Guarda-redes de classe alta, é campeão da 2.ª pelo União de Coimbra, da 1.ª pelo Sporting e levanta a Taça de Portugal pelo Estrela, aos 40 anos de idade
"Eriksson foi um hino à vida e ao futebol". Podem crer. Só porque sim, lembrámo-nos de convidar Toni para falar de Eriksson. Do seu 4-4-2 no primeiro Benfica, do seu gosto pelo linguado grelhado, do seu refinado toque de bola no futevólei com Humberto e Shéu e muito mais.
Craque da federação portuguesa de futebol durante 50 anos, de 1974 até 2024, elogia a capacidade organizativa de Carlos Queiroz, da humanidade de Scolari (murro a Dragutinovic, incluído), das luvas de Ricardo e da sugestão da GNR em levar de helicóptero os jogadores de Alcochete para o Estádio da Luz no dia da final do Euro-2004
O dia do pai é quando um homem quiser? Seja feita a vossa vontade, é hoje e não se fala mais nisso. Ou melhor, fala-se. E de que maneira. José Mourinho recebe-nos no centro de estágio do Benfica para recordar o pai, guarda-redes de proezas incalculáveis (defende penáltis de Eusébio, Matateu e Yazalde) e também treinador de classe upa upa (sobe quatro equipas em anos seguidos, entre Caldas 1978, U. Leiria 1979, Amora 1980 e Rio Ave 1981).
Selecionador campeão europeu e mundial pelos sub17, é também o campeão da boa disposição. Formado no FC Porto, como avançado, faz carreira a médio e joga naquele Sporting campeão nacional em 2000, ano em que se estreia na seleção, vs. Holanda.
Campeão europeu sub18 em 1994, ao lado de Quim, Dani mais Nuno Gomes, o avançado ajuda Fernando Santos a manter Estrela na 1.ª divisão com um golo na Madeira e acumula 27 clubes, um dos quais lá fora, no Ionikos (Grécia)
A história começa no Oriental e acaba na Suíça. Pelo meio, apanha Ronaldo fenómeno num Belenenses vs. Cruzeiro, convive com Bobby Robson no FC Porto, é capitão do Benfica e vai à seleção portuguesa.
Homem da comunicação e doutor com canudo, o esquerdino fala dos três golos à Espanha, do futebol prá frente de Nené, das fintas de Chalana nos treinos e da chamada de Mourinho no Benfica em 2000
Homem da comunicação e doutor com canudo, o esquerdino fala dos três golos à Espanha, do futebol p'rá frente de Nené, das fintas de Chalana nos treinos e da chamada de Mourinho no Benfica em 2000
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966.
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Todas as semanas o jornalista Rui Miguel Tovar entrevista uma personalidade do mundo do desporto para uma conversa divertida e surpreendente. Um episódio novo todas as quintas-feiras.
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