Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Maradona, Zidane e Fenómeno. Eis o top 3 da sua vida, sem Ronaldo nem Messi metidos ao barulho. Em mês de festejar meio século de jornalismo, José Manuel Freitas fala ainda do pai (Amadeu José de Freitas), do choro compulsivo de Fernando Mamede e do ouro de Carlos Lopes em 1984 e também dos treinos do Brasil no Mundial-98, em França, onde a aliança de comprometido do Fenómeno dá que falar (e de que maneira)
Capitão do Sporting na Supertaça 1987 e Taça de Portugal 1995, é o autor do último golo no Atocha e também o primeiro no Anoeta, sempre pela Real Sociedad, onde é treinado por Toshack, o homem que o aceita com apenas um treino à experiência no Estádio José Alvalade.
Apanha Ronaldo, Quaresma, Patrício, Carriço e Paim nas camadas jovens do Sporting, é campeão nacional sub17 e sub19 antes de convive com os treinos de Bölöni às escondidas e de se aventurar como adjunto de Villas-Boas em Inglaterra (Tottenham) e na Rússia (Zenit)
Senhoras e senhores, diretamente dos Açores, eis o melhor marcador português de sempre na Taça UEFA/Liga Europa e o primeiro jogador a ultrapassar Eusébio em número de golos na seleção. A história de vida de Pauleta é um hino à persistência e o simples facto de se ter estreado por Portugal sem ter feito um único jogo na 1.ª divisão, seja portuguesa ou espanhola, já é mais de meio caminho andado para uma vénia
Memorável, a presença de Valdo na Renascença. Todas as respostas têm um enquadramento, o facto em si e a estória associada. Começámos por falar da seleção brasileira e só muito depois é que chegámos à final da Taça dos Campeões pelo Benfica em 1990. Com o tempo já a derrapar, o ás de trunfo com a aventura no PSG, ao lado de Artur Jorge.
Jornalista formado na mui nobre escola do Bairro Alto, entre Diário Popular e A Bola, é enviado-especial a oito Mundiais, seis Jogos Olímpicos e dois Europeus. Em mais de 50 anos de idas e vindas, tantas histórias com figuras imperdíveis como Bento, Pedroto, Menotti e Maradona.
Campeão e vencedor da Taça de Portugal pelo Sporting em 1982, a sua carreira passa ainda pelo empréstimo à Académica e a transferência para a Real Sociedad antes de voltar ao Sporting, onde coloca um inesperado ponto final por obra do treinador belga Waseige.
46 min
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Todas as semanas o jornalista Rui Miguel Tovar entrevista uma personalidade do mundo do desporto para uma conversa divertida e surpreendente. Um episódio novo todas as quintas-feiras.
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