isso era verdadeiro para o apóstolo Paulo e é real para cada um de nós. Fazemos o que não queremos (e vice-versa) por causa do prazer do pecado. Por isso, a estratégia de Satanás é nos levar a pensar que os prazeres passageiros são mais interessantes que a obediência. Acontece que, depois da cruz, quando Satanás foi derrotado por Jesus, a luta entre o bem e o mal se trava no território do coração do homem, não no espaço cósmico. O tatame da luta foi diminuído. Nem por isso a luta é menos intensa. Deus é soberano, mas o homem é livre. O homem pode escolher a quem entregar a sua vida. A liberdade é originariamente boa porque é a identidade divina marcada no ser humano. A liberdade trafega sobre os trilhos do conhecimento e do desejo. O desejo se organiza a partir do olhar. O desejo é humano. A responsabilidade é humana. Satanás tem objetivos baixos para o homem: a glória de Satanás, que resulta na destruição do homem, roubado, assassinado e destruído (João 10.10). O caminho do homem é viver as coisas do Alto (Colossenses 3.2), para ir tomando a forma da maturidade (Efésios 4.13). O contrário é descer em direção ao ventre do peixe, como aconteceu com o profeta Jonas, por causa do pecado. Deus tem objetivos elevados para o homem: a glória de Deus, que é a glória do homem. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    26 min
  • Nas Garras da Graça: Fui Batizado! (Romanos 6) #rpsp
    Diante do pecado, podemos simplesmente achar que ele não existe ou corajosamente reconhecê-lo como parte da nossa vida. Diante do pecado, podemos simplesmente explicá-lo como um exercício de liberdade ou corajosamente pedir, realmente arrependidos, perdão a Deus por ele. Diante do pecado, podemos simplesmente pretender que Deus não nos “culpa” ou corajosamente aceitar o seu perdão. Diante do pecado, podemos simplesmente carregar a culpa para sempre ou corajosamente descansar, certos de que, uma vez apagado, ele é completamente esquecido por Deus, como se fosse um objeto lançado nas profundezas ocultas do oceano, de onde nunca mais poderá voltar. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    35 min
  • Nas Garras da Graça: A Vida em Cristo (Romanos 5) #rpsp
    Fomos aceitos por Deus. As consequências dessa aceitação podem ser resumidas em três afirmações. Temos paz com Deus, porque fomos reconciliados com o Pai. Temos acesso à graça, já que somos introduzidos à presença de Deus e não há mais nada a nos separar dele. Temos esperança com base na certeza de que Deus realizará o “invisível”. Quando o Espírito Santo nos concede a esperança, as tribulações pelas quais passarmos gerará em nós a perseverança (resistência), que nos tornará mais experientes (maduros). Assim, se Deus nos aceitou em Jesus quando ainda éramos pecadores não perdoados, mais ele ainda fará conosco se já o somos. Ele completará essa obra em nós. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    53 min
  • Nas Garras da Graça: Quando a Justificação pela Fé começou (Romanos 4) #rpsp
    Entre as maravilhas da boa notícia da salvação em Jesus Cristo (evangelho) está que ela inclui a todos. A etnia de uma pessoa não importa. A boa notícia veio primeiro para os judeus e, a partir deles, para todas as nações. Ninguém precisa se tornar judeu para ser alcançado. Ninguém precisa renunciar à sua cidadania nem à sua cultura para ser um seguidor de Jesus. O local onde uma pessoa mora não importa. Ela pode morar num grande centro, num subúrbio, no interior, à beira-mar ou à margem de um rio, num lugar ligado a tudo ou em outro a que não chegam os jornais. A classe social não importa. A salvação está disponível para quem teve uma infância de ouro ou uma infância miserável. Ela é para quem foi maltratado quando criança e para quem sempre viveu como príncipe. O evangelho é para quem nunca saiu da rua em que nasceu e para quem conheceu os melhores lugares do mundo. A religião da família não importa. Se uma pessoa foi instruída na Bíblia ou se nunca teve contato com o livro sagrado, o evangelho é para ela integralmente, sem distinção alguma. Deus é diferente de nós. Deus não tem qualquer tipo de conceito prévio. Ele não nos vê com base nos que os outros fizeram. Deus apenas espera que nós creiamos em Jesus como o salvador que nos enviou. O evangelho é diferente da nossa cultura. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    1 hr 3 min
  • Nas Garras da Graça: Que maneira estranha de Deus Salvar! (Romanos 3) #rpsp
    O mérito funciona em todas as áreas da vida, menos na mais importante. Diante dos nossos semelhantes, podemos merecer. Para tanto nos esforçamos nos estudos, no trabalho e nos relacionamentos. Fazemos bem. É assim que funciona. Contudo, não é assim que funciona na salvação. Deus nos aceita antes de fazermos qualquer coisa. Se tivéssemos de merecer a salvação, não conseguiríamos. O sistema de sacrifícios do Antigo Testamento não funcionou. O sacrifício de Cristo funciona porque não depende de nós. Dependeu dele. Só nos cabe reconhecer o nosso fracasso e aceitar a oferta. Somos aceitos pela fé (Romanos 3.28). O evangelho de Jesus Cristo é apaixonante pela sua simplicidade: somos todos pecadores e Jesus morreu em nosso lugar para nos libertar do poder do pecado. O evangelho de Jesus Cristo é apaixonante pelo seu sentido de liberdade: nele não há lugar para o medo, nem mesmo de Deus, esse amor em pessoa. O evangelho de Jesus Cristo é apaixonante pelo bem que faz à autoestima: somos filhos feitos à imagem e semelhança de Deus, o Pai. O evangelho de Jesus Cristo é apaixonante por ser a maior expressão da graça de Deus: ele não nos é dado pelos nossos méritos como uma recompensa pela nossa justiça, mas como presente entregue a quem quer. O evangelho de Jesus Cristo é apaixonante por afirmar a razão: o natural e o sobrenatural são dimensões respeitadas das nossas experiências. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    55 min

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