Reavivados por Sua Palavra

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Reavivados por Sua Palavra episodes

  • Sal da Terra: Despedidas (Atos 20) #rpsp
    A cena é tocante. Quando Paulo se despediu dos anciãos de Efeso, sabia que eles jamais vol­tariam a se encontrar nesta vida. Lucas, que ob­servava, disse: “Levantou-se um grande pranto entre todos e, lançando-se ao pescoço de Paulo, o beijavam” (v. 37). Foi uma despedida triste, mas carinhosa. De alguma maneira, em apenas dois curtos anos, uma ligação indestrutível ti­nha sido formada entre Paulo e esses conver­tidos.
    Talvez pareça estranho para nós, porque vivemos em uma sociedade extremamente impessoal. Poucos de nós, ao nos despedirmos de amigos que fizemos durante uma estada de dois anos em algum lugar, teríamos nos deparado com tanta emoção. Mas, se examinarmos com cuidado as observações de despedida de Paulo, poderemos ver o que tornava essas pessoas tão ligadas a ele. E aprendemos como nos conectar aos outros. Como?
    Paulo deixava que as pessoas soubessem como ele vivia (v. 18). Na nossa sociedade, temos a tendência de manter as pessoas afastadas. Paulo abriu sua vida, e convidou as pessoas para verem e conhecerem o Paulo verdadeiro. Assim, ele disse “Sabeis” diversas vezes quando reviu seu modo de vida em Éfeso. Estar disposto a estar aberto é a chave para construir a intimidade.
    Paulo servia ao Senhor com humildade (v. 19). O que dava a Paulo tal integridade era o fato de que ele mantinha um relacionamento íntimo com o Senhor. Um caminhar íntimo com Deus dá a nossas vidas uma autenticidade que possibilita que os outros confiem em nós.
    Paulo não hesitava em ser útil (vv. 20,21). Isso significava falar sobre Jesus, além de dar outros tipos de ajuda. Se você e eu realmente nos preocuparmos com outras pessoas, iremos oferecer qualquer ajuda que pudermos, com um espírito de amor. E seremos amados em retribuição. Paulo era um exemplo de valores cristãos (w. 33-35). Paulo decidiu ganhar o seu sustento em vez de ser sustentado pelas doações daqueles aos quais ensinava. Embora Paulo tivesse direito a tal sustento, ele decidiu viver como um exemplo de valores cristãos em ação.
    Essas qualidades combinadas criavam um elo de profundo amor e afeto entre Paulo e os efésios. E essas mesmas qualidades podem criar laços de afeição entre nós e os outros hoje em dia.
    Não devemos reclamar sobre a dificuldade de fazer amigos na nossa sociedade impessoal. De­ vemos convidar os outros à nossa vida, servir ao Senhor com humildade, jamais hesitar em ser úteis, e viver os nossos valores cristãos.
    “Você pode fazer mais amigos em dois meses, inte­ressando-se pelas outras pessoas, do que poderia fa­zer em dois anos tentando fazer com que as outras pessoas se interessem por você.” — Dale Carnegie
    Seja um amigo cristão, e você fará amigos.
    RICHARDS, Comentário Devocional da Bíblia
    38 min
  • Sal da Terra: Duelo de Deuses (Atos 19) #rpsp
    Não há base bíblica para a mercantilização da fé. Uma igreja precisa de recursos financeiros para cumprir a sua missão, não para enriquecer seus donos. Uma igreja não pode ter donos, porque só Jesus é seu Senhor. Ele é o cabeça da igreja. Os líderes são apenas servos, e nada mais que isso, trabalhando para um Senhor, não para si mesmos. É por isso que a liderança espiritual deve ficar à margem do manuseio do dinheiro na igreja. Sua tarefa deve ser convidar à generosidade e à responsabilidade e vigiar pela boa destinação dos recursos que ajudou a levantar. A fé pode ser um bom negócio se pessoas com más intenções se apoderam da sua linguagem e dos seus meios para explorar, mesmo sem a ter, a fé nutrida pelos outros. Desde os tempos apostólicos o problema existe no meio cristão e quaisquer outros meios. Infelizmente. Para os que procedem assim, usando o dinheiro de Deus como se fosse seu, está reservado uma dura recompensa, a ser vista por nós ou não. Quando os crentes descobrem a manipulação, tropeçam; muitos chegam a perder a fé, mas essa perda será cobrada daqueles que os enganaram. A palavra de Jesus é clara e aplicável também a essa situação: “Quanto a estes pequeninos que creem em mim, se alguém for culpado de um deles me agandonar, seria melhor para essa pessoa que ela fosse jogada no lugar mais fundo do mar, com uma pedra grande amarrada no pescoço” (Mateus 18.6). Esse é o destino dos industriais e comerciantes da fé, se não se arrependerem. Pedro diz que estão “debaixo da maldição de Deus” porque “enganam as pessoas fracas e só pensam em ganhar dinheiro”; eles “seguem o caminho de Balaão, filho de Beor, que cobiçou o dinheiros que ia receber fazendo o mal” (2Pedro 2.14-15). Quanto a esses mestres, que exploram os pequenos “contando histórias inventadas” “faz muito tempo que o Juiz esta alerta, e o Destruidor deles está bem acordado” (2Pedro 2.3), vejamo-lo ou não. Na nossa relação pessoal com o nosso Senhor, devemos ter cuidado para não nos tornarmos mercantilistas. O lucro que nos deve interessar é o conhecimento de Deus. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    39 min
  • Sal da Terra: Não Temas - Fale (Atos 18) #rpsp
    Sempre me encolho um pouco quando ouço as pessoas falando sobre “lutar” pela fé.
    Tenho essa imagem do sujeito de rosto amargu­rado que, na saída da igreja, diz ao pregador (em voz alta) como o seu sermão distorceu o texto da manhã. Ou o jovem que visitou a nossa congregação em uma manhã de domingo, e ostentosamente saiu quando Ruth Flood, que tinha sido uma pro­fessora de oratória em diversos cursos cristãos, fez a leitura das Escrituras no púlpito. Ele nos deu a entender que éramos ignorantes do fato de que as mulheres não devem subir naquela plataforma. Ele estava lutando pela verdadeira fé.
    Na verdade, há ocasiões em que qualquer um de nós precisa ser informado ou corrigido. Mas a ma­neira como uma pessoa tenta esclarecer a ignorân­cia de outra faz uma grande diferença. Existe uma maneira correta, e uma maneira errada, de fazer isso. Priscila e Áquila nos mostram a maneira correta. Um vigoroso pregador, chamado Apoio, veio à ci­dade, ensinando sobre a vinda iminente do Mes­sias. Ele conhecia as Escrituras, porém jamais tinha ouvido falar de Jesus. Tudo o que ele sabia era que João Batista havia aparecido na terra natal, e dissera que o Prometido iria chegar. Isso era suficiente para Apolo, e ele continuava pregando as Boas-Novas, como as conhecia. Teria sido fácil para Priscila e Áquila levantar-se naquela reunião e atualizar Apoio. Ou corrigi-lo quando estivessem se cumprimentando, na saí­da. Em vez disso, o casal o convidou para jantar, quando o cumprimentaram pelas suas palavras, e “lhe declararam mais pontualmente o caminho de Deus”. Que modelo para seguirmos. Certamente, deseja­mos esclarecer mal entendidos, e esclarecer as pes­soas que adoram um Deus ao qual não conhecem de verdade. Mas devemos fazer isso de maneira sá­bia. Não em público, quando alguém poderá ficar constrangido. Mas no calor da nossa casa, ou na privacidade de uma conversa amigável. Na verdade, suspeito que Apólo fosse um homem muito grande e sincero demais para ter ficado in­diferente, ainda que Priscila e Áquila tivessem sido muito insolentes como alguns de nós, cristãos, so­mos. Assim, talvez Lucas nos conte a história mais como um lembrete do que outra coisa. A melhor maneira de apresentar um Deus desconhecido não é “lutar”, de maneira alguma, mas, em um espírito caloroso e amoroso, compartilhar o nosso conheci­mento das grandes e maravilhosas Boas-Novas de Deus. A sensibilidade aos sentimentos das outras pessoas abre os ouvidos delas. RICHARDS, Comentário Devocional da Bíblia
    35 min
  • Sal da Terra: O Deus Desconhecido (Atos 17) #rpsp
    Com a Bíblia, aprendemos a como pensar. Aprendemos com ela que fé e razão não são contraditórias. No seu discurso aos atenienses, o apóstolo Paulo lançou mão das convicções dos seus ouvintes e citou até mesmo os filósofos que lhe eram contemporâneos. A perspectiva espiritual cristã não se contrapõe ao mundo natural. Existir é uma dimensão natural; ser feliz, no entanto, é uma dimensão espiritual. Há a razão humana, que devemos explorar até esgotá-la. No entanto, há a razão revelada por Deus, que devemos investigar para aprendermos a ser. A Bíblia é o livro da mente e do coração de Deus para nossa razão e para nossas emoções. A Bíblia é o livro cuja leitura nos pode fazer espiritualmente inteligentes. Não é o livro para mumificar a nossa mente, mas para estimulá-la. Não lemos a Bíblia para parar de perguntar, mas para continuar perguntando. As pessoas espiritualmente inteligentes perguntam sempre. Aqueles que não creem pensam que os cristãos são aqueles que abriram mão da inteligência e se tornaram robôs mentais, como se renunciássemos à capacidade de reflexão de que Deus nos dotou. Com a Bíblia, aprendemos a como pensar, mas também e principalmente em que pensar. Depois de perceber a alta racionalidade, tendente ao panteísmo e ao ateísmo, combinada (a racionalidade) estranhamente com uma alta idolatria, Paulo fala do DEUS DESCONHECIDO e o apresenta como aquele que se deu a conhecer. Por isso, ele não está longe de nenhum de nós. Se é verdade que Deus não pode ser representado pela mente ou pela mão dos homens e é incognoscível (não pode ser conhecido) apenas pela racionalidade humana, também é verdade que o esforço para conhecê-lo deixou de ser algo doloroso e espinhoso, incerto e interminável. Ele se deu e se dá a conhecer por meio de Jesus Cristo. Conhecê-lo por meio de Jesus Cristo é encontrá-lo, relacionar-se pessoalmente com ele, submeter a ele os pensamentos e as emoções. E eis algo muito difícil: submeter-se a um Deus pessoal. O Rei desconhecido já revelou toda a sua face em Jesus Cristo, de quem somos emissários. O mistério acabou. Deus existe. Jesus Cristo é a sua perfeita revelação. Jesus Cristo nos mostra o sentido da vida. Fomos feitos por ele. Ele nos ama. A razão não é capaz de nos dar o sentido da vida. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    26 min
  • Sal da Terra: Quebrando as Cadeias (Atos 16) #rpsp
    Nossa vida é feita de pequenas e grandes oportunidades. A oportunidade é uma crise, que exige uma decisão.
    1. Precisamos prestar atenção para sabermos a hora certa de agir. Há pessoas que choram na hora de rir e riem na hora de chorar. É bom chorar. É bom rir. Na hora certa. Às vezes, falta-nos a sabedoria de esperar e de discernir a hora certa de agir. Por vezes, falta-nos a sabedoria de ficar calado na hora de calar, ou de falar na hora de falar. Não devemos achar que somos eternos, que vamos durar para sempre e que a vida estará à nossa disposição. Só Deus é eterno. Isso deve nos levar à humildade. Muitas vezes nos achamos superpessoas. Super só o Eterno. Nós passamos. Por isso, a nossa eternidade, nesta vida, dura apenas o tempo da nossa vida. O trabalho para nada aproveita se não for exercido na confiança em Deus. A festa não vale nada se não for festejada na presença de Deus. Precisamos estar atentos para usar bem as oportunidades. A vida é bela se vivida intensamente. Precisamos estar com os olhos bem abertos para aproveitar as oportunidades da vida. Se o tempo é de guardar, por que iríamos jogar fora?
    2. Precisamos produzir oportunidades. As oportunidades são frutos das ações. Elas são a soma das nossas ações e das ações dos outros. Se vivermos de maneira inteligente e santa, vão aparecer oportunidades boas. Se vivermos de maneira burra e ímpia, vão aparecer oportunidades ruins. Quem tem prazer no pecado encontrará mais oportunidades de pecar (Apocalipse 22.11). Quem procura viver segundo a mente de Cristo, todas as oportunidades concorrerão para o seu bem (Romanos 8.28). Precisamos aprender a descansar em Deus, já que a vida é um dom dele. Muitas vezes nos esquecemos disso e não nos lembramos de pedir a Deus que nos indique a oportunidade a agarrar e a oportunidade a deixar passar. O Eterno sabe para onde vai aquela água; nós não sabemos. Pode ser que nos lancemos nela e logo abaixo venha uma cachoeira em pedras. Ele sabe de tudo e podemos contar com sua orientação. Por que desperdiçá-la, confiando apenas no nosso discernimento? Valorize a liberdade de escolher. A vida muda no momento de uma decisão. Reflita antes de decidir. Seja corajoso.
    AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    38 min
  • Sal da Terra: Desacordos (Atos 15) #rpsp
    Não sei se você já percebeu isso. Nós parecemos ser capazes de lidar com as diferenças de doutri­nas. São os conflitos pessoais que realmente nos dividem.
    Quando eu era adolescente, visitamos um dos ami­gos do meu pai, um senhor aposentado que tinha um chalé perto de um lago. No caminho de vol­ta para casa, meu pai observou que, quando seu amigo era criança, tinha ido a um jantar da igreja e pedido uma fatia de um bolo que tinha visto an­tes, na cozinha. A senhora no balcão disse que o bolo havia acabado. Mas, alguns minutos depois, ele a viu, sentada na cozinha, comendo uma fatia daquele mesmo bolo. O amigo de meu pai jamais voltou à igreja!
    Não foi a doutrina que o repeliu. Foi a mentira de uma mulher sobre uma fatia de bolo.
    A Igreja Primitiva foi capaz de resolver os conflitos de doutrina entre os cristãos hebreus que julgavam que os crentes gentios deveriam ser circuncidados, e aqueles que julgavam que eles não deveriam ser circuncidados. Mas quando Barnabé quis levar João Marcos, seu sobrinho, consigo em outra via­gem missionária, oh, não. Paulo não aceitou isso. Marcos os tinha abandonado na primeira viagem missionária (13.13), e Paulo não tinha simpatia por desertores.
    Lucas disse que “tal contenda houve entre eles, que se apartaram um do outro” (15.39). Barnabé levou Marcos e seguiu em uma direção. Paulo levou Silas e seguiu em uma direção diferente.
    Eles conseguiram lidar com as diferenças de dou­trina. Um conflito pessoal? Não. Se não posso ter a minha fatia de bolo, eu desisto, e vou para casa. É isso.
    Na verdade, existe uma maneira de lidar com con­flitos pessoais. Jesus falou de nos lembrarmos de que nós, seres humanos, somos todos como ove­lhas, com a tendência de nos desgarrarmos. Temos que ser trazidos de volta para casa com afeto e com alegria (Mt 18). O próprio Paulo, um dia, escreve­ria: “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros” (Fp 2.3,4).
    As diferenças pessoais não têm que dividir os cris­tãos. Mas a separação entre Paulo e Barnabé nos lembra do quanto todos nós somos vulneráveis. As disputas certamente dividem. A menos que seja­ mos sensíveis, e também humildes.
    “Eu costumava pensar que os dons de Deus estavam em prateleiras, um em cima do outro, e que quanto mais crescêssemos no caráter cristão, mais facilmente poderíamos alcançá-los. Agora, sei que os dons de Deus estão em prateleiras, um em baixo do outro. Não é uma questão de crescer, mas de nos curvarmos, para conseguirmos os seus melho­res dons.” — F. B. Meyer
    É sempre mais importante ser afetuoso do que es­tar certo.
    RICHARDS, Comentário Devocional da Bíblia
    38 min
  • Sal da Terra: Duro de Matar (Atos 14) #rpsp
    Todos aqueles que se destacam são ou criticados ou exaltados. Barnabé e Paulo foram tão convincentes na pregação do evangelho de Deus que, num contexto politeísmo (em que se adoram a muitos deuses), as pessoas passaram a achar que fossem divinos. Assim, quem se destaca deve vigiar para que não seja “endeusado” pelas pessoas. Se não cuidar, poderá achar que é mais do que é e acabará por dispensar Deus. Assim, por exemplo, um pastor elogiado pelos seus sermões deve cuidar para não esquecer que eles lhe são inspirados por Deus. Eles não são fruto da sua habilidade, pesquisa ou dom de oratória, mas uma inspiração de Deus. Um médico querido pela sua competência e paixão pelos pacientes deve cuidar para não achar que é um deus. Todos devemos vigiar para não nos envaidecermos. Sabemos o que pode vir em seguida: a destruição (Provérbios 16.18).
    Aprender não é um fim em si mesmo, mas um caminho. Viver é aprender. Depois que aprendemos, o que era difícil se torna fácil. Lembra-se de quando começou a aprender andar de bicicleta ou a dirigir um automóvel? Nesse sentido, alguns cuidados de sabedoria de vida devem ser tomados.
    #Não complique as coisas. A vida não precisa que lhe acrescentemos mais complexidade. Simplifique.
    #Não subestime os problemas, colocando-os menor do que são, porque você precisa de forças à altura do obstáculo. Se, no salto, a vara está há quatro metros de altura, não aja como se estivesse a dois, porque se o fizer, tomará distância e fôlego para dois metros e baterá com a canela no meio.
    #Não superestime as dificuldades, transformando morros em montanhas ou descidas em abismos. Enviado como um dos espias à terra, seja como os dois (Josué e Calebe) e não como os dez (cujos nomes não sabemos) que superestimaram os adversários. Veja o problema no seu próprio e real tamanho, não no tamanho do seu otimismo incorrigível ou do seu medo paralisante.
    #Não se entregue. Como nos lembra João, você é de Deus e venceu o mundo; aquele que está em você é maior do que o que está no mundo (1João 4.4-5). Nosso modelo é claro, ouvindo Jesus dizer a cada um de nós: “No mundo vocês vão sofrer; mas tenham coragem. Eu venci o mundo” (João 16.33b).
    #Mantenha a esperança. A promessa é repetida para que sirva de megafone aos ouvidos: “Os bons passam por muitas aflições, mas o SENHOR os livra de todas elas. Ele os protege completamente; nenhum dos seus ossos é quebrado” (Salmo 34.19-20). AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    35 min
  • Sal da Terra: Missão e Magia (Atos 13) #rpsp
    Nossos primeiros irmãos ensinavam e anunciavam o evangelho. Viver o evangelho é um jeito de ser. Esse jeito de ser se demonstra em ações. Se queremos fazer discípulos de Jesus, temos de ensinar sobre Jesus. Nós encontramos a biografia e o pensamento de Jesus na Bíblia, sobretudo nos Evangelhos. Para ensinar sobre o evangelho, precisamos conhecer os Evangelhos. Temos o privilégio da leitura livre dos Evangelhos. Sabemos que há lugares em que é crime, punido severamente. Desse privilégio decorre uma responsabilidade. É como uma pessoa que vê outra que não enxerga atravessando a rua em perigo; o privilégio da visão lhe impõe a responsabilidade de apoiar a outra pessoa para uma travessia segura. As pessoas sabem pouco de Jesus porque nós lhes ensinamos pouco. Muitas vezes, partimos do pressuposto de que as pessoas o conhecem. Na verdade, mesmo no nosso país, as pessoas têm vagas ideias sobre Jesus. Reconhecem que ele era bom, fazia milagres e proferia palavras de amor e paz. Então, cabe-nos dizer que Jesus é Deus, Senhor, Salvador e que voltará. E quando voltar, ele espera que todos estejam preparados. Se queremos fazer discípulos de Jesus, temos de anunciar Jesus, sem cessar. Temos de anunciar Jesus um a um, a começar para aqueles que, na nossa casa, ainda não o conhecem. Os pais são os pastores dos seus filhos. Temos de anunciar Jesus onde as pessoas estão, de casa em casa, de escritório em escritório, de escola em escola, de rua em rua. Temos de anunciar Jesus através dos meios de comunicação, através de todos os meios de comunicação que conseguirmos usar. Nossa mensagem é boa demais para ser pregada apenas nos púlpitos das nossas igrejas. A maioria das pessoas que precisam do evangelho não está nos nossos templos, mas em suas casas e em lugares de trabalho e lazer. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    40 min
  • Sal da Terra: O Apóstolo, O Anjo e O Rei (Atos 12) #rpsp
    Quando as coisas estiverem bem, encaminhando-se para soluções fáceis, devemos orar. Quando as coisas estiverem difíceis, com soluções parecendo improváveis, devemos orar. O líder da igreja, Pedro, estava preso. A chance de ele ser libertado era mínima. Os adversários comemoravam. A estratégia de prender os seguidores de Jesus estava dando certo. Não havia motivo para mudar a política. Contra as evidências, a igreja orava. O tempo passava, a prisão permanecia, mas a igreja orava. E as coisas mudaram. Não mudaram os corações das autoridades, mas Deus decidiu que libertaria Pedro. Enquanto Herodes planejava tirar proveito político da prisão de Pedro, Deus planejava outra ação. Quando, no meio da noite, Pedro dormia, foi acordado. Ele se levantou depressa, calçou as sandálias, pôs a capa e foi posto em liberdade, tudo porque, enquanto estava preso, sua igreja orava por ele. Quando oram por nós, nossa vida muda. Quando oramos por uma pessoa, a vida dela muda… Nossa oração sempre chega ao céu. Nossa vida pode estar desligada de Deus. Se orarmos, nossas palavras chegarão ao céu. Nossa disciplina pode ser mínima, gastando muito pouco tempo na presença de Deus. Se orarmos, nossos desejos chegarão ao céu. Nosso coração pode estar endurecido pelo egoísmo. Se orarmos, nossos pedidos chegarão ao céu. Nossos relacionamentos podem estar aquém do que sabemos ser o melhor. Se orarmos, nossos anseios por mudança chegarão ao céu. Nossos negócios podem estar descontrolados. Se orarmos, nossas necessidades chegarão ao céu. Oramos e nos assustamos quando Deus nos atende. É assim que, muitas vezes, agimos. Muitas vezes, pedimos, como se não acreditássemos que Deus fosse nos atender. Os primeiros cristãos pediram que Pedro fosse libertado. Deus tirou Pedro da cadeia e o enviou de volta aos seus irmãos e seus irmãos não acreditaram que Pedro estivesse à porta, batendo para entrar. Pedimos algo a Deus e ele nos dá. Em lugar de simplesmente celebrar, ficamos assustados. Não devemos orar por orar, mas orar confiantes de que Deus vai agir. Não devemos nos admirar de que Deus nos atenda, porque sabemos que sua resposta é certa. Quando oramos com esperança, devemos nos preparar para celebrar o triunfo. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    37 min
  • Sal da Terra: Amigos de Cristo(Atos 11) #rpsp
    Nosso caráter pode ser mudado se nos deixarmos guiar pelo Espírito Santo. Nossas ideias podem ser mudadas se desejamos pensar como Jesus pensava. Pedro é uma demonstração dessas possibilidades. Pedro era um homem de extremos. Na ação feliz mais extrema da sua vida, ele abriu a boca para confessar que Jesus era “o Cristo, Filho do Deus vivo”. Na outra, por outro lado, ele disse que não permitiria que Jesus fosse morrer, ouvindo dele que era um Satanás que devia sair da sua frente. Quando estudamos a vida de Pedro, vemos que ele foi o primeiro discípulo a reconhecer a Jesus como o Messias, confessando-o como o Senhor da sua vida (Mateus 16.13-17). Ele foi o primeiro apóstolo a testemunhar a ressurreição. Assim, aquele que veementemente negou a Jesus na hora do sofrimento foi o primeiro a testemunhar da ressurreição de Jesus na hora do triunfo (Lucas 24.34; 1Coríntios 15.5). Ele foi o primeiro missionário a proclamar a salvação aos não judeus. Não por acaso, os primeiros 11 capítulos do livro de Atos se concentram no ministério de Pedro. Ele é o líder inconteste da igreja, tarefa passada a Tiago, irmão de Jesus, depois que Pedro se tornou um missionário. Ele foi o primeiro pastor a liderar a igreja de Jerusalém. Quando, dentro e fora da comunidade que se formava, as pessoas ficaram sem entender o que acontecia, foi Pedro o primeiro a dar um passo à frente e interpretar o novo tempo. Nesse papel, foi a Antioquia da Síria (Gálatas 2.11) e a Corinto (1Coríntios 1.12) e talvez a muitas outras regiões. Ele foi a primeira testemunha a inspirar a escrita de um Evangelho. Se a tradição estiver correta, ele foi a fonte empregada por Marcos para escrever o seu relato do ministério de Jesus. Pedro foi transformado pelo Espírito Santo e se tornou um homem além do seu tempo e além de si mesmo. Nós podemos ser transformados. Nós podemos ir além. AZEVEDO, Bíblia Sagrada Bom Dia
    22 min

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