Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Nas Garras da Graça: Pessoas boas também precisam do Evangelho (Romanos 2) #rpsp
    Você precisa conhecer a si mesmo.
    1. Conheça-se para ver o que você se tornou. — Pedro chorou, quando descobriu que era capaz de trair Jesus. Ele jamais achou que seria capaz disso. Ele não era Judas. Ele era Pedro. Ambos traíram Jesus. A diferença foram as consequências.
    2. Conheça-se para reconhecer suas fraquezas e suas forças. — Pensar num homem que se conhecia é apontar para o apóstolo Paulo. Pensar num homem que não se conhecia é apontar para o profeta Jonas. O sucesso de um e o fracasso do outro são decorrentes da presença e da ausência do conhecimento de si mesmo, respectivamente. O Paulo que se sabia o maior de todos os pecadores (e quem não o é?) é o mesmo que afirma que era mais que vencedor… por meio de Cristo Jesus (1Timóteo 1.16; Romanos 8.37).
    3. Conheça-se para não ser escravo do passado. — Rebeca e Jacó se envolveram numa trapaça para enganar o filho e irmão Esaú. O marido e pai (Isaque) foi enganado, mas deu pouca importância. Esaú cresceu rejeitado pela mãe. Jacó cresceu rejeitado pelo pai. Numa disputa desleal, Jacó venceu (ao receber a fraudada bênção do pai) e perdeu (porque teve de fugir, deixando sua mãe). Muitos anos depois, resolveram acertar as contas, mas, miraculosamente (pela misericórdia de Deus), não se feriram. Jacó acertou suas contas com o irmão e com passado. Esaú nunca conseguiu isso, embora com lágrimas o buscasse (Hebreus 12.17), talvez porque suas lágrimas não lavaram sua amargura. Que não sejamos pessoas que se tornaram fontes de amargura, sarcasmo e reprovação, capazes de dizer coisas cruéis que ferem o coração dos amigos.
    4. Conheça-se para saber que precisa dos outros. — Quando nos conhecemos e nos dispomos também a ouvir os outros, vemos que eles não são tão diferentes quando pensávamos. Eles têm histórias, umas iguais, outras diferentes das nossas, mas todas em torno dos mesmos anseios. Até para reconhecer nossos pecados, precisamos dos outros, como Davi precisou de Natã.
    5. Conheça-se para aceitar quem você é. — Sem dúvida, a autoaceitação é a raiz de tudo. Preciso concordar com a pessoa que sou. Concordar com as qualidades que tenho. Concordar em viver com as limitações postas diante de mim.
    6. Conheça-se para ser transformado. Quando a Bíblia fala de conversão, fala de transformação. Se nos conhecemos como realmente somos, certamente tomaremos a decisão de permitir que o Espírito Santo nos transforme. A caminhada pode ser longa, mas vale a pena. Será a nossa felicidade. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    30 min
  • Nas Garras da Graça: O Poder de Deus (Romanos 1) #rpsp
    Paulo não se envergonhava do evangelho porque cria no poder de Deus. Quando lemos que o evangelho é poder, ficamos um pouco assustados. Quando pensamos em poder, vem-nos logo à mente o modo como as pessoas conquistam e mantêm o poder. Mas o poder do evangelho é o poder da cruz de Jesus. A manifestação suprema da justiça pessoal de Deus se revela na cruz de Cristo. Foi ali que Deus o apresentou como sacrifício que substitui o nosso sacrifício. Deus decidiu usar seu poder para produzir boas notícias. Por causa da sua justiça, ele age para nos salvar. A justiça de Deus é a iniciativa que Deus tomou na cruz, onde Jesus o Justo morreu por nós, os injustos, para nos justificar, concedendo-nos uma justiça que não nos pertence, mas que vem do próprio Deus. É o perdão de uma dívida realmente contraída. É o esquecimento de uma pena por um crime efetivamente cometido. Somos chamados a responder com a fé e a viver pela fé; na verdade, de fé em fé, que significa somente pela fé e nada mais… O pecado é uma tendência natural em todos nós. Somos livres. Por essa razão, precisamos saber que colheremos os resultados da sua prática. Precisamente por isso, precisamos refletir sobre o preço das nossas escolhas. Somos chamados a não pecar. Diremos: isso é uma impossibilidade. Todos pecamos. Todos pecaremos. Mas nem todos precisamos ter prazer em pecar. Quando temos prazer em pecar, nós nos tornamos escravos do pecado. Quando não resistimos à tendência a pecar, somos dominados por essa tendência. Somos chamados por Deus, por meio de Jesus Cristo, a não ter de viver dominados pelo pecado. Quando pecamos, devemos ter vergonha, não orgulho, do que fizemos. Não é algo sobre o qual contar vantagem. Quando pecamos devemos nos arrepender, confessando a Deus esse pecado. Ele nos perdoa para vivermos uma nova vida. Devemos ter como meta não pecar. Se pecarmos, sabemos o caminho para o perdão. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    37 min
  • Sal da Terra: #eusouatos29 (Atos 28) #rpsp
    O conteúdo da mensagem do evangelho é um convite ao arrependimento dos pecados. Jesus começou o seu ministério proclamando: “arrependam-se” (Marcos 1.15). Pedro começou sua pregação proclamando: “arrependam-se” (Atos 2.38). Paulo anuncia o reino Deus e proclama a mensagem de Jesus, cujo conteúdo é o seguinte. As profecias se cumpriram e uma nova Era foi inaugurada pela vinda de Cristo. Jesus Cristo nasceu da semente de Davi. Jesus Cristo morreu, de acordo com as Escrituras, para nos livrar da presente era má. Jesus Cristo foi sepultado. Jesus Cristo ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Jesus Cristo está exaltado à direita de Deus, como Filho de Deus e Senhor de vivos e mortos. Jesus Cristo voltará como Juiz e Salvador dos homens. O conteúdo do evangelho não mudou. Não pode mudar. A forma de pregá-lo pode variar; na verdade, deve variar, para alcançar mais e mais pessoas em todos os lugares. A tarefa da igreja não é converter, mas proclamar. Quando lemos o livro de Atos, observamos que, em virtude da mensagem pregada e da mensagem vivida, milhares de pessoas passaram a confessar a Jesus como Senhor e Salvador. O melhor método de evangelização é a vida que levamos. Uma vida santa não nos deve impedir de pensar em modos de sermos ouvidos pelo mundo. Como é o Senhor quem acrescenta, não é a igreja que converte. Ela anuncia e deve fazê-lo da maneira mais persistente e competente que puder. Evangelizar é comunicar o evangelho. A comunicação é um processo. Quem quer se comunicar tem de ser significativo para quem ouve. Deus fez assim conosco, ao nos legar a sua Palavra, que ele inspirou para ser escrita por homens, numa linguagem humana. Se queremos pregar, precisamos conhecer o conteúdo da mensagem. Precisamos conhecer bem a Bíblia e o mundo ao qual anunciamos as verdades da Bíblia. Se queremos pregar, precisamos de coragem e ousadia. Coragem e ousadia cobram um preço. Se queremos pregar, precisamos estar prontos para pagar o preço. Se queremos pregar, precisamos estar com a nossa vida cheia de Deus, como o admirável apóstolo Paulo. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    26 min
  • Sal da Terra: Tormentas (Atos 27) #rpsp
    Ser otimista pode ser ótimo ou péssimo. O otimismo do oficial era péssimo, porque baseado na autossuficência e na fama de alguém. O do apóstolo Paulo era excelente porque firmado no poder de Deus. É péssimo ser otimista, se o otimismo é daqueles que nos dão uma visão apenas boa de vida, porque, afinal, nem sempre o céu está todo azul e sem nuvens. As coisas não vão dar certo só porque achamos que vão dar certo. É ótimo ser otimista. O otimismo é de grande valor quando nos traz vigor para mais um dia de trabalho. O otimismo é ótimo quando nos fortalece na hora da dificuldade. O otimismo é positivo quando nos ajuda a ver nossas próprias qualidades. Como podemos ser contrários ao otimismo, se é ele que nos tira da cama todos os dias? Bem-vindo o otimismo que nos faz pensar na nossa vida a médio e a longo prazos. Como enfrentar a realidade crua de que o fácil não existe? Com otimismo, com o bom otimismo. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    18 min
  • Sal da Terra: Testemunho em Meio ao Poder, Indecisão e Curiosidade (Atos 26) #rpsp
    Para se livrar de Paulo, o governador Festo proferiu uma frase que continua na base de todo tipo de anti-intelectualismo, que nega o valor da razão. Para ele, Paulo estudara demais e sua erudição o enloquecera. Diferentemente, precisamos afirmar o valor do estudo, da razão e da ciência. Não neguemos a razão, mesmo que seja limitada, porque ela é um componente essencial da vida humana. Deus criou céus e terra. A terra é o território para o exercício da razão e da ciência. É a razão e a ciência que nos permitem viver mais e melhor. É a razão e a ciência que produzem artefatos usados na nossa casa, no lazer e na saúde. Não há contradição entre fé inteligente e razão inteligente. Um homem de fé pode ser um cientista. Um cientista pode ser um homem de fé. Um homem de fé não precisa ter medo da ciência. Para afirmar o valor da razão e da ciência, precisamos estudar. Apliquemo-nos ao estudo, seja no campo das ciências, da arte, da filosofia, da teologia, da história ou da tecnologia. Ninguém enlouquece por estudar. Além disso, outra coisa merece nossa atenção nesse capítulo. Aprendemos sobre Agripa e sua síndrome num dos interrogatórios a que o apóstolo Paulo foi interrogado. Antes, Festo teve medo (Atos 24.25), medo de ser convencido por Paulo, magnífico orador. A síndrome, no entanto, ficou clara com Agripa, que, ouvindo o apóstolo, repeliu-o nos seguintes termos: “Você pensa que assim, em tão pouco tempo, vai me tornar cristão?” Há muitas pessoas que agem como Agripa. Agripa hoje é aquele que aceita a Bíblia como Palavra de Deus, mas não quer ter sua vida regida por ela. Agripa hoje é aquele que sabe que Jesus Cristo é o Salvador, mas não o confessa. Agripa hoje é aquele que frequenta igrejas cristãs e se aproxima e até mesmo agrada e ajuda os seguidores de Jesus, mas não se torna um seguidor de Jesus. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    24 min
  • Sal da Terra: Bem-vindo a Oz (Atos 25) #rpsp
    O rei Agripa não sabia o que falar sobre Jesus. Até hoje é assim. Até hoje há pessoas que pensam que Jesus foi um mestre que deixou excelentes ensinos. E é verdade. Até hoje há pessoas que creem que Jesus deve ser imitado nos exemplos que deixou, exemplos de dedicação e de respeito ao próximo. E é verdade. Até hoje há pessoas que admitem que Jesus teve uma grande intimidade com o Pai e que devemos buscar a mesma comunhão. E é verdade. Esse retrato é verdadeiro, mas não descreve quem é Jesus. Segundo o Novo Testamento, Jesus foi mais que um mestre. Ele mesmo disse que era a verdade. Ele não apenas falava a verdade; ele era a verdade (João 14.6). Quem o conhece conhece a liberdade (João 8.32). Jesus não apenas mostrou o caminho para o céu com os seus exemplos. Ele era esse caminho. A cruz, onde ele foi morto, é o caminho que permite a reconciliação entre o homem e Deus. O sacrifício de Jesus em nosso lugar faz parte do que Jesus é. Jesus é o Salvador e Senhor. Jesus não apenas teve comunhão com Deus. Jesus era Deus (João 10.30). Ele mesmo disse que quem o via, via o Pai (João 12.45). AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    21 min
  • Sal da Terra: Poder, Paciência e Corrupção (Atos 24) #rpsp
    O advogado Tértulo lançou mão de mentiras para elogiar o governador Felix, encarregado de administrar a justiça. Félix era um ex-escravo que governava com brutalidade, o que favorecia as revoltas (e não a paz) no seu território. Seu tempo de governo não foi de prosperidade, mas de opressão. Ao elogiá-lo, Tertulo queria apenas a sua simpatia. Seu padrão foi o que está escrito no Salmo 12.2, ao se juntar ao grupo dos que “dizem mentiras uns aos outros; um engana o outro com bajulações”. Quando Paulo toma a palavra, não usa do artifício da mentira nem para se defender. Ele não elogia o governador porque sabia o quanto ele era injusto. Paulo era coerente com a sua fé: ele sabia que Deus estava no controle da sua vida e Félix só faria o que Deus permitisse. Paulo era coerente com a sua moral: um seguidor de Jesus não pode mentir. Não importa que muitos mintam, um seguidor de Jesus não confiará na mentira, mas em Jesus que o defende. A atitude do corrupto governador Félix nos mostra a antiguidade do desvio, bem como nos convida a pensar em nossas reações quando podemos lançar mão de uma propina para resolver um problema que nós criamos. Sirva-nos uma história nada exemplar, a partir da seguinte pergunta: o motorista, flagrado em erro na estrada e que aceita ser subornado, é melhor que o policial rodoviário? Num restaurante à beira de uma rodovia, um homem puxou conversa: “Essa estrada está muito perigosa”. “Sim, ela é muito movimentada.” “E a gente acaba fazendo o que não deve. Há alguns quilômetros o guarda me parou. Minha documentação está toda certinha. Acontece que fiz uma ultrapassagem em lugar proibido.” “A multa é alta.” “O problema são os pontos na carteira. Estou perto do limite. O guarda me deu um bom desconto em relação à multa. Fui negociando e saiu barato. Esses guardas se vendem por qualquer coisa.” Depois, num momento de reflexão, o infrator concluiu: “A gente acaba cometendo crimes, como ultrapassar em lugar perigoso e pagar propina; depois, a gente chega em casa e ainda tem de encarar os filhos”. Esse motorista agiu de modo diferente de Paulo, que sequer cometera uma falta. Quando formos flagrados, agiremos como Paulo, que não sucumbiu à tentação de corromper o governador? AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    19 min
  • Sal da Terra: Sagacidade (Atos 23) #rpsp
    Acuado, acossado e encurralado (Atos 21), Paulo pede para falar à multidão (Atos 21.39). Seu discurso é interrompido pela fúria popular, que o queria morto. Talvez o apóstolo tivesse achado que conseguiria convencer o povo de que era justo. Acabou tangido para dentro da fortaleza para não morrer. Decorridos alguns dias, Deus lhe aparece, elogia aquele fracassado testemunho e ordena que ele vá fazer o mesmo em Roma. Aos olhos de Paulo e dos seus companheiros e dos seus inimigos, ele tinha fracassado. Deus, porém, ficou grato com sua coragem e o honrou. Deus é mesmo tremendo. Ele transforma nossas derrotas em vitórias. Ele não nos julga pelos resultados (com suas fórmulas humanas de sucesso), mas pela nossa disposição de ser fiel a ele. Acuado, acusado e acossado por todos os lados, Paulo chega a uma conclusão a respeito das razões dos ataques que sofria: “Meus irmãos […] Estou aqui sendo julgado por que creio que os mortos vão ressuscitar” (Atos 23.6). Há muitos cristãos, nos vários países do nosso mundo, sendo atacados pelas mesmas razões. Sofrem por causa da fé que têm. Há muitos cristãos por aí que sofrem pela fé que dizem ter. Acabam sendo motivo de escândalo pela vida que levam: são objetos de escárnio. Sim, “é melhor sofrer por fazer o bem, se for da vontade de Deus, do que por fazer o mal” (1Pedro 3.17). Se estão falando mal de nós, perguntemo-nos por quê. É mesmo por causa de nossa fé em Jesus Cristo? AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    27 min
  • Sal da Terra: Testemunho (Atos 22) #rpsp
    Lendo essa parte da autobiografia de Paulo, ficamos impressionados com as maldades que ele havia cometido antes da sua conversão. No entanto, não vemos um Paulo ressentido. Deus reescreve a nossa história. Não somos escravos do nosso passado. O de Paulo não o recomendava, já que fora adversário do que agora anuncia: o evangelho de Jesus Cristo. Não importa como tenha sido ou esteja sendo a nossa vida, Jesus Cristo nos perdoa para uma nova vida. Paulo teve acertada sua conta com o passado quando aceitou o sacrifício de Jesus na cruz. Não havia mais culpa. Paulo olhava para o seu passado; não se orgulhava dele, mas não se deixou dominar por ele. O mesmo pode ocorrer conosco. Com Jesus, ninguém precisa andar encurvado. Havendo pedido de perdão sincero (que é aquele com a disposição de não mais repetir o pecado), Jesus é fiel e justo para perdoar. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    18 min
  • Sal da Terra: Convicção (Atos 21) #rpsp
    O meu velho professor de educação cristã, no Se­ minário em Dallas, nos contou sobre uma mulher que, quando ele era um aluno do seminário, trans­mitiu uma informação empolgante. Deus tinha dito a ela que o Sr. Howard Hendricks iria se casar com a filha dela!
    Essa empolgante revelação era transmitida com regularidade, até que Howard finalmente disse: “Va­mos esperar, até que Deus me diga isso”.
    Deus jamais lhe disse, e posteriormente Howard ca­sou-se com Jean, que há muitos anos é a sua amada esposa.
    A história exemplifica a confusão que existe sobre conhecer a vontade especial de Deus. Como “von­tade especial”, quero dizer a vontade dEle para cada um de nós, como indivíduos, e não a sua vontade geral para todos os crentes, conforme revelado nas Escrituras. A orientação referente a quem devemos desposar, qual profissão seguir, quando ou como prosseguir, são exemplos dessa orientação “espe­cial” que queremos de Deus, mas que não podere­mos conseguir lendo apenas um versículo ou uma breve passagem bíblica.
    Diversas coisas em Atos 21 nos ajudam a pensar mais claramente sobre a vontade especial de Deus para nós. E a primeira delas é o fato de que a von­tade de Deus para o indivíduo deve ser identificada pelo próprio indivíduo, não por outras pessoas. Isso foi verdade para Howie Hendricks. Aquela mãe não tinha nenhum direito de dizer a ele que era a vontade de Deus que se casasse com filha dela. Isso foi verdade para o apóstolo Paulo. Os crentes de Tiro (w. 1-6) e de Cesareia (w. 8-12) não ti­nham nenhum direito de dizer a Paulo que era a vontade de Deus que ele não subisse a Jerusalém. E isso é verdade para você e para mim.
    Um segundo princípio útil é o de que a vontade de Deus não pode ser determinada pelo que parece pru­dente ou conveniente. Quando a filha de Ella come­çou a visitação no centro de Chicago, sua mãe subur­bana ficou aterrorizada. Ela estava disposta a ver a sua filha ir à África como missionária. Mas a Chicago? Era perigoso demais! Contudo, durante os seus meses em Chicago, Deus não somente conservou a sua filha a salvo, como lhe deu um ministério eficaz. Finalmente, nem mesmo um “resultado desastroso” é uma indicação segura de que algo não seja a vontade de Deus. Nós não podemos adivinhar, nem os outros. Paulo quase foi morto e foi preso em Jerusalém. Mas Deus converteu esse desastre em beneficio de Paulo e seu próprio. Depois de algum tempo, o apóstolo foi trazido a Roma, e ali recebeu membros da “casa de César” (Fp 4.22). Nós, cristãos, cremos em um Deus que é soberano, e em um Espírito Santo que habita em nós e nos guia pela vida. Parte da nossa responsabilidade é ser sensível ao Espírito, e procurar a sua liderança. Viver uma vida cristã responsável significa, em parte, acei­tar a responsabilidade pelas nossas próprias escolhas, e fazer a vontade de Deus quando a entendermos.
    “O método mais seguro de chegar a um conhecimento dos propósitos eternos de Deus para nós deve ser encontrado no uso correto do momento atual. A vontade de Deus não vem até nós na ínte­gra, mas em fragmentos, e geralmente em pequenos fragmentos. A nossa tarefa é juntar os fragmentos, e vivê-los como uma vocação ordenada.” — F. B. Meyer
    Ouça os conselhos das outras pessoas. Mas seja li­derado por Deus.
    RICHARDS, Comentário Devocional da Bíblia
    27 min

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Um Podcast que busca trazer aplicações diárias sobre o capítulo da Bíblia lido no #rpsp. Sabe o que é o #rpsp? O Reavivados por Sua Palavra é o Ano Bíblico do Ministério Jovem Adventista. Leu e não…