
Sign up to save your podcasts
Or


Há projetos de vida que se confundem com o amor pelo território. A tenacidade de não desistir e o sonho de fazer o que ainda não foi feito levam a criar algo de novo, como fica expresso neste episódio, em que o berço da sub-região Monção e Melgaço tornou-se incubadora de ideias com epílogo feliz.
Verónica Solheiro (gerente Prados de Melgaço), Manuel Almeida (gerente Melgaço Radical) e Miguel Queimado (produtor de vinhos e representante Associação de Produtores de Alvarinho) são os protagonistas.
O segmento dos vinhos de menor teor alcoólico e vinhos sem álcool, internacionalmente popularizados como NoLo, está em crescimento e com perspetivas de boa demanda para a próxima década. Neste episódio tentamos perceber o que valem, como são obtidos e em que mercados têm tido maior aceitação.
O enólogo Domingos Soares Franco foi pioneiro em Portugal no processo de desalcoolização e explica os segredos do procedimento da retirada do álcool do vinho, no qual a José Maria da Fonseca tem já longa experiência. Martim Guedes, co-CEO da Aveleda, elucida acerca dos destinos preferenciais deste tipo de produto, aborda tendências e estudos sobre comportamento dos consumidores.
A valorização do vinho é um tema recorrente no setor. Mas, como a conseguir?
Neste episódio, a Revista de Vinhos convida Carlos Agrellos (diretor técnico da Quinta do Noval) e Jorge Rosas (CEO da Ramos Pinto) a refletir sobre estratégias de criação de valor para vinhos portugueses, incluindo Douro e Vinho do Porto, sem esquecer a importância de medidas adicionais do lado da produção (como a diminuição da área de vinha) e da promoção (reforço das verbas e campanhas de marketing e de comunicação).
O decréscimo global do consumo, os mercados e a readaptação às tendências internacionais são igualmente alvo de debate.
A completar dois mandatos na liderança da ViniPortugal, Frederico Falcão diz-se disponível a continuar à frente da associação interprofissional. Nesta conversa faz um ponto de situação acerca dos vinhos portugueses, no país e no mundo, e partilha objetivos a atingir até 2030.
Comportamento das exportações e perspetivas de evolução em diferentes destinos, mercados estratégicos de promoção, aumento do valor de venda do vinho português, reajustes de produção face à demanda internacional e combate às mensagens anti-álcool são alguns dos temas abordados.
Por todas as razões, o maior emblema do vinho português é também o mais debatido. Os últimos anos revelam quebras constantes de consumo, apesar de as chamadas categorias especiais mostrarem-se em contraciclo, muito devido a lançamentos de exemplares raros, como os recentes 80 Anos e os Very Very Old.
Luísa Vieira de Sousa (Vieira de Sousa) e Carlos Alves (Kopke Group) são enólogos que representam uma nova geração que trabalha o Vinho do Porto por paixão e convicção. Da arte do blend à importância de salvaguardar um legado, neste episódio abordam-se edições especiais mas também a absoluta necessidade de reinventar um setor que, entre outras lacunas, tem notórias falhas de comunicação e de atratividade.
Em territórios de baixa densidade populacional, associar o turismo à produção de vinho é uma clara mais-valia. Porém, que condições deverão estar garantidas? E, face à atual oferta, que programação consegue tornar-se verdadeiramente diferenciadora e atrativa aos olhos de milhares de potenciais turistas? O que é, afinal, uma experiência para mais tarde recordar? A crise de falta de recursos humanos qualificados pode ser contrariada de que forma?
Neste episódio, Teresa Frazão (diretora The Vinea Collection Hotel) e Paulo Graça Ramos (produtor de vinhos e docente universitário) fazem um retrato da situação presente e perspetivam potencialidades, não só na sub-região de Monção e Melgaço como no contexto nacional.
A indústria do turismo em Portugal tem alcançado números avassaladores nos últimos anos. O turismo associado à paisagem vinhateira, à produção e às experiências em torno do vinho, o chamado enoturismo, tem beneficiado por efeito de contaminação positiva. Mas, o enoturista tem objetivos próprios e seleciona destinos, como o Douro, que possuam ofertas mais personalizadas.
Susana Pinho (responsável de enoturismo Quinta Nova, Douro, e Taboadella, Dão), Marta Marques (agente de viagens) e Rui Barreira (agente de viagens) explicam desafios e oportunidades.
Encontram-se fora dos holofotes de maior mediatismo mas possuem um potencial assinalável de afirmação e crescimento - pela altitude e solos que lhe conferem têmpera, pela aptidão natural para a viticultura orgânica, pela preservação notável de vinhas velhas e castas autóctones, pela possibilidade de obterem vinhos de carácter.
O que une e separa a Beira Interior e Trás-os-Montes, denominações em territórios de baixa densidade populacional mas de uma riqueza paisagística, patrimonial e cultural assinaláveis. Os grandes desafios em conversa com Ana Alves (presidente da Comissão Vitivinícola Regional de Trás-os-Montes) e Rodolfo Queirós (presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior).
Em nome da autenticidade e da valorização do produto vinho, um novo coletivo quer destacar a importância do estatuto de vitivinicultor-engarrafador.
A ideia lançada por Mário Sérgio Nuno, da Quinta das Bágeiras (Bairrada), arranca com uma dezena de aderentes, incluindo Paulo Nunes, em representação da Casa da Passarella (Dão).
Sara Silva (presidente da Comissão Vitivinícola do Algarve), Judith Martin (representante Turismo dos Açores e responsável de enoturismo da Azores Wine Company) e Ruben Obadia (responsável de comunicação da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo) analisam a importância, a atual oferta, a necessidade da profissionalização e as oportunidades ainda por explorar da indústria do turismo associada ao vinho, à gastronomia e à paisagem.
From the publisher's feed
Vinho, gastronomia e enoturismo pela Revista de Vinhos.
Wine, food and wine tourism by Revista de Vinhos magazine.